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Esquenta para o jogo: Vila Nova x Paraná

Ter, 30/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Hoje tem Paraná em campo em Goiânia, lá no estádio em que o João Paulo marcou um golaço em 2006. Vila Nova x Paraná, às 20h30, no Serra Dourada.

E já começo dizendo que é um jogo dos mais difíceis dos que vamos enfrentar até o fim do campeonato. Como eu ouvi esses dias por aí, o Vila Nova é o líder da Série B, já que o Curíntia não é mais dessa divisão. Assim como nós, os caras são 100% em seus domínios no returno e têm um dos melhores aproveitamentos em casa do campeonato. Acha pouco? Tem mais: foram um dos poucos a vencer o Curíntia e tem um Túlio fazendo gols e mais gols, até com a mão. Sentiu o drama?

Por mais que não queira, já começo a imaginar nossas fracas atuações fora de casa, com o time cheio de volantes e tal. Ao mesmo tempo, acredito que dessa vez vai ser diferente. Pelo menos no papel, já está sendo. Comelli pode contar exatamente com o mesmo time que bateu o Criciúma e vai lançar mão dessa experiência. Ou seja: vamos a campo com: Mauro; Murilo, Daniel Marques, Fabrício e Fabinho; Agenor, Pituca, Kléber e Giuliano; Éder e Ricardinho. Pena é que Leonardo sentiu e não joga.

É grudar nos bons e conhecidos jogadores Reinaldo, ex-Tricolor que fez ótima partida aqui no primeiro turno, Alex Oliveira, ex-Poodle e o artilheiro de 38 anos Túlio. É atacar com muita velocidade e caprichar nos arremates, para não parar no também bom goleiro Max, ex-Botafogo.

Jogo de xadrez, de paciência, para vencer no detalhe. Um a zerinho já está de bom tamanho. Comelli, por favor, jogue racionalmente, com paciência e batemos o Vila nos contra-ataques. Eu acredito. E você?

No Poodle-Xoxa de domingo deu Paraná Clube

Seg, 29/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Divagações

O Paraná ganhou terça do América-RN. Ganhou sexta do Criciúma. Isso você já sabia. O que você não sabia é que nós ganhamos o “clássico” de ontem, também. Claro.

Paranaense e Azeitonas entraram em campo com objetivos distintos na tabela. O mandante da partida, ainda crente de que disputariam a Libertadores da América no ano do seu centenário. Iludidos, acharam que venceriam o “clássico” quando e como quisessem. Levaram sufoco e, não fosse a trave, teriam perdido para o rival canino dentro do próprio remendadão. Adeus, sonhos maiores no ano em que voltaram à elite. Acho que o centenário acabará comemorado na Sul-americana. Pensando bem, será que dá Sul-americana, pelo menos? Certo é que Libertadores já era. Não adianta: o último jogo de Libertadores que aconteceu no estado do Paraná foi na Vila Capanema. E continuará sendo.

O visitante do “clássico”, coitado. Precisava desesperadamente da vitória para se afastar da zona que virou freqüentador cada vez mais assíduo nos últimos anos. Falaram em camisa, em força, em raça, em superação e, no final, saíram do pinga-mijo comemorando o pontinho que conseguiram com as calças na mão. Ridículo. Aliás, os cãezinhos que se cuidem, a tabela não é nada favorável a eles.

De fora disso, rindo à toa mesmo nessa segunda-feira, só a torcida Gralha Azul. Única torcida de verdade nessa capital, que não esmorece e não desiste. Torcida que vibra, que cobra, que comemora, que chora, mas nunca abandona. Torcida que é consciente das limitações do Clube e não se ilude como os simpatizantes melancias. Que nasceram assim, abraçados, unha-e-carne. E precisam um do outro para continuarem vivendo. Juntos, naufragaram novamente.

No Poodle-Xoxa de ontem, o vencedor, por nocaute, foi o Paraná Clube.

Tinham umas pedras no meio do caminho

Sáb, 27/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
(Carlos Drummond de Andrade)

Tudo bem comigo. Mesmo com toda a torcida contrária de Coxinhas, Poodles e até vermes menos potentes como hawaiianos e americanos, demonstrada nos comentários ridículos que deletei, tudo bem comigo. Se Zagallo já dizia que teríamos de engoli-lo, o mesmo digo a todos que me odeiam e torcem contra. Vão ter que continuar me agüentando, falando verdades e tirando com a cara de Xoxas-ex-Segundona-iludidos e cachorrinhos-de-madame-do-meio-canil-futuramente-Segundona.

Bem como vão ter que continuar agüentando o Tricolor da Vila. Previram nosso fim, nossa extinção, Terceirona e o escambau. Depois dessas duas belas e consagradoras vitórias em casa, tenho convicção ainda mais forte naquilo que já cria: não cairemos. E digo mais: se a reação tivesse começado apenas algumas rodadas antes, ainda dava para subir.

Pois bem, tinham umas pedras no meio do meu caminho e no meio do caminho do Paraná. Eu já estou livre das minhas. Algumas dificuldades para me locomover e para realizar movimentos que exigem os músculos abdominais, mas já estou, como dizem por aí, “PRonto PRa outra”. A todos os que torceram por mim, muito obrigado. Valeu mesmo! Essa é nossa diferença para o resto do mundo: somos uma grande família. Uma família de guerreriros valentes, fruto de luta e união. A cirurgia na quinta-feira foi rápida e ontem na hora do almoço eu já recebera alta. Aliás, se o jogo fosse hoje, eu estaria na Vila. Mesmo com tudo o que aconteceu, se não fossem pelos familiares, que praticamente me amarram em casa, eu tinha ido pra Vila ontem. Tive que me contentar em ver pelo PFC.

E o que vi encheu meus olhos. O Paraná também vai se livrando das pedras do seu caminho pouco a pouco. Primeiro a postura do time, que foi muito diferente do jogo contra o América. Fomos para cima desde o início, mostramos raça, pegada e abrimos o placar em um gol de Ricardinho corretamente anulado pela arbitragem. Pela TV ficou fácil de ver que ele realmente matou no braço antes de fuzilar. Minutos depois, o próprio Ricardinho marcou um puta golaço e transformou nosso domínio em números.

Era bom demais e parecia fácil. Mas com o Paraná nunca pode ser fácil. Em nova besteira de Mauro, tomamos o gol de empate de bola parada. Parecia que o Paraná iria complicar outra partida fácil. Afinal, durante o primeiro tempo inteiro, nunca deixamos de ter o domínio do jogo, mas pecávamos em excesso na frente. Tivemos mais um gol, de Kleber, corretamente anulado e não conseguimos tirar o empate do placar.

Graças a Deus, no segundo tempo o gol veio logo. Outro golaço do piá da Vila Giuliano desnorteou o Criciúma. Depois da expulsão do cara deles, foi questão de segundos marcarmos o terceiro pra ficar bonito no placar: três lá na casa deles, três aqui em Curitiba.

Não sei se eu poderia chamar de “show de bola” do Paraná, mas fato é que, no segundo turno, a única equipe 100% em casa somos nós. E vitória feia ou bonita, não importa. Importa tirarmos nossas pedras da frente e alcançarmos nossos objetivos.

Pensando bem, o título do texto de hoje poderia até ser outro. Poderia ser “Tinham umas pedras no meio do caminho, mas o Rodrigo e o Paraná já superaram”.

Esquenta para o jogo: Paraná x Criciúma

Qui, 25/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

É amanhã que o Paraná enfrenta o Tigre de Santa Catarina.

É hoje que minha vesícula se livra de mim.

Estarei fora de ação por uns dias, o que significa que nem na Vila estarei nessa sexta. Infelizmente. Mas gritem, torçam e empurrem por mim. Estarei na TV acompanhando o jogo e, se der, descolo uma forma de postar. Mas não prometo.

Vou tentar pelo menos moderar os comentários lá do hospital ou de casa, sei lá, para que a própria galera conte para a nação Tricolor a expectativa e o jogo.

De minha parte, confio 100% em mais uma vitória Tricolor, apesar de tudo.

Vamo que vamo. Torçam por mim e muito mais pelo Paraná Clube, nossa razão maior de ser e existir.

Quando der, eu volto. Saudações Tricolores.

Esse time ainda vai me matar do coração

Qua, 24/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Deus que me livre, mas ontem achei que iria “bater as botas”.

Primeiro de raiva, ao ver um time mole, sem pegada, sem raça e sem criatividade alguma no primeiro tempo. André Luiz tentava algo aqui, algo ali, mas nada produtivo. Fabinho era aquele de sempre. Sem falar que, há tempos sabemos, o único jogador que joga alguma coisa no “Mecão” é o tal do Souza. E volta e meia a zaga ficava no mano com o cara.

Isso porque nosso meio-de-campo era um buraco. Souza fazia o que queria e não foi de surpreender que o América abriu o placar. Aí achei que ia esticar as canelas de vez. Éder e Rômulo inexistiam em campo e Leonardo jogava praticamente como um meio-de-campo armador, pois Cristian não criava nada. E nosso “professor” assistia a tudo passivamente. Nem xingar a torcida podia, já que alguém mandou um bando de seguranças-brucutus se posicionarem atrás do banco do Paraná, no Amendoim.

Durante o intervalo falava eu com alguns amigos sobre as pedras na minha vesícula que me tirarão de ação pelos próximos dias e sentia que ia abotoar o paletó de madeira se Comelli não colocasse o nosso time para frente. Ele voltou com Giuliano no lugar de Rômulo. E fomos para o abafa. A cada lance perdido, um misto de dor no peito, na barriga e falta de ar me acometia. Comecei a ver tudo branco. Até empatarmos, no gol de raça do piá da Vila, Giuliano.

Dava tempo de virar. Eu sabia. Eu cria nisso com todo o resto das minhas forças. O América fazia cera atrás de cera, contente com o empate que vieram aqui buscar. E na expulsão de Leandro, me senti desencarnando. Foi como se saísse do corpo e visse a Vila, linda, de cima. Mas a raça, a força e a garra que o Paraná mostrou em campo me mantinham por perto. Até Comelli ser expulso, depois de perder completamente a cabeça e ir até dentro do campo dar de dedo na cara do juiz. Aí eu voltei. Senti-me novamente encarnado. E pronto para a luta. Fazia tempo que não berrava e sofria tanto.

Mas o tempo passava, e novamente me senti passando dessa para a melhor. Quando já começava praticamente a sentir as flores sobre mim, aconteceu. Chorosamente, lambendo a trave antes de entrar, a bola cruzou a risca fatal. Voltei para o meu corpo. A Vila explodiu de uma maneira inexplicável em palavras. Depois de pular berrando como uma criança, só consegui me ajoelhar olhando para o céu e pensar: terão de esperar um pouco mais para me levar! Completamente em lágrimas, liguei para o meu irmão, que infelizmente não pôde estar na Vila ontem, e só consegui dizer, exatamente nessas palavras: “Aaaaaaeeeee, aaaaaaeeeeee! Viramos, viramos! Tô chorando aqui…”

Paro por aqui, pois estou quase chorando de novo. Esse time ainda vai me matar do coração.

P.S.: A Nação Tricolor aguarda os torcedores do “algoz do Paraná”, que passaram por aqui ontem prometendo outra vitória do tal do “Mecão”, para comentarmos o jogo de ontem.

Esquenta para o jogo: Paraná x América-RN

Ter, 23/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Se me perguntassem qual é o adversário que eu mais queria vencer nessa Série B, a resposta, provavelmente seria “não sei”. Mas após pensar um pouco, chegaria à conclusão de que o América-RN seria um dos clubes que eu mais queria vencer. Aliás, vencer só, não. Queria golear, vencer dando olé, essas coisas. Os motivos nem precisam ser explicados.

Mas como a nossa situação não nos permite caprichos de divagar sobre vingança, vencer, perder, humilhar ou sodomizar, tanto faz o placar de hoje à noite, desde que dê “coluna 1”. Por falar nisso, como é bom ser coluna 1 de novo, né? Já que em casa o Paraná parece ser outro time, comparado ao que joga fora.

Nessa “nova fase” Tricolor, vencemos o Marília e demos show no Fortaleza e no Bahia. Três jogos em casa, três vitórias. Como visitantes, empatamos com o Ceará e perdemos do Bragantino e do ABC. Tudo porque Paulo Comelli não sabe escalar o Paraná para jogar fora.

Como hoje é aqui na Vila, confio em outra vitória. O negocio é sufocar o “Mecão” desde o começo. A volta de Leonardo enche-nos de alegria e, por si só, já é motivo para ir à Vila. Outra novidade é na direita. Depois de começar entre os 11 contra o Bahia e amargar o banco em Natal, o grande André Luiz também vai começar como titular.

No mais, pena que o raçudo Pituca não joga. Outra chance para o enaltecido e elogiado (mas que até agora não disse a que veio) Rômulo, do Flamengo, comece jogando. O “rei do drible” Ricardinho também está fora. Éder, também do Flamengo, forma a linha de frente com o nosso 9, Leonardo.

Pra cima desde o início, sem dó nem piedade. Sem pensar também nessa história de ser freguês do América, papinho que a imprensa fica repercutindo à toa. Parece que nem lembram do 3×2 na Vila, em 98, em jogo que até o zagueiro Eleomar marcou, lembram? Eu estava lá.

Como também estarei hoje. Todos lá, direto do trabalho pra Vila do povo, 19h30.

Não vi, não escutei, não acompanhei (ainda bem)

Seg, 22/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Mas tenho uma coisa a dizer: QUE BOSTA!!!

Se alguém ainda quiser comentar algo de ABC 1 x 0 Paraná, sinta-se à vontade. Eu já estou no clima do Paraná x América-RN de amanhã.

Esquenta para o jogo: ABC x Paraná

Qui, 18/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Já?

Já.

Explico. Nessa madrugada vou para Maringá. Como não sei quais serão as “condições de postagem” lá no norte, escrevo já.

Explicado, vamos ao “esquenta”.

Esquenta para um jogo em que novamente seria fundamental vencer. Até porque uma vitória contra o time das letrinhas nos faria ultrapassar o próprio na tabela, já que nos igualaríamos em número de pontos, mas teríamos uma vitória a mais. Fundamental bembém por ser uma rodada de confrontos iretos. Além do nosso ABC x Paraná, temos nessa 26ª rodada: Brasiliense x Gama e Fortaleza x Criciúma. Já pensou se ganhamos e contamos com a sorte de ver dois empatezinhos nesses jogos?

Mas o nosso jogo fácil não será. Não bastasse o jogo ser lá na casa dos caras, vamos sem Leonardo, expulso em uma trapalhada do senhor juizão da última partida. Em compensação, no mais temos à disposição do professor Comelli todos os outros atletas que enfrentaram o Bahia.

Como já escrevi no post anterior, para mim André Luiz voltou para ficar. A zaga também foi bem. Idem Pituca e Agenor. Só tiraria Gláucio para colocar Kléber. Esperemos e vejamos. Quem sabe nosso treinador até prefira jogar com três volantes, como frente ao Ceará. É, quem sabe o fato de Leonardo estar fora una a “fome à vontade de comer” e seja no lugar dele que entre Rômulo ou Diego. Eu ia de Giuliano. Mas eu não sou Paulo Comelli…

Jogo duríssimo, porém, se jogarmos com a alegria, a determinação e a raça da última partida, não perdemos para ninguém da Série B. Mas tem que ter essa vibração.

Volto a escrever só depois do jogo. Espero, fora da Zona.

Força, Paraná. Teu destino é vitória, vitória.

A Gralha voltou

Qua, 17/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Gralha voltouQue partida. Que noite. Que vitória! Como há muito não víamos. Daquelas chamadas “vencer e convencer”. A Gralha está de volta.

Literalmente porque esteve lá, durante os 90 minutos, jogando junto. Pulando, cantando, gesticulando, torcendo mesmo. A criançada delirando novamente. Os flashes de semPRe vindos da arquibancada. Sou capaz até de enumerar os “melhores momentos” da Gralha na noite de ontem.

Primeiro, as asas em torno do bico, vaiando junto com a torcida a entrada do time do Bahia. Depois, a comemoração ensandecida do primeiro gol. Em seguida, os gestos que todos tínhamos vontade de fazer para o árbitro, pelos sabidos motivos. Na descida para o vestiário, antes do intervalo, a encarada nos jogadores baianos, na frente do banco deles, foi sensacional. Pra fechar com chave de ouro, teve o feliz abraço em Ricardinho, após o terceiro gol.

Eta, Gralha pé-quente!

Mas a Gralha Azul está de volta também dentro das quatro linhas. Crescendo de produção jogo a jogo, o Paraná ontem voou em campo, deixando o Bahia completamente desnorteado.

Gabriel parecia estar dormindo. Mas fez pelo menos uma defesa providencial no primeiro tempo. Firme no desarme nossas duplas de zagueiros e de volantes foi irrepreensível. Destaque para Agenor, um dos melhores em campo.

Digo um dos melhores porque, depois de muito tempo, tivemos vários melhores em campo. Fabinho, sempre estabanado, ontem foi igualmente estabanado. Mas mandou bem, principalmente no segundo tempo.

Gláucio destoava e deu lugar a um diferenciado Kléber, que já mostrou ontem mesmo do que é capaz. Para mim, Gláucio “perdeu o colete dos titulares”. Leonardo, até a injusta expulsão, tinha feito um golaço e se movimentava muito bem. Ricardinho desencantou e fez a melhor partida dele desde que chegou. Porque fez o simples e não quis inventar. Foi premiado com dois gols.

André Luiz, grande volta. Saiu cansado, mas mesmo voltando de contusão, mostrou quem é o dono da camisa 2. Só não foi o melhor em campo porque tivemos um Cristian endiabrado ontem. Somando as partidas lá de 2004 e as dessa temporada, acho que foi a melhor partida dele com a camisa do Paraná, de longe. Com diversos toques de primeira, lançamentos, velocidade na hora de puxar os contra-ataques e jogada brilhantes como a do segundo gol, nosso camisa 10, para mim, foi o melhor em campo.

É outro time, outra realidade. A Gralha voltou.

P.S.: Protesto! Não é porque ganhamos de 3×0 que vou deixar de falar: fomos afanados pela arbitragem. A expulsão de Leonardo foi simplesmente absurda!

Esquenta para o jogo: Paraná x Bahia

Ter, 16/09/08
por rodrigo wieler |
categoria Série B 2008

Hoje é para ganhar. Com todo o respeito que o campeão brasileiro de 1988 merece, mas não podemos deixar passar essa chance. Lá na Boa Terra poderíamos ter ganhado no primeiro turno, não fossem os gols feitos perdidos por Joelson e Gilson (credo!).

No gol, Mauro Ventania é dúvida. Ontem Gabriel treinou como titular. Na zaga, Fabrício conquistou a posição e figura como titular. Outra “novidade” é que Giuliano pode ficar no banco. Kléber, meia-ofensivo que fez bela Série C pelo Vitória da Conquista já aparece no BID e pode estrear.

Mas os maiores atrativos para hoje à noite são duas voltas.

Depois de seis meses parado, André Luiz pode novamente vestir a “jaqueta número 2”. É um importante “reforço”. Veloz, brigador, raçudo e com potente chute. Mas devagar com o andor. Como já disse ali em cima, faz meio ano que o cara não joga. Vamos apoiar e torcer. Boa sorte, André!

Volta GralhaA segunda volta é… Tchan-tchan-tchan-tchan… A DA GRALHA!!! Depois de, como os demais mascotes brasileiros, banida do campo pela CBF, o Paraná conseguiu a liberação do nosso mascote para empurrar o Tricolor de dentro do Gramado durante os noventa minutos. Vamos cantar junto com ela e torcer para que nosso símbolo maior em campo seja outro bom presságio para o jogo de hoje.

Até a noite. Até os 3 pontos, com muita raça.


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