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Eduardo100

Qui, 18/09/08
por milton neto |
categoria Ídolos

file0269.jpgQuando o Náutico contratou o goleiro Eduardo Alex Scherpel, para disputar a segunda divisão, de 2006, alguns torcedores foram logo criticando. Nilson era tido como o grande goleiro dos últimos anos, nos Aflitos e, como Rodolpho não conseguiu segurar a posição, que teve Luciano e Dida se revezando, era fundamental que o gol alvirrubro tivesse alguém experiente. 

E, apesar da pouca idade (na época com 29 anos), Eduardo tinha passado por Portuguesa-RJ, Anápolis, Bangu, Atlético-MG (onde se destacou e disputou a primeira divisão de 2002 a 2004), Portuguesa, Grêmio e Brasiliense.

 

Eduardo entrou no time, num jogo nos Aflitos, num dia 20/05/06, contra o Ceará. Vitoria alvirrubra por 2 x 1 e o goleiro fez boas defesas. O time entrou com Eduardo, Leandro, Marcelo Ramos, Carlos Eduardo, Sidiny, Tozo, Netinho, Felipe (o outro), Edu Silva, Anselmo e Kuki. O Técnico era Paulo Campos.

 

E lá se foi Eduardo com a camisa 1. Jogou contra o Remo (0 x 0), Portuguesa (2 x 0), CRB (2 x 1), Paulista (0 x 1 – sua primeira derrota), América-RN (1 x 0), Sport (2 x 1), Marília (0 x 4), Coritiba (2 x 0), São Raimundo (2 x 2), Gama (3 x 1) e Avaí (4 x 1 – quando saiu contundido, dando a vez para Luciano), Ituano (1 x 1), Santo André (2 x 0), Brasiliense (0 x 1),  Atlético-MG (3 x 0), Payssandu (0 x 1), Guarani (4 x 1), Vila Nova (0 x 1), Ceará (1 x 1), Remo (2 x 0), Portuguesa (0 x 1), CRB (3 x 2), Paulista (3 x 3), América-RN (1 x 3), Sport (0 x 2), Marília (2 x 1 – com Hélio dos Anjos), Coritiba (1 x 1 – o jogo dos milagres de Eduardo), São Raimundo (5 x 1), Gama (1 x 0), Avaí (1 x 1), ITUANO (2 x 0) e Santo André (1 x 1). Ou seja, só não participou dos jogos iniciais (Brasiliense, Atlético-MG, Payssandu, Guarani e Vila Nova). Entrou e não saiu mais. Virou ídolo e fez grandes defesas.

 

Mas, com o fim da segunda divisão e a subida para a primeira, Eduardo não acertou as bases da renovação e não disputou o estadual de 2007.  Foi embora para o Rio (sua terra natal). E disputou o carioca, pelo América.

 

Depois de iniciada a primeira divisão, depois de 12 rodadas, Eduardo foi visto nas cadeiras do Eládio de Barros Carvalho, vendo um jogo do Náutico. Torcendo pelos ex-companheiros Mas teve que ver a derrota do time, que já era treinado por Roberto Fernandes.

 

Acertou o seu retorno. E reestreou contra o Corinthians, no Pacaembu, no dia 22/07/07. Vitória por 3 x 0, com Eduardo, Onildo, Toninho, Breno, Sidny, Daniel Paulista, Tales, Elicarlos, Acosta, Julio Cesar (depois Felipe entrou) e Ferreira.

 

Vinheram o Grêmio (0 x 2), Santos (2 x 1), Flu (0 x 0), América-RN (5 x 1), Figueirense (4 x 2), Flamengo (1 x 2), Atlético-MG (0 x 1), São Paulo (0 x 5), Vasco (1 x 4), Internacional (1 x 1), Paraná (4 x 2), Botafogo (4 x 1), Goiás (3 x 0), Sport (2 x 0). Contundiu-se e cedeu a vez para Fabiano, no jogo seguinte, contra o Atlético-PR (5 x 0).     

 

Só retomou a titularidade no estadual de 2008, quando participou de todos os jogos, participando, também da campanha na Copa do Brasil de 2008, quando o Náutico ficou no caminho, ao ser eliminado pelo Galo, no Mineirão (0 x 1), após vencer nos Aflitos por 3 x 2.

 

Na primeira divisão deste ano, só não jogou contra o Grêmio (quando André Sangalli entrou e se contundiu, dando a vez para o jovem David). Começou muito bem a competição, vencendo o Goiás (2 x 1), Fluminense (2 x 0). Depois Grêmio (0 x 2), Botafogo (3 x 0), Ipatinga (0 x 0), Vasco (1 x 1), Atlético-MG (2 x 1), Palmeiras (0 x 2), Flamengo (0 x 3), São Paulo (2 x 1), Sport (0 x 2), Portuguesa (2 x 3 – quando começaram as críticas), Internacional (1 x 1 – crise com a torcida), Vitória (0 x 2), Coritiba (1 x  2), Cruzeiro (2 x 4), Figueirense (1 x 2), Atlético-PR (0 x 2), Santos (1 x 0), Goiás (0 x 3), Fluminense (1 x 3), Botafogo (1 x 1 – novamente elogiado), Ipatinga (2 x 0 – com boa atuação, embora o time mineiro não tenha dado trabalho) e Vasco (3 x 1 – com ótima participação).

 

Defendeu penaltis contra Fluminense (no brasileirão) e Sport (no estadual) em 2008. Fez grandes defesas no começo do certame e nos últimos jogos. Tem problemas na reposição de bola, mas o competente Batista tem trabalhado para este defeito seja superado.

 

Neste sábado,  Eduardo fará o centésimo jogo com a camisa 1 alvirrubra (mais para azul, cinza ou amarela).

 

 Parabéns Eduardo. O Náutico agradece as grandes defesas que fez e continuará fazendo.

Batata? Não. Sr. Wanderley.

Qua, 27/08/08
por milton neto |

batatad.JPGFoi com satisfação que recebi a notícia que Wanderley Gonçalves Barbosa, de 34 anos seria o mais novo reforço do Náutico. Afinal, foi com ele no time que fomos campeões pela última vez, em 2004.

 

Mas o reforço não era para dentro das 4 linhas e sim para fora destas. O ex-zagueiro Batata se encaixa como uma luva na função a que se propõe. E vem trabalhar nos bastidores do Náutico.

 

Quando jogador, sempre pedia a palavra (ou falava mesmo sem pedir) na tradicional roda de oração/agradecimento. E suas palavras sempre eram de incentivo. Palavras para mexer com o grupo. Dar motivação e apoio. É um cara de grupo, como são conhecidos os jogadores com esta característica.

 

Batata não é só de grupo, mas sempre foi do grupo do Náutico. Mesmo depois que se foi, para o Central, e, depois para o Salgueiro, sempre podia ser visto (quando estava em Recife), no Eládio de Barros Carvalho.  

 

Quando estava sem clube, quando estava se recuperando de contusões. Lá estava o capitão Batata, nos Aflitos. Um atleta que já jogou no Corinthians (onde foi campeão brasileiro) foi se identificar justamente com o nosso Náutico.

 

Seu bom humor também é característico.

 

Sempre está brincando com os companheiros de profissão e todos o recebem bem, também, por causa disto. Já presenciei o brincalhão Batata na saída da sala de fisioterapia, encostado no alambrado, “tirando onda” com os jogadores que passavam por perto, no gramado dos Aflitos.

 

Mas Batata não é só brincadeira. Quando é para ser sério, se transforma no Sr. Wanderley.  Um cara sério. Competente. Que busca a mediação entre os atletas e a diretoria, nos assuntos de interesse das partes. Tudo em prol do Náutico.

 

Bem vindo de volta, Batata. Ou melhor, Sr. Wanderley…

O ídolo Muricy

Qua, 09/07/08
por milton neto |

muricyd.JPGSe você fizer uma enquete entre os torcedores do Náutico sobre o melhor técnico de futebol que passou pelos Aflitos, seguramente, 8 entre 10 dirão: “Muricy Ramalho”. E se a pesquisa for feita entre os jovens, corre-se o risco de subir para 10 entre 10 torcedores.

 

Esse paulistano de 52 anos virou ídolo no Náutico, sem nunca ter jogado com a camisa alvirrubra. Bastou ser técnico do título do centenário, tirar o hexacampeonato do rival Sport e, de quebra, tirar a fila de 11 anos sem título, em 2001.

 

Quer mais? Pois teve. Foi bi-campeão, no ano seguinte.

 

Muricy Ramalho passou a ser um nome bastante festejado nos Aflitos. Mesmo quando foi para o Figueirense, São Caetano e se consagrar como um dos melhores técnicos do Pais, no Internacional e São Paulo.

 

Teve seu nome gritado pela torcida, ao voltar ao Recife, para jogar contra o Náutico, pelo brasileirão de 2007. Naquela ocasião, recebeu o título de “conselheiro alvirrubro” – pois mantém a ligação com o clube, indicando nomes de técnicos e jogadores para o timbu.

 

Ano passado, Muricy esteve nos Aflitos por duas vezes. Ambas com o São Paulo. Na segunda vez, apenas um treino para o jogo contra o Sport. Recebido calorosamente pela torcida, pode até comer uma coxinha do Americano (que ficou famosa nacionalmente, por conta do próprio Muricy – que divulgou a especiaria).

 

Já na primeira vez que esteve por aqui, perdeu por 1 x 0 para o Náutico. Gol de Acosta. Um jogo dificílimo. Aloísio foi expulso. E o Náutico estreava no caldeirão.

 

Agora, o timbu reestréia no seu estádio. Depois de 5 jogos longe de casa. Um mês sem pisar no gramado do Eládio de Barros Carvalho. A torcida alvirrubra, enfim, poderá voltar a ver o seu caldeirão. O original. O mais caldeirão de todos os estádios do nordeste.

 Certamente, o ídolo Muricy será reverenciado. Mas, com a bola em jogo, o seu time sofrerá a pressão que todos os demais times sofrem, quando jogam nos Aflitos. Afinal, a torcida está com saudades de sua casa.

Geraldo 50

Sex, 04/07/08
por milton neto |

geraldo1.JPGO carioca Geraldo Moreira da Silva Junior nasceu Flamengo, em um 6 de fevereiro de 1974.  O garoto cresceu com uma vontade de se tornar boleiro e jogar no Mengo. Tornou-se jogador. Com 19 anos era profissional do Vasco (justo Vasco?) de Sergipe, onde ficou por 3 anos (de 93 a 96).

 

Graças ao bom futebol, foi contratado pelo Confiança – onde jogou em 1997. E, de lá, partiu para Europa. Para a terrinha. O Vitória de Guimarães. Time atual do goleiro Nilson. E o “gajo” lá ficou até a virada do século, quando o Atlético-PR o repatriou, em 2001.

 

Voltou para ser campeão brasileiro pela equipe de Alex Mineiro (atualmente no Palmeiras), Kleber Pereira (hoje no Santos), além de Alessandro (lateral do Botafogo), Gustavo (zagueiro), Kleberson (que está no Flamengo), Adriano (o Gabiru), Souza, Ilan, Cocito, Flavio, Fabiano, Nem, entre outros. Jogou pouco, é verdade, mas sagrou-se campeão nacional, juntamente com a equipe de Geninho (que esta no Botafogo).

 

Passou pelo Sport, em 2002 e 2006. Pelo Bahia, em 2002. Saiu do País, em 2003, quando foi para o Al Sabah (dos Emirados Árabes Unidos), voltando para Recife e depois para Curitiba, quando defendeu o Coxa, em 2006.

 

No ano passado, pegou o caminho pernambucano, para vestir a camisa do timbu. Num contrato de risco, Geraldo logo foi mostrando muita qualidade e dando outra cara a equipe alvirrubra, que lutava contra o rebaixamento.

 

Ajeitou o meio de campo e transformou o futebol do uruguaio Alberto Acosta – que passou a fazer gols e quase foi artilheiro da competição, com a camisa 25 alvirrubra. Foi considerado peça fundamental para a permanência do clube pernambucano, na primeira divisão.

 

Em 2008, permaneceu nos Aflitos e foi artilheiro do estadual. Continua sendo um dos destaques do time – embora renda mais com alguém de qualidade a seu lado.

 

No próximo sábado, dia 05 de julho de 2008, Geraldo irá completar 50 jogos com a camisa 10 alvirrubra. Justamente contra o Flamengo, do garoto Geraldo. Quis o destino que fosse assim. Que seja, então. E que o nosso camisa 10 faça a sua melhor apresentação de sua vida, no Maracanã. Mas com a camisa do Náutico.

 

Parabéns, Geraldo.

 

 

Radamés!

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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Everaldo!

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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Geraldo!

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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Ticão!!!

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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Vaaaaagner

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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O melhor goleiro do Brasil

Qua, 04/06/08
por milton neto |
categoria Charge, Humor, Ídolos

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