Em cacos!
Assim, sem querer dar uma de arrogante e presunçoso, porque essas são atitudes que não combinam com o Paraná Clube e nós, Paranistas. Mas quem imaginava algo diferente no jogo de ontem?
Bom, talvez ninguém imaginasse, mas quando Juninho aprontou outra das suas e soltou aquela bola nos pés do atacante “ceramiquense” e o cara marcou 1 a 0 para os caras, com certeza um filme de partidas como a contra o Mixto-MT, no ano passado, e contra o Camaçari, no já longínquo 1999, deve ter passado na cabeça de muitos. Em cacos, o que muitos viram, foi a viola.
Por isso, antes de irmos para os confetes merecidos pela nossa equipe, quero mais uma vez deixar registrado o meu repúdio ao nosso camisa 1. Se ontem, num jogo simples, o cara fez o que fez, o que não poderá fazer em um clássico ou partida decisiva da Série B? Um “bom time começa com um grande goleiro”, diz acertadamente o ditado. Alguém que passe segurança a toda a torcida e aos outros 10 jogadores em campo. Coisa que Juninho não faz. Fosse um time mais forte ontem, poderíamos ter dado adeus à classificação, por uma besteira como a dele.
Bronca dada, vamos à festa.
Perdemos o primeiro tempo de 1 a 0 por falhas. Falhas como a que eu já citei acima e falhas de conclusão lá na frente. Era para a primeira etapa ter terminado no mínimo com um empate.
Mas vá lá que o segundo tempo foi deveras divertido. Após a expulsão do jogador do Cerâmica, o Paraná logo “abriu a porteira”. Éramos um time muito mais determinado na segunda metade, talvez fruto do esporro de Marcelo Oliveira no intervalo.
E todos sabiamos que só precisávamos empatar logo, antes que o Cerâmica virasse cera. Quando demos o primeiro chute na louça, só paramos quando vimos tudo absolutamente em tantos caquinhos que mais parecia uma poeira.
Márcio Diogo foi o melhor em campo e guardou 2, Toscano voltou a marcar e fez logo 2, Everton mostrou que já merece uma chance entre os onze iniciais dia desses e Igor complementou a festa. Sem esquecer de Vinícius, que revolucionou o time.
Um atrás do outro. 1, 2, 3, 4, 5, 6. PRa lavar a alma e firmar de vez a reação que já começou na vitória do clássico contra as ervilhinhas. Claro, não vamos nos enganar de achar que tudo ficou, de repente, às mil maravilhas. Temos muito a melhorar.
Mas o time, finalmente, parece desempenhar um futebol solto, efetivo e parecido com o que todos queremos. Espero, sinceramente, que toda essa força continue dentro do Paranaense e que quando o Sport – nosso próximo desafio na Copa do Brasil – vier, estejamos prontos e ainda mais fortes.
Para transformarmos mais um em cacos!
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Em uma besteira lá no comecinho do jogo tomamos um gol. E não conseguimos reverter o placar. Pena. Pena mesmo, porque o elenco do Paraná Clube era/é fortíssimo e merecia sorte melhor.

“Tinha acabado de sofrer uma pancada, tava sentindo bastante. Nisto o Marco Antonio (lareral-esquerdo) falou: vamos Davis, vamos Davis. Eu olhei e a bola estava saindo, mas ganhei na velocidade do zagueiro e bati cruzado, conseguindo empatar.” (Atacante Paranista Davis, falando ao site oficial sobre o seu gol de empate contra o Barueri, aos 48 minutos do segundo tempo)
Se a ida de Rafinha para os alfaces…
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