Sem medo de cara feia

Kleber comemora o gol da virada
Alô Guerreiros que não desistem jamais!
Jogo sofrido esse o de hoje, hein? Mas, vencemos e isso é o mais importante.
Não foi nada daquilo que planejavamos para esta tarde de sábado na Toca da Raposa 3. Time completo, jogadores descansados, um time adversário teoricamente inferior. Tudo muito propício para uma vitória tranquila, quiçá, por goleada.
Entretanto, havia uma pedra no caminho, o bem postado time do América de Tiotió, que de bobo nada tem. Não entendo como esse time não está numa posição melhor na tábua de classificação.
O Cruzeiro teve um bom início e parecia que o time ia jogar com mais volúpia, envolvendo o adversário. Mas o América foi se ajeitando na marcação e conseguiu conter o ímpeto celeste. O time interiorano não se encolheu, marcou na saída de bola e conseguiu fechar bem os espaços do Cruzeiro, que mais uma vez demonstrou certa lerdeza pra fugir da marcação. Foi num contrataque veloz, nas costas do Leonardo Silva que o América marcou o seu gol, dando contornos mais dramáticos à partida.
O Cruzeiro do primeiro tempo foi muito mal, repetindo as atuações dos últimos jogos com pouca movimentação, muito passivo na marcação. Já o Cruzeiro do segundo tempo foi outro. No intervalo, o pito deve ter sido geral, mexeu com os brios dos jogadores que voltaram mais acesos.
As entradas do Roger e do Guerron deram ao time mais agudez nas jogadas. Foi de Roger, numa jogada individual, quando fingiu que ia na esquerda e puxou para a direita, que saiu o gol: no canto, sem chance de defesa. Guerron deu ao time mais velocidade e jogadas pela linha de fundo. Entrou muito bem o equatoriano que retornava de lesão.
Mas o empate era um resultado insatisfatório para o time de Adilson que dominava amplamente as ações no segundo tempo. Quando Kleber, num chute de fora da área, decidiu e marcou a virada. O Gladiador que havia feito um primeiro tempo abaixo da crítica, novamente foi decisivo. Um alívio assoprou os corações celestes e a vitória ganhava contornos definitivos.
Esse time do América realmente é bom na marcação, mas não é páreo para o Cruzeirão Arrombador Universal que não teme adversário algum, seja em a situação que for. Entretanto, dou razão aos rivais citadinos por terem temido tanto jogar lá em Teófilo Otoni. Um time que marcou tão bem o Cruzeirão, ganha tranquilamente dos rosados.
A Raposa de Ouro vai para o Kleber que decidiu a partida novamente. Embora eu tenha gostado muito do Fabinho também.
O Abacaxi vai para o Welligton Paulista que estava num dia muito ruim. Além dele, o Jonathan e o Gilberto me decepcionaram.
EM PRIMEIRO, O CRUZEIRO!!!!
Saudações Celestes!!!
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Fotos: Portal UAI

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Quando o jogo parou em virtude da chuva de pedras e também da falta de energia elétrica, o Cruzeiro já merecia estar na frente. Só não estava porque pecava nas finalizações, sobretudo de longa distância. Na volta do longo intervalo calamitoso, o time se manteve com a mesma pegada, mas errando no arremate final. Até que Wellington Paulista resolveu dar fim a tantos erros e acertou um belo chute do meio da rua que acertou a trave, as costas do Gleguer e morreu no gol. Golaço de sorte e competência.
Mas, com a defesa do Cruzeiro não há placar definitivo, enquanto há bola rolando. E o veterano pesadão Fabio Jr. marcou o segundo gol do América, deixando exposta, novamente, todo a nossa carência de qualidade na zaga celeste. Acredito que não temos hoje no elenco nem um jogador que seja capaz de fazer dupla com Leonardo Silva em alto nível. Reforçar esse setor é mais que preciso, é fundamental.

Olá Nação de Guerreiros,



No primeiro tempo, somente o gol do Eliandro, depois de um belíssimo passe do Roger e o pênalti desperdiçado pelo próprio Roger, foram os únicos lances que valeram a pena ter ido ao jogo.




O Ituiutaba aproveitou-se disso e também do desentrosamento e da falta de costume do Cruzeiro em jogar com esse esquema, e foi melhor no primeiro tempo. Rafael destacou-se, realizando defesas importantissimas, deixando intacto o gol celeste. O Cruzeiro pouco agredia o time da casa. O ataque com Wellington Paulista e Eliandro mostrou-se ineficiente, pois Paulista se via tendo que voltar para buscar a bola, e essa não é a dele. Somente em alguns poucos lances de bola parada que o Cruzeiro levou algum perigo à meta ituiutabana.
Mas o placar teimava em permanecer virgem, apesar das tantas investidas de ambas as partes. Os goleiros faziam a sua parte ao evitarem que suas metas caíssem. Quando tudo se encaminhava para o OXO infâme, desrespeitoso com o público, Fabinho experimentou de longe e contou com a contribuição do goleirão para fazer o gol e endereçar os três pontos para o time da Toca.



