Crônicas de Darthimbu: Capítulo 4 – Uma nova esperança
Há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante….
Foi dado início a uma guerra pelo controle do universo, onde as estrelas eram:
Do lado do branco da paz circulavam pelo planeta dos Aflittooine o mestre Kukioda (famoso pela sua experiência e surpreendente nos combates), o esperto robot RbalaD2 (baixinho incansável nas disputas interplanetárias), o herói Gilmarluke Skywalker (jovem jedi com grande capacidade de decidir os confrontos), além de vários guerreiros como Handerson Solotana, Somalichewbaca, Macesprilla Windu, Chuckenobi, Anderkin Lessawalker, Edu-ardon Jin, entre outros.
A força, entretanto, tinha um lado negro. E neste lado, podíamos encontrar até ex-membros do lado branco, que sucumbiram às chamadas do imperador e debandaram para o outro lado.
Nossa estória começa, há muito tempo atrás, mas nem tão distante, nem numa galáxia tão desconhecida. O calor do sol no planeta derretia os miolos que se atrevessem a pensar. Lá, nasceu uma religião: A força alvirrubra. Voltada para grandes conquistas. Para a luta e a paz.
Criou-se, então, os Jedis alvirrubros. Uma galera do bem. Que lutava para defender seus ideais, e suas cores. Eles tinham a força! E se empenhavam em todas as batalhas que eram travadas.
Na guerra clonica, entretanto, o lado negro triunfou. E o imperador conseguiu tomar o poder, destruindo com quase todos os jedis. A República foi extinta e criou-se o império. Os planetas que não se submetessem às vontades do imperador seriam expulsos da galáxia, sem piedade, pelos soldados imperiais.
Entretanto, os últimos Jedis ainda se opõem ao lado negro. E buscam forças na união, para, enfim, derrubar o império e o lado negro, após um período sem resistência.
Infelizmente, no meio das batalhas, existe uma a ser travada entre dois povos que têm a mesma finalidade: destruir o Império e retomar a República. Mas eles precisam aniquilar um ao outro, para seguir em frente. Só não podem morrer abraçados.
De um lado, Gilmarluke Skywalker com seu sabre de luz vermelha e branca e, do outro, seu pai Marcelokin Ramoskywarker, com o sabre tricolor. Brigando, palmo a palmo, com uma pequena vantagem para o pai, que tem mais experiência.
“Use a força alvirrubra, Gilmarluke!”, gritou um voz. Imediatamente, o fazer vermelho do sabre de luz se fez. Ele ingressou na sua nave e foi ao encontra do objeto esférico, mais conhecido como “bola da morte”. Com sua pontaria, Gilmarluke acerta no alvo………………………………..e é GOLLLLLLLLL!!!!!!
Era o começo do fim do império. Mas a batalha ainda está longe do fim. Há muitos obstáculos a serem ultrapassados. Será que irão conseguir?
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