Ter, 18/11/08
por Rafael Lopes |

Após olhar pela primeira vez para o carro híbrido da BMW Sauber na pré-temporada da Fórmula 1, imediatamente lembrei do Fórmula BMW, uma das categorias preliminares do último GP do Brasil, em Interlagos. As semelhanças são grandes. Para começar, o formato do novo bico se parece muito, principalmente nas hastes que prendem o spoiler dianteiro.
Os pneus slicks e as laterais mais quadradas ajudam a reforçar a semelhança. Os aerofólios traseiros são grandes também, mas o da Fórmula BMW é mais proporcional ao carro. Enfim, as mudanças no regulamento deixaram o BMW Sauber com cara de F-BMW. Concordam?
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Seg, 17/11/08
por Rafael Lopes |

Depois da Williams, é a vez da BMW Sauber revelar sua leitura do regulamento de 2009. Como disse no outro post, pode até ser que funcione. Mas que essas asas estão estranhas, ah, isso estão.
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Sáb, 15/11/08
por Rafael Lopes |

Confesso que, quando olhei pela primeira vez para a foto da Williams com as novas asas para a temporada 2009, achei estranho demais. Nem tanto pelo aerofólio dianteiro, mais largo e na frente dos pneus dianteiros. O traseiro, muito menor e mais alto do que o atual, já tinha me causado um certo estranhamento nos testes que a equipe inglesa fez em Barcelona, em setembro. Agora parece ainda mais desproporcional ao carro.
No entanto, creio que essa mudança pode fazer com que as ultrapassagens sejam mais freqüentes. De acordo com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o nível de aderência dos carros deve cair pela metade, mesmo com o advento dos pneus slicks. Mas a gente sabe que os projetistas e engenheiros da Fórmula 1 vão conseguir reduzir este valor. Estimativas já dizem que a perda será de apenas 20% na Austrália.
No entanto, o ítem mais importante nesta mudança é a diminuição da turbulência para o carro que está atrás. Com um carro mais limpo, a tendência é que os carros consigam percorrer as curvas colados, sem que o desempenho de um deles seja prejudicado. E a combinação de uma asa traseira diminuta e alta com um enorme aerofólio dianteiro, mais grudado ao chão, deve dar resultado. Pelo menos é o que todos esperamos.
E você, o que acha? Gostou das novas asas da Fórmula 1? Comente!
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Sex, 03/10/08
por Rafael Lopes |

A notícia, surgida nesta semana, de que Lucas di Grassi poderia assumir uma vaga na Renault em 2009 me deixou muito feliz. O brasileiro, que conseguiu duas temporadas com muito destaque na Fórmula GP2 e faz parte do Programa de Desenvolvimento de Pilotos da Renault (Renault Driver Development - RDD), comandou os últimos testes da equipe francesa na temporada 2008, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, e deixou os engenheiros maravilhados com as informações trazidas de dentro da pista.
A Renault, inclusive, utilizou as informações do brasileiro em Jerez para fazer o ajuste dos carros para o GP de Cingapura, onde Fernando Alonso voltou a vencer após um ano. O espanhol fez questão de dizer que o acerto para a primeira corrida noturna era o melhor do ano. Ponto para Lucas di Grassi. Além disso, este será um grande passo à frente em sua carreira. Após dois anos na GP2, seria um passo atrás ficar como reserva da equipe francesa em 2009. Outro fator importante é que seu estilo de pilotagem é bastante semelhante ao do bicampeão, que deverá ficar mais uma temporada no time. Seria uma dupla enjoada de se bater.
O único fator ruim da possível ida de Lucas di Grassi para a Renault é que Nelsinho Piquet seria sacado da vaga de titular. O fato é que o brasileiro, filho do tricampeão Nelson Piquet, não fez uma boa temporada, com vários abandonos causados por seus erros. Para piorar, seu desempenho ainda foi comparado ao de Fernando Alonso, o que é muito ingrato para um estreante. Em caso da saída se confirmar, resta torcer para ele arrumar uma vaga em outra equipe, nem que seja como reserva. Assim, ele poderá voltar à F-1 em 2010 mais maduro.
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Qui, 02/10/08
por Rafael Lopes |

A Williams confirmou na quarta-feira que vai manter sua dupla de pilotos para a temporada 2009. Nico Rosberg e Kazuki Nakajima garantiram mais um ano no cockpit dos carros da equipe comandada por Frank Williams. O anúncio fechou uma porta para alguns pilotos brasileiros que estavam cotados para assumir uma das duas vagas. Bruno Senna, Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello têm, a partir de agora, menos uma opção para entrar (ou ficar) na Fórmula 1.
Apesar da equipe inglesa não viver seus melhores dias na Fórmula 1, Rosberg e Nakajima fizeram um bom trabalho nesta temporada. O alemão garantiu dois pódios, com o terceiro lugar na Austrália e o segundo em Cingapura. Estava cotado, inclusive, para mudar-se para a BMW Sauber, onde pilotaria no lugar do compatriota Nick Heidfeld. Mas ele se apressou para negar as especulações e jurar lealdade à Williams.
Já Nakajima era vítima de muitos preconceitos no início da temporada. O fato de ser filho de Satoru, o primeiro piloto do Japão a disputar uma temporada completa na Fórmula 1 e conhecido por suas barbeiragens, fazia com que ele fosse visto com ressalvas. Mas um desempenho regular e com poucos erros serviu para consolidar sua presença na categoria. No segundo ano, o amadurecimento de Kazuki deve ajudar ainda mais a equipe inglesa.
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