Com outra atuação medíocre, acabou 2009
E que venha 2010.
E que venha 2010.
Não subimos.
Não descemos.
Estamos numa espécie de purgatório.
No limbo.
Numa “nem aqui, nem ali”.
Torçamos para vencer o Fortaleza, atingir os 10 jogos seguidos de invencibilidade que a imprensa não para de noticiar na falta de assunto, e terminar o campeonato de forma ao menos um pouco honrada.
Hoje, na Vila, 21h, acaba 2009. Ainda bem.
Ainda repercutindo o papelão dessa semana, que manchou indelevelmente a imagem do Paraná Clube, gostaria de saber: para você, quem é/são o(s) culpado(s) da “greve” dos jogadores?
Você aprova ou desaprova a “operação tartaruga”? Os atletas têm direito de cobrar dessa forma? Ou exageraram? E a(s) diretoria(s)? É culpa da antiga ou da nova? Ou de ambas?
Está aberto mais um “Opinião da Torcida”. Participe.

1 mês em carteira?
2 meses de direitos de imagem?
3 milhões de reais de déficit?
Será que era por esse tipo de coisa que os jogadores, durante o campeonato… Não, não… Não devia ser.
E agora, Aurival? E agora, Aquilino?
Ano passado, o Vila Nova de Túlio Maravilha era uma das sensações da Série B. Algo como o Atlético-GO de 2009.
Pois bem. Quando vieram nos enfrentar aqui em Curitiba, jogando contra aquela naba que era o nosso time do primeiro turno, ficaram no 0 a 0, no jogo que tirou Clênio dos gramados por muito tempo.
No segundo turno, sem tomar conhecimento da brilhante campanha que o time goiano vinha fazendo, o Paranazão foi lá no Serra Dourada e meteu bucha nos caras. 2 a 0. A partir daquele jogo, ruiu a casa do Vilinha, que entrou em uma péssima campanha e deu adeus à Série A.
Nesse ano, surra de cinta aqui na Vila (Capanema, não Nova): 3 a 0, em exibição de gala de Rafinha. E o jogo desse sábado agora, 2 a 2, em que entramos dormindo e tomamos o gol logo de cara.
Pena que jogamos apenas o primeiro tempo. Senão, podíamos ter surrado eles de novo lá na casa deles. Tudo bem. O empate garantiu eles na Série B, o que já nos dá garantia de muitos pontos no campeonato do ano que vem.
E desejo, claro, que em 2010 a história seja diferente. Para melhor. Ou seja: duas vitórias contra eles.
ROCK’N'ROLL!
Força máxima em Goiânia nesse sábado, 17h10, para enfrentarmos o Vila Nova.
Ah, mas nem vale mais nada, podem dizer alguns.
Não pense assim. É o Paraná em campo, filho. Só isso já vale nossa atenção. Além de tudo, defendemos a série com 8 jogos de invencibilidade na qual estamos. O que vale outra olhada.
Espero que nossa força máxima, composta por Zé Carlos; Leandro, Montoya e Luis Henrique; Murilo, Adoniran, Luiz Camargo, Davi e Fabinho; Rafinha e Marcelo Toscano, dê conta do recado.
Vai, Paraná!
$ergio $oare$ quis ir embora do Paraná.
Não que fizesse uma brilhante, estupenda e magnífica campanha, porque isso não vemos há tempos na Vila.
Mas, apesar do horrendo 5 a 0 de estreia, era quem, disciplinador, tinha tomado as rédeas do time e tocava bem o nosso Clube.
Subitamente, em um dia qualquer, $oare$ anunciou que estava de saída. Como justificativa, um monte de desculpas esfarrapadas. Chegou até mesmo a alegar as saudades que a filha sentia dele.
Pois bem… Analisando a tabela da Série A e os jogos restantes, parece que $ergio $oare$ está voltando… Para a maldita Série B.
É o que eu semPRe digo: Cuidado! Praga de Paranista pega…
Contar a todos e comentar que o Paraná fez uma “maravilhosa apresentação” é bobagem.
Afinal, enfrentávamos um arremedo de time, que passou o cameonato todo na ZR e que teve a sua queda decretada na derrota dessa sexta.
De todo modo, deixar de enaltecer a bola que jogaram Rafinha, Davi e Toscano, também é bobagem. Os três acabaram com o jogo, com passes milimétricos, dribles desconcertantes e gols, cada um na sua.
A pergunta que fica é: dava?
Claro que dava. Era só ter tido seriedade e competência desde o começo do ano, do campeonato e de todas as partidas.
Fica no ar o sonho e o desejo para que, em 2010, sejamos aquele time que não leva 4 ou 5 partidas para conseguir a primeira vitória, que não perde pontos idiotas em casa e, principalmente, que respeita a nossa camisa, ganhando de todos.
Até, claro, dos cachorros mortos.
Osso de morcego, pata de aranha, espinhaço, com isso, uma vitória do Paraná Clube eu faço.
Forças do mal, forças macabras que habitam esse planeta, forças das trevas… Façam com que o Paraná ganhe de um nordestino nessa sexta-feira 13.
Que o Paraná não trema e arrebente, com Zé Carlos; Dirley, Dedimar e Luis Henrique; Murilo, Adoniran, Luiz Henrique Camargo, Davi e Fabinho; Marcelo Toscano e Rafinha.
Ai, Jesus… Dirley e Dedimar na defesa? Ave-maria, pé-de-pato, mangalô, três vezes…
Fico imaginando o que aconteceu ontem no céu, no momento do primeiro gol de Adriano, o “artilheiro” do futebol turco, com a camisa Tricolor.
São Pedro, ligado no radinho e concentrado no seu serviço, abria a torneira com cuidado, maldizendo o fato do Paraná estar perdendo o jogo, mesmo jogando com um a mais.
Resignado, já praticamente desistira da partida. Inclusive comentara com São Januário, que de camisa e bandana do Vasco, acompanhava o jogo do seu time no SporTV, que o Paraná não tinha jeito mesmo. O Santo “Bacalhau” concordou, com um leve sorriso nos lábios.
Em seguida, enquanto verificava o nível de água do R.C. (Reservatórios Celestes), Adriano desviou para as redes. Foi uma comoção por parte do velhote. São Pedro ligou as torneiras do céu e, levantando a camisola para exibir o manto sagrado (literalmente, nesse caso) Paranista, corria, amalucado, mexendo com todos:
- Do Adriano, do Adriano!!!
Mal-humorado, São Paulo olhou com cara feia para o primeiro papa:
- Que que eu quero saber com o Paraná? Tô mais preocupado em torcer contra o Palmeiras, amanhã.
Tampouco Santo André e São Jorge, que repetiam no “Brasileirão-09″ – pirata do Pro Evolution Soccer do PS2 – o Corinthians x Santo André do último domingo, pareceram se importar com a comemoração ensandecida daquele que tem as chaves do céu.
E, aqui embaixo, dá-lhe água. São Pedro pulava, gritava… E quando o jogo acabou, minutos depois, foi até o computador e abriu o seu Photoshop CS4, pronto para fazer até um papel de parede com a imagem do novo “ídolo”.
Subitamente, um vento fortíssimo soprou, relâmpagos e trovões apareceram e uma voz alta, “onipotente, onipresente e onisciente”, bradou com o santo:
- São Pedro! Olha a merda que você está fazendo lá no Brasil!!!
Envergonhado, o velhote, com o “rabinho entre as pernas”, dirigiu-se imediatamente às torneiras e níveis de água, desligando-as, enquanto já ouvia no rádio e lia, no G1, que cerca de 10 estados estavam no escuro, devido à torneira que ele esqueceu ligada. Rindo da própria cagada, ainda conseguiu pensar:
- Eita, cone maldito…