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MAIS UMA VEZ HAVAÍ

Sex, 28/11/08
por rico de souza |
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Aloha amigos! 

Conforme faço todos os anos, mais uma vez deixo o Brasil rumo ao paraíso do surf mundial, o Havaí.

 

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Tradicional pela qualidade das ondas e por todo o “life style” que o surf proporciona, o conjunto de ilhas do arquipélago havaiano é o meu refúgio e minha paixão já há muitos anos. Isto porque desde jovem faço questão de ir pra lá pelo menos uma vez por ano.

 

Confesso não ver a hora de chegar lá. Sempre é a mesma coisa. Por mais que eu já tenha ido diversas vezes, sempre que estou às vésperas de viajar pra lá é como se fosse a minha primeira vez. A ansiedade toma conta de mim antes de partir e fico sonhando com as ondas a cada dia que passa.

 

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Não só pelas ondas e pela paisagem do lugar, também gosto muito do Havaí pelas amizades que construí após estes longos anos de convivência com algumas pessoas que moram lá. Surfistas, empresário, shapers, fotógrafos e guarda-vidas, enfim, todos sempre me receberam de braços abertos e me trataram da melhor maneira possível.

 

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 Além disso, também aproveito minhas idas ao Havaí para estudar e trazer para o Brasil a tecnologia e o design de pranchas que são fabricadas lá. O Stand Up Paddle, por exemplo, é um tipo de prancha que a cada ano tento aperfeiçoar aos moldes havaianos para fabricá-los aqui no Brasil. As medidas que trouxe na temporada passada deram tantos bons frutos que em 2008 tive o prazer de realizar as duas primeiras competições de Stand Up no Brasil, uma durante o EarthWave Festival de Surf Ecovias, que aconteceu em Setembro no Quebra-mar de Santos, e a outra durante a última etapa do Petrobras Longboard Classic, recém realizado na Praia da Macumba.   

Que as ondulações venham!

 Aloha, Boas ondas,Rico de Souza. 

MICA, O NOVO CAMPEÃO BRASILEIRO

Seg, 24/11/08
por rico de souza |
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Aloha amigos! 

Como não poderia deixar de ser, desta vez vou falar de um dos melhores longboarders de todos os tempos, o atual campeão brasileiro Jeremias da Silva, nosso querido “Mica”.

 

 

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Nascido em Saquarema e local assíduo das ondas da Praia de Itaúna, Mica sempre disputou as etapas do circuito mundial e também do Petrobras Longboard Classic. Adorado por todos por ser uma pessoa descontraída e sempre de bem com a vida, é um verdadeiro batalhador que nunca deixou de correr atrás de seus objetivos nas competições, mesmo sem um patrocinador para ajudá-lo.

 

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Além disso, Mica integra há muitos anos o corpo de guarda-vidas de Saquarema e sempre foi presença garantida nos mares gigantes de Itaúna, mostrando-se ser um verdadeiro big rider.  

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Depois de muito tempo chegando perto de alcançar o título brasileiro, 2008 finalmente foi o seu ano, e de quebra, com uma participação espetacular. Primeiro foi vice-campeão na etapa de Jacaraípe, no Espírito Santo, depois terminou em quinto colocado em Pernambuco, e por último, com uma apresentação de gala, derrotou o mestre Picuruta Salazar, que buscava seu décimo título, durante a semifinal da última etapa do ano, que acabou de ser encerrada na Praia da Macumba e teve Eduardo Bagé como o grande campeão.

 

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Como premiação pelo título do circuito Petrobras Longboard Classic, Mica ganhou uma viagem dos sonhos para as ilhas Mentawaii, na Indonésia, e vai, sem dúvida nenhuma, botar pra baixo nas grandes ondas que quebram por lá. Confesso que esta foi uma das melhores viagens que já fiz na minha vida e espero que o Mica aproveite ao máximo tudo que ele merece.

 

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Mica, me leva junto pra Indonésia! Rs…

 

Parabéns, você merece isso e muito mais.

 Aloha, Boas ondas,Rico de Souza

Tenda SONY, Diversão garantida no Petrobras Longboard Classic

Sex, 21/11/08
por rico de souza |
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Aloha amigos!

Como muitos sabem, o Petrobras Longboard Classic já começou e os títulos brasileiros das categorias amadoras e da categoria Profissional estão em disputa na Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro.

Em clima de confraternização, a galera do pranchão está mais uma vez mostrando suas habilidades nas baterias, e fora d’agua ainda continua predominando o companheirismo entre todos os atletas.

Diferente das outras etapas realizadas, a novidade deste evento é a tenda promocional da marca Sony, especializada em produtos eletrônicos.  Nela as pessoas que estão prestigiando o campeonato têm a oportunidade de conhecer toda a linha de produtos da marca, utilizando os mesmos para registrar tudo que está rolando. Posteriormente todos os vídeos produzidos pelo publico através das filmadoras Sony serão postados na página da marca no Youtube.

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Além disso as pessoas que quiserem voltar para casa com uma recordação do Petrobras Longboard Classic poderão tirar uma foto alucinante em cima de uma prancha de surf com um fundo artificial em forma de onda.

 Outra atração da tenda Sony é o concurso da melhor frase “Qual foi a maior onda que você tirou na sua vida?”. As seis melhores respostas serão selecionadas e os vencedores ganharão como premiação uma prancha RICO novinha com pintura da Sony.

Quem quiser conferir toda a ação é só aparecer na Praia da Macumba entre os dias 21 e 23 de novembro.

Aproveito e deixo aqui um grande abraço para todos os funcionários da Sony que já prestigiaram o campeonato.

Aloha, Boas ondas, Rico de Souza.

GLENDA KOZLOWSKI, BODYBOARDER DE ALMA

Qua, 19/11/08
por rico de souza |
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Aloha amigos!

Desta vez vou prestar uma homenagem a grande bodyboarder e jornalista Glenda Kozlowski.

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Com bastante habilidade nas ondas e muita dedicação nas competições, todos já sabiam que algum dia ela seria uma atleta de ponta no cenário do Bodyboard internacional. Desce cedo já destacava-se nos campeonatos realizados no Brasil e rapidamente passou a integrar a minha equipe de atletas de bodyboard, a Boogie Board Rico.

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Em agosto de 1987, com apenas 13 anos de idade, a Glenda foi disputar o campeonato mundial de Bodyboard no Havaí com todos os integrantes da equipe e seus pais confiaram em mim para levá-la e ajudá-la na viagem. Graças a Deus tudo acabou dando certo e a Glenda não só conquistou seu primeiro título mundial de Bodyboard, como se tornou a campeã mundial mais jovem daquela época.

  

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Lembro-me como se fosse hoje o quanto eu fiquei orgulhoso de trazê-la de volta ao Brasil como a grande campeã mundial da modalidade. Além disso, fico eternamente feliz por ter ajudado a plantar uma semente que ainda rendeu muitos frutos em sua brilhante carreira. Isto porque a Glenda ainda foi campeã mundial mais três vezes, faturando os títulos de 1989, 1990 e 1991, além de ter vencido por cinco vezes o campeonato brasileiro de bodyboard.

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Depois disto ela tomou um outro rumo em sua carreira profissional, desta vez dedicando-se ao jornalismo esportivo. A Glenda entrou para a equipe de jornalistas da Rede Globo de Televisão e é reconhecida por levar o melhor do mundo do esporte para a casa de milhões de telespectadores. Entre alguns de seus trabalhos que não posso deixar de citar estão o telejornal esportivo diário “GloboEsporte”, na qual ela é a apresentadora junto com o jornalista Tino Marcos, além de já ter participado da cobertura das Olimpíadas de Atenas, em 2004, da Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, e mais recente nas Olimíadas de Beijing, em 2008.

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Deixo aqui todo o meu carinho e respeito pela Glenda, que na minha opinião é espetacular, dócil, humilde e uma verdadeira campeã.

Continue sempre sendo essa pessoa maravilhosa que nos traz muitas alegrias.

Boas ondas, Aloha

Rico de Souza.

1964: Madeirites invadiram a Praia da Macumba

Seg, 17/11/08
por rico de souza |
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 Aloha Amigos,

Outro dia eu recebi uma foto por email do meu amigo Marcos Souza, que é uma verdadeira relíquia para as memórias do surf brasileiro, principalmente, para o surf carioca. Uma página da revista “O CRUZEIRO “, em 18 de janeiro de 1964, mostrava a Praia da Macumba no período em que suas ondas eram pouco exploradas e apenas a primeira tribo do surf nacional é que cruzava a cidade para surfar lá.

Eu fico muito saudoso dessa época do berço do surf brasileiro, pois logo após esse período, eu comecei a surfar e explorar os picos do recreio também. fotoprontamacumba84madeirie.jpg Nossos pioneiros foram os mergulhadores da caça-submarina, no fim da década de 50, eles surfavam de madeirites no Arpoador quando as ondas apareciam e o mar não apresentava boas condições para o mergulho.

Fiquei surpreso com essa foto, pois reconheci várias figuras que estão nesse registro, como o Walcyr, que foi um grande surfista e mergulhador, e também o Marcos Valle, que ao lado do seu irmão Paulo, se tornou um dos grandes nomes do movimento da Bossa Nova.

Outro nome que me venho a memória dessa época também é o do Roberto Fontes, o Betinho, que era amigo da família Valle e na minha concepção foi um dos melhores surfistas do Brasil. Quem teve o privilégio de assisti-lo surfando pode confirmar o que estou dizendo. Posso até mesmo comparar o surf dele com o australiano Wayne Lynche ou com nosso grande Nat Young.

Aproveito até mesmo para pedir para meus amigos que acompanham o Blog, caso alguém tenha o contato do Betinho atualmente, que me envie por email através do site (ricosurf@globo.com).  

Esse registro é realmente incrível, basta você analisar a Macumba hoje em dia e comparar com o passado. Naquela época ninguém ia surfar nessa região, a Prainha e o Grumari nem faziam parte dos roteiros da tribo do surf, assim como a Barra e a Reserva, apenas o Canto do Recreio e a Macumba começavam a ser explorados por essa rapaziada. Era raro você encontrar surfistas nessas praias, quando acontecia era como se fosse um surfari, com uma galera reunida e um dia inteiro atrás das ondas.

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É muito bom poder ter acesso a esse tipo de recordação e por isso, eu fiz questão de dividir isso com vocês. Relembrar essa galera reunida, tanto o pessoal das madeirites e do pranchão, a tribo do surf que respirava a mesma cultura, os mesmo pensamentos e objetivos, todos concentrados na zona sul carioca, isso chega a me arrepiar.

Acho que foi pensando em manter essas raízes, que há alguns anos, eu tive a visão de escolher a Praia da Macumba como o ponto de encontro oficial da tribo do pranchão, através da criação do Rico Point. Minha idéia sempre foi poder ter o Rico Point como o porto do longboard carioca, no pico que é o paraíso do pranchão na cidade maravilhosa. Acho que podemos considerar as ondas da Macumba, o Malibu do Rio de Janeiro.

É legal pensar como o surf evoluiu de lá para cá, antes só um grupo seleto tinha acesso às ondas desses picos que eram considerados distantes, a galera surfava apenas por paixão, sem grandes competições, hoje, a Praia da Macumba se tornou o principal palco dos evento de longboard do país e revela novos talentos dos pranchões todos os dias.

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Gostaria de agradecer ao Marcos por ter me feito recordar momentos tão espetaculares da história do surf através dessa foto. Com certeza, essa irá para o acervo de fotos do Museu do Surf Rico. Aproveito também para convidar todo mundo para assistir a última etapa do Petrobras Longboard Classic, que acontece dias 21, 22 e 23 de novembro, na Praia da Macumba! Será mais um grande espetáculo dos melhores atletas do longboard brasileiro!

Aloha e Boas Ondas,

Rico de Souza

Foto 01/Legenda da própria matéria do O Cruzeiro: Nove “pranchistas” que enfeitiçam os freqüentadores das praias cariocas com seus malabarismos sobre as ondas. São eles, da esquerda para direita: Marcos Souza, Walcyr Rabelo, Eduardo, Paulo Sérgio, Jaime, Marcos Valle, Sérgio, Geraldo e Armando. Foto 02: Visão aérea do canto do Recreio e parte da Macumba. Foto 03: Eu e a jovem Chloé Calmon no Rico Point na Macumba.  

MAIOR PRANCHA DO MUNDO DE 9,16 METROS

Sex, 14/11/08
por rico de souza |
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Aloha Amigos,

Ontem eu fiz o lançamento da mais nova prancha do recorde na inauguração do Museu do Surf no Downtown. Estiveram presentes vários jornalistas e também um público grande interessado nos tesouros do surf, que colecionei ao longo da minha vida no esporte.

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Essa prancha mede 9,16 metros e será meu novo desafio na tentativa de quebrar mais uma barreira no surf. A tarefa não será fácil, mas estou me preparando para cumpri-la.

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A condição ideal para a tentativa do recorde é um mar pequeno, em torno de meio metro. Como existe uma previsão de entrar um grande swell no meio dessa próxima semana, eu tive que transferir a tentativa para o sábado dia 22 de novembro, durante a última etapa do Petrobras Longboard Classic. Conto com a torcida de todos vocês!

Outra coisa interessante que aconteceu no lançamento da prancha foi a presença da mulher com as pernas mais longas do mundo, a russa  Svetlana Pankratova, que tem 1,96 m de altura e 1,32 só de pernas. Ela é muito simpática e adorou conhecer o museu do surf e a nova prancha gigante, que eu apelidei de “Moby Dick”.

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 Comemorando o Guinness Day, o pessoal da Ediouro aproveitou para pedir a ela que me entregasse o certificado de holomogação do recorde de 100 surfistas descendo a mesma onda, recém conquistado em Santos durante o Festival de Surf Ecovias. Eu fiquei muito feliz, pois essa é mais uma grande conquista para o surf brasileiro, que continua superando limites. Esse recorde demonstrou a força, união e trabalho de equipe da tribo do surf que esteve presente e participou no Quebra-Mar.

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Também queria aproveitar para prestar uma homenagem a minha equipe, que está sempre empenhada em trabalhar para realizar nossos eventos e incentivar o longboard brasileiro.

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Aproveito também para convidar todos para irem torcer no fim de semana de 21 a 23 de novembro, tanto para os atletas do pranchão, quanto para a tentativa do recorde durante o a última etapa do Petrobras Longboard Classic.

Boas Ondas e Aloha,

Rico de Souza

TIÇA MAGALHÃES, UMA AMIGA DE VERDADE

Sex, 07/11/08
por rico de souza |
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Aloha amigos!

Desta vez vou falar sobre uma amiga de longa data, a Tiça Magalhães. Tive o prazer de conhecê-la numa época em que o Windsurf crescia muito no Rio de Janeiro, mais precisamente na Praia do Pepê. Seu irmão, o Léo, costumava velejar junto com o Ricardinho, campeão brasileiro de Windsurf daquele ano. Também freqüentávamos bastante o Arpoador e o Píer de Ipanema.

 

Lembro-me que logo depois de ser finalizado o campenato mundial de surf da África do Sul, em 1975, os atletas havaianos acabaram vindo comigo para o Brasil, já que teriam que passar por aqui de qualquer maneira, e aproveitamos para realizar o 1º campeonato internacional de surf no Rio de Janeiro, realizado na Praia do Arpoador. 

 

 

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O fato mais engraçado disso foi que todos os gringos ficaram hospedados na casa da Tiça, que não só os recebeu em sua casa, como também os levou diversas vezes para surfar no Recreio e em Saquarema. Os gringos gostaram tanto de vir ao Brasil que ano seguinte voltaram pra casa dela para participar do Waimea 5000. Dentre os que ficaram hospedados lá não posso deixar de citar: Rory Russel, Woll Chapman, Simom Andersom, Denis Peng, Buzzz, Fudge e Terry Fitzgerald.

 

 

 

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Também nunca irei me esquecer dos bons momentos que passamos juntos no Havaí. A Tiça morou durante seis anos lá e sempre que eu ia surfar em Honolua Bay, com o Ricardo Bocão e com o fotógrafo Paul Cohen, o Gordinho, passávamos para comer na casa dela, que era bem próximo dali. Ela sempre gostou muito de cozinhar e tive a oportunidade de jantar muitos de seus deliciosos pratos.  

 

 

 

 

 

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Mas a culinária não era apenas um hobbie na vida da Tiça. Cozinheira de primeira linha, assim que ela voltou do Havaí acabou montando um restaurante chamado “Boca Cheia”, que possuía uma comida ótima. Também já escreveu cinco livros de receitas e atualmente dá consultoria para restaurantes, hotéis, spa´s, quiosques e fábricas, além trabalhar como personal cook na casa de algumas pessoas.

Deixo aqui toda a minha admiração por ela e também pela sua família, principalmente pelo sei filho Matheus.

 

 

Aloha- Boas ondas,

Rico de Souza.

 

 

 

OBS: LEGENDA DAS FOTOS POR ORDEM DE APARECIMENTO:

Le, Tiça e Ricardo em Julho de 1982;

Tiça, Sua mãe e Ricardo Bocão;

Kadu Moliterno e Tiça no Havaí;

Tiça Magalhães e seu filho Matheus.

UMA HOMENAGEM À TODOS OS SALVA-VIDAS

Ter, 04/11/08
por rico de souza |
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Aloha!

Hoje vou fugir um pouco das postagens que costumo escrever aqui para homenagear o G- MAR e todos os salva-vidas do Rio de Janeiro. É o mínimo que eu poderia fazer por essas pessoas que fazem um trabalho exemplar e salvam milhares de vidas, dando um verdadeiro exemplo de cidadania.

 

Eu e a minha prancha de remanda de longas distâncias.

  

A idéia surgiu enquanto eu fazia um passeio pelo mar do Rio com a minha prancha de remada, que sempre utilizo para percorrer longas distâncias. Na ocasião remei do Canto do Recreio até a subida da Prainha e no meio do passeio me deparei com alguns salva-vidas em treinamento, visando o próximo verão, que sempre é uma temporada movimentada para esses “grandes homens do mar”.

 

Salva-vidas curtindo o treinamento na Praia da Macumba.

Salva-vidas curtindo o treinamento na Praia da Macumba

 

 

Por isso aproveito esta oportunidade para deixar um forte abraço à todos os salva-vidas e também à três pessoas especiais que tenho muito respeito e uma muita admiração: O Coronel Ricardo, comandante do G-MAR da Barra, o Coronel Andrade, comandante do G-MAR do Recreio e também o Coronel Araújo, do G-MAR de Botafogo.  

Estes são alguns amigos de longa data e que já foram comigo visitar diversas escolas e universidades para fazermos palestras sobre ecologia, esporte e a importância de uma vida saudável. Chegamos a realizar mais de 30 palestras em todo o Rio de Janeiro e sempre levávamos um oficial do G-MAR para falar sobre a prevenção de afogamentos.

 

Deixo claro o quanto me sinto orgulhoso de ter um bom relacionamento com todos que trabalham no G-MAR há mais de 30 anos. Tenho uma grande admiração pelo trabalho que é desenvolvido por todos eles e sei o quanto é difícil ser um salva-vidas porque já estive na pele deles e também salvei algumas pessoas no mar.

 

Agradeço também toda a tribo do surf, que sempre colaborou e respeitou o trabalho do G-MAR.

 

Boas ondas,

ALOHA – Rico de Souza

ROMEU ANDREATTA, UM REALIZADOR

Seg, 27/10/08
por rico de souza |
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Conheci o Romeu Andreatta, se não me engano, no início dos anos 80. Nossa amizade sempre foi calcada no respeito e na admiração mútua. Temos valores, estilo de vida e uma grande identificação em termos profissionais que nos aproxima bastante. Acho que posso dizer que somos realizadores, pessoas que metem a mão na massa a despeito do que está acontecendo: crises, mudanças na economia, etc. 

romeu_em_jaws.jpg    E isso, sem dúvida, gera polêmicas e como diz o Romeu, “Somos a caravana para a qual os cães ladram”. Tenho muitas recordações sobre o Romeu. Uma delas foi quando fui homenageado pela Alma Surf pelos meus cinquenta anos. A revista, capitaneada por ele, fez uma produção bem legal me citando como um ícone do surfe e fiquei muito feliz com a homenagem.  O Romeu hoje é responsável pelo crescimento de um nicho bastante diferenciado no surfe brasileiro, o da cultura surfe. Ele, que é um grande surfista e big rider, sempre esteve à frente de iniciativas como a criação da Abrasp, do SuperSurf, hoje promove a  “ Mostra Internacional da Arte e Cultura Surf” um evento que está no seu sexto e que faz parte de um movimento mundial de valorização da cultura surf.    romeuandreatahawaii-072.jpg    Em nossas conversar o Romeu gosta de falar do surfe de uma maneira que lhe é muito peculiar. Acreditamos no surfe como uma maneira de viver, com valores, cultura, o nosso estilo de vida, mas também um esporte radical, que envolve desafios e radicalidade.  O mercado editorial do surfe brasileiro deve muito ao Romeu. Ele é um dos fundadores da Fluir e hoje toca a Alma Surf, uma revista que trata o surfe de uma outra maneira,  muito mais voltada para seus costumes, sua cultura e seu comportamento.

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A revista é bimestral e sempre traz reportagens bastante interessantes do nosso universo.  Tenho a honra de ser um dos colunistas da revistas, que a cada número me surpreende pela sua qualidade editorial e suas ótimas reportagens. Esse é mais um trabalho do Romeu que já está fazendo história e marcando seu território no mundo do surfe. Fica aqui meu grande abraço para meu amigo Romeu.

Desejo que todos os seus belos projetos se realizem e que ele continue com todo o gás difundindo a nossa cultura! Aloha e boas ondas, Rico.      

O MULTIFACETADO ROSALDO CAVALCANTI

Qua, 22/10/08
por rico de souza |
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Aloha amigos, 

No post de hoje vou falar de um amigo de longa data, o competente jornalista Rosaldo Cavalcanti. Conheci o Rosaldo lá pelos idos dos anos 70, através do Ricardo Bocão, que me apresentou ele. Na época o Rosaldo era da equipe de surfe do Bocão. Ele foi um ótimo competidor durante os anos 80 e inclusive conseguiu um excelente nono lugar no Waymea 5000 de 1980 e o detalhe é que ele estava surfando com uma prancha shapeada por mim. Se não me engano esse foi o melhor resultado do Rosaldo como surfista profissional no Circuito Mundial.

rosaldo6.jpg   Lembro-me de um episódio bem inusitado que o Rosaldo presenciou, se não me engano em 1978. Naquela época éramos proibidos de surfar no Arpoador depois da nove horas da manhã. Eu, Rosaldo e vários amigos, estávamos surfando quando chegaram os guardinhas.  Os militares sempre nos tiravam da água. Mas naquele dia o mar estava muito bom! Quebrando atrás do pontão e  todo mundo estava na água. Na época, o Arpoador era o centro do surf brasileiro onde tudo acontecia. Aí os guardinhas tiraram a maior galera da água, entre eles eu e o Rosaldo e acabaram apreendendo algumas pranchas…entre elas a minha.rosaldo1.jpg Mas eu não me conformei e quando os guardinhas estavam se preparando pra levar a minha prancha pisei nela e a quebrei no meio e  entreguei dois pedaços pros guardinhas! Era uma Rico novinha e o Rosaldo até hoje se lembra dessa história. Segundo ele, que era bem moleque, seu sonho era ter uma prancha Rico e não acreditou quando viu a minha atitude em protesto. Essa foi uma história bem marcante. E hoje o Rosaldo se tornou um dos mais influentes jornalistas especializados em surfe do Brasil. Ele atuou e atua em vários nichos do esporte: produz eventos, filmes, campeonatos, escreve, enfim, é um cara multifacetado.   rosaldo4.jpg  O Rosaldo é um estudioso do surfe. Apesar de não colecionar pranchas como eu, ele tem sempre no mínimo dez modelos em seu quiver. Ele também se interessa pela história do esporte e está sempre pesquisando e inclusive coleciona, livros, filmes, revistas e todos os registros relacionados ao mundo do surfe. No que concerne aos eventos, ele foi o técnico da equipe brasileira que representou, e muito bem, o Brasil no Mundial de Ondas Grandes, realizado em 1998, no qual nosso big rider Carlos Burle sagrou-se campeão em Rodrigo Resende ficou com a quinta colocação. rosaldo3.jpg

Rosaldo também foi o produtor do Tow In World Cup, primeira competição em nível mundial da modalidade, realizada em 2002, nas poderosas direitas de Jaws, na ilha de Maui, Havaí. O evento foi um sucesso e dessa vez quem se deu bem foi Rodrigo Resende, que fizera dupla com o havaiano Garret Mcnamara.

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 urle e Eraldo ficaram em terceiro. Atualmente o Rosaldo dá aulas no curso de Gestão de Negócios em Surfe, na Universidade Estácio de Sá, além de estar produzindo um documentário sobre o Arpoador. Fica aqui o meu abraço e um Aloha para meu amigo, o grande jornalista Rosaldo Cavalcanti.  Fotos em ordem: surfando em Mentawaii, trabalhando, jogando pra dentro na Indonésia, com Derek Hynd, com a família na Austrália.


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