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Barrichello no topo

Seg, 01/12/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Barrichello beija o troféu do Desafio das EstrelasRubens Barrichello, com justiça, foi o campeão do Desafio das Estrelas de kart, disputado no último fim de semana em Florianópolis. É claro que a prova teve seu caráter esportivo, mas foi importante também para dar uma contribuição às vítimas da enchente em Santa Catarina. A capital do estado, aliás, quase não foi atingida pelos estragos da chuva, apenas na SC-401, que ficou interditada por uma queda de barreira. Mas a realização do evento serviu para dar um novo ânimo ao povo catarinense e para ajudar os necessitados.

Voltando ao lado esportivo, é uma balela dizer que os pilotos estavam lá apenas para brincar. Foi um fim de semana de férias, é verdade, mas quando eles estavam no kart tudo era para valer. Michael Schumacher, por exemplo, foi um dos que mais levou tudo a sério. Após os treinos, ele era um dos que mais gastava tempo nas regulagens do motor e do chassi. Os pilotos mais relaxados eram Jeff Gordon, da Nascar, e Luiz Tedesco, do rali, que foi chamado de última hora para substituir Cristiano da Matta. O catarinense chegou a ser dois segundos mais lento que o penúltimo colocado. Algo natural para quem não está acostumado a esse tipo de corrida.

Quanto a Rubens Barrichello, o brasileiro era uma das pessoas mais tranqüilas do paddock no Kartódromo dos Ingleses. Sempre com um sorriso no rosto, ele nem parecia estar com sua participação ameaçada na temporada 2009 da Fórmula 1. Apaixonado pelas corridas de kart, o piloto se divertiu bastante na competição e tocou como ninguém nas duas baterias do domingo. Na primeira, em especial, ele deu show. As ultrapassagens sobre Vitantonio Liuzzi, Michael Schumacher e Lucas di Grassi foram sensacionais.

Na segunda corrida, duas belas disputas com Michael Schumacher e Lucas di Grassi. Ambas terminaram em toques. Se a do alemão pareceu de propósito, a do brasileiro aconteceu por causa das ondulações na curva dos boxes. Mas o título acabou mesmo nas mãos de Rubens Barrichello, com muita justiça. E isso dá mais gás para ele continuar a lutar por uma vaga na Fórmula 1 em 2009.

Crédito da foto: Fábio Oliveira

Imagem do dia

Dom, 30/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Barrichello comemora e Schumacher lamenta

Essa imagem diz muita coisa. É simplesmente o inverso do que acontecia na Ferrari. Enquanto Schumacher volta para os boxes após o acidente com seu kart, Rubens Barrichello comemora o título merecido do Desafio das Estrelas de kart. Aliás, o brasileiro teve um desempenho irrepreensível em Florianópolis.

Crédito da foto: Fábio Oliveira

Schumi e a banana

Sáb, 29/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Schumacher come uma banana antes de correr em Floripa

Mais uma do Schumacher. Antes da parte final do treino classificatório, o alemão resolveu comer uma banana ao lado da pista. O potássio contido na fruta evita o aparecimento de cãibras durante a atividade física. Explicações à parte, quem já andou de kart sabe que a exigência física é enorme em uma corrida.

Dois momentos de Schumacher

Sáb, 29/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Schumacher com Nicolas Todt e após conversar com o cinegrafista

Michael Schumacher pode estar em uma brincadeira, como o Desafio das Estrelas, mas sempre leva a sério seu trabalho. Primeiro, ele gastou um bom tempo conversando com Nicolas Todt, filho de Jean Todt e empresário de Felipe Massa. Depois, após bater um bom papo com o cinegrafista da foto, o alemão assistiu às primeiras voltas da parte final do treino classificatório desta plataforma.

Fumaça nos boxes

Sáb, 29/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Fumaça dos karts no aquecimento dos motores

Os boxes ficam cheios de fumaça na hora do aquecimento dos motores para a disputa das atividades de pista. Este momento foi no início da manhã, uma das primeiras coisas que vi quando cheguei ao kartódromo neste sábado. O que tinha de gente com dor de cabeça por causa do cheiro não estava no gibi.

Quero-quero nos Ingleses

Sáb, 29/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Quero-quero tranqüilo na pista

Este quero-quero estava colocando um ovo próximo à décima posição do grid de largada no Kartódromo dos Ingleses neste sábado. Além disso, ainda atacava todos os que passavam perto. Mas só as pessoas… Ele resolveu deixar os karts em paz neste primeiro dia de atividades. Só quero ver como será no domingo…

Sábado em Floripa

Sáb, 29/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Manhã de sábado em Florianópolis

Essa foi a primeira imagem que vi da janela do meu quarto nesta manhã: muita chuva em Florianópolis. Mas, depois que fui tomar banho para sair do hotel, o sol apareceu forte. Aliás, durante o dia, o tempo mudou umas 89 vezes. Isso calculando por alto…

O acidente de Cacá Bueno

Sex, 28/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Este é o lance em que Cacá Bueno machucou o rosto, em um vídeo retirado do site oficial da Stock Car. O bicampeão dá um carrinho, Thiago Camilo tenta pular, mas acerta o rosto do amigo, involuntariamente. A jogada foi forte, não deixa nada a dever às tesouras voadoras de Júnior Baiano…

Primeira visão do kartódromo

Sex, 28/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Pórtico da linha de largada e chegada

O Kartódromo dos Ingleses já está preparado para o Desafio Internacional das Estrelas de kart. O impressionante é como a estrutura aumenta a cada ano. Na primeira vez em que vim aqui, em 2006, as arquibancadas e os camarotes, além da pista, eram bem piores. Atualmente, dois anos depois, tudo está maior e mais confortável. Vale lembrar também que os 12 mil ingressos já foram vendidos, seja para arquibancada ou para os camarotes.

Funcionários fazem os últimos ajustes na pista

Instabilidade climática

Sex, 28/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Dia começa instável, para variar

O dia aqui em Florianópolis começou de forma parecida com o dos últimos dias, de acordo com o pessoal do hotel. O sol aparece, mas as nuvens negras sempre estão junto. Em 2h, já nublou e abriu o tempo umas dez vezes. Pelo menos não choveu…

Não é brinquedo não!

Sex, 28/11/08
por Rafael Lopes |
categoria Kart, Sexta Marcha

Largada da corrida de jornalistas na Granja Viana

Quando o vírus da velocidade atinge um menino ou menina, a vida muda de uma hora para outra. As brincadeiras passam a envolver carrinhos, corridas, batidas e comemorações. Qualquer poltrona vira um cockpit imaginário, e uma sala de estar com mesinha de centro pode se tornar, da mesma forma, um circuito de sonho, com curvas desafiadoras e retas nas quais um motor pode gritar bem alto – em muitos casos, gritar literalmente.

No fundo, tudo o que uma criança dessas quer é ser como os ídolos que aparecem na televisão, guiando pelos autódromos do mundo. Um sonho maior, que geralmente esbarra em alguns empecilhos. O primeiro deles é a indisposição de pais e mães em ver um filho arriscando o pescoço em alta velocidade. O segundo reside nos altos custos do esporte, cujos valores só aumentam, ano após ano.

Como pilotar um carro de competição só é permitido depois dos 16 ou 18 anos (dependendo da legislação do país), vencer os obstáculos acima significa encontrar aquele que, via de regra, é o começo de tudo: o kart. Um veículo de dimensões reduzidas, que faz um leigo pensar que se trata não de um esporte, de uma competição, mas sim de uma brincadeira. Mas, quase sempre, não é.

Há, claro, os que acabam envolvidos no kartismo por imposição dos pais. Mas seja qual for o perfil do competidor mirim, aquele que quer ser um piloto profissional sabe que passará boa parte da infância e da adolescência convivendo com elementos como pressão, busca por resultados, alto desgaste físico e outras coisas que geralmente são exclusividade da vida adulta.

A vida passa, eles crescem, e alguns conseguem realizar o sonho de competir internacionalmente em alto nível. Outros se fixam no automobilismo nacional, também em grandes categorias. Tudo muito sério, muito profissional. E o kart, quem diria, vira uma diversão, uma brincadeira de criança. É com este espírito livre, leve e solto que diversas figuras renomadas disputam, todo fim de ano, duas competições festivas no Brasil: as 500 Milhas da Granja Viana e o Desafio Internacional das Estrelas.

Só que, infelizmente, o “alicerce” do esporte a motor é praticamente desconhecido do grande público no Brasil. As corridas cheias de estrelas são legais, dão audiência, mas seus formatos não representam a modalidade em sua essência. Um bom exemplo, por outro lado, é a Seletiva de Kart Petrobras, que todo ano reúne doze feras para disputar um prêmio de cem mil reais. Há dez anos, esta iniciativa tem ajudado jovens pilotos a ingressar no automobilismo com o dinheiro dado ao vencedor.

Mas não é só isso. Se o kart é peça fundamental entre os que fazem carreira ao volante de um carro de corrida, imagine entre os que levam informação aos fãs do automobilismo. Para muitos deles, é a chance mais próxima (e, às vezes, a única) de vivenciar aquilo que os entrevistados, fotografados e assessorados por eles fazem pelas pistas. Uma chance que a Seletiva proporcionou nesta semana a vinte felizardos, incluindo este colunista. Um grid com nível técnico sofrível, mas que provou que o kart pode ser, sim, uma grande brincadeira. Depende de que lado você está.

O jornalista Alexander Grünwald é produtor do programa Grid Motor, do SPORTV, e dono do Grün Blog. Ele escreve neste espaço todas as sextas-feiras.

Crédito da foto: Fábio Oliveira

Já no hotel

Qui, 27/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Vista do quarto do hotel nos Ingleses

Entre uma chuva e outra, cheguei ao hotel aqui na Praia dos Ingleses. Fiquem então com a vista do quarto. Nesta sexta-feira teremos mais fotos exclusivas aqui no Voando Baixo! Não percam!

Flagrantes de Floripa

Qui, 27/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Ressacada, o estádio do Avaí

Logo ao sair do aeroporto, quem visita Florianópolis pode ver a Ressacada, o estádio do Avaí, que acabou de subir para a Série A do Campeonato Brasileiro. Pouco tempo depois, já na estrada para a Praia dos Ingleses, pude ver este arco-íris. Também, tamanha a instabilidade climática na região…

Tempo instável… Até arco-íris apareceu!

Efeito das chuvas em Floripa

Qui, 27/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Estrada interditada

O caminho para a Praia dos Ingleses foi atingido pela chuva, com o deslizamento de uma encosta na SC-401, principal via para o norte da ilha. O trânsito, desviado para o estreito Caminho dos Açores, que passa ao largo da rodovia, estava caótico. Pessoas aqui de Floripa não recomendam o uso deste desvio nos horários de pico, de manhã e por volta das 19h. Mas, como precisava fazer o check-in no hotel, tive de encarar uma hora de trânsito. Paciência…

Voando Baixo em Floripa

Qui, 27/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis

O Voando Baixo já está em Florianópolis para trazer todos os bastidores do Desafio Internacional das Estrelas de kart, a prova organizada por Felipe Massa. Cheguei nesta tarde na capital catarinense e o tempo continua instável. Ao longo do caminho entre o aeroporto e a Praia dos Ingleses, onde fica localizado o kartódromo e onde estou hospedado, choveu e fez sol inúmeras vezes. Daqui a pouco vou colocar umas fotos. Aguardem!

Rumo a Florianópolis

Qui, 27/11/08
por Rafael Lopes |

Mini-header Desafio das Estrelas

Largada do Desafio das Estrelas em 2007

O Voando Baixo estará em Florianópolis para trazer todos os bastidores do Desafio Internacional das Estrelas de kart, a prova organizada por Felipe Massa. A partir desta sexta-feira, você vai encontrar fotos, informações e curiosidades aqui no blog, direto da capital de Santa Catarina. E, além disso, é claro que trarei uma visão sobre a tragédia que se abateu no estado por causa das fortes chuvas que caíram na última semana.

Então é só ficar ligado no Voando Baixo.

De zero a cem, duzentos, trezentos…

Sex, 22/08/08
por Rafael Lopes |
categoria Kart, Sexta Marcha

Fórmula Zero

Numa época em que se discute o aquecimento global, tanto a emissão de poluentes quanto o uso dos combustíveis fósseis são apontados como grandes vilões para a qualidade de vida nas grandes cidades. E nesta sinuca ambiental, os novos conceitos tecnológicos estudados pelas montadoras não levam em conta apenas a performance das máquinas, mas também formas viáveis de minimizar os danos ao planeta.

Justamente por esta razão é que este 22 de agosto de 2008 pode se tornar, como quem não quer nada, um dia histórico para o esporte a motor. Não pelo fato dos carros de Fórmula 1 terem andado pela primeira vez no pomposo circuito citadino de Valência. E sim por causa de uma novidade que tem chances reais de ser incorporada, em longo prazo, ao conjunto de normas técnicas da categoria máxima do automobilismo mundial.

Em Rotterdam, na Holanda, acontece nesta mesma data a primeira competição internacional exclusivamente voltada para karts movidos a hidrogênio. Uma categoria na qual competir é importante, sim. Mas onde a maior vitória está na tecnologia aplicada nos propulsores, que não utilizam álcool, metanol ou gasolina, e cuja emissão tóxica é absolutamente nula. O único resíduo dos carrinhos é uma pequena quantidade de água. Que dizem ser tão pura a ponto de poder ser bebida após uma corrida.

Neste primeiro momento, o equipamento da chamada “Fórmula Zero” ainda não está à altura dos tradicionais karts movidos a combustíveis derivados de petróleo e cana de açúcar. Mas o interesse que a nova categoria vem despertando em diferentes países pode ser o sintoma de que o negócio tem futuro. Equipes dos Estados Unidos, da Bélgica, da Espanha, do Reino Unido e da anfitriã Holanda disputarão a rodada dupla inaugural, com a segunda prova acontecendo no sábado.

Enquanto o mundo muda, a Fórmula 1 tenta se reinventar. Entre outras coisas, para não passar por ovelha negra no universo esportivo. E nada melhor, para isso, do que unir diversos interesses apoiando iniciativas como esta. Até porque, além de ajudar a preservar os recursos naturais, a categoria pode reaver uma bandeira que há muito tempo não carrega: de ser um laboratório para os carros de passeio, testando nas pistas as tecnologias que um dia serão aplicadas nas ruas. Nem que, para isso, precise recomeçar do zero.

O jornalista Alexander Grünwald é produtor do programa Grid Motor, do SPORTV, e dono do Grün Blog. Ele escreve neste espaço todas as sextas-feiras.

Crédito da foto: Divulgação

Motores olímpicos

Sex, 15/08/08
por Rafael Lopes |

O kart nas Olimpíadas: é possível?

É só quando chegam as Olimpíadas que percebemos quantos esportes existem mundo afora. Uns, consagrados, são tremendamente populares; outros, com público meia-boca, se sustentam pela tradição que carregam; já alguns, obscuros, possuem pouquíssimos praticantes em relação aos anteriores e acabam sendo lembrados mesmo só a cada quatro anos, para logo depois caírem no esquecimento de grande parte da população mundial. Até os próximos jogos, claro.

Acontece que, entre os diversos adjetivos que podem ser relacionados com o automobilismo, certamente o ‘popular’ é um dos que encabeçam a lista. E é aí, diante do enorme alcance do esporte a motor em todos os continentes, que vem a pergunta: haveria condições reais de transformá-lo em uma modalidade olímpica?

A primeira barreira que os puristas impõem à idéia chega a ser cruel. Dizem que o automobilismo “nem esporte é”. Este é um argumento que cai por terra se forem analisadas as condições básicas que determinam o que faz uma atividade ser considerada um esporte. Há muitas definições por aí, mas basicamente todas dizem que deve haver um conjunto mais ou menos harmonioso das seguintes características:

- alguma dose de força física, destreza e/ou habilidade motora;
- visão estratégica, algo que exija, mesmo minimamente, certo raciocínio;
- regras estabelecidas, que devem ser seguidas por todos os praticantes;
- e competição, aquele elemento que faz com haja sempre os vencedores e os vencidos.

Olhando o conjunto de fatores acima, não é o caso de se colocar em questão qualquer um dos vários esportes olímpicos – embora haja alguns onde nem todas estas características se manifestem de maneira marcante. Cada qual tem seu espaço e seus admiradores. Mesmo os que são submetidos à subjetividade de árbitros, seja na aplicação de notas para um exercício artístico de solo, de um salto ornamental ou na validação do golpe de um lutador.

No esporte a motor, no entanto, não é preciso dar nota a ninguém. Salvo as especiais de rali, as corridas de automóveis sempre apresentam um vencedor imediatamente após a bandeirada. E de forma bem simples! Ganha aquele que chega à frente dos outros, igualzinho a uma maratona, aos 110 metros com barreiras ou a uma prova aquática.

Mas há o uso da tecnologia, dirão alguns. Sim, da mesma forma que na vela, onde os barcos são feitos utilizando materiais que maximizam a performance. Falando em tecnologia, o que dizer da natação, com suas piscinas largas, fundas e cobertas, que proporcionam aos atletas (devidamente vestidos com seus maiôs ‘pele de tubarão’) a quebra de recordes na casa dos segundos? Não era para ser apenas o homem e a água?

A vela nos Jogos Olímpicos

Por isso tudo, o ideal seria que o kartismo representasse o esporte a motor nas Olimpíadas. Base da base no universo das corridas, o kart nem é considerado um carro, por não ter suspensão e câmbio, por exemplo. Os acertos mecânicos são bem limitados, vale mesmo é a habilidade do piloto. Que, por sinal, usa bastante o próprio corpo durante as provas, auxiliando no equilíbrio da máquina nas curvas e sendo muito exigido fisicamente. Uma boa fórmula? Karts iguais, fornecidos pela organização, com algumas baterias eliminatórias e uma final, sem firula. Para cada atleta – de preferência um ‘graduado’ –, haveria um mecânico da mesma nacionalidade e olhe lá. Bom demais.

E se você é daqueles que acham que “o carro corre sozinho”, experimente largar o volante no seu veículo de passeio numa curva ou quando estiver em alta velocidade. Fica mais fácil entender, também, por que é que os cavaleiros não largam as rédeas de seus animais nas provas de hipismo. A diferença para o kart, nesse caso, está apenas no número de cavalos...

O jornalista Alexander Grünwald é produtor do programa Grid Motor, do SPORTV, e dono do Grün Blog. Ele escreve neste espaço todas as sextas-feiras.

Crédito da foto: Divulgação

Recordar é viver! Schumi x Barrichello

Ter, 29/07/08
por Rafael Lopes |

Estava navegando no Youtube e achei este vídeo de um duelo entre Michael Schumacher e Rubens Barrichello no kart. Com veículos iguais, o desempenho dos dois pilotos é idêntico, muito equilibrado. O que vocês acharam desta disputa, que aconteceu em 1999, antes do brasileiro ir para a Ferrari?

Recordar é viver - 3ª edição

Seg, 28/07/08
por Rafael Lopes |

No terceiro “Recordar é viver”, voltamos ao ano de 1988, quando Rubens Barrichello venceu o Campeonato Brasileiro de Kart.

Homenagem no kart

Sáb, 10/05/08
por Rafael Lopes |
categoria Kart, Stock Car

Serafin Jr. e seu sobrinho

Na última sexta-feira, encontrei com o piloto carioca Serafin Jr., que corre atualmente na Stock Light. Ele e seu sobrinho (foto) têm capacetes inspiradas na pintura de Riccardo Patrese, antigo recordista de entradas em GPs da Fórmula 1. O layout dos cascos me chamou a atenção por causa da marca de Rubens Barrichello neste fim de semana: 257 GPs.

Encontrei os dois na inauguração da primeira curva inclinada de kart indoor do mundo, no Point Kart Indoor, na Tijuca. Eu e Alexander Grünwald, dono da coluna Sexta Marcha, aqui do Voando Baixo, corremos uma bateria de altíssimo nível, que contou com pilotos da Stock e kartistas profissionais. Não preciso nem dizer que disputamos uma categoria à parte. E, após uma disputa emocionante, cheguei em nono e ele em décimo.


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