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Recordar é viver

Qui, 28/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Pra mim tá muito beleza, porque eu acabei de rever o vídeo abaixo. Assista você também e tente não sorrir com o que o meu amigo Marcelo Romaniewicz chamou de “triunfo da força do povo verdadeiro, honesto, trabalhador, limpo, contra a força do poder econômico inflado pelas falcatruas que sempre o acompanha”. (aqui)

Não esqueça a pipoca.

Opinião da torcida – comentário

Qui, 28/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza?

Como prometido, vim dar o meu parecer a respeito da contratação do Nem para a nossa zaga. E posso dizer que, como a maioria da torcida que escreveu aqui, também sou favorável. Naquela bela campanha do Módulo Amarelo da farsesca João Havelange, no já quase longínquo ano 2000, Nem era o comandante Tricolor. É claro que já se passaram 7 anos desde então e que ele parece ter voltado um pouco gordo da Europa.

Mas a notícia que li hoje pela manhã me deixou muito animado. Apenas nesses dias que passou pelas bandas de Vila Capanema, o novo xerife Tricolor já perdeu 5 quilos. Resta então ver se o zagueirão ainda está com aquela bola. Na minha humilde opinião, em um sistema de três zagueiros, como Pintado vem escalando o time (à exceção da última partida), Nem cairia como uma luva. Ele como líbero, Luís Henrique pela esquerda e Daniel Marques pela direita. Quer zaga melhor?

Atenção, torcida Tricolor

Qua, 27/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

Ingressos à venda para o jogo de sábado. Vamos lotar a Vila novamente para mais uma vitória em cima do Clube Patético Petragliense.

Amanhã tem um humilde parecer deste blogueiro sobre a enquete do post abaixo. Ainda dá tempo de você dar a sua opinião. Não deixe de comentar.

Enquanto isso, na Segundona…
Ipatinga (quem?) 1 x 0 Coxinha

Opinião da torcida

Ter, 26/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Então, tá. Terça-feira, dia de enquete.

Como todos sabemos, nosso time voa do meio para frente. Mas a defesa ainda deixa um pouco a desejar. Para amenizar o problema, veio Nem. O que eu quero saber da nação paranista é o seguinte: A vinda de Nem foi uma boa?

A qualquer juiz que pense em roubar o Paraná

Ter, 26/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Seguinte: vou postar aqui o texto que enviei à Globo para ser selecionado para o blog. Se você é juiz e pensa em vir à Curitiba roubar o nosso time dentro da Vila Capanema, fique esperto.

Até quando?
Depois do jogo Paraná e São Paulo, ficou uma certeza. Além de camisa, bandeira, faixa e de todo o resto, falta um item no nosso kit torcedor: o nariz vermelho.

Frio de 7 graus. Jogo equilibrado, com chances para os dois lados. 28 minutos do segundo tempo. De repente, falta para o atual campeão e um dos campeões políticos do futebol brasileiro. Até tirar o adversário de dentro de casa em final de Libertadores eles conseguem… Tudo bem. A falta é longe do gol. Mesmo assim, o goleiro que tem a difícil missão de substituir o melhor goleiro do Brasil prepara a barreira. Vem a batida, no canto. Marcos Leandro espalma para o lado. Num golpe de rápida reação corre para recuperar a bola. Malandro, dissimulado, à procura de algo, Aloísio se joga no chão.

Entra em ação quem não deveria influir e nem participar da partida: o árbitro. Mais de 10 mil torcedores no estádio. Trocentas câmeras hiper bem-posicionadas. Narradores, comentaristas. Somente uma pessoa viu pênalti naquele lance: Leonardo Gaciba.

Ainda era pouco… Qual é a folha salarial do São Paulo? 3 milhões de reais? 5 milhões de reais? Quem sabe apenas o técnico dos bambis receba mais do que o elenco inteiro do Paraná. “Não podemos deixar esse tal de Paraná ganhar o jogo! Ixi! Empataram num gol legal. E agora? Vamos anular e pronto.” É, amigo paranista. Dessa vez, mais de 10 mil torcedores no estádio, trocentas câmeras hiper bem-posicionadas, narradores e comentaristas não viram. Não viram impedimento porque o gol de Luís Henrique foi legal. Absolutamente normal.

Fim do jogo. O frio agora era de 6 graus. Mas o frio não era nada perto do desgosto e da desolação. Fim dos 100%, fim da invencibilidade. Adeus liderança. Pior é saber que não foi por termos jogado mal, por corpo-mole ou por substituições erradas. Não, nada disso aconteceu.

Vergonha, vergonha! O grito ecoou pelo estádio inteiro. Não sei quantos gritaram… Mas eu gritei!

Como tudo começou

Seg, 25/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza? Torcida paranista, diga para mim: quantos times tem seu primeiro gol registrado? E ainda por cima em cores? O Paraná tem. Confira aqui:

Prazer! Eu sou você aqui

Seg, 25/06/07
por rodrigo wieler |
categoria Sem Categoria

E aí, beleza?

Não. Ainda não tá beleza porque você não sabe quem sou eu, certo? Alguns me conhecem da Reta do Relógio, na Vila. Outros me conhecem do Orkut. Outros ainda podem me conhecer de alguma atividade do meio publicitário ou do Clube de Criação do Paraná. Mas acho que a maioria da torcida não sabe quem sou eu. É por isso que eu vou explicar: eu sou você aqui.

Como assim? Acontece que eu vou representar a massa tricolor na internet. Esse blog não é meu. Ahn? Exatamente. É da Curva Norte e da Reta do Relógio. É da Social, das cadeiras, dos camarotes e até mesmo da nova “Geral da Social”. É para você que não acompanha o time porque mora longe, às vezes em outro país, até. É da diretoria. É das torcidas organizadas e virtuais.

É de quem sorriu com o domínio total do estado na década de 90, com um pentacampeonato eletrizante. É de quem vibrou com uma Libertadores inédita, mesmo com as verbas de patrocínio e TV infinitamente menores que recebemos.

É de quem valoriza a história e sabe que de oito grandes nasceu o nosso gigante Paraná Clube. É de quem foi meio-campeão paranaense depois da ridícula decisão de 1980. É de quem meteu 4 a 0 no Flamengo de Zico. É de quem foi campeão do Centenário Paranaense.

É de quem tem orgulho de ter o sangue vermelho, azul e branco. Como nós.

Um espaço inteirinho para a torcida do Paraná. Dentro de um dos sites mais acessados no país. O que mais eu poderia querer? Apenas uma coisa: o título brasileiro. E esse ano ele virá.

Tenha certeza disso!


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