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Às suas marcas…. Pronto….

Ter, 22/07/08
por lauter nogueira |
categoria Sem Categoria

… E lá vamos nós. Foi dada a largada para os Jogos Olímpicos de Pequim. Muitas dúvidas pairam em nossos corações e mentes aflitos, muitos nomes se apresentam a cada momento como virtuais e favoritos concorrentes ao ouro. Irão garimpar com seus pés, mãos e coragem, nas entranhas da cidade mais poluída e mais estranha do mundo, os cobiçados metais, o vil metal. Mas as dúvidas irão persistir em nossas mentes até quando? Talvez até o apagar das luzes do “ Ninho do Pássaro”.
Será que a China desbancará os Estados Unidos no quadro geral de medalhas?
Provavelmente, sim! Pelo histórico dos último Jogos, poderá acontecer uma esperada vitória dos “donos da casa”, e de forma incontestável. Desde os Jogos de Atenas, quando assumiram a segunda posição, deixando a Rússia, até então uma eterna vice, o povão dos olhinhos puxados sonha e trabalha duro(põe duro nisso!!!) para aproveitar o “mando de campo” e sair dos Jogos como vencedor. Eu, do meu canto, acho que dá China, com uma folga de 6 a 8 ouros!!!!!!
Quais serão os grandes nomes das pistas e campos? Hummm, aí começa a ficar difícil, mas vamos tentar, num exercício hercúleo, quase olímpico de futurologia, a partir de agora dar nomes aos prováveis heróis olímpicos no meio fundo, fundo e maratona.
Garçom, mais um expresso duplo!

800 metros- No feminino teremos um duelo de gerações. Em primeiro plano, a força jovem, vinda dos altiplanos do Quênia, Pamela Jelimo de apenas 18 anos, que este ano está invicta, terá que duelar com a experiência de um esquadrão que vem do frio, o meio fundo russo. Yelena Soboleva, detentora da melhor marca do ano para a distancia, tem o auxilio luxuoso de Tatiana Andrianova e Svetlana Klyuka. Uma esquadra de respeito. Fica apenas a lembrança saudosa de Maria de Lourdes Mutola, que promete se despedir com raça de sua carreira vitoriosa em Pequim.
Do lado masculino, temos também o furor juvenil de outro africano, do Sudão, Abubaker Kaki de apenas 19 anos assombra o mundo do atletismo com performances que nos fazem lembrar com saudades de Joaquim Cruz. Outro nome forte para o  ouro e que também me faz lembrar alguém é o cubano Yeimer Lopez, um real descendente do inesquecível Alberto Juantorena. Acho que ando meio melancólico ultimamente.

1500 metros- Nesta prova terei que citar três quenianos como fortes concorrentes: Augustine Choge, o jovem Asbel Kiprop e Daniel Komen. O Quênia pode ocupar o pódio inteiro nos 1500!!!! Para evitar este domínio completo, podemos convocar o argelino Tarek Boukensa e  a “zebra” que vem do Marrocos, Abdalaat Iguider, um corredor muito veloz, que se deixarem para decidir nos últimos metros pode surpreender. Quanto às mulheres, temo me tornar repetitivo, mas Yelena Soboleva tem a minha aposta. Será que essa russinha terá pernas para resistir às eliminatórias, semi e finais dos 800 e dos 1500? Perguntem a Tatyana Tomashova e Maryan Jamall de Bahrein. Elas devem ter a resposta.

3000 c/ obstáculos- Sem querer ser, e já sendo, repetitivo, pode dar Quênia em todos os degraus do pódio, sendo o mais cotado do país Paul Koech. Mas de lá vem também muita gente:Richard Matelong, Ezekiel Kemboi, Michael Kipyego. Tem até queniano que compete por outro país, Tarek Taher. Esse domínio já vem de longa data, e promete se manter. No feminino a história muda um pouco. Digo um pouco porque a valente Eunice Jepkorir é uma das favoriatas, mas tem a incomoda companhia da favoritíssima , a russa Guinara Galkina, que traz uma escolta de respeito: Tatyana Petrova e Yekateryna Volkova. Acho que a situação da queniana está meio “ russa” .

Bem, chegamos às distancias clássicas dos 5 e 10 mil metros. Alguém aí acredita na perda do domínio etíope nessas provas? Humm, não sei não. Vai ser briga boa. No masculino eles trarão nomes de respeito, medalhas e rcordes, como Kenenisa Bekele, Haile Gebrselassie, Sileshi Sihine, Tariku Bekele e Abreham Chercos. Mas terão nomes fortes como adversários: os Moses, Masai do Quênia e Kipsiro de Uganda são bem velozes nos 5 mil. E nos 10 mil temos os quenianos Eliud Kipchoge e Leonard Komon, sem esquecermos Kidane Tadesse da Eritréia, tão resistentes quanto a esquadra da Etiópia. Vale a pena ficar de olho nessas finais, pois costumam ser inesquecíveis os duelos. Lembremos de 96 em Atlanta e 2000, onde o Estádio Olímpico de Sydney ficou em silêncio durante as 25 voltas mais disputadas de todos os tempos, explodindo ao final, quando o resultado teve que ser definido no “ photo finish” . Tergat perdera para Gebrselassie por centésimos de segundo, e o mundo ganhara uma história inesquecível.
Na prova feminina dos 5 mil, apenas um nome vem às nossas cabeças: a multi recordista Tirunesh Dibaba, também etíope e rainha solitária das 12 voltas e meia. Quando dobramos o numero de voltas, nos 10 mil, algumas surpresas podem acontecer. Surgem dois nomes não africanos fortes para frear a hegemonia longeva: Shalane Flanegan, dos Estados Unidos e Kimberley Smith da Nova Zelândia. Mas devemos ser cautelosos e aguardar o fim das 25 voltas pacientemente. Será uma prova duríssima.
O que podemos falar da maratona olímpica, essa que deverá ser uma das provas mais aguardadas, pois dali sairão os verdadeiros heróis da resistência?

Existem hoje em dia apenas 3 homens capazes de acompanhar e, talvez, vencer os maratonistas africanos. São o nosso Marilson dos Santos, o suisso Viktor Rothlin e Ryan Hall dos Estados Unidos. Eles terão uma missão quase impossível em Pequim: tentar deter o trem veloz que vem do nordeste da África(Etiópia, Quênia e Eritréia). Aparecem também, num plano inferior, dois japoneses bem cotados: Satoshi Osaki e Arata Fujiwara, mas acho difícil que resistam muito tempo. Dois quenianos não saem da minha cabeça como favoritos. São eles, o experiente Martin Lel e o jovem e veloz Samuel Wanjiru. Mas temos que levar em conta que os quenianos não costumam sobreviver a pressão de uma maratona olímpica. Talvez tenha chegado a hora de mostrar do que são capazes.
Mas, e no feminino? São muitas as postulantes ao titulo de melhor, mas o favoritismo pode pender para a atleta da casa, Yingying Zhang. Ela tem melhorado a cada prova e hoje, aos dezoito anos já é a líder do ranking mundial. Mas não podemos esquecer de Adere, Asssale e Bizunesh Bekele, elas são o que de melhor a Etiópia tem. E já que falamos em trinca, podemos acrescentar a que vem da Rússia. Além de correrem entre 2 horas e 22 e 24 minutos, são frias como a Sibéria.

Enfim, a sorte está lançada e nós, simples mortais, estaremos torcendo e aplaudindo, tentando desfazer o nó da garganta com suspiros de admiração.
Oremos pelos audazes, eles são o que a raça humana pode produzir de melhor. Eles são o retrato fiel da celebração da humanidade.

Lauter Nogueira

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27 comentários


  1. Lauter,
    gostaria de ouvir a tua opnião sobre o excelente desempenho dos caribenhos nas provas rápidas do atletismo. Nos 200m masculino tinhamos 3 países representados na final (Jamaica, St. Nevis & Kits e Antilhas Holandesas), nos 200m feminimo novamente, 3 países da região (Bahamas, Ilhas Cayman e Jamaica), sem falar na vitória da Jamaica nos 100m masculino, com o grande Usain “Lightning” Bolt, e feminimo.

    Abs,

    Rafael

    PS: Dá uma passada no meu blog e dá uma lida na minha análise sobre o desempenho do Brasil em Pequim.


  2. Caro Igor, vamos às respostas, em ordem:
    1) Diferentemente do que em alguns estádios europeus, durante as provas longas, onde existe a possibilidade de quebra de recorde, onde o público acompanha as passadas do líder com palmas ritmadas, nas provas de salto, os atletas pedem o auxílio luxuoso da platéia apenas para sentirrem-se correspondidos. Este talvez seja o único ” ganho” com as palmas nestas provas: afeto

    2) Sim, isto costuma acontecer, tornando a próxima largada mais lenta, por medo de desclassificação. Mas esta foi a forma de tornar as provas, principalmente as finais, mais dinIamicas. Antigamente poderiamos ter 15 largadas de uma mesma prova se fosse alternando o infrator a cada largada queimada!!! Na sétima eu pegava o meu boné e ia embora.

    3) Se você notar os saltos dos atletas mais experientes, verá que apesar de cairem de “bunda” na caixa de areia, ao buscarem mais chão na fase de pouso, eles ão costumam cair deitados e o ponto mais próximo da tábua de impulsão a tocar no solo, costuma ser a que neste momento repousa no sofá do meu quarto aquí em Pequim, e se notar mais detidamente ela tende a se aproximar dos pés no pouso.
    O único atleta aquí que costuma pousar quase de pé é o favorito ao ouro no salto triplo: Phillips Idowu. Preste atenção na final!!

    Abração

    Lauter


  3. Caro Lauter,

    Tenho algumas dúvidas de “leigo”, que talvez um “expert” possa me responder.

    1) Por que a maioria dos atletas de salto pede para a torcida bater palmas num determinado ritmo ?
    Pelo que tenho observado, a cadência das palmas não tem nada a ver com a frequencia dos passos da corrida para o salto.
    Esse negócio de palmas não seria só para chamar a atenção para sua prova?

    2) Nas corridas curtas de pista, pelo que entendi, a primeira “queimada” de largada não tem punição,
    mas a segunda “queimada” implica na desclassificação do infrator, independentemente de quem tenha
    “queimado” a primeira vez.
    Pergunto:
    Isso não facilita as coisas para os atletas mais lentos de largada? Eles não podem simplesmente
    “queimar” de propósito para que todos larguem com mais cautela da segunda vez?

    3) Nas provas de salto em distância e salto triplo, tenho observado que, na maioria das vezes, os
    atletas, ao “aterrissarem”, depois de tocar os pés no chão, caem para trás, batendo o “traseiro”
    no chão e perdendo alguns centímetros. Não seria melhor saltar um poquinho menos e cair para a frente ?

    Agradeço !


  4. http://sobreofutebolcarioca.blogspot.com/
    quem irá ganhar os 100 metros rasos?


  5. Zanini, vamos organizar uma prova de corrida e caminhada aí em São José do Rio Preto, depois veja a data no site do evento. Vai ser uma oportunidade de encontrar o Lauter tb e correr a nossa prova. Na verdade é um Circuito no interior de SP. abs,

    **boa Camilo!!


  6. Lauter: qual é meu treino prá amanhã?!?!


  7. Olááááá, Lauther!!!

    Lembras de mim?!
    Zanini.
    Há quantos carnavais não nos vemos, hein?!
    Ainda corro, sabias?!!
    Tenho te visto - ou só ouvido - nas corridas transmitidas pela tv. SAUDADES!!! Muitas! Estou em São José do Rio Preto, por isso esse sumiço. Estarei aí no Rio, a passeio, agora em Setembro!
    Dê um abração bem, bem forte mesmo ao Léo!
    Tchau!!!
    Zanini


  8. faaaaala Tio Lauter!

    acabei de ver teu comentário rapinho no SporTV… Mas aqui… quem irá ganhar os 100 metros rasos!? rsrsrs

    sucesso aí Coach!

    depois comento mais…
    ahhh… e “adoro” os comentários do Luciano Menezes… hehehe teu amigo!?

    grande abraço do Salu!


  9. Fala Professor,

    Nóa aqui da Terra do Sol estamos ligados no seu blog, são informações importantes para nós amantes das corridas e do atletismo de uma forma geral.
    Boa viagem e muita sorte para nossos atletas.
    Abração
    Carlinhos


  10. Olá Lauter.
    Bem, esse foi o único canal que consegui pra falar com você.
    Sou repórter do jornal A CRÍTICA, de Manaus, e estou fazendo uma reportagem sobre o atleta Sandro Viana, classificado nas provas de 100m, 200m e revezamento 4×100m.
    Queria saber a sua opinião a respeito dele nas provas individuais, no contexto do revzamento (ele vai fechar: vicente, Codó, Bruno e Sandro). E também seu ponto de vista em relação ao revezamento 4×100m do Brasil. Será que temos chances de medalhar?
    Conto com sua participação e colaboração.
    Um abraço.

    Bárbara Nascimento
    JORNAL A CRÍTICA - www.acritica.com.br
    92-99633444
    92-36431202



  11. Professor,
    Comecei timidamente a correr há um ano atrás, já aos quarenta e sete anos da idade.
    Desde sempre sou uma amante de caminhadas vigorosas e longas, e tinha vontade de correr já ha algum tempo, mas nunca tive coragem de tentar pois achava que já estava muito velha para isso, achava que não teria fôlego suficiente, essas coisas, e também sentia vergonha, achava ficaria meio esquisito uma senhora da minha idade correndo por aí. Eu sei que isso é bem normal nos grande centros, vejo muitas pessoas mais velhas, homens e mesmo senhoras mais idosas, correndo no Guarujá, mas aqui em Campo Grande não se vê disso.
    Mas uma amiga que é um pouco mais nova e é adepta das corridas há mais tempo, já participou inclusive de provas de rua, um dia me incentivou, e mencionou algo que mudou tudo: “trote leve”. Ela me disse: você não precisa sair correndo com velocidade, faça apenas um “trote leve”. Eu nem sabia bem o que é isso, mas podia imaginar e tentei. Foi assim que eu me dei conta que era sim possível. Confesso que das primeiras vezes eu tinha vergonha de correr na rua sob olhares das outras pessoas, então comecei correndo, isto é, “trotando leve” na área da minha casa, e depois saía para terminar o tempo da atividade física diária com uma caminhada.
    Depois tomei coragem e comecei a correr na rua, mesmo porque eu saio muitíssimo cedo, às 5 da manhã, e há poucas pessoas na rua e na pracinha onde se pratica caminhada no meu bairro. Penso que meus companheiros de caminhada madrugadores como eu no início devem mesmo ter estranhando mas eu não liguei, e como eu não desisti com certeza eles acabaram se acostumando!
    E assim foi. É um imenso prazer mesmo. Mas é só o tal do trote leve, sem forçar nada, sem ficar morrendo de canseira ou com o pulso muito acelerado. Foi uma das melhores iniciativas da minha vida.
    Por isso escrevi aqui, como uma eventual contribuição àqueles que têm vontade mas acham que não podem. Não é preciso correr, propriamente falando. É só começar com o “trote leve”. Tente, vocês verão que é uma delícia!
    Teremos no mês que vem a corrida dos carteiros aqui em Campo Grande, eu venho sonhando em participar mas não tenho coragem de me inscrever, acho que não há a menor possibilidade para mim, pois a prova de rua tem os trechos de aclive e eu tenho medo de não agüentar. E também há o sol e o calor, eu só corro muito cedo antes do sol sair. Mas quem sabe, no ano que vem ou no próximo, eu não tomo coragem!
    um grande abraço
    Ana Luiza - Campo Grande-MS


  12. caro lauter;
    estou satisfeito com seu blog
    soucompanheiro seu de profissão
    moro no sertão de pernambuco e fiz pós na Gama filho no RJ em Treinamento Desportivo e fisiologia do esforço
    espero que a delegação brasileira participe bem dessa olimpíada poluída na china
    um abraço
    ricardo fabiano


  13. Lauter, a algum tempo tenho interesse em corrida mas não ponho em prática. Lendo seus posts estou seriamente tentada a começar. Estou fazendo atividades físicas duas vezes na semana e vou tentar correr outros dois dias. Que tal dar dicas sobre tênis, roupa apropriada, outros tipos de treino para aqueles que são realmente iniciantes, ou seja, nunca correram (pelo menos como treino)!!! Aguardo mais dicas, abraços e sucesso.


  14. Lauter,

    A proposta de dar um empurrãozinho para a corrida é perfeita. Viva a qualidade de vida. Ouvi seu nome pela 1ª vez há 15 anos quando fazendo faculdade de Ed. Física tive que montar um treinamento de um triatleta para um trabalho de fisiologia para o prof. Paulo Farinatti. Consultei um amigo que treinava com você na época e a nota foi 10. Continue com seu blog - quanto mais verborrágico melhor - com muitas dicas e informações do melhor para a corrida. Abs,

    Mosquera


  15. Lauter, eu tenho muita vontade de correr, porém tenho medo de me machucar por não estar fazendo a atividade corretamente. O q. vc sugere?


  16. Fico apenas triste em não ver os nossos atletas brasileiros figurando entre os favoritos em nenhuma modalidade do Atletismo.
    Apesar de todo o treinamento que eu sei que o Marilson está passando, acredito que ainda não será suficiente para bater os sempre velozes e constantes quenianos.


  17. Caro Lauter, vc não pode pirar cara peraí seus favoritos estão na lista mas tem muita gente boa q ficou fora da lista uma corrida em olimpíada não é uma prova simples, tem muitas coisas envolvidas. Mas respeito seu conhecimento. Não esquece dos demais corredores só olimpída não dá!!! Um abraço professor!!!


  18. Eu também acho que a Paula pode “surpreender”…insisto: o que eu a vi fazendo em New York…
    Assim como o Haile Gebrselassie, ela não é desse planeta!

    Abraços,

    Flávio


  19. Paula é Paula, eu não a descarto, mesmo sabendo que não é mais a mesma que bateu recordes.

    Aliás, me conte quando foi que um favorito ou favorita ganhou a maratona olímpica. Não me lembro de algum que conseguisse, em toda a história!


  20. Valeu Lauter… vc é realmente um conhecedor das pistas e das ruas.
    Sou seu fã desde a 1ª matéria publicada na Contra Relógio. Continue sempre com o estilo “musica e texto”.

    Abçs corridos!

    FUiiiiiii….


  21. Lauter, pelo visto você não aceita critica, lamento, fique tranquilo não entro mais em seu Blog.


  22. Belos textos, unindo informação precisa e um humor refinado. Parabéns ao Láuter. Eu, que trabalho com texto publicitário, ou seja, escrevo para viver, admiro seu estilo e seu profundo conhecimento. E agora com liceça porque vou sair para dar uma corrida na minha amada Lagoa.


  23. Opa! Vou aproveitar este espaço e responder rapidamente aos 3 comentários aí de cima. Vamos lá:
    Marcelo e Flávio, deixei de fora a Paula, com também outras duas favoritas, Deena Kastor, dos Estados Unidos e Mizuki Nogushi a japonesa atual campeã olímpica, não por esquecimento, mas em função da fase em que as 3 atravessam. Tanto Paula quando Mizuki ainda não se encontraram depois da recuperaçnao de suas sérias contusões. E Kastor não consegue entrar em ritmo de competição desde meados de 2007. E como sabemos que a maratona Olímpica é a prova mais difícil que existe, ela exige que o atleta esteja no melhor de sua forma, física e mental. E esse não é, definitivamente o caso da recordista mundial(Paula), da campeã olímpica(Nogushi) e do bronze em Atenas(kastor).
    Caro Luciano, tem dias que acordo prosaico mesmo, favor não confundir com PROZAC mesmo!!! Aliás, será que trocaram os meus comprimidos de Vitamina C por Prozac??? Acho que pra acabar com esse meu problema, aliás, meu não, seu, vou separar os meus posts em Crônicas (longas, enfadonhas, modorrentas e sem fim) e Agudas (telegráficas, simpáticas, quase mensagens de texto de telefone). Assim, quando você se deparar com uma cronica, já sabe, clique em algum outro seu favorito, pois acordei naqueles dias, com uma vontade louca de teclar até quase perder as digitais de meus pobres dedos!!
    Abração aos 3 e, como diria o proctologista malvado, voltem sempre!


  24. Lauter, seus posts são muito grandes. Blog é para fazer comentários sunsitos, você praticamente escreve um livro. Desculpe pelo comentário, mas sei que o espa~ço é livre e só penso em ajudar, OK


  25. Lauter, também senti falta da incrível Paula Radcliff nas favoritas a medalha de ouro na maratona feminina…ela demonstrou em New York que é capaz, mesmo sem estar 100% em forma, de levar o ouro para casa.


  26. Lauter, senti falta da inglesa Paula Radcliff em sua lista de favoritas para a maratona feminina. Mesmo não estando em sua melhor forma, não acho que dê para esquecê-la.


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