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Iniciativa de sucesso

Seg, 06/10/08
por Rafael Lopes |
categoria GT3 Brasil

Claudio Ricci na GT3 Européia

Estou para fazer este post há umas duas semanas, mas por falta de tempo sempre acabei postergando. Mas finalmente consegui a oportunidade para elogiar a iniciativa do gaúcho Claudio Ricci, que corre de Ferrari F430 na GT3 Brasil. Ele resolveu participar, também à bordo do carro italiano, do certame europeu, pela equipe Kessel Racing, onde corre ao lado do argentino José Balbiani. Ele marcou a primeira pole da montadora na categoria na etapa anterior, em Brno, na República Tcheca.

Neste fim de semana, em especial, Ricci teve um excelente desempenho no circuito de Nogaro, na França. Após pegar o carro na 20ª posição entre 35 carros na corrida, ele se recuperou e disputou a terceira posição com o Aston Martin dos franceses Pierre-Brice Mena e Thomas Accary. No entanto, na hora da ultrapassagem, ele foi tocado e acabou na sexta posição. Um ótimo resultado, apesar do pódio perdido, que ajudou a Ferrari a conquistar o título de marcas. O gaúcho fez novamente a volta mais rápida entre os modelos italianos e superou Henri Mozer, atual campeão da GT3 Européia, seu companheiro na Kessel.

Em suma, a iniciativa de Ricci é muito interessante. Primeiro porque abre um mercado para os brasileiros em uma categoria similar à brasileira. Depois, é mais um piloto que está se destacando em terras européias. Pude conversar com o gaúcho em algumas etapas da GT3 neste ano e ele é um cara determinado. Acredito que, assim que ele se ambientar na Europa, poderá ganhar até algumas corridas.

Domingão de velocidade no Rio

Sáb, 06/09/08
por Rafael Lopes |

Boxes da GT3 Brasil em Jacarepaguá

Foto: Miguel Costa Jr./GT3 Brasil

O Voando Baixo também é serviço! Neste fim de semana, está sendo disputada, no autódromo de Jacarepaguá, a quinta rodada dupla da temporada 2008 da GT3 Brasil. Ou seja, os cariocas poderão assistir a carros de sonho como o Ford GT, o Dodge Viper, o Lamborghini Gallardo, a Ferrari F430 e o Porsche 997 ao vivo. Basta apenas trocar um quilo de alimento não perecível pelo ingresso.

A troca dos bilhetes será efetuada pelo portão 10 do circuito, localizado na Avenida Embaixador Abelardo Bueno. Os setores abertos aos torcedores serão o A e B, ambos cobertos. A entrada do público começa às 7h30m (de Brasília). Os alimentos serão destinados a comunidades carentes do Rio de Janeiro. O domingo terá quatro provas: as duas corridas da GT3 Brasil e uma da Copa Clio e da Fórmula 3 Sul-Americana.

Confira a programação completa do domingo em Jacarepaguá (todos horários de Brasília):

8h: Warm up da GT3 Brasil
8h25m: Warm up da Copa Clio
9h15m: Segunda corrida da Fórmula 3 Sul-Americana
10h50m: Primeira corrida da GT3 Brasil
13h05m: Corrida da Copa Clio
15h40m: Segunda corrida da GT3 Brasil

Imagens cariocas da GT3 - 1

Sáb, 06/09/08
por Rafael Lopes |

Papo estrelado: Valdeno Brito e Walter Salles

Walter Salles, cineasta-piloto, e Valdeno Brito, vencedor da Corrida do Milhão, conversam nos boxes

O estado dos pneus após a GT3 andar no circuito do Rio

Muita sujeira em Jacarepaguá: pneus ficam inutilizados após treinos desta sexta-feira

Carro de Cláudio Ricci e Rafael Derani nos boxes de Jacarepaguá

Mecânicos trabalham no carro de Cláudio Ricci e Rafael Derani nos boxes

Trabalho nos boxes da equipe Bassani da F-3 Sul-Americana

Carro de Nelson Merlo, da F-3 Sul-Americana é levado para fora dos boxes

Escrito na história

Sex, 16/05/08
por Rafael Lopes |

Emerson e Wilson Fittipaldi

Se hoje o piloto com o maior número de participações na história da Fórmula 1 é um brasileiro, é porque uma turminha de garotos que gostava de carros e de velocidade correu (literalmente) atrás do sonho. Um sonho que consistia, em princípio, de viver profissionalmente do automobilismo. Depois, quem sabe, ganhar o mundo.

Estamos falando da década de 1960, quando ainda era possível modificar levemente um carro de passeio e colocá-lo na pista. Aliás, até o termo ‘pista’ também deve ser contextualizado, pois geralmente as corridas aconteciam nas ruas, à exceção dos eventos programados para o ainda precário autódromo de Interlagos, cheio de buracos e mato alto.

Entre esta turma da pesada, estavam dois irmãos que aceleravam – e bem – tudo o que viam pela frente. E não bastava acelerar. Para Wilson, o “Tigrão” e Emerson, o “Rato”, o espírito empreendedor e a sede pelo pioneirismo muitas vezes falaram mais alto ao longo da carreira. Além de guiar com extrema competência, os dois criaram peças para competição, construíram karts, protótipos, venceram corridas em diversos cantos do Brasil, até que o inevitável aconteceu: Emerson foi para a Europa, caiu nas graças d o mago da Lotus, Colin Chapman, e o resto é história.

E quem achava que ver Emerson faturar dois títulos mundiais já era o bastante, não contava que eles ainda teriam a ousadia de criar uma equipe brasileira, competindo com os tradicionais times italianos, ingleses e franceses. Muitos deles com suporte técnico e financeiro bem superior ao da corajosa Fittipaldi.

Depois e quase uma década de boas atuações, mas com poucos resultados, o sonho da Fittipaldi arrefeceu. Mas não a vontade de se superar de uma família com velocidade nas veias. Wilson foi cuidar da carreira do filho Christian, que, assim como ele, chegou à Fórmula 1. Emerson, desta vez na América, reinou na Indy, conquistando um título e faturando duas vezes as 500 Milhas de Indianápolis.

Cinqüenta anos depois das primeiras aceleradas, os dois mostraram ao mundo que nunca é tarde para fazer o que mais gostam na vida. Correndo em dupla, Wilson (64 anos) e Emerson (61) voltaram ao velho Interlagos, ao lado dos velhos amigos, para comandar um Porsche inscrito na GT3 Brasil. Porém, com a vontade, a garra e o talento de dois meninos. Que podem até ter a aparência de dois senhores, mas que ainda têm muita lenha para queimar.

O jornalista Alexander Grünwald é produtor do programa Grid Motor, do SPORTV, e dono do Grün Blog. Ele escreve neste espaço todas as sextas-feiras.

Impressionou

Seg, 21/04/08
por Rafael Lopes |
categoria GT3 Brasil

A vitória do Ford GT de Walter Salles e Ricardo Rosset na segunda corrida da GT3 Brasil me impressionou. Primeiro, pela velocidade do carro, que superou a concorrência com folga. Depois, pelo desempenho de Ricardo Rosset e Walter Salles.

Ricardo estava parado há quase dez anos e foi convidado a voltar pelo cineasta. Ele pegou rapidamente a mão do carro e andou muito forte, além de ser consistente. Já Walter Salles me impressionou por seu talento. Ele era, sem dúvidas, o melhor dos gentlemen drivers (pilotos que não são profissionais). Ele foi rápido e dominou, de primeira, o Ford GT.

Pena que esta dupla não correrá o ano inteiro. Walter Salles terá compromissos com o cinema e, provavelmente, após o meio do ano, cederá seu lugar no Ford GT. Mas vamos torcer para que ele arrume um tempo em Hollywood para mostrar seu talento como piloto nas pistas brasileiras.

Crédito: Miguel Costa Jr.

Até o safety car é show

Sex, 18/04/08
por Rafael Lopes |
categoria GT3 Brasil

Crédito: Rafael Lopes

Estes são os safety cars da GT3 Brasil. Dois Lobini lideram o pelotão de supercarros na categoria.

Rafael Lopes

Supercarros alinhados

Sex, 18/04/08
por Rafael Lopes |
categoria GT3 Brasil

Crédito: Rafael Lopes

Uma Ferrari, um Dodge Viper e um Porsche 997 na saída dos boxes de Curitiba.

Rafael Lopes


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