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Os mais bem vestidos de 2008

Ter, 02/12/08
por Alexandre Cossenza |

blog_meninas-vodca.jpgContinuando a minha “missão da semana” e atendendo aos pedidos femininos, quem são os tenistas mais bem vestidos do ano? Passada a sensação de um “match-point” para escrever no Saque, confesso que falar de moda masculina é um pouco mais difícil, já que os modelos são sempre os mesmos, com pequenas mudanças.

E pelo que vão ver abaixo, cada jogador citado possui estilos bem distintos e os detalhes, ah, eles fazem toda a diferença! Bom, chega de blá, blá blá e vamos aos indicados (para fotos dos modelos citados, basta clicar aqui, na SUPERGALERIA):

blogblog_federer_wimbledon2.jpgRoger Federer

Rei nas quadras, rei na elegância. Como falar de alguém que caiu nas graças de Anne Wintour (editora da mais famosa revista de moda do mundo), sua fã declarada? O rapaz é… tudo!

Desde os tempos de menino rebelde com cabelos compridos até os dias de hoje, Nike e Federer sempre mandaram muito bem, e esse ano não foi diferente. Melhores momentos?

1. A pólo azul em Roland Garros não levantou o troféu, mas deu um show de estilo. O detalhe da gola branca fez toda a diferença.
2. Wimbledon já é elegante por natureza. Com Federer então, é como apuração de escola de samba, nota 10!!!
3. A listra vertical cyan fez a diferença na pólo azul-marinho dando um charme a mais ao tenista na Masters Cup.

blogblog_djokovic_xangai2.jpg“Nole” Djokovic

O irreverente sérvio de cabelos espetados a lá Sonic, pode não ser lá o mais bem comportado do circuito, mas quando o assunto é moda, ele é o eleito para representar o segmento fashion da marca alemã. Destaques?

1. A ousada combinação entre o laranja e o cyan é uma das melhores da temporada. Colorida e alegre no ponto certo, foi show em Cincinnati.
2. De preto que seria básico mas com o “up” dos detalhes em dourado, vimos o rapaz levantar a taça cheio de estilo na Masters Cup.

Andy Roddick

O grande sacador americano, assim como Fabrice Santoro é um dos poucos do circuito a usar a tradicional marca fundada pelo ex-jogador René Lacoste. Com o jacaré no peito, Roddick desfila elegância. Meus preferidos? Dois clássicos renovados:

blogblog_andyroddick_usopen.jpg1. Em Miami (e a vitória sobre RF), a pólo branca ganha ares fashion com os recortes em cinza e detalhes laranja.
2. No US Open, a camisa listrada com duas versões (preto com listras brancas ou branca com listras pretas), é simples, chique e uma das mais belas do ano.

Assim como fiz com as meninas, não posso deixar de fazer uma menção honrosa. E ela vai para, tchãn tchãn tchãn, tchãn… o atual número 1 do mundo, Rafael Nadal. O espanhol pode não ser o mais elegante, mas não há como negar que estilo ele tem de sobra, porque encarar o modelão “calça capri e regata machão” com louvor não é pra qualquer um.

No segundo semestre, que contou com Olimpíadas e US Open, a da camisa menor com leve grafismo deu aquele charminho que faltava ao moço. E só para despertar a curiosidade, o tempo de “Nadal sem mangas” está acabando. 2009 vem aí, e promete um espanhol muito mais charmoso para disputar o nosso próximo top 3!

Aberta a temporada de comentários na caixinha!

Isabela Perim, mais conhecida por aqui como Bê, é autora do blog Meninas Vodca, que analisa a moda no tênis. Publicitária em horário comercial e tenista nas horas vagas, ela é a responsável pelos posts que analisarão os tenistas mais bem (ou mal) vestidos em 2008.

Onde estavam os melhores?

Seg, 17/11/08
por Alexandre Cossenza |
categoria Análise, Djokovic

blog_-xangai_djokovic.jpgAo começar o ano com títulos expressivos no Australian Open e no Masters de Indian Wells, Novak Djokovic estabeleceu para si mesmo expectativas altíssimas. O sérvio até se viu a ponto de ultrapassar Rafael Nadal e tomar o segundo lugar no ranking, mas, após a temporada de saibro, não manteve seu (altíssimo) nível de jogo.

Por um ou outro motivo, Djokovic se mostrava mais impaciente e irritadiço em quadra do que antes. Talvez a pressão por outros grandes resultados estivesse, enfim, fazendo efeito. Em Wimbledon, caiu na segunda rodada e, dali em diante, sempre esbarrou em alguém em fase melhor.

Em Toronto e Cincinnati, seu algoz foi o ascendente Andy Murray, que começava a montar o quebra-cabeça que é seu jogo (quando tudo se encaixou, o escocês deslanchou). Em Pequim, foi um inspirado Rafael Nadal, que conquistaria o ouro e se tornaria número 1 do mundo na semana seguinte.  E no US Open, com o estádio Arthur Ashe torcendo contra, foi Roger Federer.

blog_xangai_djokovic2.jpgO talentoso sérvio, que eliminou Federer no Australian Open e Nadal em Indian Wells, já não conseguia mais vencer seus rivais diretos no topo do ranking mundial. Duas eliminações precoces, em Madri (Karlovic, nas oitavas) e Paris (Tsonga, também nas oitavas) deixaram Djokovic com status de zebra na Masters Cup. Até Del Potro e Tsonga, que chegavam embalados, estavam com cotação mais alta do que o sérvio (basta olhar os palpitões aqui no blog).

E agora aqui estamos, (quase!) todos nós reverenciando o título de Djokovic no “quinto torneio mais importante do circuito” (conceito questionável, embora a MC, de fato, só distribua menos pontos ao campeão do que os Grand Slams). Mas mudou alguma coisa? O sérvio voltou a vencer seus principais adversários? Seu jogo está tão impressionante quanto no começo de 2008?

Acho que não. Aliás, acho que não se pode chegar a uma resposta conclusiva com base na Masters Cup. Afinal, para triunfar em Xangai, o número 3 do mundo (quase 2 agora) não precisou bater Federer, Nadal ou Murray. O espanhol nem foi à China, o suíço foi eliminado na fase de grupos, e o escocês caiu na outra semifinal. Resumindo: Djokovic só precisou bater Davydenko (duas vezes), Del Potro e Gilles Simon. Nada espetacular para um torneio tão importante.

Djokovic não tem culpa. Teve, sim, muita sorte. Não tiremos o mérito da conquista. Só não exageremos.

Coisas que eu acho que acho:

- Se Djokovic topasse jogar um Challenger agora e saísse campeão, ultrapassaria Roger Federer. Seria, no mínimo, engraçado, ver o número 3 do mundo atropelando rivais, por exemplo, no saibro sul-americano.

- Que vantagem teria o sérvio se chegasse ao Australian Open como número 2 do mundo? Boa pergunta, não? Como segundo cabeça-de-chave, escaparia de um duelo com Nadal antes da decisão, mas poderia encarar Murray ou Federer na semi.

- Hoje, como número 3, Djokovic poderia encarar Nadal ou Federer na semi. Só não há como ele se deparar com Murray antes da final.

Quem disse o quê?

Dom, 16/11/08
por Alexandre Cossenza |

blog_djokovic_xangai.jpgPara não deixar passar em branco o título de Djokovic na Masters Cup, é hora de mais uma edição do “Quem disse o quê?”. A brincadeira é muito simples. Basta criar uma legenda bacana para a imagem acima e deixar na caixinha de comentários.

Pode ser uma simples descrição da cena ou um curto diálogo entre Djokovic e Davydenlo. O autor da legenda mais criativa terá seu nome eternizado aqui no Saque e Voleio!

A fascinante elite

Dom, 21/09/08
por Alexandre Cossenza |

blogdavisespanha2.jpgDá sempre gosto acompanhar o Grupo Mundial da Copa Davis. Não só porque a primeira divisão reúne grandes talentos, mas porque há variantes que não costumamos ver durante o circuito mundial. Quadras lotadas e barulhentas, torcendo pelo tenista da casa, atletas jogando com o peso de representar o país, capitães mudando escalações na última hora.

A Espanha jogando em Las Ventas rendeu títulos pitorescos para o diário “Marca”. “Nadal corta a primeira orelha”, por exemplo, era a manchete após a vitória sobre Querrey. Contra Roddick, deu a “estocada definitiva”. Mais de 21 mil pessoas gritando pelo time da casa. No país e no piso preferido o número 1, não podia dar outra. Vitória espanhola, com direito a pneu sobre Roddick no quarto jogo.

Argentina x Rússia foi mais emocionante. Não só pelo barulho da torcida que lotou o fantástico Parque Roca, mas pela trapalhada do capitão Alberto Mancini. Ansioso, talvez, para fechar o confronto em 3 a 0, escalou Nalbandian para as duplas. A mudança quase pôs tudo a perder. A Argentina não só perdeu o terceiro jogo, como também deixou Nalbandian cansado para o domingo.

blogdavisnalbandian.jpgDavydenko se aproveitou, forçou o quinto jogo, e a Rússia só não conseguiu a virada porque foi de encontro a Juan Martín del Potro. O adolescente de 19 anos não tremeu diante de Andreev e garantiu seu país na final. Decisão, aliás, que tem tudo para ser espetacular. Nadal voltará à América do Sul e terá de ralar para bater os argentinos no Parque Roca.

Desde sexta (quando a Argentina abriu 2 a 0), a escolha da quadra para final já virou assunto sério. O time da casa deve jogar no saibro, piso preferido da maioria de seus jogadores, ou montar uma quadra dura e rápida na tentativa de arrancar uma vitória sobre Rafael Nadal? Taí a pergunta que os argentinos vão se fazer até lá.

Você, leitor, faria o quê?

Coisas que eu acho que acho:

* Quem quer que tenha levado adiante a idéia de colocar a Espanha para jogar em Las Ventas, na arena de touradas, merece um aumento (rsrs). É bastante óbvia a associação entre o local e o número 1 do mundo, o Touro Miúra, e, até onde foi possível ver pelas fotos, o lugar parece ter sido bem adaptado para o evento.

* Como eu já falei no começo do texto, o Parque Roca é outro show de arena. Mostra o quanto a Argentina se importa com o tênis e a Copa Davis. Ressalta, também, o quanto o Brasil está atrasado em relação à maioria dos países do Grupo Mundial. Quem esteve nos últimos confrontos aqui no país pôde comprovar.

* Sérvia e Suíça estarão no Grupo Mundial no ano que vem. Federer já adiantou que vai disputar a competição desde a primeira fase. Se Djokovic e Nadal também participarem, a Davis 2009 tem tudo para ser uma das melhores da história.

Até aqui, deu a lógica. E agora?

Sex, 05/09/08
por Alexandre Cossenza |

Pela primeira vez no Circuito dos Palpitões, 30 (trinta!) participantes acertaram os quatro semifinalistas de um torneio. O número é impressionante, principalmente quando comparado aos eventos anteriores, e reflete o favoritismo de Nadal, Federer, Djokovic e Murray.

montagemtenis.jpgEspanhol, suíço e sérvio são os cabeças 1, 2 e 3, enquanto o escocês, intruso, é o sexto pré-classificado. O rótulo, porém, não reflete a fase de Murray, que vem jogando tênis em nível para chegar aonde chegou.

Sua chave também não era das mais complicadas. David Ferrer, principal cabeça em seu caminho, não atravessa bom momento. Del Potro chegou esgotado às quartas e, como não aproveitou as chances nos primeiros sets (mérito também para Murray), não resistiu.

Até aí tudo bem. Mas e agora? Quem leva o título?

Nadal é franco favorito contra Murray, não só pelo tênis impressionante que vem jogando, mas pelo retrospecto recente contra o britânico. O espanhol venceu por 3 a 0 em Wimbledon e, depois, venceu novamente em sets diretos no Masters de Toronto - embora o jogo tenha sido duro: 7/6 e 6/3.

Entre Djokovic e Federer, a parada é dura. O sérvio vem de um caminho mais duro: bateu Cilic em quatro, Robredo em cinco, e Roddick em quatro sets. Mostrou bom preparo físico e capacidade de jogar bem em pontos decisivos. O suíço anda inconstante. Jogou muito bem contra Stepanek, precisou de cinco sets para bater Andreev, e foi burocrático na vitória sobre Muller. Mesmo assim, Federer é Federer.

As casas de apostas indicam Nadal e Federer como favoritos, mas não mudo o que apostei nos palpitões: vou com Nadal e Djokovic, acreditando na regularidade do sérvio. Mas admito: torço para uma final Nadal x Federer.

E você, leitor, o que acha? Quem vai levar o US Open? Você apostou em alguém no palpitão e mudou de opinião depois do início do torneio? Escreva na caixinha! A partir de agora, as discussões sobre a chave masculina rolam por aqui!

federerblog710.jpgCoisas que eu acho que acho:

1) Roddick disse, na coletiva, que estava brincando sobre as lesões de Djokovic. Estranho. Vi o vídeo e não tive essa impressão. Mais estranho ainda é que vários jornalistas que assistem a inúmeras coletivas do americano não tenham percebido se tratar de uma brincadeira…

2) Que Federer vai aparecer para enfrentar Djokovic? Não faço idéia, mas a torcida vai lotar o Estádio Arthur Ashe para torcer pelo suíço. Com certeza.

3) Joanna ‘Safina’ de Assis, do SporTV, relata que a organização do US Open já se programa para realizar a final masculina na segunda-feira. A previsão é de chuva para todo sábado, e as semifinais ficarão para domingo.

Palco armado

Qua, 03/09/08
por Alexandre Cossenza |

roddickusopen710.jpgAndy Roddick prepara o terreno. Ao ser questionado sobre as lesões de Djokovic durante sua última entrevista coletiva, o americano foi irônico e criou mais clima para ter toda a torcida a seu lado nas quartas-de-final.

O jornalista falava sobre os tornozelos do sérvio e Roddick interrompeu:

- Não são os dois (machucados)? E as costas e o quadril?

O americano seguiu interrompendo o repórter, emendando uma série de problemas físicos: cãibra, gripe aviária, antraz, sars, tosse e resfriado. Obviamente, o jornalista sentiu a ironia de Roddick e perguntou se ele achava que Djokovic estava blefando.

- Não. Se existem, existem. Só que são muitas. Ou ele chama o fisioterapeuta rápido demais ou é o cara mais corajoso de todos os tempos.  Fica a cargo de vocês julgar.

djokovicusopen300.jpgRoddick passou a bola para os jornalistas, e eu passo para vocês. Djokovic, de fato, exagera em seus problemas físicos? Ou foi uma estratégia de Roddick para jogar a torcida contra o adversário?

É claro que, à exceção da própria pessoa, ninguém pode, com certeza, julgar se uma lesão existe ou não. Entretanto, Djokovic tem um histórico de abandonos em jogos duros que incomoda muitos adversários no circuito.

Não sei quantos de vocês vão lembrar disso agora, mas Roger Federer falou muito mal de Djokovic durante o duelo entre Sérvia e Suíça na Copa Davis (por causa das supostas lesões alegadas pelo adversário). Hoje em dia, o suíço garante que isso é passado, mas não me lembro de ter visto Federer com um rosto muito simpático ao lado de Djokovic desde então.

Outra saída de quadra polêmica foi em Roland Garros/2006. Djokovic perdia por 6/4 e 6/4 para Rafael Nadal em Roland Garros quando abandonou alegando lesão e disse, na coletiva, que estava controlando o jogo.

O sérvio ainda abandonou a semifinal de Wimbledon, no ano passado, quando perdia para Nadal, e a semifinal do Masters de Monte Carlo deste ano, quando era superado por Roger Federer.

O que vocês acham? Roddick está certo ou não? Deixem seus comentários na caixinha!

Djokovic tem graça?

Seg, 01/09/08
por Alexandre Cossenza |

Todo mundo lembra que Novak Djokovic ficou famoso também por ser um bom comediante. Faz piadinhas e imita os adversários como poucos no circuito mundial. Ontem, porém, vendo seu jogo contra o croata Marin Cilic, ouvi um comentarista (não lembro quem) dizer que não era raro Djokovic jogar com torcida contra.

djokovicusopen1710.jpgNa hora, lembrei do discurso de campeão que Djokovic deu ao levantar o troféu do Australian Open, em que lamentou não ter tido o apoio do público (que gritava mais por Tsonga). A mesma frase foi usada no Masters de Indian Wells, onde o sérvio bateu o local Mardy Fish na decisão.

Ontem, era Cilic o favorito da platéia. Pergunto a vocês o motivo. Falta carisma ao sérvio? Ou seu talento não é o bastante?

Enquanto imaginava como escrever este post, percebi que eu mesmo assisto a poucos jogos de Djokovic. Isto, é claro, em comparação com a quantidade de partidas envolvendo Rafael Nadal ou Roger Federer. Pensei também nas listas de dez tenistas preferidos que rolaram numa caixinha de comentários num post anterior.

djokovicusopen2300.jpgMinha opinião serve para iniciar o debate, então aí vai: falta tempero ao jogo do sérvio.

Como assim, “tempero”? Djokovic é quase tão rápido quanto Nadal e quase tão regular quanto Federer (hoje em dia até bate o suíço no quesito). Seu saque ganha mais pontos de graça do que o do espanhol, e suas curtinhas são muito melhores do que as de Federer.

Entretanto, as partidas do sérvio perdem em “jogadas mágicas”. Sabem aquelas recuperações incríveis de Rafael Nadal que acabam com lindas passadas? Ou aquelas bolas rentes à rede que Federer executa com a munheca no backhand? Djokovic não tem tanta mágica.

Longe de ser uma crítica ao sérvio. Afinal, se ele consegue vencer tanto sem precisar dessa “mágica”, mais mérito para ele. Djokovic tem potência e profundidade de sobra. Junte isso a uma regularidade assombrosa e você tem uma combinação praticamente imbatível. Mas falta o tempero que conquista a galera…

Agora é a vez de vocês. Gostam das partidas de Djokovic? Por quê? Deixem seu comentário na caixinha.

Se quiserem, fiquem à vontade para escrever os cinco tenistas que vocês gostam mais dever em quadra. Não é para avaliar apenas talento ou quem é o atleta mais completo, ok? É preciso levar em conta fatores emocionais, como diversão, chance de ver uma partida emocionante, etc.

Para iniciar os debates, minha lista (incluindo apenas tenistas em atividade) tem David Nalbandian, Fernando González, Marat Safin, Fabrice Santoro e Roger Federer, não necessariamente nesta ordem.

djokovicusopen3710.jpgCoisa que eu acho que acho:

Devido à paixão dos leitores por listas (as dez mais bonitas, as dez mais bem vestidas, os dez mais gordos, etc.), vou tentar postar, pelo menos quinzenalmente, um tópico sobre um top 5 qualquer. Que tal? Sugestões de temas também podem entrar na caixinha!


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