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Opinião da torcida – comentário

Qui, 27/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Poucas pessoas responderam à enquete realmente, ainda preocupadas com o alvoroço de certos caninos que ainda insistem em pintar por aqui. Mas todos que responderam concordam que os preços devem baixar.

Na boa, não é hora de pensarmos em dinheiro. Depois do jogo do Sopão de domingo, serão apenas mais quatro partidas em Curitiba, nas quais resultados positivos podem nos livrar da degola aqui mesmo, na nossa casa. Sugiro à diretoria um ingresso único a 5 reais. Curva, Reta, Sociais, camarotes, idosos, crianças, adultos, homens, mulheres, todo mundo na Vila a 5 reais. Cantando, empurrando, jogando junto. Marcando os adversários, pressionando as sempre tendenciosas arbitragens e até mesmo empurrando a bola para dentro do gol, se necessário.

É hora de nos mobilizarmos para tirar nosso Tricolor dessa situação incômoda e injusta que ocupamos. E por mais que a diretoria não acate minha sugestão para depois, domingo não tem desculpa. Por menos de 4 reais você pode se juntar a outros milhares de paranistas que estarão na Vila, mobilizados por nossa causa comum: o PARANÁ CLUBE!

NÃO É HORA DE SE OMITIR! Troque seu ingresso e vamos para cima do convidado ilustre da Série A, conquistar três pontos importantíssimos para nós.

Opinião da torcida

Ter, 25/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

Depois de pagar 40 reais para não ter acesso a banheiros, assistir os postes dos refletores e ser maltratado pelos seguranças (VEJA AQUI OU AQUI), no próximo jogo o torcedor paranista pode pagar menos de 4 reais para ir ao jogo. É hora de enchermos a Vila, para empurrar o Tricolor para cima do outro tricolor, o carioca.

Mas e nos outros 4 jogos que faremos em casa (contra Flamengo, Inter, Goiás e Santos), qual deve ser a atitude da diretoria em relação aos ingressos? Baixar todos? Fazer promoções apenas para um setor? Algo diferente? Opine. Meu comentário na quinta-feira.

Mais uma vez o Mal venceu o Bem

Seg, 24/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

Pois é… O “time” do meio-estádio QUE DIZEM QUE FOI construído com verbas públicas desviadas nos venceu. Por que será? Vamos aos fatos:

Lori Sandri escalou mal o time. Isso trouxe o “Paranaense” para cima de nós.

Neguette entregou a rapadura. Nem o gol feito para o lado certo foi capaz de mudar a história.

Até aí acho que ninguém discorda.

MAS VOCÊ SABIA QUE…

O Paraná não tinha água no vestiário antes do jogo? Atitude de “time grande”?

O Paraná não tinha luz no vestiário antes do jogo? Atitude de “time grande”?

Todos os armários e prateleiras do vestiário do Paraná estavam trancados antes do jogo? Atitude de “time grande”?

O “time” que faz confusão com as próprias cores é adepto de técnicas nazistas de tortura?
(Afinal, dentro do vestiário do Paraná, antes do jogo, existia um alto-falante que repetia incessantemente o hino do “time” de dono, em volume ensurdecedor. Exatamente como a Gestapo de Adolf Hitler.)
Atitude de “time grande”?

A torcida adversária não tinha banheiro? Atitude de “time grande”?

A torcida adversária não pode ver o campo, por conta dos postes dos refletores? Atitude de “time grande”?

Os seguranças e funcionários do meio-estádio não tem o mínimo preparo para orientar e proteger a torcida adversária, agindo de maneira violenta, grosseira e mal-educada? Atitude de “time grande”?

Querem fazer esse meio-estádio, com tudo que descrevi acima, sediar jogos de uma possível Copa do Mundo aqui no Brasil?
(Quem sabe se o jogo for entre Brasil e Itália, ou França, ou sabe lá quem, torturem a seleção adversária, deixando-a sem água, luz e submetendo-os ao nosso hino nacional)
Atitude de “time grande”?

Um torcedor paranista foi acender um sinalizador, na minha frente, e o artefato explodiu na cara dele, prejudicando olhos, inclusive?
(Eu vi a cena. Acionaram o atendimento médico do “estádio mais moderno da América Latina”. Logo vieram as enfermeiras e doutores, que levaram o torcedor e um acompanhante. Aí eu pensei: “nossa, vieram rápido e estão levando o cara. Acho que fiz mau juízo desse povo rubro-negro (e mais amarelo)”. Qual o quê… Depois do jogo fiquei sabendo que o torcedor e seu acompanhante, depois do atendimento, apanharam da PM, um deles foi detido e o outro foi jogado no meio da torcida inimiga, para apanhar outro tanto.)
Atitude de “time grande”?

Carlos Eugênio Simon, talvez coagido pelo general, apitou para eles, inclusive deixando de marcar um pênalti claríssimo para nós? Atitude de “time grande”?

E depois me perguntam por que chamo o “Paranaense” de “Mal”… É engraçado que vivem dizendo que nós não incomodamos, que somos pequenos, que não somos considerados rivais deles… Então deixo uma pergunta aos vários poodles que passam diariamente aqui pelo blog: PRA QUE TUDO ISSO? SERIA MEDO DO TIME PEQUENO E QUE NÃO É RIVAL DE VOCÊS VENCÊ-LOS NOVAMENTE NO PRÓPRIO CANIL?

Borracha devidamente passada, domingo que vem nosso adversário é o Fluminense, que, nem por ser nosso adversário deixará de contar com luz e água no vestiário.

Opinião da torcida - comentário & Resultado da Promoção

Sex, 21/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Para mim parece que o tempo não passa… Nunca anseei tanto por um domingo! Domingo é dia do bem vencer o mal, novamente. Minha opinião sobre o pseudoclássico? Você pode OUVIR AQUI. Esse é o podcast Cornetadas, do Globo Esporte, que nessa edição promove um debate entre o blogueiro do “Paranaense” e o blogueiro do nosso amado Paraná Clube, este que vos escreve. OUÇA AQUI

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SOBRE A PROMOÇÃO, agradeço a todos os que participaram e enriqueceram nossos comentários, seja com palavras de incentivo ao nosso Tricolor, desabafos e até mesmo com verdades que os “torcedores” do “time” de dono precisam ler.

E o vencedor é…

Alexandre, com o texto que você lê a seguir, na íntegra. Vale a pena ler cada linha e dar boas risadas. Confira:

Paraná x Aquele Time Que Eu Me Recuso A Dizer O Nome

Domingo é dia de clássico. Um clássico de outros tempos, diga-se de passagem, pois envolve um clube de futuro, pronto para ser o grande nome do século 21, contra um time em lenta e evidente decadência. Decadence avéc elegance, no caso, já que o adversário em questão é aquele velho conhecido nascido em 24, a tal da “elite”, cuja mascote é um senhor na moda, com cartola, fraque e sapato de bico fino, mas tremendamente grosso, que ainda acredita ser dono de fortuna e senhor da ralé. Pobre velhinho mané.

(Falando em moda, já que a última do time da modinha é mudar de nome, o rubro-negro da Meia Água Verde poderia aproveitar a empolgação e também mudar de sobrenome. Sério! Tipo, poderia dar mais um golpe do baú em sua apaixonada - e, como todos os apaixonados, cega - torcida e roubar a sua graça de batismo, passando a se chamar Clube Atlético Phanaticuzinho ou qualquer coisa assim. E mais: poderia também mudar de mascote, why not? Sai o cartola e entra um travesti da Getúlio Vargas, uma loira, como a maioria das suas torcedoras de shopping center, com salto alto vermelho e preto, vestido roubado e aquela postura de quem topa tudo por dinheiro. Especialmente levar uma atrás da outra de um poderoso famoso que se diz amigo, mas, no fundo, só quer foder com a galera que fica na torcida. Torcida, aliás, que acredita viver em lua-de-mel com o amor da sua vida, mas, na verdade, só entra com o dedo no anel quando é do interesse do patrão.)

Enquanto isso, do lado das três cores do meu estandarte, nada de olhar para trás em direção de uma antiga paixão. Vamos enxergando à frente, curtindo o nosso verdadeiro e honesto amor, vivendo e aprendendo e caminhando e cantando e cagando e andando a passos largos rumo ao dia (depois) de amanhã, com o objetivo de ganhar mais “seis” pontos, crescer ainda mais e se tornar maior que ninguém jamais foi.

Eles falam que têm mais torcida? Normal: bosta sempre junta muita mosca. Eles dizem que grita mais alto? Pato quando está morrendo também. Eles são mais isso, aquilo, CT e sei lá o quê? Azar: esse papo cansa e, só para rimar, digo para as crianças: vão se.

Sou muito mais o futuro promissor que o passado comprometedor. E, para rimar outra vez, no clássico de domingo sou mais Tricolor. Jogo de futebol se ganha no campo. E que no próximo a justiça seja feita, a história se repita e, novamente, dê Paraná 3 x 1.

Que venha o “maior”: eles.

Que vença o melhor: nós.

(Alexandre)

“Pseudoclássico”

Qua, 19/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria


E aí, beleza? Então é semana de “pseudoclássico”, como chamam os “torcedores” do “Paranaense”. Alegam que não temos tradição, que não temos camisa, que não temos história para sermos seus rivais. Como se o Atletiba tivesse virado clássico apenas após 40 ou 50 anos de disputas. Bobagem.

Mas aos poucos começo a acreditar que os poodles tem razão… Paraná x “Paranaense” não é um clássico. Grêmio x Internacional é um clássico. Palmeiras x Corinthians é um clássico. Paraná x Coritiba é um clássico. Afinal, Paraná e “Paranaense” disputam modalidades diferentes. Enquanto continuamos sendo um time de futebol, com estádio, torcida e fins esportivos, eles viraram uma empresa, com (meio) shopping-center próprio, consumidores e fins lucrativos. Continuam a torcer, como nos velhos tempos, da maneira antiga, para um “clube” que já não dá mais bola para o que eles pensam ou fazem. Querem apenas o dinheiro de seus bolsos. É como torcer para o Mc Donald`s, ou para a Apple, ou ainda para a Ambev. Uma empresa. Não um time de futebol.

Quem sabe os clássicos da empresa que enfrenta o dilema de mudar ou não de cores sejam disputados contra outras empresas. Para quem você torceria entre “Paranaense” x Renault? Ou quem sabe “Paranaense” x O Boticário? Logo, logo, eles abrirão mão de disputar o Campeonato Brasileiro de Futebol e partirão para outras empreitadas, contra empresas, como eles.

Sem querer ser maniqueísta, o duelo desse domingo mais uma vez será o duelo do bem contra o mal. O duelo do povo honesto, trabalhador e limpo contra as manobras de bastidores, da lavagem de dinheiro e da arrogância. O duelo da torcida vibrante, pacata e cativante, porém pobre, que precisa contar seus trocados e escolher a qual jogo irá assistir no mês, contra a “torcida” petulante, provocativa e detentora de cadeiras, pacotes de ingressos e outras regalias. Tentam nos provocar por conta da promoção do Sopão, uma promoção que é sucesso pelo terceiro campeonato seguido, da qual são um dos únicos “clubes” (senão o único) brasileiros que não participam. Esquecem-se que é uma promoção democrática, que permite a todos, independente do rendimento mensal do sujeito, assistir a um jogo do time do coração. Ao invés disso, preferem o dinheiro de seus consumidores, muito mais importante. Não é à toa que muitos “torcedores” do “Paranaense” ainda não pisaram no próprio meio-estádio.

Enfim… Podemos até perder o jogo, que eles como mandantes tem a obrigação de vencer. Mas entre perder um “pseudoclássico” e perder o próprio time, a identidade, as próprias cores, prefiro perder um “pseudoclássico”. Entre perder um “pseudoclássico” e ser uma empresa suja, com “casos Ivens Mendes”, prefiro perder um “pseudoclássico”. Entre perder um “pseudoclássico” e ser cachorrinho de um ditador corrupto e manipulador, prefiro perder um “pseudoclássico”.

E só para esclarecer: quando chegar o dia do “Paranaense” jogar contra outras empresas, torcerei para as outras empresas. Nem sei como se dará o confonto. Mas entre Volvo x “Paranaense”, torcerei para a Volvo ganhar. De goleada.

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Opinião da torcida

Ter, 18/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Enquete de terça curta e grossa: Quanto vai ser o jogo de domingo? Minha opinião depois de amanhã.

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Amor à camisa

Seg, 17/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

Nada de falar do jogo de ontem. Todo mundo viu o que aconteceu. Todo mundo viu o time escalado errado, muito retrancado. Todo mundo viu a casa cair com menos de 3 minutos de bola rolando. Todo mundo viu as péssimas atuações de Toninho (de novo!), Daniel Marques, João Paulo, Muçamba e Beto. Todo mundo teve falsas esperanças depois do gol de Jeffe. Todo mundo concorda que ontem deu tudo errado!

Ao invés de falar do jogo, prefiro falar do amor à camisa, da raça, da vontade que tem que ter para jogar no Paraná Clube. Quem é que vimos colocar o coração no bico da chuteira ontem? Gabriel, estupendo. Araújo, com alguns defeitos, mas acima de tudo com raça. Batista, o mais lúcido. Lima, coitado, por várias vezes veio disputar bolas de cabeça no nosso campo. E quando ganhava não havia prosseguimento da jogada, pois era ele o mais avançado do time. Jeffe teve estrela. E quem mais?

É muito pouco. Não parecia o mesmo time que ganhou do Corinthians aqui. Aquele time com Força, União, Raça, Ideal e Amor. Lori errou sim em entrar retrancado. Errou mais ainda ao tomar o gol logo de cara e não mudar nada. Já que seu esquema caiu por terra, cabia a ele tentar mudar o panorama da partida. Para não acontecerem coisas ridículas como o segundo gol. Num chutão vindo lá da intermediária do Sport, Daniel Marques e Toninho ficaram na dúvida sobre quem iria na bola. Toninho até desistiu de correr. Bisonho! Muçamba perdido, perdido. João Paulo errou grotescamente diversas vezes. E Beto… Bom, Beto deve ter uma liderança importante junto ao grupo, já foi determinante em outras ocasiões, mas tem que reconhecer que não dá mais. Falta perna, falta pulmão, falta RAÇA! Onde está o amor desses jogadores pela nossa camisa? O respeito? A dedicação? A vergonha na cara?

Ainda não há motivos para desespero. AINDA. Afinal, precisamos de 5 vitórias para escapar da degola. Exatamente o número de jogos que temos em casa. Fora isso, fazemos um jogo extra em Curitiba, domingo que vem, contra um candidato direto ao rebaixamento: o time do fim da rua. Mais que isso: temos alguns confrontos diretos com times igualmente ameaçados, como por exemplo América e Figueirense. Então ainda dá para sair dessa. Mas a coisa pode ficar preta logo, logo.

Acredito que daqui para frente o que pode salvar o Paraná é uma série de fatores que não podem faltar nunca mais até o fim do campeonato: primeiro de tudo a torcida, que não pode abandonar o barco. Temos que apoiar com todas as nossas forças, para fazermos 100% de aproveitamento em casa. Na verdade só isso já resolveria. Mas temos que contar também, em segundo lugar, com a doação de nossos jogadores. Se precisarmos entrar com o time júnior em campo, então que assim seja. Precisamos de jogadores com o amor e a vibração do Gabriel. Por terceiro, vamos precisar de calma, muita calma. Quem sabe o campeonato só se decida nas últimas rodadas. Temos que compreender e não perder o foco em caso de derrota em jogos como por exemplo contra o Palmeiras fora, ou contra o Botafogo também fora. É claro que cada ponto é importante, mas esses são jogos não são primordiais aos nossos objetivos de agora.

Essa é minha opinião. E a sua?

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Esquenta para o jogo: Sport x Paraná

Dom, 16/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Jogo difícil. Jogo complicado. Mas não impossível.

Lori escalou o time num 3-6-1, em que esperava contar com Josiel sendo nosso “1”, lá na frente. Infelizmente o artilheiro do Brasileirão, lesionado, não vai pro jogo. Resta então a Lima ser hoje nosso “homem-gol”. Beto também volta ao time e hoje deve render, já que sempre atuou melhor quando o time teve três volantes. É esperar para ver.

Pelos lados do time pernambucano, houve uma confusão entre Geninho e a torcida deles. Fora isso, contam com a ausência de dois zagueiros importantes.

Então é isso. O jogo passa na RPC, para todo mundo ver. Vamos com cuidado, defendendo primeiro para depois atacar e, se Deus quiser, trazemos um resultado bom lá de Recife. No primeiro turno já ganhamos deles aqui. Como será hoje? O que acha? Escreve aí, Tricolor.

Paraná líder e com 100% de aproveitamento

Sex, 14/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Não entendeu nada do título, né? Acha que eu estou viajando, né? Mas no campeonato de Musas do Brasileirão promovido pelo Globo Esporte, a nossa gatinha Nicole Bahls está em primeiro lugar, com 6 vitórias em 6 jogos. Não é à toa…

Nicole Bahls, a musa Tricolor

Na Curva “da Morte”

Pelo amor de Deus…

Quer ver mais? Dê uma chegadinha no flog ou na página da nossa musa. Ah claro, não deixe também de votar na nossa gata.

Tricolor é isso aí: show de bola no campo e na arquibancada. E tenho dito.

Opinião da torcida – comentário

Qui, 13/09/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Enquanto não oficializarem nada do “caso Batista”, tudo bem, né? Bem, vamos ao comentário da nossa enquete. E claro que vou receber bomba, porque o assunto é polêmico mesmo. Mas é para isso que estamos aqui: debater.

Primeiro queria chamar a atenção de todos para o grande número diferente de escalações e possibilidades que tivemos nos comentários. Viram como o elenco é bom? Viram como temos opções? Não fosse tudo o que aconteceu no meio do campeonato e com 3 ou 4 resultados melhores estaríamos brigando por nossa segunda Libertadores consecutiva. Enfim…

Apesar de ser fã confesso do 3-5-2, por ver nele mais possibilidades de variações táticas durante a partida e por achá-lo o mais equilibrado dos esquemas táticos no ataque e na defesa, acredito que com as peças que temos, o ideal é um 4-4-2. Explico nome a nome:

1 Flávio
Mas totalmente recuperado de lesões. Querendo ou não, ainda tem mais experiência do que o Gabriel, que também me agrada muito. Mas acredito que, ao menos no Paraná, esse seja o derradeiro ano do Pantera.

2 Léo Mattos
É o mais consciente dos laterais do elenco. Acredito que sabe jogar melhor como lateral do que como ala. Tem bom pique, qualidade de passe na saída de bola e gosta de ir à linha de fundo para cruzar. (Apesar de achar que quando o André Luiz voltar, a posição é dele.)

3 Nem (C)
O melhor zagueiro do elenco. Mesmo ainda fora de forma, Nem é um grande destruidor de jogadas, normalmente sem fazer faltas. Quanto à sua saída de jogo, acredito também que seja o melhor passador do elenco todo. Além de ser frio.

4 Luís Henrique
Bom de cabeça, bom no desarme e bom na saída de bola. Além de ser um zagueiro raçudo, Luís Henrique parece ser daqueles que joga 200 minutos sem se cansar.

6 Paulo Rodrigues
Poderia dizer: é o único que tem, vai ele mesmo. Mas Paulo Rodrigues vem subindo de produção jogo a jogo. Ainda acredito no potencial dele. E acho que, como Lêo Mattos e diferentemente de Egídio, é mais lateral do que ala, também.

5 Muçamba
Como primeiro volante. Muçamba está apenas fora de ritmo. Contra o Corinthians já foi melhor. E vai melhorar ainda mais. Acredito que alie o vigor e um pouco da qualidade de passe que tanto prezo num time bem montado.

8 Batista
Sem comentários. Ágil, dono de um fôlego que parece não ter fim e de uma qualidade de passe que poderia faze-lo atuar com a 10 em um time sem meia, acredito que esse sim seja unanimidade para boa parte da torcida.

10 Renan
Quem no elenco tem a sua visão de jogo? O cadenciamento de bola do Renan? Os toques de primeira em investidas rumo ao gol adversário? Tudo coroado com qualidade na bola parada. No meu time, é dono da 10. Pena ter tido poucas chances e estar machucado.

11 Vinícius Pacheco
É o meio-de-campo contrario a Renan. Rápido, driblador e com bom arremate de fora da área, é o jogador ideal para se transformar em um “terceiro atacante”.

7 Lima
Como disse Lori, o melhor parceiro para Josiel. Mais técnico do que Vandinho e Vinícius Pacheco, segura mais a bola na frente, além de ter tino de atacante, como bom arremate e cabeceio.

9 Josiel
Indiscutível.

O medo dessa escalação fica por conta de dois motivos:
Será que Nem ainda sabe jogar num 4-4-2, sem executar a função (que exerce com maestria) de líbero?
Acho que daí fica por conta de treinamento e entrosamento.

Outra: será que o time não fica muito ofensivo?
Apesar de achar que temos um elenco que nos permite ir para frente dessa maneira, vale lembrar que ainda jogaríamos com dois volantes. Caso o adversário exigisse mais cuidados e atenção, era só colocar mais um volante no lugar de Lima, adiantando pouca coisa o Vina Pacheco. Nesse caso, minha sugestão para o meio é: Muçamba, Adriano (mesmo com duas partidas horríveis contra Cruzeiro e São Paulo) e Batista como terceiro volante, quase meia. Jogaríamos num 4-5-1 fantasiado de 4-4-2, que nem por isso deixaria de ser ofensivo quando precisasse.

Tudo isso, claro, em minha modesta opinião…

E aí, concorda?


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