Fala, Fiel! – Rogério Maldonado “Bambu”
Fala, Fiel!
O entrevistado desa semana é o presidente da Estopim da Fiel, Rogério Maldonado, mais conhecido como BAMBU. Para conhecer mais sobre a tocida, acesse o site deles. Como sabem, sou uma jornalista-fake, que entrevista por MSN! Nossa convrsa aconteceu na quarta-feira, antes do jogo contra o Vasco, pela semi-final da Copa do Basil. Portanto, antes da morte do torcedor Corinthiano.
Espero que gostem…
Yule diz: Boa Tarde, Bambu! Obrigada por participar da entrevista do Blog do Torcedor! Pode começar se apresentando: nome, idade, profissão, filhos.
Bambu – EF diz: Obrigado a você, é sempre importante que as torcidas tenham esse tipo de espaço. Rogério Maldonado “Bambu”, Presidente do Grêmio Escola de Samba ESTOPIM DA FIEL Torcida, 32 anos, Arte Finalista, casado, não tenho filhos.
Yule diz: Qual a primeira lembrança do Corinthians? Quem foi o maior ídolo que viu jogar e a primeira vez no estádio?
Bambu – EF diz: A primeira lembrança foi junto à família em 1982, na final contra o time das meninas, no barraco da minha vó em Diadema. Após o segundo gol do Biro-Biro, minha tia, ao comemorar o gol batendo nas tábuas do barraco, “rasgou” a mão no prego. Aquele sangue todo…
O desespero da família em querer levá-la ao hospital… Ela meteu a mão no pó de café para estancar o sangue, e nada no mundo tirou ela da frente da TV para ir ao hospital! Só queria ver o Corinthians!!!
Idolo que eu vi jogar: NETO
1º Jogo: Copa União, 1988, no Pacaembu, contra o vaxcu, 0×0 placar do jogo e desempate nos pênaltis (o timão perdeu). Mesmo vendo a derrota a Fiel não parou um só minuto… Daí em diante nunca mais me afastei do Corinthians.
Yule diz: Hahahaha… coitada da sua tia! Com quem você ia aos jogos, no começo?
Bambu – EF diz: O primeiro foi com meu Pai (porco – sorte que minha mãe é separada dele desde os meus 2 anos), e aos demais jogos, com meus Tios. Após os 13 anos, comecei a ir com amigos , às vezes sozinho.
Yule diz: E como começou seu envolvimento com a Estopim da Fiel?
Bambu – EF diz: Em 2000, juntamente com um grupo de amigos Corinthianos de Diadema, resolvemos reorganizar a Torcida, na Estopim, já que ela não acompanhava os jogos desde 1994, ficando apenas como Escola de Samba, em Diadema.
Conhecemos a história da Estopim, oficialmente fundada em 05/01/1979, mas que acompanhava o Corinthians desde 1976 (na invasão), e não poderíamos deixaá-la acabar assim. Então, reabrimos a sede e começamos a levar novamente a faixa nos jogos para incentivar o Corinthians.
Yule diz: Antes disso, você chegou a participar de alguma outra torcida? Como foi esse processo de reabrir a Estopim? De onde surgiu essa vontade? Quantas eram as pessoas? No começo era um grupo de torcedores e uma faixa?
Bambu – EF diz: Eu era dos Gaviões da Fiel. Em uma conversa, o então presidente da Estopim me deu a oportunidade de organizar novamente a torcida, a vontade era mesmo ter um local para que os Corinthianos da região se unissem, se fortalecessem ter como atender a todos, com caravanas e ônibus para ir aos jogos etc.
Uma reunião aconteceu com mais de 10 pessoas de bairros diferentes, e cada um tinha a função de organizar os Corinthianos do seu bairro e trazê-los para a Estopim.
No começo, como já tínhamos a sede e os instrumentos, fizemos a primeira faixa e algumas bandeiras, e demos inicio ao trabalho de arquibancada para levantar o nome da Estopim da Fiel.
Yule diz: A Escola de Samba e a Torcida são organizações separadas, com diretorias distintas?
Bambu - EF diz: Antes era, tinha o Presidente que cuidava do Samba e o Diretor-Presidente da Torcida que cuidava da Torcida… Depois que a nova diretoria assumiu em 2007, resolvemos unificar.
Yule diz: O que mais mudou dentro da Estopim depois que tornou-se presidente? Existem departamentos? Como funciona? Não tenho nem idéia de como funcione uma Torcida.
Bambu – EF diz: Mudanças drásticas nenhuma, fazemos valer as leis do nosso estatuto, temos como meta construir uma quadra no terreno onde esta a sede, ter mais empenho voltado à arquibancada, reformulamos o trabalho na arquibancada agregando mais associados (o que vem acontecendo).
Existem departamentos sim, funciona como uma “empresa” cada um tem o seu cargo. Temos o Depto Social que desenvolve projetos junto à comunidade, como Distribuição de Leite, Campanha do Agasalho, Dia das Crianças etc.., temos o Depto de Bandeiras, onde os jovens organizam o que e como serão levados os patrimônios para os jogos e a festa a organização na arquibancada etc. os outros cargos são diretor de Caravana, responsável pelos caravanas e ônibus; Relações Publicas, pela divulgação; Tesoureiros, pelas financias; Secretários, pela parte burocrática; Comercial, pela captação de recursos; Carnaval, que organiza o desfile; e Patrimônio, que zela pela sede e pelos bens da Estopim, e o Presidente e Vice são os responsáveis pela administração de tudo. Todos os diretores fazem esse trabalho voluntário ninguém ganha NADA.
Yule diz: Eu pergunto porque assisto os jogos perto da Estopim, e reparo que, a cada jogo, vocês têm feito uma festa mais bonita que a outra. A bateria, o símbolo do Coringão, sacos plasticos, etc etc etc. Cheguei até a comentar o dia em que houve um desentendimento na Gaviões, e a Estopim se destacou, colocando a arquibancada pra cantar. Acho um trabalho super legal, porque prova que as torcidas do Corinthians estão lá pra empurrar o time e não se auto-promover, como muitos pensam. O que você acha disso? Você sente algum preconceito em relação às organizadas?
Bambu – EF diz: Legal o reconhecimento, essa é a nossa IDEOLOGIA, apoiar o CORINTHIANS onde quer que ele vá. Estamos lá para isso, para levar o Corinthians rumo à vitória.
Sobre a festa, ainda temos a consciência que fazemos pouco, pois o Corinthians merece só o melhor, inovamos sempre que podemos tipo como aconteceu com os batekos e os sacos plásticos. Só que somos impedidos de fazer o que realmente gostaríamos de ser feito, como papel higiênico, fogos de artifícios, bandeiras, fumaças, balões entre outras coisas.
Preconceitos… Todos os tipos existentes! Passamos por isso graças à exploração da mídia através da violência que o nosso país vive, eles sempre taxam as torcidas de violentas, mas o cotidiano prova que a violência existe em todos os segmentos todos os dias e todas as horas, mais para muitos sós a torcida tem que ser penalizada somos sempre os responsáveis segundo a mídia.
Somos uma entidade devidamente registrada e com responsabilidades, não podemos ser penalizados pelos atos de alguns, afinal penalizando a entidade o mesmo individuo que atua com o ato violento no estádio atua na escola, na balada e em outros locais, temos que penalizar de forma séria o individuo, por isso que a violência nunca será banida, a impunidade é o maior estimulante para a violência.
Yule diz: Aliás, gostaria que você me dissesse o que acha das proibições que existem aqui em São Paulo quanto a bandeiras, cadastro, número restrito de faixas, ofícios, fogos. E como a Estopim está inserida no debate sobre a volta das bandeiras ao Estádio? O que falta para terminar essa discussão, que foi retomada há pouco?
Bambu – EF diz: As proibições são errôneas, essas proibições só impedem que os nossos jovens se ocupem de fazer a festa, como, por exemplo, chegar à sede cedo, organizar tudo, bandeiras, bambus, papel picado, papel higiênico, fogos e etc. como aconteceu antes da proibição, as arquibancadas do estado de São Paulo estão sem alegrias. Hoje podemos levar apenas uma faixa e uma bandeira sem bambu, alem de ter que ir em reunião antes de cada jogo, para pedir a liberação para as mesmas coisas.
Sobre a carteirinha da FPF, como foi proposto no inicio do projeto era uma boa, só que só nós fizemos a nossa parte, nos cadastramos e a FPF ainda nada, não deram nada em troca. Como deve saber, apenas associados com a Carteirinha da FPF entram uniformizados. As torcidas vêm se reunindo e acompanhando o projeto que tramita na Assembléia. É necessário “quebrar essa lei” que impede o bambu nos estádios. Não vejo problema, afinal em outros estados ele é liberado, no RIo por exemplo a torcida leva o que quer a hora que quer, só passa por uma revista e nada mais. E lá não à nenhum registros de violência por causa do Bambu, como eu disse acima, eles estão ocupados em fazer a festa. TEMOS QUE OCUPAR NOSSOS TORCEDORES
Yule diz: Muito legal saber que vocês têm essa consciência. Outra curiosidade que tenho é a relação entre as torcidas do Corinthians. Por exemplo, observo que há sempre respeito na organização do espaço na arquibancada, ou uma torcida cantando parabéns para a outra. No rebaixamento, todas se uniram, no jogo contra o são paulo, fizeram faixa única… Conta um pouco como é esse relacionamento.
Bambu – EF diz: Nós somos a FIEL TORCIDA, a única que acompanha o seu time onde quer que ele vá, todas torcidas tem o seu espaço uma mais que as outras, devido ao fato de cada uma ter sua história e tradição, que ao longo do tempo foi conquistada e respeitamos isso, temos reuniões periódicas, e todas pensam em uma única coisa: um CORINTHIANS GRANDE DIGNO DA SUA TRADIÇAO. Somos capazes de tudo, TUDO MESMO, até derrubamos um eterno ditador que por anos mandou no clube. NINGUEM PODE COM A FIEL.
Yule diz: E a relação com a diretoria do Corinthians? Soube que o Andrés já foi à sede e tal… Muita gente o critica, aliás, por dar muita abertura às organizadas, por deixar “que mandem no clube”. Qual a posição de vocês quanto a ele? Há apoio, briga, cobrança? Como funciona?
Bambu – EF diz: Hoje, (a ESTOPIM) tem uma relação aberta e de dialogo; sempre que precisamos questionar algo, agendamos uma data e conversarmos sobre algumas dúvidas. O Andrés já esteve em nossa sede e em nossa festa, não vejo o porquê criticá-lo por isso, é o maldito preconceito que sofremos! A ESTOPIM é um ambiente para os Corinthianos freqüentarem, e ele, como Corinthiano que é, quando quer e quando pode, freqüenta. Assim como você esta convidada para conhecer.
Sempre que for preciso, iremos sentar e conversar sobre qualquer assunto que se refere ao Corinthians.
Sobre cobranças, hoje temos um bom dialogo, como disse, sempre que for preciso iremos cobrar, só que, antes, o ditador não conversava e por isso tínhamos que cobrar da forma que cobrávamos. Não é preciso ter que invadir treino ou o clube para cobrar algo, se sentado à mesa e conversando cobramos do mesmo jeito e até melhor, porque estamos mais cientes de algo que, apenas ao invadir o treino, não saberíamos.
No caso dos ingressos protestamos, NÃO CONCORDAMOS COM O VALOR e, por isso, realizamos junto com outras torcidas o protesto para que o valor abaixe…. Não estamos lá para ver o Ronaldo, estamos para ver o CORINTHIANS, sabemos que para se ter um bom time é preciso ter uma boa renda, só que espero que a atual diretoria não se esqueça que nós SOMOS O CORINTHIANS, que o CORINTHIANS já ganhou jogos e campeonatos com a FORÇA DA FIEL, e esse valor está afastando (em alguns jogos) a FIEL, queremos torcer pelo Corinthians em todos os jogos, abandonamos nossas famílias para estar lá e querem que a gente escolha jogos para ir. ISSO É REVOLTANTE!
Yule diz: Você é sócio do Corinthians? O que pensa disso? E tem o número de sócios da Estopim? Como é usado o dinheiro que os sócios pagam? Tem alguma transparência na gestão? Cobrança dos associados?
Bambu – EF diz: Não sou sócio, até pela distância, mais quero e vou me associar ao Clube, temos que ser sócios do Corinthians, pois é a única forma de ter direito a voto!
A Estopim já teve mais de 11.000 associados, mais quando retornamos aos estádios, em 2000, zeramos o cadastro e hoje temos mais de 3.200 associados. O dinheiro que arrecadamos na mensalidade (R$ 5,00 mensal, nem todos estão em dia) e o lucro com as vendas dos produtos (www.estopimdafiel.com.br) utilizamos para confeccionar faixas, bandeiras, bandeirões, manutenção da sede, investir em nosso objetivo principal que é a ampliação da sede e a construção da quadra. Infelizmente esse maldito preconceito afasta possíveis parceiros ou patrocinadores.
Temos reunião trimensal entre nossa diretoria para prestação de contas e um balanço é apresentado anualmente ao conselho fiscal, que avalia e aprova ou não, as contas e o parecer fiscal são fixados em nossa sede e divulgados no site
Os sócios cobram e cobram muito, como ônibus para os jogos, resultados na organização na arquibancada, títulos no carnaval, entre outras coisas. A maior transparência está na sede, o que era há dois anos e o que está se tornando. Os sócios também são cobrados, freqüência em jogos, o uso da camiseta oficial listrada da ESTOPIM, uma participação diária na sede.
Yule diz: Eu vejo que, muitas vezes, a Estopim acompanha a Gaviões nos gritos… Não rola uma disputa para quem canta mais alto. Como é isso? Vocês têm alguma ideologia ou orientação nesse sentido?
Bambu – EF diz: Nem sempre… Temos nossos próprios gritos. Não há disputa, é que, com a nossa bateria, puxamos os nossos cantos, mas às vezes acontecem de ser o mesmo grito, tipo “bando de loucos”, ou, a cada gol e a cada lance de perigo, o torcedor organizado já esta acostumado a puxar o mesmo “a maré ta cheia” ou “só dá timão”. A única orientação e cantar e pular os 90 minutos.
Yule diz: Você comentou que existem reuniões entre as torcidas do estado para acompanhar o projeto de liberação das bandeiras. As torcidas de diferentes times dialogam entre si? Ou é aquela guerra que sai na televisão? E quanto as tais das alianças entre torcidas de times de estados diferentes, pra recebr e fazer churrasco na sede, vestindo a camisa de outro time, isso existe ou não no Coringão? Se alguma torcida de for buscar amizade com a Estopim, como funciona?
Bambu – EF diz: Sim, as torcidas têm conversado sim, e há muito, mais muito tempo, não sai nenhuma confusão, entre as torcidas, (*entrevista feita antes da tragédia do dia 03/06*) sempre saímos com escoltas da sede em dia de clássico. As guerras que a TV mostra são os torcedores dos bairros, as torcidas sempre fazem as coisas certas.
Sobre alianças, cada torcida decide, sei que algumas têm sim aliança uma com as outras, só não posso falar pelas outras torcidas do Corinthians. Na ESTOPIM nós torcemos apenas pelo CORINTHIANS, nosso coração só tem um time… Não aceitamos e orientamos os sócios a não trocar camisa com ninguém, nada é igual ao nosso manto, o cara que veste a camisa da Estopim (estilo inspirado no manto de 1977) sabe qual a importância dela e nada no mundo substitui o Glorioso CORINTHIANS.
Respeitamos todas as torcidas, não precisamos ser amigos de ninguém, em particular conheço alguns presidentes de torcida fora do estado, mas, como disse, temos apenas o respeito um pela entidade do outro. A ESTOPIM TEM ALIANÇA SIM, COM OS GAVIÕES DA FIEL, CAMISA 12, PAVILHAO NOVE, CORINGÃO CHOPP E FIEL MACABRA, essa é a maior união de torcida do MUNDO.
Yule diz: Ae, Bambu! Gostei muito de conversar com você! Agradeço imensamente a disposição de responder as minhas perguntas e explicar direitinho como funcionam as coisas na Torcida. Parabéns por ser um cara consciente, e fazer a festa ficar cada vez mais bonita nas arquibancadas. Deixo esse espaço final para mandar um recado aos leitores do blog. Valeu mesmo!
Bambu – EF diz: Obrigado você, Yule, e para conhecer mais a Estopim, te convoco a ir a algum jogo saindo da sede, aí você vai realmente saber como funciona. Agradeço o apoio e a dedicação da minha DIRETORIA E DEPTOS, que sem eles não conseguiria “É nóis di novo!”. Agradeço a todos os sócios da Estopim da Fiel e, aos leitores do blog, tenho uma recomendação: “Junte-se a nós !” Par conhecer a sede, a ESTOPIM fica na
RUA SÃO JORGE, 160 – CENTRO – DIADEMA – SP.
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Agradeço ao Renê, meu amigo, e sócio da Estopim, pela claboração. Quem quiser participar desta coluna, mande e-mail para fiel1910@gmail.com, contando um pouco da sua história e fatos curiosos que viveu com o Coringão.
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Que se interessa pelo tema TORCIDAS ORGANIDAS, mande um texto para participar do proximo DEBATIMÃO. O endereço é blogdocorinthians@globo.com. Dê sua opinião, a favor ou contra, ritique, dê idéias…
rss do blog


31 agosto, 2009 as 12:06
MORO EM CUBATÃO BAIXADA SANTISTA SP, QUERO SABER SE TEM UMA SEDE AQUI POR PERTO ,SE POSSÍVEL MANDE O ENDEREÇO POR FAVOR..
OBRIGADO..AGRADEÇO DESDE JA…
10 agosto, 2009 as 18:56
falta de entrosamento ATÉ ???????????????????????????????????????
8 agosto, 2009 as 11:35
NOVA MUSICA CORINTHIANS
YOUTUBE.COM JOGA POR NOS CORINGÃO
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29 julho, 2009 as 14:42
Aê galera aguas passadas não mudam o curso do rio, acho que a morte de um de nossos irmãos é ruim, mais não pr isso vamos sair matando São Paulinos, Palmerenses e Santistas, muito menos batendo de frente com a policia, se não vamos ser iguais a eles, acho que devemos protestar sim contra o que aconteceu, mas pacificamente, todos nós estamos unidos por um só proposito que é torcer por uma nação que é a nação CORINTHIANA.
Acho que agora nos como CORINTHIANOS temos problemas muito maiores com nosso time pra se preocupar, pois noso time esta se desfalcando, e não estou vendo nada de concreto pela diretoria, se as torcidas não discutirem sobre isso acho que não tem proposito algum sermos uma toricda afinal sobre o que mais deveos debater???
Essa é minha opinião…
Abraço a Todos!
JACKSON!
16 junho, 2009 as 23:07
EH AH ESTOPIM MANÉ !!!
PISOU NA BOLA BUUMM !! NDN
15 junho, 2009 as 9:15
Valew Yule pelo espaço dado, sóassim poderemos acabar c o maldito preconceito q ostentam as organizadas!!!
e Valew pelas palavras Presidente, em Cotia vc sabe q só dá nóis dinovo!!!!!!
13 junho, 2009 as 13:19
ficou boa mesmo a entrevista.
adoro o que as organizadas fazem dentro de campo (cantando pra apoiar o time os 90 min) e até admiro algumas atitudes extra-campo (como os trabalhos sociais), só não entendo porque tanta gente entra pra uma torcida pra ganhar “coragem” e sair batendo nos adversários.
acho legal as organizadas corinthianas se unirem, afina, todos respiramos Corinthians.
não acho certo unir forças com torcidas adversárias. uma rivalidade, desde que saudável, deve sempre existir e unir “forças” é coisa pra torcida pequena.
VAI CORINTHIANS!
12 junho, 2009 as 13:37
Parabéns Yule, está se saindo muito bem como jornalista hein, rs !
Muito boa entrevista !
VAI CORINTHIANS !!!
12 junho, 2009 as 1:32
MAIS UM ARTIGO SOBRE O NOSSO IRMÃO QUE FOI MASSACRADO:
http://anarcorinthians.blogspot.com/2009/06/quando-vem-verdade.html
Quando vem a verdade…
…a abutraiada mentirosa se esconde.
Hoje faz uma semana que um irmão foi assassinado, sob o olhar de puliça, pelas mãos e pés de desavisados usados.
Depois de lerem esta matéria decente, cujo assunto veio à tona não apenas porque a Lelê, Leonor Macedo, é jornalista e conhece os Gaviões verdadeiramente, além de conhecer Arquibancada – o que a credencia a escrever tudo o que escreveu e que acabou por jogar luz à mentira que o promotor e a abutraiada queriam criar para simplesmente difamar uma parte atuante de nossa Fiel Torcida – mas porque A VERDADE tem de ser dita.
Não reproduzirei nada do que a abutere-mater, por exemplo (e seria injusto apenas citar ela, e deixar de fora desse rol toda a gama de abutrinhos que papagaiam essa “mamãe- abutre”) anda dizendo a respeito do caso; até porque no dia de hoje, após a matéria linkada acima, essa abutraiada mentirosa se calou. Pegou muito mal no meio jornalístico. O cheiro de peido no elevador é sempre indisfarçável. O de carniça, então, nem se fala.
Se calou não de vergonha, porque quem não tem alma não pode ter vergonha.
Se calou porque deve estar aprontando mais uma. Se calou porque não pode admitir que MENTIU, que é uma mentira contumaz a sua própria visão de mundo.
Mentiu porque é porta-voz de um mentiroso, o promotor, que está a serviço da corja imunda do puteiro.
Assim como a ‘nossa’ diretoria se cala, incomodada com esses vizinhos “indigestos” que se alocaram na Rua São Jorge; que saíram do cantinho da Quadra e agora tem todo o Parque à disposição.
O Corinthians é nosso.
O Futebol é do Povo.
O Clayton Ferreira de Souza é nosso mais novo Mártir; e deve ser exemplo para todos vocês, dessa imprensa vendida.
E deve ser exemplo para todos os torcedores do Brasil e do mundo.
Foi mais uma vítima da mentira que está embrulhando a elitização para essa copa de 2014.
Mentira que tenta abafar a nossa verdade, nossa História, nossa luta.
Estão conseguindo, até então. Mas até quando?
ACORDA FIEL
11 junho, 2009 as 17:02
Obrigado ao Paulo por elucidar ainda mais sobre a fatídica morte do torcedor Corinthiano. É algo lamentável. E só espero que não se torne um ciclo vicioso de morte para todos os lados.
11 junho, 2009 as 14:17
Retificando. houve um erro de pontuação que muda o sentido do que eu quis passar.
“Só faltou cobrar a Estopim de puxar o mesmo grito que as outras, pelo menos durante o jogo.
No intervalo e antes do jogo eles poderiam sim cada um fazer a sua festa, mas durante o jogo o ideal é cantar todas o mesmo grito.”
11 junho, 2009 as 14:11
Excelente entrevista. Parabéns!
Só faltou cobrar a estopim de puxar o mesmo grito que as outras pelo menos durante o jogo no intervalo e antes do jogo eles poderiam sim cada um fazer a sua festa, mas durante o jogo o ideal é cantar todas o mesmo.
Do jeito que você colocou parece que cobrou exatamente o contrário, embora eu ache que não tenha sido sua intenção.
Adorei a parte da aliança da Estopim com as outras torcida. Aliança só com as Torcidas do Corinthians! Fantástico!
11 junho, 2009 as 13:31
Parece que há gente infiltrada por aqui querendo tumultuar e desviar o foco da barbaridade que corinthianos foram vítimas, por parte de torcedores rivais (na proporção de 10×1), da PM, do promotor e da imprensa.
A seguir, mais um dos raros artigos que analisa com objetividade o que aconteceu e ainda está acontecendo:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541IMQ001
FUTEBOL & VIOLÊNCIA
Matou um igual e foi assistir ao jogo
Por Walter Falceta Jr.
Na virada fria de quarta para quinta-feira (4/6), o repórter Fábio Lucas Neves, da TV Bandeirantes, produzia a típica “matéria de ambiente”, depois do empate sem gols que classificara o Corinthians para a final da Copa do Brasil, em São Paulo. Nas arquibancadas do estádio do Pacaembu, ao buscar os personagens para sua reportagem, percebeu que vários vascaínos estavam feridos e que alguns tinham as roupas tingidas de sangue.
Nesse momento, descobriu que algo grave ocorrera cerca de três horas antes. Segundo os torcedores, violento embate fora travado com corintianos nas proximidades da Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê. Os brigões recusaram-se a aparecer diante das câmeras, mas apresentaram alguns troféus da batalha, como bonés, gorros e camisas tomados dos rivais paulistas.
Logo, com orgulho selvagem, exibiram ao jornalista uma carteira de associado da Gaviões da Fiel, cuja imagem foi gravada pelo cinegrafista Alexandre Ribeiro, o “Cabeção”. Pertencia a um certo Clayton Ferreira de Souza, que segundo a data de nascimento deveria contar 27 anos de idade.
– Batemos muito, acabamos com ele – jactava-se um fanático cruzmaltino.
Em seguida, Neves e o cinegrafista puseram-se a documentar o incêndio que consumia um dos ônibus alugados pelos visitantes. Nesse momento, ignoravam que o corintiano Clayton, um promotor de vendas de supermercado, morador da Vila Industrial, na periferia da Zona Leste paulistana, já estivesse morto.
A causa? Traumatismo cranioencefálico provocado por agente contundente. O rapaz fora espancado até a morte. Tinha o rosto desfigurado e lhe haviam subtraído os documentos, o celular, o cartão de crédito e até as vestes.
Status de verdade
Neves teria seu esforço de reportagem valorizado na tarde de quinta-feira (4), quando o corpo do jovem foi identificado pela família. “De repente, eu vi que o nome era o mesmo”, relata. “Embora eu já cogitasse dessa hipótese, foi um choque.”
Esta é apenas uma das inúmeras pontas de uma história de horror cuja coerência escapou à polícia, à promotoria e à grande imprensa. Inúmeras versões chegaram prontamente às páginas dos jornais, às telinhas e telonas, muitas delas tolas ou inverossímeis.
Na madrugada de quinta-feira, a Gazeta Esportiva Net decretava:
“Um ônibus da torcida do Corinthians sofreu uma emboscada. Palmeirenses e vascaínos, que possuem relação amistosa, atacaram os rivais. O tumulto culminou com a morte de um corintiano.”
Em matéria levada ao ar às 12h52, a Agência Estado, apresentava outro enredo para a tragédia, baseado em declarações à TV Globo do major Alfredo Donizete Rodrigues de Souza, subcomandante do 2º Batalhão de Choque da PM paulista:
“O confronto começou por acaso, porque um ônibus de corintianos cruzou com o comboio de vascaínos e eles começaram a se provocar – declarou.”
Nesse momento, entretanto, uma terceira versão já fora apresentada à imprensa. Às 13h19, por exemplo, o G1 trazia matéria em que o promotor Paulo Castilho, encarregado de combater a violência nos estádios, acusava os corintianos de terem armado a emboscada. Segundo ele, cerca de 50 torcedores da facção Rua São Jorge, uma dissidência da Gaviões da Fiel, distribuídos em um ônibus e quatro carros de passeio, esperaram pelos vascaínos com barras de ferro e armas de fogo. Os cariocas eram cerca de 650, distribuídos em 15 ônibus.
“Eles vieram em paz, mas tiveram que revidar”, declarou o promotor ao diário Lance!. Ao Observatório, afirmou que as outras versões eram fantasiosas. “Esse grupo da Rua São Jorge já havia provocado problemas na Baixada Santista”, disse.
A partir desse momento, a narrativa adquiriu status de verdade para a grande imprensa, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A cobertura limitou-se a reproduzir a história do promotor e da delegada encarregada do caso. Por horas, não se encontrou nos canais de informação qualquer testemunho dos torcedores envolvidos no conflito.
Pautas e fios
O promotor Castilho adiantou-se em pedir a “torcida única” nos estádios de futebol. A solicitação foi imediatamente endossada pela Polícia Militar e divulgada nos principais portais de notícias na internet.
Parecia findo o rito sumário de construção da notícia. A polícia fizera o possível. A exclusão da presença de adversários restituiria a tranquilidade ao mundo do futebol.
À noite, no entanto, a jornalista Leonor Macedo, 26 anos, que hospeda seu blog no site da revista TPM, resolveu expor os resultados de sua investigação jornalística. Depois de ouvir vários torcedores, apresentou outra versão para a ocorrência (ver aqui; outros post sobre o caso no blog eneaotil).
Retidos numa blitz da polícia, nas proximidades do Clube Espéria, os corintianos teriam sido alcançados pelo comboio vascaíno. Em ampla maioria, de dez para um, os cariocas teriam iniciado o massacre.
“Não quero dizer que os paulistas sejam santinhos, mas não me parece razoável que mobilizassem apenas 50 pessoas para enfrentar 500″, diz Leonor. “Também é difícil acreditar que os policiais supostamente presentes não tenham sido capazes de impedir o conflito e evitar os linchamentos.”
Segundo a jornalista, é estarrecedor saber que a força policial tenha facultado aos assassinos assistir ao jogo, levando ainda como prêmio os pertences de Clayton. “Também vale questionar a razão pela qual a PM se recusou a realizar a escolta do grupo Rua São Jorge e se essa omissão não os levou a constituir a própria defesa”, afirma. “Tudo isso é vital à compreensão do caso, mas o que se vê é uma cobertura jornalística chapa-branca, de viés conservador e que despreza a informação divergente.”
O trabalho pessoal da repórter reacendeu o debate sobre o caso e também sobre a conduta da imprensa ao noticiar o episódio. Na sexta-feira (5/6), pela manhã, o jornalista Luciano Martins tratou do tema no programa radiofônico deste Observatório, na Rádio Cultura, considerando a hipótese de um gravíssimo erro tático da polícia. “A versão oficial, defendida pelo promotor encarregado do caso, é quase inverossímil, mas a imprensa compra a história sem ouvir testemunhas”, afirmou.
Na tarde desse mesmo dia, em matéria de destaque, o portal UOL reproduzia sem dissonância a tese da emboscada corintiana e do “potencial violento” da dissidência da Gaviões da Fiel, repetindo informações da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
A redação paulista do diário Lance!, ao contrário, agitava-se no exercício da dúvida e preparava uma matéria especial sobre os enigmas da “batalha da Marginal”. “Essa história é um quebra-cabeças em que as peças definitivamente não se encaixam”, disse Marcel Merguizo, um dos editores do jornal. “Se queremos fazer bom jornalismo, não podemos aceitar simplesmente a versão oficial.”
O repórter Rodrigo Vessoni, enroscado em pautas e fios de telefone, buscava escrever sobre o futebol corintiano e, simultaneamente, obter mais informações sobre o conflito. “A história tecida não confere com os fatos”, dizia. “Como é possível que a polícia tenha levado os assassinos até o estádio para assistir ao jogo?”.
Cultura subterrânea
De fato, logo após o conflito, a polícia deteve dezenas de corintianos. Um palmeirense e dois vascaínos prestaram esclarecimentos, na qualidade de testemunhas. Quarenta e oito horas depois da trágica ocorrência, não havia qualquer pista concreta do assassino de Clayton.
À hipótese do erro tático somou-se a da negligência. Segundo o promotor Castilho, 22 homens da PM escoltavam o comboio dos cariocas. Nos depoimentos colhidos pelo repórter Fabio Lucas Neves, porém, os vascaínos afirmavam ter chegado ao local do conflito sem qualquer proteção policial. “Acredito na hipótese da emboscada corintiana, mas é fundamental verificar se faz sentido a história contada pelos torcedores do Vasco”, afirmava Neves, no fim da tarde de sexta-feira (5). Até aquele momento, a polícia desprezara seu auxílio nas investigações.
Naquele momento, em casa, Neves se preparava para participar de uma festa junina com a família, mas ainda não havia tirado do pensamento a imagem da carteirinha transformada em troféu. Simultaneamente, na Vila Industrial, a família de Clayton Souza cogitava de processar o Corinthians e o estado de São Paulo. Nos portais de internet, o tema já desaparecera das páginas principais.
Matar e espairecer pode constituir-se em evento escandaloso, ainda que menos raro do que se imagina. Entre nós, o entretenimento sucede, com frequência, a infração grave. Não é à toa que se enxerga com certa paralisia complacente a saga do protagonista de Matou a família e foi ao cinema, de Julio Bressane, de 1969, filme cujo apelo temático rendeu um remake, em 1991, dirigido por Neville de Almeida.
Na ficção, como na realidade, nossa cultura subterrânea admite silenciosamente algum crime tido como privado, em que a vítima é o outro distante, e concede ao autor até mesmo o refresco da diversão. Alguém matou um igual e foi ao futebol. Somente isso. Resta saber se esta trama tem fim.
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Em Tempo
1. Na segunda-feira (8/6) à tarde, o repórter Fabio Lucas Neves (que gravou as imagens da carteira de Clayton nas mãos dos vascaínos) ainda não tinha sido contatado pelos responsáveis pelo inquérito.
2. Nas edições de sexta, sábado e domingo, os repórteres do diário Lance! publicaram várias reportagens que exibiam as incongruências na versão oficial. Seguiam um caminho de investigação desprezado pela grande imprensa.
3. Segundo o promotor Paulo Castilho, não teria ocorrido a visita dos vascaínos à sede dos aliados da torcida Mancha Alviverde. Em sua edição de segunda-feira (8), entretanto, o diário Lance! apresenta links para uma série de vídeos no Youtube que provam esse encontro antes do jogo.
4. Fotos do conflito, publicadas em páginas de vascaínos em sites de relacionamento, comprovavam que esses também portavam artefatos explosivos. Essas imagens também mostravam que o comboio carioca havia, sim, ultrapassado o local onde estariam os corintianos.
5. Na segunda-feira, ainda não havia qualquer pista dos assassinos de Clayton Souza.
11 junho, 2009 as 3:32
PATRÔA,BOM DIA…
SÓ PASSEI PARA MATAR SAUDADES!!!
VAI CORINTHIANS!!!!!!!
“ESTAMOS COM AS ARMAS E A PROTEÇÃO DE JORGE”
10 junho, 2009 as 21:41
Yule, parabéns pela matéria..show de bola…A Familia Estopim realmente é isso que o Bambu falou…
Para aqueles que nos criticam… não vamos generalizar né pessoal?? Quem quiser compareça lá na sede… e verão que existe um trabalho social forte em pról da comunidade….é lógico que como em todo lugar, tem gente que não tem o mesmo ideal da maioria, que é SER CORINTHIANS ACIMA DE TUDO.. E APOIAR O CORINGÃO AONDE ELE ESTIVER…Torcedor Organizado não é vagabundo!!! Violencia tem em todo lugar como o Bambu falou… ontem mesmo.. cenas lamentaveis de confronto entre policia e professores/alunos da usp… será que eles tb são todos marginais??
CORINTHIANS SUA TORCIDA É ASSIM… BANDO DE LOUCOS DA ESTOPIM… CORINTHIANS NÃO PRECISO NEM FALAR, CORINTHIANS NÃO PRECISO NEM DIZER… AONDE VC FOR, A ESTOPIM VAI COM VC!!!
10 junho, 2009 as 18:14
72
Danilo – MOVIMENTO RUA SÃO JORGE:
Engraçado…
que vou em quase todos os jogos…
vc’s são a maça podre da gaviões…
Não que lá tenha algo de bom… mas…
Quanto a gritar KIA… felizmente me recusava a ir em estádios nesta época…
vc deve ter gritado…
se oriente amigo…
ou vai bater em mim também?
passar bem.
10 junho, 2009 as 18:00
bambu parabens pelo seu trabalho na estopim da fiel acho que os criticos deferiam ir na sede da estopim da fiel , p/ ver o trabalho que e feito la pois ,torcida organizada nao e vagabundo , e prescisao ver os trabalhos voluntarios que acontence !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
10 junho, 2009 as 17:40
Todos somos o Corinthians.
Se houvesse um plebiscito ou algo que o valha, votaria pela manutenção das organizadas.
Não pertenço a nenhuma delas e nem pretendo vir a pertencer.
Mas, são elas o principal motor das arquibancadas, são elas que embelezam os estádios onde jogamos.
São elas que puxam nossos hinos e cânticos (pela mãe do guarda, parem com palavras de ordem violentas).
São oa mais audaciosos torcedores, mais corajosos na defesa de nossas dores (e quantas dores).
Também são elas que fazem acertos não muito aceitáveis com as diretorias, como preços de ingressos especiais (para jogos em São Paulo é inadmissível) .
As nossas organizadas também pecam por permitir, talvez estimular, a permanência em seu seio de poucos torcedores que adoram uma briga.
Há muitas críticas a elas, mas nós que torcemos pelo Timão temos de reconhecer e aplaudir a alegria e o sofrimento desses torcedores que um dia no passado bem distante resolveram se organizar e torcer sempre pelo Corinthians!!!
Mais e melhores dias para as organizadas, abaixo a violência!!!!
10 junho, 2009 as 17:27
SOU CORINTHIANO FANÁTICO. QUANTO A QUESTÃO DE TORCIDAS ORGANIZADAS SOU TOTALMENTE CONTRA.
A MAIORIA DAS ORGANIZADAS (QUASE TODAS) SÃO UM BANDO DE VÂNDALOS, INCLUSIVE, ALGUNS BANDIDOS
QUE SE ASSOCIAM NO MEIO DAS ORGANIZADAS. COMO VIMOS NA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA QUANDO GANHAMOS
DO VASCO MORREU UM TORCEDOR CORINTHIANO, E O QUE ACONTECEU! ATÉ AGORA NADA. SIMPLESMENTE
PRENDERAM 03 VASCAÍNOS, QUE NO MÁXIMO EM 01 OU 02 MESES ESTARÃO PRESOS. NÃO É SÓ A TORCIDA
DO CORINTHIANS QUE POSSUI VÂNDALOS, SÃO DE TODOS OS TIMES, DESDE A 1ª DIVISÃO ATÉ A QUARTA
DIVISÃO DO BRASILEIRO,. QUANTO AO PAULISTA ATÉ NA 2ª DIVISÂO (SÉRIE B OU A-4) TAMBÉM OCORREM
ESTES VANDALISMO. QUEIMAM ÔNIBUS DA TORCIDA ADVERSÁRIA, DESTROEM CARROS DOS PRÓPRIOS
CORINTHIANOS. O QUE DEVEMOS FAZER! NÃO IRMOS NOS ESTÁDIOS, ASSISTIRMOS OS JOGOS DO NOSSO
TIMÃO (CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL) PELA SKY OU QUALQUER OUTRAL CANAL DE TELEVISÃO QUE
TRANSMITA TODOS OS JOGOS DO TODO PODEROSO TIMÃO. É A PRIMEIRA VEZ QUE ESCREVO NESTE
BLOG QUE NA ÉPOCA DA DÉBORA ERA MAIS INTERESSANTE. ABRAÇO A TODOS.
10 junho, 2009 as 16:16
Lucas…
Primeiro lugar, mais respeito com o manto! Papagaiada é o caralho!
Segundo… ninguém está gostando de ver esse monte de patrocinio é verdade, mas eu prefiro ver assim do que o Corinthians nas paginas policias devendo um monte de gente, com processos e o %$#@&* a 4!
Minha opinião!