A arte do bem jogar
Em 1ºlugar, nossas considerações ao Edmundo pela perda inestimável de sua mãe a Dna. Sirlei. Segundo o Marcão, o Ed já vinha mal por conta disso há meses e é importante que saibamos, porque por mais profissional que seja, algumas coisas sempre passam pras 4 linhas… tudo bem Ed, toda Luz com ela agora! E pra você também, conte conosco.

Força Ed, estamos aí.
Voltando
Ontem não teve Verdão. Mas dois outros jogos chamaram a atenção: do Barcelona e do Boca. O Barça está iniciando temporada, mas segue com aquela seleção trilionária de sempre. O Boca vem bem no campeonato argentino. Enfim, se haviam dois times aptos a apresentar um belo futebol seriam esses. Ambos venceram seus jogos (3×0 e 2×1) em ótimas apresentações. E por quê falamos disso agora?
Simples: a análise das duas atuações fornecem uma boa definição do que é o bem jogar. Parece ridículo, mas nossa equipe tem ignorado alguns dos elementos mais fundamentais do bom futebol, coisa com a qual não devemos nos acostumar nunca!
Quando o melhor futebol vence:
1) Não dá chutão da defesa pro ataque. Nos dois jogos houve um só chutão, do Boca, aos 35′ do 2º tempo;
2) Não se precipita na finalização, chutando de qualquer jeito a 30mts. do gol. Valoriza a pelota;
3) Age rápido. Mesmo que o ataque seja cadenciado, na hora da conclusão, sem rapidez, não se consegue nada;
3) Joga coeso, fazendo com que os jogadores corram juntos, no momento certo e não fiquem olhando pro seu companheiro com cara de “se vira”;
4) Ataca com 3 ou 4 jogadores: atacar só com 2 jogadores é exclusivo pra contra-ataques. No restante, se não houver ataque em bloco a marcação leva vantagem fácil;
5) Executa bem os fundamentos: bola grudada no pé, passes conscientes, inversões de jogo, cruzamentos venenosos;
6) Defesa Carrapato, não violenta, mas firme, constante e chata. Marca constantemente no campo adversário. Nisso é imprescindível a ajuda dos homens de frente. Técnico bom faz o atacante marcar (quando tem peças que o façam);
7) Joga com inteligência, achando espaços para preenchê-los rapidamente;
Os jogadores se doam pelo time. Trazem seu talento, deixando o ego de fora.
Parece óbvio, mas é bom termos em conta esses elementos, que sempre fizeram parte de nossa forma de jogar e não serão tempos de vacas magras que nos farão esquecer nossa essência. O Futebol-Arte da Academia. Isso é Palmeiras.

Ademir, Leiva e Maluco… sabiam pouco? Reparem na subida do Divino
rss do blog














