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Economia forte faz o futebol brasileiro ser invadido pelos jogadores estrangeiros

sex, 19/02/10
por thiago lavinas |

Pato Abbondanzieri se apresenta ao Inter

Pato Abbondanzieri se apresenta ao Inter

O goleiro argentino Pato Abbondanzieri é só mais um que chegou. O fato é que o futebol brasileiro descobriu nos últimos anos a facilidade de se contratar jogadores estrangeiros, principalmente sul-americanos. Praticamente todo grande clube brasileiro tem, atualmente, um jogador de fama internacional que não nasceu por aqui.

O Internacional, por exemplo, agora tem cinco estrangeiros no elenco. Além de Pato Abbondanzieri, o clube já contava com os argentinos Guiñazú e D’Alessandro e com os uruguaios Bruno Silva e Sorondo. Além do técnico Jorge Fossati. A lista é grande. No Flamengo, a gente pode encontrar o sérvio Petkovic e os chilenos Maldonado e Fierro. No Fluminense há o argentino Dario Conca. A dupla de ataque do Botafogo é formada pelo uruguaio El Loco Abreu e pelo argentino Herrera.

No Cruzeiro está o equatoriano Guerrón, algoz do Fluminense na final da Libertadores de 2008. O Atlético-MG têm o goleiro Carini (URU), os zagueiros Benitez (PAR) e Cáceres (PAR), sem contar Jairo Campos (EQU). No Corinthians há os laterais Escudero (ARG) e Balbuena (PAR), além do meia Defederico (ARG). No Palmeiras estão o colombiano Pablo Armero e o chileno Figueroa. O Coritiba tem o argentino Ariel. O São Paulo conta com o lateral Adrian Gonzalez. O Atlético-PR segue com o colombiano Valencia. Apenas para citar alguns exemplos.  

- O Brasil hoje tem uma moeda forte e valorizada, principalmente no cenário sul-americano. Por isso ficou mais fácil para os clubes brasileiros contratarem jogadores dos países vizinhos. Passou a ser um novo e bom mercado – explica o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, que no início do ano apostou em El Loco Abreu e Herrera.

A dificuldade, segundo o dirigente, passou a ser conseguir informações sobre jogadores de países sem tanta tradição.

- De uruguaios e argentinos é mais fácil você conseguir referências. Agora de jogadores do Equador, da Colômbia, do Chile e de outros países complica mais. Por isso é importante ter calma na hora de contratar um estrangeiro – completou.

Torcedores tentam salvar o River Plate

sáb, 26/12/09
por thiago lavinas |

Um grupo de torcedores fanáticos do River Plate se juntou para tentar salvar o clube da crise financeira. Eles vão iniciar uma campanha de doações por telefone, SMS e Internet. O objetivo é que cada torcedor do River Plate doe R$ 6,25. O valor foi calculado dividindo a dívida do clube – cerca de R$ 75 milhões (US$ 43 milhões) – pelo número aproximado de torcedores do River Plate – 12 milhões de pessoas. Se todos os apaixonados pelo River Plate aderirem à campanha seria possível salvar financeiramente o clube, que terminou o último Torneio Apertura em 14º lugar entre os 20 participantes.

Se uma campanha parecida fosse feita no Brasil seria necessário que cada rubro-negro, por exemplo, doasse R$ 9,50 para quitar a dívida do Flamengo. Os vascaínos precisariam desembolsar R$ 14. Os gremistas pagariam R$ 16 e os torcedores da Portuguesa-SP teriam que doar R$ 60. Considerando a dívida aproximada desses quatro clubes  (incluindo a Timemania) e o tamanho de suas torcidas na última pesquisa feita pelo Ibope.

“Paga o que me deve, presidente”

ter, 19/05/09
por andre.rizek |
categoria Botafogo, Grêmio

Aconteceu no último domingo, no vôo que trouxe o time do Grêmio de volta de Belo Horizonte, depois da derrota de sábado para o Atlético Mineiro. Quando entrou no avião, o lateral Ruy se deparou com o ex-presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas (e que hoje trabalha no Galo), em uma das primeiras fileiras. Sem nem ao menos dar bom-dia, soltou em alto e bom som:

- Paga o que me deve, presidente!

Silêncio.

E o ex-jogador do Bota foi para seu lugar. Durante o vôo, alguns colegas do Grêmio repetiam em voz alta:

- Paga o Ruy, presidente.

O jogador reclama não ter recebido quatro meses de salário (setembro, outubro, novembro e dezembro de 2006) e o valor da rescisão de contrato de sua passagem pelo time em 2004, além de outros direitos trabalhistas.

Que desagradável…



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