

Bueiros em Mônaco
Na sexta, conforme prometido, aproveitei o final do expediente para a famosa volta no circuito de Mônaco - a pé, claro. Meu tempo: incríveis 1:47:15. Ou melhor, uma hora, 47 minutos e 15 segundos.
Claro que houve paradas, até no famoso Casino de Monte Carlo, atendendo ao pedido aqui de alguns internautas (chegamos a ganhar 13 euros no caça-níquel, vejam só, um novo milionário em Mônaco!).
E também de olho nos comentários postados aqui no blog, saí à caça de alguns bueiros no circuito. E achei dois situados entre duas curvas bem lentas, a Mirabeau e a Loews. Bem que o Rubens Barrichello disse que a cada ano o circuito fica diferente porque podem tampar um bueiro aqui, surge um desnível acolá…

Nova saída do túnel
Para quem nunca veio ao Principado de Mônaco, esta foto deve ser bem inusitada. Esta saída de túnel obviamente não tem nada a ver com o ponto mais rápido do circuito, em que os carros de Fórmula 1 passam dos 250 km/h em plenas ruas de Monte Carlo.
Trata-se dos carros da GP2 voltando para o seu paddock, como disse ontem, mais de 500 metros longe do circuito. E eles vem guiando o carro por uma rua lateral, a mesma que os jornalistas pegam para estacionar seu carro, por exemplo. Batidas na saída ou entrada do boxes já foram notícia no automobilismo, mas já pensou se algum piloto abandona a prova antes mesmo de entrar na pista?
Torcida brasileira
Na entrevista coletiva da FIA após a classificação, perguntaram para Felipe Massa como se sentia fazendo a pole em Mônaco, um lugar tão especial para os brasileiros, com as vitórias do Ayrton Senna etc. E também citaram a quantidade de torcedores na cidade: e de fato, ouvir português por estas ruas é super comum. Hoje mesmo presenciei uma destas coincidências ao encontrar três leitores deste blog (não, eles não são meus parentes), Christian Gonzalez e sua esposa, Janaína, e José Ademar Etter.
O mais engraçado é que ficamos vários minutos observando os carros no S da Piscina lado a lado, mas sem trocar uma palavra. Até que Christian viu que, na TV portátil da Kangaroo (que exibe imagens do circuito), eu só sintonizava as câmeras on board dos pilotos brasileiros. Daí para perguntar se era brasileiro e começar o papo foi um segundo. E, do outro lado, José nos ouviu conversando em português e se juntou ao grupo.
