Formulário de Busca

Conversa com Carlos Frederico, ex-Marketing o Sport.

sex, 26/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

-1

Conversei agora a pouco com o ex-Vice Presidente de Marketing do Sport Club do Recife, Carlos Frederico Fernandes de Melo, acerca de uma suposta polêmica que envolveu seu nome, a partir da audiência de tentativa de conciliação, no Juizado do Torcedor, na tarde desta ultima quinta-feira (25/02/2010).

Carlos Frederico me aponta que foi procurado, recentemente, pela empresa de confecção de ingressos BWA para prestar assessoria jurídica e de logística (dentre outros) a mesma. O serviço prestado leva em conta a especialização do ex-Vice Presidente em acessibilidade a eventos de grande porte, como em estádios de futebol e/ou shows.

Foi uma conversa bem preliminar, haja vista que Carlos Frederico prefere esperar a continuidade do processo judicial, com a audiência de tentativa de conciliação para o dia 11 de março do corrente. Explica que todos os pormenores do litígio, no qual os torcedores do Sport estão acionando o Santa Cruz e a BWA, serão entendidos por todos, inclusive por ser parte ilegítima na causa.

Frederico vai mais além ao dizer que sua “relação com a BWA é puramente negocial e que foi contratado por gozar de bons relacionamentos com a Federação de Futebol de Pernambuco, com todos os clubes do Estado, inclusive o Sport”, além do portfólio de ações que possui nesta área esportiva. Revela que a BWA não possui pessoal capacitado para este tipo de serviço em Pernambuco, tendo apenas prestadores de serviços para a parte operacional, como operadores de catracas, bilheteiros e congêneres.

Carlos Frederico não quis gravar entrevista, mas finalizou ratificando sua condição de ex-dirigente e que conheceu a BWA já dentro do próprio Sport, cujo trabalho já vinha sendo desenvolvido há, pelo menos, 8 anos. Segundo o mesmo, “não foi quem trouxe a BWA para o Sport”. Rechaçou, veementemente, qualquer tipo de comparação acerca das estruturas do Sport Club do Recife e Santa Cruz: “São contratos diferentes e a filosofia de acesso é outra”.

Você conhece

qua, 24/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

A Brasília amarela é aquela que tá de portas abertas pra mó da gente se amar, pelados em Santos.

A Brasília de Niemeyer é aquela que tem um predião batuta, cheio de alma de gato dentro.

A Brasília de Legião Urbana é aquele lugar onde todo luau é depressivo pacas, e os violões só funcionam com quatro acordes.

A Brasília de George W. Bush é aquele lugar que é capital de Buenos Aires, na África.

A Brasília que aparece de vez em quando ao lado do nome de um jogador é aquela que significa o adjetivo “ruim que só a miséria”. Vide Warley Brasília e Cristiano Brasília.

A Brasília dos corruptos é aquele lugar onde a galera não usa carteira e só guarda grana na cueca.

A Brasília dos estudantes é aquela que lasca todo mundo na prova de Geografia da quinta série, porque ninguém sabe se essa porra é capital de Estado ou do Distrito Federal.

A Brasília que aparece na variação “Brasilit” é fácil de reconhecer. Basta procurar algum telhado que tenha uma bola dente de leite em cima.

A Brasília da previsão do tempo é aquele lugar mais seco que cuscuz dormido.

A Brasília do presidente é aquele boteco grandão de meu deus, perfeito pra tomar Pitú com os amigos.

A Brasília dos médicos é aquele lugar em que o aborto é proibido e ninguém pôde fazer nada para impedir Dinho Ouro Preto de nascer.

A Brasília do rádio é aquela que não deixa você ouvir música, resenha esportiva, notícias e marca sempre dezenove horas.

A Brasília dos sonhadores é aquele lugar com praias belíssimas, loiras escandinavas e cerveja barata.

Agora esse Brasília que vai jogar com o Sport, eu nunca vi na vida. Mas espero poder dizer que é aquele time que levou uma surra da gente na primeira fase da Copa do Brasil de 2010, e inaugurou nossa caminhada rumo ao bi.

Ah, a Brasília de Caetano é aquele lugar em que a lei da gravidade funciona, embora ele não soubesse disso na época.

Cuidado com a história, Sport!!!

seg, 22/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

-1

Como dizem, os fatos mudam, mas a história sempre se repete na trajetória da humanidade.

Em 2001, com o slogan de “Em time que se ganha não se mexe”, o então Presidente Rubro-negro Luciano Bivar sustentou o mote de sua campanha para ter a confiança da tão ansiosa torcida do Sport: Era o tal “hexa” a caminho. Com um Náutico às traças e um Santa Cruz sem meter medo, era só manter o script que o Leão abocanhava mais um Pernambucano.

Na elite do futebol nacional, depois de um brilhante 5º lugar em 2000, com base forte, torcida empolgada e apoio de Deus e o mundo, estava tudo nas mãos de Luciano e sua equipe. De vento em poupa, caminhão carregado de açúcar até a calda é doce. Não é?

Eis que de repente, sem mais nem menos (pelo menos para os ouvidos dos pobres mortais da arquibancada, como eu) Luciano Bivar desmonta aquela equipe de Bosco, Russo, Adriano, Wallace, Sangalleti e Cia. Entregava-os (alguns desses) de mãos beijadas ao rival e também a taça. E o time do “balança, mas não cai” recebera no colo o presente do “quase-hexa”.

Luciano Bivar ficou marcado para sempre na nova geração de torcedores do Sport como o Presidente que “deu” o “hexa” ao rival!!

Em 2007, um Sport já erguido, nas mãos de Milton Bivar e Cia, recém promovido à elite do Brasil (naquele mesmo ano de Luciano o Sport era rebaixado), entrava como favorito ao Bi do PE e tinha, dentre os rivais, um Santa Cruz recém rebaixado.

Aquele Santa Cruz, rebaixado em 2006 à série “b”, tinha na sua Presidência Edson Nogueira. Edinho, como era chamado pela torcida tricolor, numa das suas ações onipresentes, trouxe para o comando técnico da cobrinha Givanildo Oliveira. Eles dois montaram a equipe para enfrentar o Sport de Gallo (hoje no náutico). Perdido no isolamento, Edinho viu seu santa cruz amargar um sexto lugar. E Givanildo, que nunca teve no seu forte montar time, ficou refém da boa conversa e da soberba do presidente tricolor.

Em 2010, vejo um Sport rebaixado a série “b”, sob a batuta de um Presidente onipresente, com um time montado por Givanildo Oliveira e uma torcida à beira de um ataque de nervos, porque sequer há burburinhos de contratações, mas a soberba de “Líder” persiste, assim como no passado!

Do outro lado, um Santa que não mete tanto medo, mas que não dá pra desprezar por ser um rival histórico. E um Náutico com os “renegados” pelo Sport…e Gallo. Assim como em 2001. Assim como 2007?

Como dizem…Os fatos são outros, mas a história sempre se repete!

O Flamengo é hexa e pronto

sex, 19/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

Galera, foi mal aí pela demora do post. Tava agorinha mesmo com uma galega que conheci no carnaval. Branquinha, olho azul, peitão. A bichinha não fala uma palavra em português, mas nem precisou. Ainda bem que minha namorada não vê problema nessas coisas. Se a mulher for internacional, ela deixa. Foi assim que peguei a Anna, alemã, a Sophia, búlgara e a Antonieta, lá de Cádiz, na Espanha.

Mas vamo falar de futebol, que é pra isso que a gente tá aqui. Já repararam como nosso time tá arrumadinho? Pô, o Júlio César desequilibra na lateral. Se ele jogasse nas europa já tava convocado pelo Dunga. Muito melhor que aquele pereba do Daniel Alves. Pois é, velho. Tô desconfiando que o Sport vai ganhar fácil essa Copa do Brasil. Fazia tempo que não via a torcida tão confiante nisso.

Pra mostrar meu entusiasmo, queria fazer um trato aqui com vocês. Tô apostando trezentos reais que o Sport ganha essa peste dessa Copa e ainda de goleada na final. E aí, topa? E digo mais: se a gente perder, abandono o blog e vou vender picolé na rua. Um por 15 e três por 50. Sacaram a jogada de marketing? Vai dizer que você não achou um ótimo negócio?

Mas deixem eu ir lá. Vou aproveitar que aqui no trabalho tá uma moleza hoje pra fazer umas coisas que não faço faz tempo. Assistir alguns vídeos do BBB, dar uma olhada em alguns blogs bacanas, talvez comer um caviarzinho pra sair um pouco da rotina de lagosta. Até porque daqui a pouquinho tenho que dar outros pegas na Maryeva, que chega de 18:30 da Rússia.

Oxe, porque tu tais aí fazendo essa cara? A brincadeira não era mentir?

É carnaval

qui, 18/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

Você beijou trinta pessoas por dia e não lembra o nome de nenhuma delas? Tudo bem, é carnaval.

Tinha um cara usando a cueca na cabeça e segurando um filhote de avestruz no ônibus a caminho de Olinda? Coisa mais normal do mundo, é carnaval.

Jogaram espuma, cerveja, água gelada, confete, papel higiênico molhado e uma miniatura do Fred Mercury em cima de você? Relaxa, é carnaval.

Você encontrou seu chefe vestido de Adolf Hitler no meio da rua? Tá perdoado, é carnaval.

Você foi pra Bezerros e pegou uma menina fantasiada de papangu, só que sem a máscara? É carnaval.

Acordou numa casa desconhecida com duas meninas, dois bodes e uma playboy da Fernanda Young? Ah, é carnaval.

O latão a dois poderia ser vendido numa cafeteria de tão quente que tava? Ok, é carnaval.

Seu namorado acidentalmente foi empurrado e foi parar nos braços daquela sua amiga gostosa? Essas coisas acontecem no carnaval.

O ônibus da volta tava lotado e você ficou de costas para um cara fantasiado de Kid Bengala? A gente não conta pra ninguém, velho. É carnaval.

Givanildo insiste no 3-5-2 mesmo sem uma zaga forte? O Sport empatou com o lanterna do campeonato? Nosso banco de reservas dá medo? Ciro não tocou a bola pra ninguém? Magrão saiu todo troncho no primeiro gol? Nosso melhor jogador é Júlio Cesar?

Agora me digam uma coisa. Sou eu que tô me estressando demais ou ainda é carnaval?

Venderam cerveja em lata de Red Bull? Acabou num instante? O som tava tosco? Não tem desculpa, nem era carnaval ainda.

#fail

Hoje tem Quanta Ladeira

qui, 11/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

E aí, vocês vão?

Pra quem não sabe, o Quanta Ladeira é um bloco de carnaval aqui de Recife, formado por artistas famosos e outros nem tanto. Todo ano, essa galera se reúne e faz um show só de paródias bem escrotas de músicas conhecidas. Já rolaram versões de Nação Zumbi, de Alceu Valença e até de música cubana. Todas com letras tirando onda de coisas que tão acontecendo. Já falaram de Obama, de Lula, do Parque Dona Lindu, de Chico José e do cu de um monte de gente.

Pois então. Eu tava aqui pensando com meus botões, e depois que esses putos não me deram nenhuma idéia, eu cheguei à seguinte conclusão: essa história de pensar com botões não faz o menor sentido. Mas depois, cheguei à outra conclusão: se a galera do Quanta Ladeira quisesse fazer alguma paródia do futebol pernambucano, o que não ia faltar era pano pra manga. Taí uma expressão que faz sentido. A menos que você imagine que a manga seja uma fruta, aí lascou. Enfim, reformulando pra não dar margem pra nenhum pensamento cretino: o que não ia faltar era assunto.

Vejam só. Temos um time que se veste de rosa, outro que tá morto nas cuecas e temos o nosso, que vá lá, não tá essas coisas todas. Fico pensando aqui (sozinho, sem os malditos botões) que letras o Lenine faria sobre o campeonato pernambucano. Não faço idéia. Mas eu e Filli pensamos nessas aqui.

Novo hino do Santa (no ritmo do Hino do Elefante, ou Hino de Olinda, sei lá)

O Santinhaaaaaaa!

Vai nem jogaaaar!
A quarta!

Divisãããoão!

Teu torcedor

tricolor

se afundou

não tem quinta divisão

não tem não

Se deu mal

Vai torcer para voltar

O peladão alto astraaaaaaal!

Madeira no timbuzinho (no ritmo de Madeira do Rosarinho)

Coitado do timbuzinho

não joga nada, só faz apanhar

Foi lá pegar o Central

E acabou levando um piau

A torcida não faz barulho

A Casa da Barbie é um vazião

Queira ou não queira os alvirrubros

O Sport vai ser pentacampeão

Voltei, segunda (no ritmo de Voltei, Recife)

Voltei, segunda!

Foi o Sílvio que me trouxe pelo braço!

Quero ver Santo André, Bahia, Icasa e Ipatinga

Vou ganhar umas e outras e subir no cagaço!

—–

É, talvez o Lenine fizesse melhor. Por isso, hoje à noite, eu prometo ficar quietinho na platéia, só ouvindo.

Aproveitando o Pernambucano…

qua, 10/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

-1

Sabem, fiquei aqui pensando com meus botões…o que seria “afunilar o campeonato”? Seria chegar na reta final do certame na ponta do casco, aquele time de bravos guerreiros, com a cara engraxada, soando sangue e no seu mais alto padrão físico de competição?

Vá lá! Um time bem montado, com um técnico experiente ou até mesmo com uma revelação que busque o lugar ao sol. As peças do elenco interagindo naquela valsa concatenada ou mesmo o frevo dos jovens talentos. Foi assim que o Sport fez nos últimos quatro anos. Ressurgindo das cinzas de 2005, a competência de fora de campo refletiu dentro, com os quatro pernambucanos e a Copa do Brasil. Afinal de contas, Clube de Futebol vive de taças! É ou não é?

Em 2010, tudo está diferente e a tônica do dia, podemos dizer, do campeonato é o tão propalado quadrangular final. Como disse o outro: não adianta 1.000 pontos se na reta final, quando “afunilar”, empatar uma e perder a outra. Poderia falar em “tudo pra derrubar o Sport”, mas aí seria ser muito chorão. Chorar é no outro blog…

Bom mesmo é extrair dessa nova fórmula de PE o seu melhor. Num certame onde o principal objetivo é chegar entre os quatro, inteligente seria fazer os ajustes, reforçar o elenco e dar o padrão necessário para o time de série “b” que deseja, ao final do ano, subir à divisão de elite do brasileirão. Quando a cereja do bolo está lá na frente, bom mesmo é saber usufruir deste preâmbulo para corrigir as mazelas do time. O Bi-Penta é consequência.

Lá no funil, vamos se “pegar”. E, aí, meu amigo, pesa a camisa, a cancha do papa-títulos e o DNA de campeão. Contudo, se afinarmos o tom da música, “ninguém segura o Sport, não!”

Saulo e Daniel: exemplos? Receita?

ter, 09/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

-1

Injetar experiência e qualidade no elenco. Mesclar a juventude das revelações de base com os ídolos da torcida. Dar cancha ao time principal e chance aos reservas (até pra se sentirem valorizados: “opa, professor, às ordens!”). Falando a mesma língua: comissão técnica, departamento físico e médico, diretoria de futebol e presidência do clube. Tudo isso sempre foi a chave e primeiro passou para o sucesso no futebol.

O goleiro Saulo é o exemplo. Por um acaso, o ídolo Magrão precisou de um pitstop nos departamentos do clube. Saulo, revelação, não pra gente, mas pro mundo, teve sua grande chance. Com excelente altura para goleiro, Saulo, também conhecido como Saulo “Avatar”, soube bem aproveitar a oportunidade. Provou ser uma excelente revelação e deu mostras (desde a época da seleção sub-20) que será um grande jogador. Com todos os fundamentos de arqueiro aflorando, no alto dos seus 1,98 m, o novo paredão do Sport tem o que a torcida rubro-negra mais gosta: tranqüilidade e eficiência. Sem muito alarde, sem acrobacias, Saulo passa confiança à torcida. E quando um jogador cai nas graças da torcida do Sport…tá no céu!

Por outro lado, segundo tempo de partida, a torcida, num coro só: “Da-ni-el Pauliiiiissstaaaaaaaaa!, Da-ni-el Pauliiiiissstaaaaaaaaa!” Reconhecimento, convocação, torcida e ídolo. Tudo ao mesmo tempo. Daniel entrou, meio zonzo ainda, mas só a sua presença em campo deu aquele tom de “ufa, como é bom ser Sport”, na torcida! Ainda faltam umas vinte milhas para Daniel voltar aos seus velhos tempos, mas nunca se esqueça: jogador quando cai nas graças da torcida do Sport…tá no céu.

Enfim, pode parecer besteira, sonho, ilusão, pode até passar batido, mas esta receita de experiência com juventude, ídolo com sangue de casa, qualidade e raça, sempre foi usada por times campeões. É a ciência de se fazer futebol com dinheiro curto, recursos escassos, concorrência desleal no mundo cão do futebol.

Entender este mix e saber aproveitar as oportunidades pra montar um bom elenco é mais que revelar jovens talentos e preservas os velhos ídolos, é entender a diferença entre o Campeão e o Vice.

seg, 08/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

Vi a manchete de um site hoje que dizia o seguinte: “após vitória, Sport trabalha pensando no Ypiranga”. Agora me digam. Qual o erro dessa frase? Se você acha que pensando é com cedilha, meus parabéns. Você é um tremendo estúpido. Mas se você ficou puto porque nossa preparação está sendo voltada para ganhar essa porcaria de campeonato, então, você concorda comigo.

Enquanto a galera tenta decidir quem vai marcar Rosembrik, eu fico aqui pensando: quem é que vai marcar Robinho, Neymar, Paulo Henrique e Giovanni na Copa do Brasil? Beleza, ser campeão de novo com esse time talvez seja um pouco difícil. Mas vamos falar de outra realidade.

Ontem, eu tava vendo o “jogaço” Portuguesa x Ponte Preta na TV e me dei conta de uma coisa: os caras tão com times mais arrumados do que a gente. Athirson tá jogando um bolão na Portuguesa. Os caras da Ponte fazem altas tabelas com rapidez, chutam bem, são perigosos. E a gente aqui, comemorando os dois gols redentores de Nadson.

Bicho, o negócio é sério. O Náutico, que é aquele time cretino, tá só um ponto atrás da gente. É quase o mesmo rendimento. E se a gente não tá tão acima do Náutico tecnicamente, quer dizer que estamos lá embaixo a nível nacional. Não tô querendo dizer que tem que dispensar todo mundo e começar do zero. Mas acho que o Sport precisa de um pouco mais de inquietação.

Tem que se mexer, velho. Ir atrás de reforços, principalmente no meio de campo. Cadê esse Eduardo Ratinho? Veio sem perna do Corinthians? E a zaga? Vamos confiar em Elias no banco de reservas? Por que a gente não investe em um jogador diferenciado pra ser o maestro do time? Paga uma grana a mais e pronto. Tem jogador bom encostado nos times do lado de lá. É só procurar direitinho.

É preciso pensar grande, pensar na frente. Ano que vem eu quero ver os jogos do Sport narrados por Milton Leite, no domingo. Quero ver a gente jogar a Libertadores de novo, depois de uma final épica contra o Santos de Robinho. Mas o que eu queria mesmo era ter tido uma idéia bacana pra esse texto, que ficou puta sem graça.

Quem sabe esse vídeo não salva o dia:

Trivial. Pés no chão!

qui, 04/02/10
por pedro lazera |
categoria Sem Categoria

-1

Sabem…., o que eu mais queria escrever neste blog era sobre o desfile do Caminhão da Alegria, beirando o carnaval, no Beberibe, com o nascimento de mais um paredão na Ilha, com a honra de Igor, com show de Ciro, sob a batuta do mestre Givanildo, na Cirolândia do Arrudão!

Eu queria, sem esquecer, era mostrar a língua queimada pela partida de Zé Antônio, o fôlego do garoto e a personalidade assumida por estar só na cabeça de área. Se futebol é momento, Zé, pega este teu, pois felicidade é sorte e escolhas bem feitas.

Ah, como eu queria dizer que o velhinho Dutra já dá mostras que está quase no ponto de ser, mais uma vez, um dos melhores laterais do Brasil. E que Igor jogou como nunca, honrou como sempre e partirá com o nome cravado na nossa história.

Sim, porque Eduardo Ramos fez o gol da disciplina tática, mesmo subindo e descendo, armando e marcando e vice versa. E que Ciro fez de novo, descerrando a placa de homenagem de 96 anos, com um belo gol. Gol de quem sabe! Gol de quem é seleção!

Não vai dar pra falar nada disso porque, no dia após o clássico, só escutei nas resenhas as confusões das torcidas, as demissões ou não no rival, o despreparo dos dirigentes corais e a falta de compromisso com o principal consumidor do produto: o torcedor. São muitos senões!! Nada de ofuscar nossa aula de futebol.

No final das contas, deu o de sempre. O Leão foi, abocanhou mais uma vitória, aumentou a estatística de freguesia (agora são 218 contra 109 vitórias), com a patada demarcou território e ruma ao Bi-Penta com os pés no chão…

Normal. Trivial. Sem alarde! Tem muito trabalho pela frente. Nosso projeto vai além do caseiro pernambucano. Somos grandes e não vivemos de apenas um jogo.

E o jogo? Ah, a festa foi nossa e a ressaca deles. DNA de Campeão não é pra qualquer um. Em Pernambuco, só o Sport tem!!

“Ô, lê lê, ô lá lá, o Ciro vem aí e o bicho vai pegar….

Ô, lê lê, ô lá lá, o Ciro vem aí e o bicho vai pegar….”



Formulário de Busca


2000-2010 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade