Formulário de Busca

Confiamos em Deus, e acreditamos neste grupo! Avante, Náutico!

Ter, 25/11/08
por milton neto |

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E agora? 36a Rodada (Faltam 2)

Dom, 23/11/08
por milton neto |
categoria E agora?

boaviagem.jpgFaltando 2 rodadas para o final do brasileirão, já poderíamos ter garantido a permanência, na primeira divisão, caso tivéssemos vencido o Figueirense, em Florianópolis – quando empatamos o jogo em 3 x 3 e ficamos com um homem a mais. Todavia, a derrota deixa o timbu com a obrigação de vencer pelo menos mais uma vez, podendo garantir a manutenção na primeira divisão, com 43 pontos – a depender de uma combinação de resultados perfeitamente possíveis e prováveis.

Com aproveitamento de 37,03% (40 pontos em 36 jogos), o Náutico poderá se manter com uma vitória sobre o Atlético-PR (ou, em último caso, sobre o Santos).  39,47% (45 pontos) livraram o Goiás do rebaixamento em 2007, 38,59% (44 pontos) livraram o Palmeiras em 2006, 40,47% (51 pontos). quando o campeonato tinha 22 equipes e livraram a Ponte Preta, em 2005, 36,95% (os mesmos 51 pontos, quando a competição tinha 24 clubes) livraram o Botafogo em 2004 ou 36,26% (50 pontos com 24 equipes, que livraram o Grêmio, em 2003.  Seguramente, com 44 pontos, o timbu não será rebaixado. E, assim, com 40 pontos, restam 4 a serem conquistados.  1 vitória e 1 empate nos próximos 2 jogos, contra Atlético-PR e Santos (na Vila). Lembrando que podemos escapar com 43 pontos, desde que: - Vasco não ganhe as duas partidas (eles têm que vencer os dois jogos para nos ultrapassar e, empatando um só – contra o Coritiba, no Couto ou Vitória, no Rio – estará atrás do timbu); - Figueirense não ganhe as duas partidas (eles têm que vencer os dois jogos para nos ultrapassar e, empatando um só – contra o Botafogo, no Rio ou Inter, em Floripa – estará atrás do timbu); - Portuguesa não ganhe as duas partidas (eles têm que vencer os dois jogos para nos ultrapassar e, empatando um só – contra o Sport, no Canidé ou Cruzeiro, no Mineirão – estará atrás do timbu); - Ipatinga não nos alcança. - Atlético-PR perca para nós e não vença o Flamengo (se empatarem, na Arena, ficarão com 43 pontos, mas possivelmente com saldo pior que o Náutico – desde que o timbu não seja goleado pelo Santos); - Santos perca para o Atlético-MG e, dependendo do saldo de gols, pode ficar atrás do timbu, com um empate, na vila contra o Náutico. 

Vencendo o Atlético-PR (não se pode pensar em outro resultado) chegaremos aos 43 pontos e dificilmente seremos rebaixados.

 

Obrigado, Muricy!

Dom, 23/11/08
por milton neto |
categoria Charge

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Obrigado, Mestre! Pelo título do centenário e pela hegemonia do Hexa, em 2001! Pelo bicampenato, em 2002. E por muitas outras alegrias! Saudações Alvirrubras.

Palpite: Quem será rebaixado?

Sáb, 22/11/08
por milton neto |

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Ipatinga – Com 34 pontos e um péssimo aproveitamento em casa e fora, praticamente já garantido na segunda divisão.  Principalmente porque enfrenta o Palmeiras, em São Paulo, o Grêmio em casa e o Fluminense, no Rio. Teria que vencer todos os jogos, para escapar. E, com seu aproveitamento terrível, não tem como fazer isto.

 

Portuguesa – Com 37 pontos, a Lusa só ganhar mais um jogo - em casa, contra o Sport - e somar 40 pontos. Mesmo se vencer os 2 jogos, só chega a 43. E para piorar, o vice-campeão brasileiro de 96 tem o último jogo contra o Cruzeiro, no Mineirão. O Cruzeiro tem aproveitamento de 66,66% em casa e deve ganhar da Portuguesa, que com 40 pontos, não se mantém na primeira divisão. E com 43 e um péssimo saldo de gols (-19) está com um pé na segunda divisão.

 

Figueirense Com 38 pontos, só pode chegar a 44 (que seguramente o livra do rebaixamento). Tem o Botafogo, no Rio. É jogo chave. Mas não pode sequer empatar, pois assim, só chegaria a 42 pontos – o que o leva para a segundona. Assim, só vencendo o Botafogo, para continuar sonhando com a primeira divisão. O Figueira aposta na desmotivação do clube carioca e nos desfalques do Inter (seu último jogo – em Floripa), por conta da final sulamenricana, para vencer os 2 jogos que precisa. Mas o grande problema é que só escapa com as duas vitórias.

 

Vasco – Tem 37 pontos e pega o São Paulo, logo de cara. Jogo da vida do Vasco. Se perder, só chega a 43 pontos (que ainda podem livrar da segundona – dependendo de uma combinação de resultados). A derrota também significa uma pressão psicológica, quase insuportável para o time carioca, na reta final. Um empate contra o São Paulo é menos traumático, mas também não resolve. Terá que vencer 2 dos 3 jogos e ainda, empatar o terceiro, para não ser rebaixado. Ou seja, vencer o Coritiba no Paraná e o Vitória, no Rio, empatando com o São Paulo. Só assim escapa.

 

Náutico – Com 40 pontos precisa vencer o Atlético-PR de qualquer jeito, no caldeirão dos Aflitos, para somar 43 (pontuação que pode fazer com que escape – dependendo de resultados). Se não quiser ficar na torcida, basta vencer o Atlético-PR e empatar em Santos. O timbu tem 8 vitórias (Goiás, Botafogo, Atlético-MG, São Paulo, Santos, Ipatinga, Vitória e Cruzeiro), 5 empates (Vasco, Internacional, Grêmio, Palmeiras e Portuguesa) e 5 derrotas (Sport, Coritiba, Figueirense, Flamengo e Fluminense) no Recife (pois jogou nos Aflitos e Arruda), num aproveitamento de 53,70%. Fora de casa, o timbu venceu 2 jogos (Fluminense e Vasco), empatou  5 (Ipatinga, Botafogo, Sport, Internacional e Coritiba) e perdeu  11 jogos (Grêmio, Palmeiras, Flamengo, Portuguesa, Vitória, Cruzeiro, Atlético-PR, Goiás, Atlético-MG, São Paulo e Figueirense), num desempenho de  20,37%.

 

Atlético-PR – Com 42 pontos, só precisa de uma vitória (ou dois empates) nos 2 jogos que terá pela frente, para se manter na primeira divisão. O problema é que 1 das 2 partidas será longe da Arena (no caldeirão dos Aflitos), onde o desempenho do furacão não é dos melhores. Aliás, é muito ruim. Perdeu 13 vezes (Inter, Atlético-MG, Goiás, Santos, Cruzeiro, Sport, Vitória, Flamengo, Palmeiras, Portuguesa, Grêmio e Fluminense), empatou 3 (Botafogo, Coritiba e Vasco) e venceu apenas 2 ocasiões (Ipatinga e Figueirense), com um mirrado 16,66% de aproveitamento. Pega um Náutico no jogo da sua vida, em Recife (no caldeirão), para, decidir sua permanência na Arena, contra o Flamengo. Mas basta 1 vitória, que tudo vira festa para os curitibanos.

 

Santos – Com 43 pontos parecia que o Santos estava tranqüilo. Ledo engano. Não está. O peixe tem que empatar pelo menos 1 dos 2 jogos que ainda lhe restam. Joga contra o Atlético-MG, no Mineirão. Jogo fora de casa, onde perdeu 11 vezes (Flamengo, Cruzeiro, Vitória, Atlético-PR, Figueirense, Palmeiras, Náutico, Goiás, Grêmio, Vasco e Coritiba), empatou 5 (Fluminense, Portuguesa, Ipatinga, São Paulo e Sport) e só venceu 2 jogos (Internacional e Botafogo), num aproveitamento de apenas 20,37% (o mesmo aproveitamento do Náutico). E, em casa, o Santos também não é nenhum bicho-papão. Só venceu 9 confrontos, dos 18 jogos. Metade dos jogos. Empatou 5 vezes (São Paulo, Grêmio, Botafogo, Flamengo e Portuguesa) e perdeu 4 (para Goiás, Coritiba, Atlético-MG e Palmeiras). Aproveitamento de 59,25% na Vila. Mas se conseguir um ponto, em casa, contra o Náutico, terá se mantido na primeira divisão.

      

Palpite: Quem vai para a Sulamericana?

Sáb, 22/11/08
por milton neto |

A primeira pergunta é: Quantas vagas serão para a Sulamericana? Na verdade são 8 vagas. Nem mais, nem menos. Do quinto ao décimo segundo colocado.

 

Ocorre que o Sport – que está nesta zona de classificação, já tem vaga na Libertadores, abrindo uma vaga para o 13º colocado.  E, se o Inter for para a Libertadores, como campeão da sulamericana de 2008, então, também entra o 14º colocado.

 

Assim:

 

Flamengo, Cruzeiro e Palmeiras  brigam por duas vagas na Libertadores. Quem não conseguir a vaga estará automaticamente classificado para a Sulamericana, como 5º colocado no brasileirão.

 

Garantidos na competição estão: Goiás, Internacional (desde que não vá para a Libertadores – com o título da Sulamericana), Coritiba, Botafogo e Atlético-MG.

 

A briga por 2 vagas (ou 3) fica entre Vitória (que tem 45 pontos e pode ser ultrapassado por Santos, Atlético-PR, Fluminense, Náutico e Vasco – mas só na matemática, pois deve se garantir na 7ª vaga).

 

Assim, a última vaga será disputadíssima entre Santos (com 43 pontos), Atlético-PR (41), Fluminense (40) e Náutico (40). Com todas as vantagens para a equipe santista, que, apesar de jogar duas vezes longe da vila, só precisa de 3 pontos, para carimbar o passaporte.

 

Aos outros, fica a chance de se abrir mais uma vaga, e a briga é dura, entre Atlético-PR, Flu e Náutico.

Palpite: Quem vai para Libertadores?

Sáb, 22/11/08
por milton neto |

 

São Paulo – Praticamente garantido na competição sulamericana. Só perde a vaga se só conseguir um ponto nos 3 jogos que lhe restam (Vasco, Fluminense e Goiás), o Grêmio vencer 1 jogo (Vitória, Ipatinga ou Atlético-MG) e o Flamengo, o Cruzeiro e Palmeiras vencerem os 3 jogos que têm.

 

É muita coisa, para que o tricolor paulista esteja fora da Libertadores de 2009.  É palpite certo.

  

Grêmio – Só precisa de uma vitória, nos 3 jogos (Vitória, Ipatinga e Atlético-MG) para carimbar a vaga.  Também é palpite certo.

  Flamengo – Briga com Palmeiras e Cruzeiro, para um das 2 vagas restantes. Leva vantagem, nesta briga, pois está com 2 pontos na frente. É provável que fique com uma vaga.  

Cruzeiro – Com 61 pontos, matematicamente ainda tem chance de ser campeão. Mas a prática é diferente. E a briga mesmo é pela vaga na libertadores. E seu adversário mais direto é o Palmeiras, com quem luta cabeça a cabeça. Pega o Flamengo (numa briga direta pela vaga) no Mineirão, o Inter, em Porto Alegre e a Portuguesa, na despedida da competição, em BH. Deve garantir a última vaga.

 

Palmeiras Também tem 61 pontos, como o Cruzeiro. Mas leva desvantagem nesta luta, por contar com uma vitória a menos que os mineiros. Enfrenta o Ipatinga, para afastar qualquer crise, o Vitória, em Salvador e termina contra o Botafogo. Pode perder a vaga, para o Cruzeiro nas vitórias ou para o Flamengo, no saldo de gols.

  

Sport – Já garantido na Libertadores, por ter vencido a Copa do Brasil.

 

Internacional – Se for campeão da Sulamericana, pode ganhar de presente, no ano do seu centenário, a chance de disputar a Libertadores.  

Palpite: Quem será o campeão?

Sáb, 22/11/08
por milton neto |

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São Paulo – Tem tudo para conquistar o tricampeonato seguido (hexa no geral – 1977, 1981, 1986, 2006, 2007 e 2008, se ganhar). Pega o Vasco, no Rio, o Fluminense, no Morumbi e termina contra o Goiás, em Goiana.

 

Com 68 pontos, pode chegar a 77 e, se fizer 100% dos pontos que restam, não tem para ninguém.

 

Contra o Vasco, em São Januário, não pode perder pontos e, contra o desesperado time de Renato Gaúcho, tem tudo para arrancar 3 pontos. Afinal, foi em São Janu que Figueirense, Náutico, Cruzeiro, Palmeiras e Coritiba fizeram a festa, com vitórias em cima da equipe cruzmaltina. Ainda perdeu para o Flamengo, no Maracanã, com seu mando de campo. Foram 6 derrotas em casa. Empatou com o Flu, Botafogo e Atlético-PR (3 jogos). Só venceu o Santos, Internacional, Palmeiras, Atlético-MG, Sport, Ipatinga, Grêmio e Portuguesa (8 vezes), num aproveitamento de apenas 50% quando joga em casa.

 

Aliado ao baixo aproveitamento do Vasco, em casa, o São Paulo, por sua vez, venceu fora de casa, a Portuguesa, o Botafogo, o Ipatinga, o Vitória e o Flamengo (5 jogos), empatando contra o Palmeiras, Sport, Atlético-MG, Coritiba, Atlético-PR, Figueirense, Inter, Cruzeiro, Santos (9 partidas) e perdendo, tão somente, em 3 ocasiões (Grêmio, Fluminense e Náutico). Aproveitamento de 47,05% longe do Morumbi.

 

Por sinal, a derrota para o tricolor gaúcho, foi a última fora de casa e no campeonato, do tricolor paulista, num distante 17/08/08. Há, exatos 16 jogos.

 

Portanto, a tendência é de vitória do São Paulo, ou, pelo menos, um empate.

 

Pegando o Fluminense, no jogo seguinte, num Morumbi lotado, também tem uma tendência para a vitória do tricolor paulista em cima do tricolor carioca. Até porque, em casa, o aproveitamento do São Paulo é de 83,33% (com 14 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota – para o Grêmio, na estréia), enquanto o Fluminense tem apenas 27,45% (3 vitórias, 5 empates e 9 derrotas).

 

Há, portanto, uma tendência que o São Paulo vença o Fluminense, no Morumbi.

 

Por fim, contra o Goiás, no Serra Dourada (que tem um aproveitamento de 70,58%, com 11 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, em casa), o tricolor pode sagrar-se campeão com mais uma vitória ou mesmo um empate ou derrota – dependendo dos resultados de Grêmio e Flamengo. Mas, sem dúvida, deverá ser o jogo mais difícil.

 

Sem dúvida alguma, o São Paulo (até pela experiência que tem) é o grande favorito, nesta reta de chegada. Deve somar 74 a 75 pontos e conquistar o título.

   

 Grêmio – Com 66 pontos e apenas 2 do São Paulo, fica secando o adversário e torcendo por um tropeço do tricolor paulista. Só assim, o tricolor gaúcho pode sonhar com o terceiro título nacional (os outros dois foram em 1981 e 1990). Pega o Vitória e o Ipatinga, fora de casa e termina o campeonato, no Olímpico, contra o Atlético-MG.

 

O primeiro jogo, embora seja contra o Vitória, em Salvador, tem uma motivação extra-campo, para o time baiano. Vagner Mancini (que treinou o Grêmio este ano) quer esta vitória a qualquer custo, para provar que sua dispensa invicta do tricolor gaúcho foi injusta. Além de poder voltar a vencer, em Salvador.

 

Será um jogo chave para o Grêmio. Se vencer, tem condições de ser campeão – sempre torcendo por um tropeço do São Paulo. Se empatar ou perder, poderá ver o sonho do tricampeonato se diluir.

 

Fora de casa, o Grêmio venceu 6 jogos: o São Paulo, o Goiás, o Figueirense, o Coritiba, o Atlético-MG e o Palmeiras. Empatou 5: Santos, Sport, Náutico, Fluminense, Atlético-PR e perdeu 6 vezes (Vasco,  Botafogo, Flamengo, Internacional, Portuguesa e  Cruzeiro), num aproveitamento de 45,09% (próximo ao índice do São Paulo). Isto o credencia para vitórias contra o Vitória e Ipatinga, longe de Porto Alegre.

 

Já o time baiano, no Barradão, perdeu 3 jogos, empatou 4 e venceu 10 vezes, num aproveitamento de 66,66%. Será, sem dúvida alguma, o jogo mais difícil do Grêmio, no caminho do tricampeonato. Se vencer, dará um grande passo (e continua secando o São Paulo).

 

O segundo desafio gremista é o Ipatinga, no vale do aço. Com a equipe mineira praticamente rebaixada (ou matematicamente – se não vencer o Palmeiras, em São Paulo), a tendência é que os gaúchos tenham vida fácil nas Gerais e conquistem os 3 pontos.

 

Por fim, o último jogo, no Olímpico, contra o Atlético-MG. Se ainda estiver disputando o título, certamente irá vencer o Galo, em Porto Alegre, onde tem um aproveitamento de 75,92%. Só perdeu 1 vez, em casa. E empatou 5 partidas.

 

O jogo chave do Grêmio é o Vitória, em Salvador. Torcendo contra o São Paulo (única hipótese de ter chances do título) tem uma tendência para fazer  é o grande favorito, nesta reta de chegada. Deve somar 72 a 75 pontos.

        Flamengo – Com 63 pontos tem uma diferença de 5 pontos do São Paulo. Quase um abismo, levando-se em conta que só temos 3 rodadas pela frente. O hexacampeonato ficou distante de ser conquistado. Ainda mais porque 2 dos 3 jogos são longe do Maracanã. Tem que vencer os 3 jogos, para chegar aos 72 e torcer para que o São Paulo perca pelo menos 2 partidas e o Grêmio, 1. Já na próxima rodada, tem uma pedreira contra o Cruzeiro, no Mineirão. Com um ótimo rendimento no Maracanã (quando venceu 11 jogos, empatou 3 e perdeu 4) e longe dele (onde venceu 7 vezes, empatou 6 e perdeu apenas 4 partidas), só a vitória interessa ao rubro negro carioca. O problema é que o Cruzeiro venceu 13 vezes, empatou 2 e perdeu apenas 2 vezes, no Mineirão (para Goiás e Palmeiras). Depois o Fla tem o Goiás, no Maraca. A tendência é de vitória.  E, por fim, o Atlético-PR, na Arena, em Curitiba. A motivação desse jogo dependerá da chance que ainda terá, para ser campeão. Caso contrário, com a libertadores praticamente garantida, não resta muito o que fazer.  

 

O pé frio de Ping Uim

Sáb, 22/11/08
por milton neto |
categoria Crônica

ping-ium.JPGTem um amigo meu que se chama Ping Uim. Brasileiríssimo. Mas, descendente de chinês. Ping é conhecido pelo seu pé frio. Em tudo. Nada dá certo para ele (e para quem está por perto). O verdadeiro “pé frio”.  E, infelizmente, é torcedor do Náutico. Ping já chegou a ser proibido de entrar nos Aflitos. Não estava no Eládio de Barros Carvalho, num novembro de 2006. Mas, nem preciso dizer que ele estava em 2005. E, naquela ocasião, fez o seu ritual de ver o jogo atrás do gol para onde o Náutico estava atacando. No primeiro tempo para a ”barra do Country” e no segundo, para a rua da Angustura.  Nem adiantou ele “dar uma dica” para Ademar chutar no meio do gol de Gallato e ficar no alambrado, exatamente na direção que a bola deveria ter ido.  Bem, Ping foi escrachado pela torcida, como se tivesse arremessado algum objeto no campo - tipo, torcedor que é preso pela própria torcida para o clube não sofrer punição. Ping foi expulso dos Aflitos. E passou todo o ano de 2006 longe da Rosa e Silva.  Escondido, voltou no brasilierão de 2007. Mas foi descoberto, após algumas rodadas e, mais uma vez, expulso. Ping ainda cruzou, no portão, com o jovem Roberto Fernandes - que vinha chegando para assumir o lugar de PC Gusmão. O exílio de Ping foi longo.  Deportado, foi parar na China (só por causa da sua cara de chinês), exatamente no período das Olimpíadas.  Lá conheceu um atleta chinês da corrida com obstáculo e desejou boa sorte….foi o suficiente para que o mundo presenciasse uma cena triste do atleta acometido por uma lesão no joelho, que lhe tirou qualquer chance de medalha. Ping, então, foi morar com um parente nos EUA. Um banqueiro influente que tinha várias ações na bolsa. Dizem até que ele chegou a ir com o tio, fazer uma visita na Casa Branca. No dia seguinte, a bolsa americana entrou em crise e esta se espalhou pelo mundo. Voltou ao Brasil. Mais precisamente, para Balneário de Camboriu. Afinal, lá não tinha time para torcer na cidade. Achava que estava livre de qualquer maldição. Foi de lá que soube da vitória fenomenal do Náutico sobre o Cruzeiro, no último sábado. E se entusiasmou! O brilho nos olhos era contagiante. Chegou a pensar em voltar para Recife, para ver o timbu jogar. Mas temeu pela sorte do time. Então resolveu ficar em Santa Catarina. Mas....o Náutico iria jogar ali pertinho. Em Floripa. Lá, ninguém o conhecia. Ele podia arriscar uma olhadinha. Chegaria em cima da hora e poderia ver o jogo. Era irresistível. E, assim o fez. Chegou com o jogo rolando. Já estava 1 x 0 para o Náutico. “Já? Esse time é bom demais! Ah, meu timba!!!”. Foi ele se entusiasmando que o Figueira empatou e virou o jogo.  Um torcedor próximo do deputado federal, Maurício Rands, o reconheceu. “É o Ping Uim!!! É o Ping Uim!!”gritou para os outros torcedores alvirrubros, presentes.  De imediato, Ping correu para fora do estádio. Escondeu-se atrás de uma pilastra, até os ânimos se acalmarem. E, de fato eles se acalmaram, com o gol de empate, pouco depois. No entanto, Ping só se arriscou em colocar a cabeça para dentro do estádio, bem depois. E, assim que pisou no concreto das arquibancadas do Orlando Scarpelli, Titi fez uma falta em Rafael Coelho, na lateral esquerda, próximo da entrada da área. Enquanto Ping gritava para Gilmar se posicionar melhor, para pegar o rebote e puxar o contra ataque, o Figueira chegou ao terceiro gol. No intervalo, o garoto começou a pensar. Analisar e filosofar sobre sua condição de vida. De como podia influenciar no resultado da partida, como um verdadeiro pé frio.  E, se conscientizando disto, foi embora. Devagar. Cabeça baixa. Andando pelo bairro do estreito, chegou na ponte em direção à ilha de Florianópolis.  Viu que esquecera a carteira no estádio. E teve que voltar, para prestar queixa. A esta altura, o Náutico já tinha empatado e Rodrigo Fabri sido expulso. “Tlês a tlês??? Tlês a tlês??? Non acledito!” se espantava Ping, enquanto o Náutico cedia um escanteio ao Figueira. “Não acredito! Não acredito!” gritava um torcedor alvirrubro, ao seu lado, inconformado com o 4o gol do Figueirense, logo depois do escanteio. Ping sentou. Botou a cabeça entre os joelhos e chorou. Que sina era aquela? Por que Ping estava fadado a uma maré de total ausência de sorte? Por quê? Por quê? Desta vez, o garoto esperou até o final e viu a festa dos torcedores catarinenses. Num sufoco que lembrou os jogos nos Aflitos. Ganhos de forma apertada e com o coração na mão. Ping fez uma promessa, em forma de oração: “Pai nosso que está no céu….prometo que não vou mais para jogos do Náutico, mas livrai-nos da segunda divisão…amém” 

Deus te ouça Ping. Que ouça as tuas súplicas e tenha piedade de você e te livre dessa maldição.

Mas, por cautela,  fique bem longe dos Aflitos, na próxima rodada….    

Ficou tudo para última rodada

Sex, 21/11/08
por milton neto |

file0273.jpgNada é fácil para o Náutico. Nunca foi.

 

O Figueirense vinha com a pior campanha do returno. Não vencia em casa, desde agosto. De repente, ás vésperas do jogo com o timbu, troca o técnico. Ganha motivação e dá a alma em campo. Justamente contra o Náutico.

 

Para piorar, uma chuva intermitente ao longo de todo o dia, estraga o gramado do Orlando Scarpelli, prejudicando o bom desempenho da defesa alvirrubra – que foi o ponto forte, contra o Internacional, Coritiba (e até Cruzeiro).

 

Sem contar com Derley e o lateral Anderson Santana, Roberto Fernandes optou por 4 zagueiros (Vagner, Titi, Adriano e Everaldo) e 2 volantes (Hamilton e Ticão), liberando Ruy pelo meio e pela direita e Willian enconstando em Gilmar e Felipe.

 

O gol de Felipe, logo no começo do jogo parecia ser o sinal de uma noite inesquecível para o torcedor timbu. Era tudo que o time alvirrubro precisava. Bastava jogar como vinha jogando. Com segurança na defesa e uma postura sem erros.

 

Mas, o que mais se fez, na noite de quinta-feira foi errar. Batemos cabeça. E não demorou para o Figueirense empatar (numa saída errada do goleiro Eduardo). E virar o jogo, quando Rafael Coelho passou por Titi e Adriano, de uma só vez e cruzou para Cleiton Xavier, livre, tocar no outro lado de Eduardo.

 

Menos mal que, numa cobrança de falta, Felipe levantou na área catarinense e Vagner escorou de cabeça, empatando o jogo. Tudo isto com 15 minutos de bola rolando.

 

A partir daí, o Náutico se encontrou e equilibrou o jogo. O Figueira jogava com a alma na ponta da chuteira. Precisando vencer para escapar da degola. Com técnico novo. Novo ânimo. Novas esperanças. E o time deu tudo para ganhar a partida. Mas, era mais na base da vontade (que era muita) do que na técnica e tática.

 

Com Rafael Coelho em noite inspirada e com qualidade de Tadeu, Cleiton Xavier e até Rodrigo Fabri, o Figueira “comeu a grama” castigada do gramado do Orlando Scarpelli.

 

E, quando parecia que o primeiro tempo seria igual, o Figueirense chegou ao terceiro gol, numa cobrança de falta (desnecessária, cometida por Titi) – num mini escanteio. Bola alçada na pequena área e a marcação, mais uma vez vacilou. O fim do primeiro tempo, com 3 x 2 para os donos da casa era o prenúncio que a noite seria dolorosa para o torcedor pernambucano.

 

Essa derrota parcial, forçou Roberto Fernandes mexer na equipe. E ele tirou Everaldo para entrada de Valdeir, no retorno ao segundo tempo, povoando o meio de campo e avançando Willian (que não estava inspirado).

 

Mas, o Figueirense melhorou taticamente e não dava espaços ao Náutico. E foi preciso outra substituição. Geraldo, no lugar de Ticão. Só então, as jogadas começaram a aparecer. E só assim, o Náutico conseguiu mais uma vez, empatar.

 

Geraldo deixou Felipe de cara com o gol e o artilheiro alvirrubro tocou para as redes. 3 x 3. Parecia o resultado definitivo. Ou não. Afinal, Rodrigo Fabri que acabara de entrar, no lugar de Gomes foi expulso logo em seguida. A noite parecia que seria dos visitantes. 

 

Até porque, Pintado tirou Cleiton Xavier e Rafael Coelho (dois dos melhores jogadores do Figueira). E Rodrigo Fabri tinha sido expulso. Como o Figueira poderia ter forças para vencer sem o talento desses jogadores e com um homem a menos? O empate já era um bom resultado para o Náutico!

 

O jogo, apesar de corrido não tinha lances de grandes defesas dos goleiros. Nenhum dos dois aparecia como protagonista da partida, salvando suas metas. Justamente os dois que mais defesas difíceis fizeram ao longo de todo o campeonato.

 

Com 3 x 3 no placar, e com um amais, ao Náutico só restava cadenciar a partida e partir, na boa, em contra ataques (quase mortais), aproveitando-se do desespero que, certamente, iria tomar conta do Figueira.

 

Mas, no primeiro lance, em mais uma desatenção no setor defensivo, o atacante alvinegro cabeceou sozinho, na área timbu. A bola bateu na trave e, caprichosamente, na nuca do goleiro Eduardo, morrendo nas redes timbu. 4 x 3.

 

Num jogo tão aberto e cheio de alternativas, o torcedor alvirrubro não perdeu as esperanças.Entretanto, com a saída de Gilmar, para a entrada de Reinaldo, poucos minutos antes do quarto gol do Figueirense, só ficamos com Felipe, no ataque (embora Willian tivesse sido adiantado na formação tática).

 

E o Náutico não conseguia criar boas jogadas contra a defesa (a esta altura fechada) dos donos da casa. Já o Figueirense, buscava os contra ataques, de forma perigosíssima. E chegou mais perto do quinto gol, que o Náutico, do quarto – com Eduardo fazendo uma ótima defesa num lance e noutro, a bola beijando o poste alvirrubro.

 

A derrota inesperada caiu como um raio na cabeça dos torcedores do Náutico. A manutenção na serie A só será confirmada na última rodada, contra o Santos. Embora, necessariamente, não haja a obrigação de pontuar em São Paulo.

 

Vencendo o Atlético-PR, nos Aflitos, o Náutico chega a 43 pontos. E pode se manter na primeira divisão com eles.

 

Para isto, tem que torcer para:

 

1)      Vasco perder 4 pontos, nos 9 que disputa. Perder para o São Paulo e no máximo só vencer um jogo: ou o Coritiba (no Paraná) ou o Vitória (no Rio), pois só chegaria a 41 pontos com uma vitória e um empate;

2)      Ipatinga perder 2 pontos, nos 9 que disputa. Ou seja,  não vencer os 3 jogos que tem (ou seja, ao menos empatar pelo menos 1  jogo contra Palmeiras e Flu, fora e Grêmio, em casa), para chegar, no máximo a 41 pontos;

3)      Portuguesa perder 3 pontos, nos 9 que disputa. Perder um dos 3 jogos (Goiás e Sport, em casa ou Cruzeiro, fora), para chegar, no máximo a 42 pontos;

4)      Figueirense perder 2 pontos nos 6 que disputa. Não vença os dois jogos que ainda tem (Botafogo, no Rio e Inter, em casa), pois só chegaria a 42 pontos.

 

Com 43 pontos, também se mantém, desde que:

 

1)      O Fluminense perca 6 ou 8 pontos, nos 9 que disputará. Podem ser 3 empates. Mas uma única vitória do tricolor carioca obrigaria o Náutico vencer ou empatar contra o Santos, para chegar na frente do Flu.

2)      O Atlético-PR perca para o Náutico e para o Botafogo ou Flamengo e não consiga vencer nenhum dos dois, só podendo somar mais 1 pontos contra os cariocas.

 

Estas combinações são menos prováveis. É mais fácil que o Ipatinga e o Figueirense percam 2 pontos, a Portuguesa 3 e o Vasco 4.

 

Ficou mais difícil, sem dúvida. Mas é sempre assim com o Náutico.

Decisão em Floripa

Ter, 18/11/08
por milton neto |

robertof.JPGfile0515.jpgAh, Floripa! Estive na bela capital catarinense, por algumas vezes. E sempre que lá estive, adorei a cidade. Uma das vezes, fui com a família e conhecemos todas as praias que pudemos conhecer. Cada uma mais bonita que a outra. Geralmente ficava na ilha. Mas, uma vez, fiquei no continente. No bairro do estreito. Justamente onde fica o Orlando Scarpelli – onde o timbu jogará contra o Figueirense, na próxima quinta-feira.

 

Do quarto do hotel, podia ver os refletores do estádio. Mas só fui mesmo, no outro estádio (da ressacada), na ilha – próximo do aeroporto. Para ver um jogo do timbu. Morava em Curitiba, na época. Logo cheguei em Floripa e fui com a delegação para o jogo Avaí x Náutico. No estádio, Guga assistia o jogo, no camarote ao lado. O Avaí fez 1 x 0 e o Náutico empatou no finalzinho. O resultado, claro, foi festejado.

 

Naquela ocasião (2003) reencontrei com um velho conhecido – o roupeiro Araponga. E conheci personagens que ainda estão no alvirrubro, como o preparador de goleiros, Batista, o gerente de futebol, Vulpian Novais e o ídolo Kuki. 

 

Os 4 estarão, novamente, na cativante Floripa. Cidade belíssima. De gente simpática e bonita. Eu estarei torcendo por eles, em Recife. Mas com a alma no gramado do Orlando Scarpelli.

 

O Náutico vem de um resultado espetacular, contra o Cruzeiro. Vem de uma invencibilidade de 6 jogos. Mas, ainda precisa de 3 ou 4 pontos nos próximos 3 jogos (Figueira, Atlético-PR e Santos) para escapar definitivamente da degola.

 

O adversário, de forma inacreditável, vem mal. Depois de ter surpreendido o Náutico, no Recife, ao vencer o timbu por 2 x 1, não conseguiu ser regular na competição. Começou com um belo empate, no Canidé (5 x 5 contra a Portuguesa).

 

Mas teve altos e baixos, o tempo todo, ao logo do torneio.

 

Venceu 5 vezes em casa: Coritiba, Sport, Vasco, Santos, Portuguesa e 3 vezes fora: Ipatinga, Náutico e Vasco.

 

Perdeu 9 vezes fora de casa, para o Vitória (0 x 4)  Flamengo (0 x 5), Cruzeiro (0 x 3),  Fluminense (0 x 1), Coritiba (0 x 3)  Goiás (0 x 2), Sport (0 x 5),  Santos (0 x 3) e São Paulo (1 x 3),  e o que é pior, em casa soma 7 derrotas: para o Grêmio (1 x 7), Botafogo (1x 2), Vitória (1 x 2),  Flamengo (2 x 3), Cruzeiro (3 x 4), Fluminense (0 x 1) e Atlético-PR (0 x 2).

 

Empatou em casa, outros 5 jogos: contra o Goiás, Atlético-MG, São Paulo, Palmeiras, Ipatinga,  e fora, outros 5: Palmeiras, Atlético-PR, Internacional, Atlético-MG e Grêmio.

 

Ou seja, o Figueira, no Orlando Scarpelli, o aproveitamento do Figueira foi (até o momento) de 39,21%, nas 17 partidas (5 vitórias, 5 empates e 7 derrotas). Há 3 meses (8 jogos) sem vencer em casa (a última foi contra a Portuguesa, no dia 16/08) o Figueirense mudou de técnico, pelo menos 4 vezes. Gallo, Paulo Cesar Gusmão, Mário Sérgio e, agora, Pintado (que perdeu 6 dos 7 jogos que fez no comando técnico do Náutico, nesta mesma competição).

 

Por sinal, foi com Pintado que o Figueirense venceu o Náutico. Mas ele estava do outro lado. No banco do alvirrubro.  E escalou o timbu com Eduardo, Maurinho, Negretti, Vagner, Everaldo,Ticão, Alceu, Ruy Willian, Gilmar e Wellington. Já o Figueira, com Mário Sérgio foi de Wilson, André Luiz, Asprilla, Bruno Aguiar,   William Matheus, Leandro Carvalho, Cleiton Xavier, Tadeu, Rodrigo Fabri, Rafael Coelho e Jackson.

 

O time catarinense precisa vencer todos os 3 jogos que tem pela frente, pois, só assim, escapa do rebaixamento. Não será fácil. Joga contra o Náutico e Inter (em casa) e Botafogo (no Rio). Com 35 pontos, só chega aos 44. É o resultado da pior campanha do returno, dentre os 20 clubes.

 

Já o timbu, precisa vencer o Figueira, para jogar mais tranqüilo, em Recife contra o Atlético-PR. Será o 50º jogo do técnico Roberto Fernandes, no comando alvirrubro.

 

Será um jogaço. Uma verdadeira decisão.

  


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