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Vitória fora de casa nunca é simples

qui, 18/03/10
por roberto galluzzi |
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É engraçado. Alguém aí se deu conta que ao ouvirmos o resultado de nossa última partida, percebemos muito mais “o Paysandú conseguiu o 2º jogo” do que “o Palmeiras venceu fora de casa”? Como se fosse fácil chegar na casa do adversário e golear. Ou como se o 1ºobjetivo fosse eliminar a segunda partida. Não foi! O objetivo inicial era vencer. E depois, dependendo das possibilidades, aumentar a diferença. Mas na casa do advesário… é fácil? Pra alguns deve ser.

Foi uma grande vitória, poupamos – o quanto pudemos – alguns titulares e apresentamos um bom padrão de jogo. O único senão foi a MOLECAGEM do Lenny falando de qualquer jeito com o Ewerthon, que após pedir pra ele falar direito, mandou logo um “vai tomar” que o Lenny até ficou quieto. Tudo bem que futebol tem disso, mas foi nessas que perdemos um zagueiro e um atacante. Os companheiros devem se RESPEITAR em campo, sem querer pagar de banqueiro o melhor que alguém. Isso faz uma FAMÍLIA, onde molecagens assim não acontecem. Se liga Lenny (e Ewerthon tbm…).

Mas no geral fomos bem. Ainda que o adversário não apresentasse lá grande técnica, veio com bastante vontade, pra vencer mesmo (ao contrário do que diz a imprensa, que o time só queria evitar ser eliminado no 1º jogo). Acontece que o Zago vem trabalhando melhor a velocidade. Nosso 1º gol foi um lance de oportunismo maravilhoso do Ewerthon e sacada brilhante do Lincoln, que teve a frieza pra decidir.

No 1º tempo ficamos um pouco mais atrás, mas depois dos 15 do 2º só deu Palmeiras. Parece que estamos voltando ao fôlego, correndo nos 90. Será que antes a preparação era tosca, ou só agora os caras resolveram engatar a terceira? Sei não, acho que é tudo uma questão de ambiente. Nosso maior problema, ao meu ver, continua sendo a direita. O Eduardo joga improvisado alí, e até conseguiu cumprir a função ontem, mas novamente tivemos que entar com o Pierre pro Márcio Araújo ser deslocado pro setor.

O meio de campo poderia ter feito mais, mas fomos suficientes. O Lincoln mostra que tem mesmo um diferencial técnico, é só uma questão de constância e entrosamento. Sua leitura de jogo chega a lembrar um pouco a do Mago, ou estou enganado? Vejam, ele está só no começo, quem sabe… e o Ewerthon mostrou que sabe se deslocar por vários espaços do campo, sem necessariamente guardar uma posição. Mas nem por isso deixa de chegar ao gol. O 1º gol, tanto do Lincoln quanto do Ewerthon, logo de início, já tira uma certa pressão e nos deixa com aquela esperança de que, finalmente, a diretoria possa ter acertrado a mão.

Mais uma vez, vamos repetir: as pessoas se precipitaram esculachando o Palmeiras no início de temporada. E nós falávamos… “calma, é só início de temporada… vamos usar a experiência do último ano, quando começamos meteóricos e acabamos melancólicos… sai zica.” O importante é o time se fechar, se entrosar e ir aos poucos ganhando padrão, personalidade. Até o Diego Souza está ajudando mais na marcação… sensacional!

Temos talento suficiente para todas as competições que disputaremos esse ano. O que resta é todo mundo se unir e começar a acreditar um pouco mais. E quem discordar, por favor, pelo menos não atrapalhe. Quanto mais duvidam do Palmeiras, mais longe nós vamos. Com humildade, trabalho e união… VAMOS NESSA PALMEIRAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Talento & Respeito

ter, 16/03/10
por roberto galluzzi |
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Quando o Antônio Carlos chegou ao Palmeiras, uma de suas primeiras declarações lembrava o estilo de jogo que o clube sempre buscou, lembrando nossa tradição e apreço pelo futebol arte. E ele tem toda propriedade para falar, pois participou de uma das melhores duplas de zaga (junto com o Cléber) que o Palmeiras já teve em toda sua história. Sou testemunha viva e ocular disso.

Como está escrito no sub-título de nosso blog, futebol É arte. A arte do entrosamento, da habilidade, da malícia, da velocidade… isso só pra começar. Mas via de regra, quando se conversa qualquer torcedor, o futebol arte é enaltecido a 4 cantos. No fundo, todos esperam que suas equipes o pratiquem. E vençam fazendo isso! Tal feito, para nós, é regra. Nossas conquistas sempre foram obtidas com um futebol vistoso, acadêmico, limpo… nossa eterna busca pelo futebol bonito que vence.

E o brasileiro adora futebol arte. Adora malícia, adora brincadeira. Mas então porque cargas d’água o adversário que enfrentamos recebeu tanta rejeição? Jamais havíamos recebido tantos agradecimentos de outros torcedores por uma vitória! Aliás, cumprimentamos a todos que comemoraram conosco… rs.

Acontece que  ao mesmo tempo que o brasileiro adora o talento, repudia, hostiliza e execra quem o usa pra tripudiar em cima. O menor sinal de menosprezo é a cruz do infeliz que se propuser a praticá-lo.

Infelizmente, seja por nosso passado, educação ou sei lá o que, ofender ou provocar um brasileiro não é das coisas mais difíceis. Difícil é segurá-lo depois. Brasileiro ofendido é brasileiro unido. E nesse ponto, nós palmeirenses sabemos ser brasileiros… quando nos unimos, ninguém nos vence. Já fomos chamados de Arapiraca, de Pirambeira (não é, sr. Heródoto Barbeiro?), de Naviraiense… e tudo só serviu pra nos fortalecer.

Então, que fique claro aqui: VIVA O FUTEBOL ARTE. Viva o Antônio Carlos, que desde que chegou vem adotando, pianinho, o 4-4-2. Viva a criatividade e a irreverência. Viva a criatividade no futebol, diremos eternamente! Mas como um esporte onde se enfrenta um adversário direto, superioridade nenhuma justifica o desrespeito. Imaginem se nós fossemos enfrentar um time da Copa do Brasil e saíssemos a meter chapéu por nada? Seríamos taxados de arrogantes imediatamente (ainda mais nós).

O Palmeiras sempre teve um judô muito forte. E esses esportes orientais de luta ensinam bem: se você tem um adversário a sua altura, respeite-o. Se você for superior, respeite-o ainda mais. Repito, nós já aprendemos isso na pela há décadas: futebol arte sempre. Mas nenhuma habilidade deve justificar desrespeito.

Os sinos de Belém
E lá fomos nós pro Pará, pra pegar o Paysandú. Eu nem falo mais nada, pois ainda lembro do chocolate que levamos desses caras, anos atrás. Mas a história agora é diferente, jogadores diferentes, diretoria diferente… se é que isso ajuda… pra mim, como disse acima, é que o Zagalera está sendo coerente nas escalações e busca manter o mesmo padrão. Nosso maior problema continua sendo a LD: com o Figueroa machucado estamos jogando com o Eduardo. Jogar o Márcio Araújo no setor, e o Edinho pra ser volante com o Pierre foi a opção encontrada na última partida.

O importante é ter força na defesa e meter pelo menos um golzinho. Aí, a volta pra casa fica tranquila. Estou botando fé nessa “frente nova” com Ewerthon e Robert (o desencantado!). Um fixo, outro abrindo. E nem precisamos massacrar o Cleiton ou o Diego, pois temos o Lincoln que pode entrar pra aliviar um dos 2. Ou seja, começamos a ter opção de banco. Bom, é isso aí galera… o negócio agora é transformar esse bom momento e padrão. Círculo virtuoso de apoio e confiança. É nóis fratellada. Vamos nessa Palmeiras!!!

NAVIRAIENSE É O ESCAMBAU!

dom, 14/03/10
por roberto galluzzi |
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Com todo respeito (ao grande Navi), que nos desculpem a linguagem momentaneamente chula, mas…

CHUPA IMPRENSA!!! NAVIRAIENSE DE VERDE E BRANCO É O SEU TRASEIRO GORDO!!!! QUEM É 4ª FORÇA AGORA???!!!! AQUI É PALMEIRAS, CAZZO!!!!!

CHUPA MADSON!!!! IMITA O PORCO DE NOVO, IMITA!!! OS ÚLTIMOS QUE HAVIAM FEITO ISSO CAÍRAM DE 4, E ASSIM FOI DE NOVO, VALEU!!!! VAI LÁ NEYMAR, DANÇA NO CHUVEIRO AGORA, PUNK DE BUTIQUE!!!! HaHAHAAHHAH hahahahhahahahahhhh!!!!!! PALMEIRAS, PALMEIRAS, PALMEIRAAAASSS!!!!

Que coisa mais linda fratellada… no melhor jogo do ano até agora, com o time achincalhado, diziam que o Santos havia feito 10 e agora faria ainda mais… tóóóómem!!! Em casa, de virada, delicioso!!! PALMEIRAAASS!!! E ver o time no final, batendo no peito, o Marcos, mostrando o símbolo aos berros de “É PALMEIRAS!”, todos os jogadores comemorando juntos, mostrando a veia, o coração, o Antônio Carlos cumprimentando cada um dos jogadores, efusivamente… é de chorar. Inesquecível.


A comemoração se justifica. O momento que o Palmeiras vem é delicado. Questionado por todos, o time precisava mais do que nunca de uma partida pra se afirmar, pra se juntar, pra se unir, pra provar a capacidade que todos duvidavam que teria. E assim foi. Mas não foi de qualquer jeito, foi de forma espetacular. Por estarmos perdendo por 2×0. Pelo adversário estar jogando muito bem. Pelo adversário estar jogando em casa, pedir falta em qualquer esbarrão e termos ainda saído com dois cartões, logo no início dom jogo.

Foi um jogaço. O Santos explorou muito nossa direita, nitidamente nosso pior setor (começamos com o Eduardo, no 2º tempo entrou o Márcio Araújo pra tentar algo). Mas por alí, tomamos um sufoco, precisamos melhorar muito. A zaga ainda dá espaços, mas no geral, Danilo, Léo e Edinho forma bem. As laterais continuam deficientes. O baixo número de jogadas de perigo pelo setor mostram isso. Pior ainda quando analisamos na parte defensiva, onde o adversário via de regra encontra espaço. Mas o Armero mostrou que pode cruzar, como no 2º gol (belíssima jogada pela esquerda).

Mas conseguimos compensar pelo meio. O Pierre até falhou numa ou outra no começo, mas depois se recuperou e ajudou bastante na cobertura. Mas onde ganhamos mesmo foi na atitude geral. De não se entregar, de ousar, de atacar. E o Robert teve sua tarde. 3 GOLS!!! Se continuar assim, cala a todos e mantém a posição. Grande Robert! O Ewerthon não teve muita chance, precisa se encontrar um pouco melhor, abrindo pra entrada do Cleiton e do Diego.

Os dois homens de criação também foram bem, o Diego não se furtou de jogar, o Cleiton deu boas assistências. Esse Lincoln, que entrou faltando 20, também parece ousado. Linda retomada de bola e passe pro mais lindo gol do Robert, um petardo de fora da área com efeito que deixou o goleiro adversário com a espinha torta. Golaaaaaaaaço, toda vizinhança ouviu!

É aquilo que dizemos… frente a uma imprensa imediatista nos últimos, o discurso da torcida se torna puro veneno, puro descrédito e revolta. Mas qualquer análise minimamente mais acurada mostra que o time tinha problemas evidentes (situação de caixa delicada), perdeu jogadores de formas que não queria, precisava trocar de técnico (caro e sem diálogo com o elenco), trocou, colocou que poderia, se reforçou… ou seja, não há começo de temporada assim que possa apresentar bons resultados logo de cara!

Vou repetir: ganhar esse jogo NEM DE LONGE é a solução de nossos problemas. Mas mostra que há um caminho, que muitos duvidavam. Agora eu não duvido que esse elenco esteja unido. Que esteja numa boa sintonia com o treinador (que não tinha desde o Luxa). Que se abrace antes de entrar no campo e fale: podemos. Esse time mostrou hoje que pode honrar a nossa camisa. Mas um jogo não faz campeão. Precisamos incorporar esse espírito assim como vestimos a camisa pra entrar em campo. Um pouco mais aqui, um pouco menos alí, mas via de regra, esse é o espírito.

O Marcos (herói, jogou machucado) bem disse ao final da partida: o torcedor não estava acreditando porque estávamos jogando mal mesmo. E se, somente se, repito, incorporarmos esse espírito de entrega total, de cooperação e vontade, lotaremos o Palestra Itália, empurrando o time da forma como ele sempre precisou. Bater no peito, na veia, mostrar o símbolo, é tudo o que sempre fizemos. E graças ao espírito de equipe que o elenco mostrou e a tradição dessa camisa, fomos correspondidos. Impossível dizer outra coisa… lamento por quem duvida, PARABÉNS A QUEM ACREDITA… FRATELLADA, ISSO É PALMEIRAS.

Palmeirenses… ma non troppo.

qui, 11/03/10
por roberto galluzzi |
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Por muitas vezes já ouvi a expressão: “não se pode julgar alguém mais torcedor que outro”. Bem, essa é uma afirmação que gera debates. Mas ainda que não possamos discutir quantidade (se alguém torce “mais” que outro), podemos discutir “qualidade” (se alguém torce “melhor” que outro).

Proponho um novo paradigma. O que é ser um bom torcedor? Aos olhos do clube, alguém que frequente os jogos em casa, que compre camisa, salgadinho, refri, pipoca, plano de torcedor, bandeira, touca e etc.. Que apoie o time nos jogos, incentive amigos e defenda as cores. Até aí tudo bem, cada um com seu estômago. Acontece que pra fazer isso o torcedor tem que estar motivado. Aí é que entra a informação e a desinformação.

O melhor torcedor é o apaixonado consciente. Aquele conhece as dificuldades do time, mas não deixa de acreditar, num só instante, na sua capacidade para superá-las. Cito um exemplo: a possível contratação do Vitor, lateral-direito do Goiás. Pelamadrugada, é um lateral que qualquer, repito, qualquer time brasileiro gostaria de ter. Aí vamos lá, cedemos uns por empréstimo e a galera já passa a valorizar, como nunca antes, Wendel, Sacconi e o Daniel (ou o Marquinhos).

Nossas laterais estão carentes. Na esquerda, o Armero é um bom jogador numa fase ruim. Esforçado pacas, útil pro arroz e feijão. Além dele o Gabriel, que volta de contusão. Já na direita temos o Figueroa, que apoia mas não marca e o Wendel que chega mas não resolve. O Vítor já deveria ter vindo ano passado, mas o Goiás bateu o pé. Agora perceberam que o moleque precisa de “mais espaço” e liberaram. Ótimo.

Mas ainda assim, o que temos? Espinafre… toneladas de espinafre. Olha, fora a cor da leguminosa, em nada me apetece. Haja suco gástrico pra digerir tudo isso, o que deve gerar uma azia absurda. É um círculo vicoso… quanto mais se critica, mais azedo fica. Quanto mais azedo, maior a crítica… e aí vai. E num instante, um mundo de Hardys e Lulas Moluscos está formado.

O que quero dizer pessoal, é pra cada um torcer como quiser, mas de forma consciente (e um pouquinho mais unidos, não seria mal). Nossa torcida consegue, sozinha, fazer mais estragos no time do que qualquer hostilidade vinda de fora. Isso não é raro, mas aqui parece ser regra. Vamos xingar, cobrar, exigir… mas vamos também acreditar, compreender, entender e defender nossas cores, acima de tudo.

Lembrem-se que um time é, antes de mais nada, um conjunto de valores em torno dos quais uma coletividade se uniu. E nunca, jamais se esqueçam do que faz um palmeirense: a crença na força de seu trabalho, no valor de sua cultura e na beleza de sua arte. E que quando alguém vier aqui só pra vociferar ou dizer “cansei”, saiba que é dessa bandeira que estará abrindo mão. Não é só de um time que estou falando… e sim de uma paixão. Palmeiras, sempre.

Só vence quem acredita

ter, 09/03/10
por roberto galluzzi |
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Raça e vontade. Nas palavras do Cleyton Xavier, os ingredientes que nos levaram a grandiosa vitória contra o poderosíssimo Sertãozinho. Vencer o lanterna do campeonato paulista deveria ser algo corriqueiro, mas as circunstâncias tornaram o embate uma epopéia.

Primeiro porque uma derrota já traria especulações do tipo “vai cair o técnico ou o time?”. Segundo, porque o time ainda está longe de ter se acertado em campo e precisava de um bom ambiente antes do clássico.

Vamos ressaltar o seguinte: técnicamente ainda nos está faltando muito, mas o time vem mostrando vontade, pelo menos. A defesa ainda bate cabeça, as laterais são muito carentes e o ataque não é solidário, querendo sempre resolver de primeira… mas…

Temos um bom meio campo que pode ainda ficar melhor. Quem disse que não podríamos vencer sem o Diego? Oras, e não ficamos mais rápidos na troca de bolas? Pelo menos isso… não digo que ele não deva voltar, apenas que o time não deve jogar em função de um só cidadão.

Antes de mais nada, gostaria apenas de lembrar uma coisa: existem muitas pessoas influenciadas por uma mídia incendiária, imediatista e sensacionalista. Eu não defendo João nem José, mas a admistração esportiva, principalmente no que tange ao futebol de massa, é muito mais difícil do que julga nossa ingênua, estúpida e vã filosofia, alimentada por uma imprensa que descontextualiza inúmeros fatos para salientar suas manchetes… irmãos, vos digo…

Quando o Palmeiras decidiu, ano passado, preservar seu elenco contra a janela européia, deixou de vender jogadores e colher receita. Tudo em nome de quê? Da manutenção de um time forte o suficiente para conseguir o campeonato brasileiro. O time foi mantido, reforçado e a única peça que parecia destoar, o comandante (Luxemburgo), foi mandado embora.

Mas tal projeto não poderia ficar a cabo de um treinador sem experiência, ainda que tivéssemos o excelente Jorginho. E trouxemos o Muricy. Mais uma vez, para termos o time mais forte possível para ganhar o campeonato. Só que tudo isso tem um custo muito grande. E o esporte é uma aposta. Temos um presidente que aposta no Palmeiras, que acredita… só que o Palmeiras perdeu. E isso não sairia de graça. Fato que a imprensa ignora.

Viramos o ano com um time desacreditado e enxovalhado. E sem dinheiro. E – impensável – fora da Libertadores. Todo o projeto, voltado pra isso, foi alterado. E sem as verbas de participação no principal torneio do continente, como poderíamos manter o Muricy? Sua contratação foi um equívoco, sem dúvida. Mas o que mais impressiona é a incapacidade de alguns entenderem as dificuldades inerentes a administração de um clube como o Palmeiras.

Chega a dar dó a forma como a imprensa torra em sua fogueira uma multidão de incautos, de opiniões torta e toscamente formadas por notícias superficiais e descontextualizadas. E la nave va…

Tudo isso pra dizer o seguinte, pessoal: temos um time dentro do possível. Não foi possível (nem seria prudente) manter um Muricy, então vamos com o Zago mesmo, que pelo menos é boleiro, fala a língua dos jogadores e – o mais importante – não quer aparecer mais do que o elenco.

A diretoria fez seus erros bizarros – como faltar equipamento médico essencial, fisiologia tosca, marketing patético, contratações duvidosas… mas vem se empenhando de forma constante no futebol (não vendeu, contratou), não hesita em dispensar quem não apresentou resultado (Muricy, Cecílio), aumentou as receitas (patrocínios) e diminuiu as dívidas (só ano passado mais de R$20milhões pagos em impostos atrasados). Veja quem quiser.

Por essas e outras, digo e repito: futebol não é fácil. Não podemos exigir uma vírgula de quem já perdeu a paciência, mas deixo aqui um SALVE pra todos aqueles que sabem que o Palmeiras é muito mais que isso, mas ainda que não deixando de protestar contra qualquer situação que não corresponda a nossa tradição, tampouco deixa de acreditar na força dessa camisa. Criticar sim, mas deixar de torcer, jamais. Nem mesmo quando faltar só 30″ de jogo… DÁ-LHE PALMEIRAAAAAAAAAASSSS!!!


Obs1.: Robert, se não é pra ajudar, não atrapalha meu filho. Depois reclama que a torcida pega no pé…

obs. 2.: Marcão, tua resposta ao cuspidor da imprensinha marrom foi magnífica. Nem dê mais audiência, pois o dia em que transmitirem um jogo apenas com som do estádio e indicação de quem está com a bola, nunca mais precisaremos dessa papagaiada inútil. Abraço!

Culpa de quem?

qui, 04/03/10
por roberto galluzzi |
categoria 1

Quando dissemos, no post passado, que havíamos perdido pra água, pouca gente entendeu que um time com mais toque de bola é mais prejudicado do que outro que não pratica tanto esse fundamento. Tudo bem, o importante era mostrar que poderíamos ter saído com a vitória, tivéssemos mais condições de jogo.

Mas e agora? O que é que vou dizer lá em casa, ou melhor, aqui no blog? A demora na publicação do post deve-se exclusivamente ao estado catatônico em que me encontrava, haja vista a quantidade de “tarjas pretas” que tive que mandar goela abaixo, depois da rodada de ontem. Por pouco não volto pro sanatório… ô meu San Gennaro…

Vamos xingar o Cipullo? Bem, é a figura central dessa situação… com certeza será cobrado por mais uma sequência de vexames pela qual passamos. Vivemos hoje os efeitos colaterais de um planejamento equivocado, que formou um time incapaz de reagir ao menor contratempo. O semblante desolado do Diego Souza ao ser substituído foi o retrato disso.

Numa partida onde o Armero foi o melhor, podemos ter noção da desgraça técnica. Entendo até mesmo aqueles que defendem a saída do Marcos, mas quem quiser ofendê-lo não terá mais espaço aqui. Nem a pau, Juvenal.

O problema é o seguinte: mesmo com toda essa situação precária, temos pouco espaço pra manobra. Isso significa que já contratamos e dispensamos quem podíamos. Vamos trocar de técnico novamente? Não, seria uma piada parecida com aquela do Murtosa. Vamos pedir jogador com reforços que nem estrearam ainda? Também não. Gritar “fora Belluzzo” também não vai ajudar . Ou seja, pouco nos resta além de esbravejar, protestar, clamar por mais competência. Mas isso tem pouco efeito prático além de alimentar manchete de jornal.

Efeito prático mesmo teria algo do tipo que aconteceu em 2003, quando após aquela derrota bizarra pro Vitória, em pleno Palestra, dispensamos meia dúzia de cuecas frouxas e subimos a molecada. Quem sabe não funciona agora? Mas o que faríamos? Já subimos zagueiro, lateral, atacante… então vamos lá… que vaga pode ser melhor preenchida?

O Marcos pode até ir pra reserva, mas se alguém tripudiar em cima será sumarimente bombardeado. SALVE MARCOS. Além disso ele se supera sempre e boto fé total nele. Vai Marcão… liga pra gritaria não.

A zaga… esperar que o Maurício Ramos volte logo e reforçe a situação. Não temos maus zagueiros, mas a cozinha está uma zona.

As laterais… grande problema… Gabriel Silva pode ajudar? Armero vai melhorar? Figueroa continua dando espaços, Wendel não alivia. Situação bem complicada.

Os volantes ainda nos garantem. É dos setores mais bem assistidos. Não precisamos mexer muito, só em caso de necessidade.

Meio campo: sai o Xavier? Acho que não… sai o Diego? Bom, eu tenho um palpite que as coisas podem fluir um pouco melhor com um ar novo alí. O Lincoln, talvez. Marquinhos… difícil (não impossível). Mas é um setor que eu não hesitaria em mexer, fosse o medalhão que fosse.

E no ataque, bom… salve Ewerthon e mais alguém. Deus permita que ele “ache” um dupla e parta pro abraço.

Mas o maior problema que o time irá enfrentar agora será a pressão da bancada. Pedir pro Palmeirense ter paciência e apoiar o time parece o mesmo que pedir pro cidadão acreditar em político… é exigir muito da boa vontade. Então pessoal, fratellada querida… que o coração palestrino se manifeste, mas que continue acreditando. Não há dificuldade que não possa ser superada com UNIÃO e COMPETÊNCIA. Essa é nossa lição. E que, seja qual caminho que formos seguir, que seja PRA FRENTE e não um retrocesso. É nóis Verdão… quanto maior a tempestade, maior o empenho. FORÇA, PALESTRA!

Água 1 x 0 Palmeiras

seg, 01/03/10
por roberto galluzzi |
categoria 1

Tudo bem que ainda estamos longe do futebol bonito que o Antônio Carlos disse que buscaria. Mas é inegável que o resultado da partida seria outro, não houvesse caído o aguaceiro que caiu sobre Rio Claro neste domingo. O tempo prejudica as duas equipes, mas aquela com mais toque de bola tem seu futebol tremendamente prejudicado com tais condições.

Fomos amplamente superiores no 1º tempo, tendo sofrido gol numa das poucas oportunidades de ataque adversário. O cidadão girou em cima do Souza, que ficou a ver navios e deixou o cara a queima roupa com o Marcos. Isso não se faz, Souza… presta atenão, per favore!!! Outro que ficou a desejar foi o lateral esquerdo Eduardo, que parecia um pouco nervoso com a oportunidade. Mas com o tempo e algumas sequências de jogos acho que o moleque pode deslanchar. Mas não foi muito bem não.


Aliás, no meio daquelas poças era difícil achar quem se destacasse. A dupla Robert/ Lenny, que poderia trazer alguma novidade, não emplacou nenhuma jogada que desse alguma emoção. Pelo contrário… cada um jogou apenas para si, concluindo jogadas em que o companheiro até aparecia melhor colocado. Mas isso é coisa pro Zago arrumar com o tempo. Só que não temos tanto tempo assim… pelo menos pro Paulista.

Não acho que o resultado tenha sido expressivo ou marcante. É bom pra que a empolgação não tome conta geral e a galera continue ciente que tem muito, mas muito a melhorar ainda. Desde desatenções na defesa, passando por carências sérias nas laterais e falta de entrosamento no ataque. Temos reforços chegando, mas de nada adiantarão se não houver muito entendimento, conversa e entrosamento. Cada vez que vejo um jogador tentando resolver a jogada sozinho pra pintar de bonitão no DVD, tenho a certeza da distância que temos do ideal. Consciência de time, espírito de equipe… ou temos, ou lamentamos. VAMOS BUSCAR, PALMEEEEIRAAAAASSS!!!!

Clareando…

sex, 26/02/10
por roberto galluzzi |
categoria 1

Bem que dissemos que era melhor começar a temporada sob desconfiança e ir melhorando aos poucos. Tudo bem, jogamos contra uma equipe que disputa a série D do brasileiro, cujo maior craque é o Jardel, que consegue a proeza de se contundir no aquecimento… mas beleza.

A disposição da equipe é outra, o astral é outro… só do Robert ter feito gols já está valendo. Repito, com todo respeito ao Menguinho Piauiense, pouco podemos avaliar, mas algo pode ser visto. O Ivo por exemplo… nem sabia quem era o cidadão, agora ele já se apresentou.


O Diego Souza mal havia chegado ao banco de reservas quando seu substituto fez o que ele mesmo já deveria ter feito, caindo pela esquerda com velocidade e cruzando uma venenosa, sublimamente aproveitadada pelo Edinho, que encaixou um voleio “petacular”. Dá-lhe garooooto!!! Mutcho prazer Ivo!

O adversário pode ter sido frágil, mas era justamente o que precisávamos, depois do clássico, pra aliviar a tensão, entrosar e jogar mais solto. O único que acabou desperdiçando muito mais chances do que devia foi o Saconni… ô pé descalibrado! Recebeu uma açucaradas e nada.. enfiou umas tortas, que ningém conseguia buscar. Uma lástima. Mas de resto foi bom.

O melhor de tudo é ouvir o treinador dizendo que o Palmeiras busca um futebol bonito. Pra quem conhece a alma palestrina (e estou acreditando que ele não a esqueceu), sabe que uma declaração como essa soa como música aos nossos calejados e maltratados ouvidos.

Mas talvez ainda haja outros “melhores de tudo”…  a estréia do Lincoln, do Ewerthon e a volta do Maurício Ramos. Sinceramente, fora o Ewerthon que já deve chegar pra ser titular, o Zago terá uma bela dor de cabeça pra saber como encaixar essas novas peças. Só sei que finalmente começamos a ter peças de reposição e um banco decente! Ótima pressão em quem é titular…

Animados, renovados e motivados… só agora a temporada está começando pra nós. Até mesmo o Armero teve uma faixa estendida em sua homenagem! Definitivamente, o clima é outro… o importante agora é não cair no papinho da imprensa que irá encher a bola do treinador com blablablás de 100% e tals. Ninguém melhor que eles pra incentivarem uma discórdia entre qualquer elenco.

Então Zago, fica piano, não deixe ninguém ficar aparecendo demais no holofote, pois é no conjunto e na união que venceremos. Essa é a receita… ninguém aparecendo mais que ninguém, e o time crescendo como um todo. E que o poço infernal em que vínhamos afundando fique tampado pra sempre, com sua rolha eterna. É NÓIS PALMEEEEIRAAAAAAAAAAAAAAAASSS!!!!

Confiança!

qui, 25/02/10
por roberto galluzzi |
categoria 1

E lá vamos nós, fratellada… agora para aquela traiçoeira da Copa do Brasil… aquela que o adversário vem como franco atirador… se é o Flamengo-PI ou o Itapipoca, pouco importa. O que o time precisa agora é de confiança, então nada melhor do que um sacolejo monster, daqueles de lavar a alma, vitória de mão cheia… mas com a enterna ressalva… nada de empogação. Aliás, nem cornetagem nem empolgação. Torcer conscientemente.

Uma das melhores notícias é a recuperação do Maurício Ramos, desde que seja definitiva. Muitos discordam, mas a saída dele do time, ano passado (por contusão), zuou o barraco. Pode não ser o zagueiro perfeito, mas tem velocidade, precisão e está aprimorando o posicionamento. Com quem ele deve fazer dupla, não sei. Mas pra mim é ele e mais alguém. A não ser que ele não volte bem e demore pra pegar ritmo de jogo. A zaga é das nossas posições mais disputadas, com Danilo, Edinho, Léo, Gualber e o Maurício. Equação pro Antônio Carlos resolver… melhor pra ele, que tem conhecimento no setor.

Já no meio, teremos o Lincoln em pouco tempo. Não sei ao certo que apito o moleque toca, mas como o treinador disse que o Diego joga no meio (e o Cleiton também), ou ele disputa uma vaga no ataque, ou terá que suar muito pra jogar no lugar do Diego ou do Cleiton. O melhor disso pode ser a sombra que o Diego terá no cangote… afinal, já vimos no passado que depois de um banquinho ele volta ainda melhor…

E agora também o Ivo, que é meio-atacante (é isso?). Pelo que consta é indicação do treinador, já jogou junto e tals. Parece que cai pela esquerda é rápido e, pelo menos na entrevista, empolgadão pela chance. Sem se ver atuar não se pode julgar… então prefiro esperar e torcer.

E no ataque… como é que o Ewerthon está jogando? Geralmente, quando chega da europa o jogador demora um pouco pra se adaptar a nossa velocidade e técnica. Mas ele é atacante e deve sentir menos a pancadaria dos armários europeus. Ao lado de quem ele deve jogar? Sei lá… uma partida não vai me fazer acreditar que o Robert é “o cara” pro ataque. Acontece que o prazo pra inscrição pro Paulista já era, então o negócio é se concentrar no que temos, como o Zago já ressaltou. E é lógico que ele vai puxar uma sardinha pro elenco, até rachão já disputou.

Não sabemos se a coisa vai andar certo ou não, mas talvez – digo talvez – fosse justamente essa psicologia que o time precisasse. Quantas vezes nós já havíamos pedido a “demissão” de fosse quem fosse o responsável pelo acompanhamento psicológico do elenco? Psicologia, hoje no esporte, é como a preparação física na década de 60 e 70. Um campo novo, em que nem todos acreditam ou conhecem, mas que proporciona retorno imediato à quem dele faz uso. Ou seja, conversa neles, Zago! Oriente, acolha, ouça, harmonize. E como você mesmo disse em seu twitter, confiança!

Cleiton Xavier

Declarou numa entrevista que preteriu duas propostas européias consideráveis pra ficar aqui. Ainda que na verdade ele não estivesse se sentindo preparado, são poucos aqueles que preservam a virtude de não abandonar o barco nas horas difíceis, pra quando sair, fazer pela porta da frente. Xavier, não és um qualquer… se não jogar hoje, sem problemas. Fique aí de resguardo, moleque…

A mídia e nós
Quando é que vamos ter uma mídia menos cáustica em nossa abordagem? É impressionante a má vontade que muitos tem em reconhecer qualquer mérito nosso, fazendo-o sob duras penas, ao passo que o contrário é inversamente oposto, sendo nosso menor deslize explorado sanguinolentamente. Os caras babam um ovo tremendo pra time com apelo de massa e pra time cheio da bagaça ($). E nós alí no meio, alvo preferido… querem apostar que serão Menguinho desde crianças? Depois não entendem nossa paixão… irmãos unidos contra toda perseguição! Fratellada, às barricadas…  PORPETTA NELES!!! PALMEEEEEIRAAAAAAAAAAAAAAAAASSSS!!!

Tolerância e paciência zero

ter, 23/02/10
por roberto galluzzi |
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Aaahhh Dio mio… quanta tragédia ainda teremos que assistir nesse mundo, até que o ser humano finalmente perceba que é prisioneiro da própria ignorância? Quantas grades erguemos nas últimas décadas? Quantas prisões construímos? Quanta barbaridade não assistimos ou vivenciamos?

Mais uma vez, em mais um lugar do mundo, o esporte – uma das mais elevadas manifestações humanas – foi usado pra que a ignorância mostrasse sua cara. Isso não é novo… o ser humano se trucida em nome de Deus desde que nasceu, imaginem se uma partida de futebol iria escapar da selvageria… andamos a passos largos para clássicos de uma só torcida. Aí todos aqueles que perpetraram alguma violência deveriam ir ao banco dos réus e ouvir: “felizes agora?”… assim rasteja a humanidade.

Aproveitando a onda da intolerância, aproveito pra esclarecer alguns pontos. Devo ter sido pouco claro nos últimos posts, transmitindo dúvida ou apoio ao novo treinador. Então vamos às colocações:

1) A saída do Muricy foi abrupta e a falta de sintonia entre ele e o elenco só veio à tona depois de sua demissão, então não poderíamos dizer que ele tinha que sair, apesar de termos dito, com todas as palavras, que o trabalho dele estava uma porcaria.

2) A partir do momento que ficou constatado essa desarmonia “elenco/comissão”, sua saída seria a única alternativa (mesmo porque o trabalho não rendia), então ponto positivo pra decisão da diretoria. O que parece errado foi a vinda do Muricy, em primeiro lugar. Mas isso é outra história.

3) Quem, em sã consciência, depois de uma bola fora como dessas do Muricy, poderia mostrar confiança na chegada de um treinador inexperiente perante um elenco sob forte pressão? A tendência natural é falar… “Ah, minha mãe Nossa Senhora!” Mas isso está muito longe de algo do tipo “A vaca foi pro brejo”. Uma coisa é expressar insegurança, que pode (e deve) ser dissipada. Outra é duvidar categoricamente, prejulgando antes de analisar o trabalho.

4) A vitória no clássico foi saborosíssima, mas nem de longe serviu pra que essa insegurança acabasse. Apenas foi amenizada. Ou seja… a ressalva quanto a capacidade do Zago ainda existe e só diminuirá ao longo do tempo. Mas ficou claro que o elenco precisava de alguém mais próximo, alguém que fosse mais paizão, amigo ou irmão… afinal, depois de 2 medalhões no banco, os jogadores pareciam querer alguém que falasse a mesma língua. Se o Zago será mesmo esse cara ou não, só o tempo irá dizer. Posso não dizer sim nem não. Mas digo, com certeza, espero que sim!

Finalizando, opiniões gerais:
1) Organizadas - devem ser fiscalizadas como qualquer cidadão ou entidade. Direito pleno de se expressar e nenhum de causar confusão – a quem quer que seja – recebendo punição exemplar por qualquer desvio de conduta. Ao clube cabe saber ouvir, sem se deixar afetar. Mas não se enganem… muitas vezes são usados como bodes expiatórios de outros problemas. Triste, mas verdade.
2) Diretoria – deve chamar a responsa pelos resultados. Se o Muricy foi uma aposta do Belluzzo, a chegada do Zago deve ter vindo de outro lado. Então, que o Cipullo assuma a responsabilidade de Diretor de Futebol que ele é. Afinal, o Belluzzo é presidente do clube todo. Já o Cipullo cuida só do futebol, então… responsabilidade a quem é devida.
3) Nosso BOTECO – não boicoto mensagem de ninguém (viu Neusinha?), desde que não haja ofensa pessoal ou tiração de outros torcedores (ainda que umas sejam divertidas pra apimentar). Jogo toda a semana na mega-sena e quina, pra que um dia possa ficar na rede, tomando água de côco e me divertindo no BOTECO, descendo geladas pra todos. Torçam, por favor…
4) Rivalidade – Ok, ok… não são nossos rivais.. mas sem essa de inimigo, vá (alimento de violência). Digamos assim, aqueles com que mais nos divertimos com a cassetada…

obs.: pêsames gerais pelas tragédias irreparáveis do fim de semana e votos para a melhora rápida e integral do treinador Gomes. Força aí meu.

obs.: próximo post sobre a volta do Maurício Ramos (sensacional), chegada do Ewerthon, Ivo (quem?) estréia do Lincoln, reforços Fred, a reforma no Palestra e outras positividades. Valeu fretellada…



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