Dia de cantar o amor. Dia de cantar todos os feitos e loucuras que você jamais imaginou fazer por alguém. Dia de cantar a todos os confins do universo a paixão sem limites pela metade que completa você.
Lembrar, saudoso, apaixonado, o nascimento que você acompanhou, mesmo sem entender muito bem o que acontecia. É de sorrir só o fato de lembrar, Minelli no banco, Ademir Maria no gol, Sérgio Luís, o Pinduca, na rede. A emoção de comemorar pela primeira vez o êxtase da sua metade para semPRe.
E se o noivado veio já no segundo campeonato da vida, com a bomba de canhota de Ednelson, o casamento foi a consagração nacional, com menos de três anos de vida. A lua-de-mel lá em Salvador, depois de dois sorrisos seguidos.
1993 começou comum. Terminou azul, vermelho e branco. Assim como 94, 95 e 96. E mais uma vez em 97. Anos dourados, o amor presente em todos os recantos da vida. A renovação diária do amor. Inevitáveis crises de um relacionamento rondaram os anos seguintes. E na pior das crises, a renovação da aliança, pouco mais de 10 anos depois.
Sem nunca deixar de se doar, respeitando, cativando, agradando, mais anos mágicos vieram reforçar essas bodas maravilhosas. E reforçado, em 2006 o casamento seguiu espalhando o amor, agora com casa própria, depois de bastante tempo morando de aluguel. A segunda lua-de-mel não tardaria a acontecer. O destino? A América, claro.
E novamente tudo estava bem. Mas os casamentos são assim… Crises vão e voltam, aparecem e desaparecem do nada. Hoje enfrentamos mais uma crise. Com discussões, gritos, revolta e vontade de mudar um monte de coisas. Mas semPRe com respeito. SemPRe com o amor adolescente e pueril lá do começo. Porque casamentos são assim: para semPRe!
EU AMO VOCÊ, PARANÁ CLUBE BRASIL!
E você? Quer declara o seu amor ao Paraná ou ao seu(ua) namorado(a), esposo(a), amante, cacho ou coisa do gênero? Use os comentários e chame ele(a) para ver depois.