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Resultado da promoção do livro ‘O Retorno do Gigante’

sáb, 27/02/10
por gm marcelo |
categoria Promoção, vasco

Terminou a promoção do livro “O Retorno do Gigante”, no qual os jornalistas Marcelo Guimarães e Lucas Ottoni contam a saga da volta do Vasco à Série A do Campeonato Brasileiro. E quem ganhou um exemplar da obra foi Vinicius Laranja Faustini.

Obrigado a todos os amigos que participaram. Em breves, novas promoções.

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Vasco e Botafogo fazem tira-teima neste domingo

sex, 19/02/10
por gm marcelo |

taçagb65Vasco e Botafogo decidem neste domingo a Taça Guanabara-2010. Apesar da competição ser tradicional no Rio de Janeiro, será apenas a terceira vez que os dois clubes centenários estarão frente a frente em um jogo decisivo da Taça GB. E o duelo servirá de tira-teima, porque cada lado levou a melhor em uma oportunidade. 

A primeira vez em que os dois clubes decidiram a Taça GB ocorreu na edição inaugural, em 1965. Na época, um torneio sem ligação direta com o Campeonato Estadual do Rio, criado com a finalidade de definir o representante do então estado da Guanabara na Taça Brasil.

A competição foi dividida em dois turnos. No primeiro, jogaram os seis grandes da época (Botafogo, Flamengo, Fluminese, Vasco e mais América e Bangu). O segundo contou apenas com o quarteto de ferro. E a tabela colocou o clássico Vasco x Botafogo na última rodada, em 5 de setembro. O vencedor seria o campeão. O empate servia para o time de General Severiano, que tinha um ponto a mais (12 a 11).

Comandado por Zezé Moreira, técnico da seleção na Copa de 54, o Vasco não contava com jogadores de grande nome. Ao contrário do adversário. Brito e Fontana, titular e reserva da seleção na Copa de 70, formavam a zaga titular vascaína. No Alvinegro, estavam Manga, Rildo, Gérson, Garrincha, Jairzinho. Todos disputaram o Mundial do ano seguinte, na Inglaterra. No encontro pelo turno da Taça, vitória botafoguense por 3 a 0. Fatores que conferiam a aura de favorito ao Alvinegro.

Mas a primeira Taça GB foi parar em São Januário, com a vitória vascaína por 2 a 0, gols de Oldair e Paulistinha (contra). O Botafogo terminou o jogo com dois homens a menos (Paulistinha e Roberto Miranda foram expulsos). E o capitão vascaíno Brito ergueu o troféu (foto).

Apenas em 1972, a disputa passou a ser considerada o primeiro turno do Estadual do Rio (com exceção de 1980). E só em 1997, o campeão saiu de uma final entre Vasco e Botafogo.

Diante de 81.900 pagantes no Maracanã, em 30 de março, o Alvinegro, treinado por Joel Santana, desafiou o Vasco, que seria campeão brasileiro daquele ano. Liderado por Edmundo, o time de São Januário pressionou durante boa parte do jogo. Mas o Alvinegro foi mais eficiente, decidindo a partida aos 35 minutos do segundo tempo. Marcelinho Paulista cruzou da esquerda, e Gonçalves cabeceou com estilo, no ângulo esquerdo do gol de Carlos Germano.

Festa total para a torcida botafoguense, que não comemorava um título de Taça Guanabara desde 1968. E para o atacante Dimba, que chegou a comer grama na comemoração da vitória.

Em 77, o Vasco assegurou o título do primeiro turno ao vencer o Alvinegro por 2 a 0 na última rodada, evitando uma final em jogo-extra entre os dois clubes. O que ocorreria em caso de vitória do Botafogo.

Em mais duas oportunidades, os rivais de domingo ficaram nos dois primeiros lugares da Taça GB - 1990 e 2000. Mas nos dois anos – quando os cruzmaltinos ficaram com o troféu -, não houve uma decisão formal.

E queremos saber a sua opinião: quem vai conquistar a Taça Guanabara no domingo? Deixe o seu recado no espaço destinado aos comentários

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O adeus a um campeão mundial

sáb, 13/02/10
por gm marcelo |

Na última sexta-feira, ocorreu o enterro de Orlando Peçanha, zagueiro titular da seleção brasileira de 58. A morte do ex-jogador levou muitos amigos a prestarem a última homenagem ao campeão mundial. Casos do jornalista Luiz Mendes e do ex-massagista do Vasco Francisco Pinto da Silva, que foram ao velório do craque. Conhecido como Chico, o ex-massagista revelou que uma lesão antecipou a aposentadoria de Orlando e impediu que o jogador ganhasse uma homenagem de despedida do clube em que se destacou. Confira no texto do jornalista Felipe Mussa.

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Despedida esquecida 

Texto: Felipe Mussa

Em meio a muita tristeza, no velório de um dos heróis do primeiro título mundial do futebol brasileiro em 58, um senhor carregava em uma sacola plástica dois retratos cheios de história. Francisco Pinto da Silva foi massagista do Vasco no final dos anos 60, mesmo período do retorno do zagueiro Orlando Peçanha ao seu primeiro clube profissional, e revelou a história da última partida da carreira do titular da seleção campeã na Suécia.

Com uma fotografia do Brasil de 58 e outra em que o massagista estava presente com Orlando no time vascaíno, Francisco lembrou da despedida do defensor. O Vasco enfrentava o Atlético-PR pela Taça de Prata de 1968, quando Orlando teve uma lesão muscular e deixou o jogo aos cuidados de Francisco.

O que o zagueiro não sabia, e foi revelado pelo massagista, é que uma homenagem estava sendo preparada para Orlando pela diretoria do clube. Mas esperançoso de retornar aos gramados, o zagueiro fazia tratamento médico. Sem sucesso. E nunca mais voltou a jogar. Com isso, a homenagem foi sendo adiada e por fim esquecida quando Orlando deixou definitivamente o futebol depois do Vasco garantir o título carioca de 1970, quando ainda integrava o grupo campeão.

Dono de outras histórias, Chico prometeu escrever um livro de memórias e revelar outros contos curiosos que acompanhou em sua carreira no futebol.

Orlando Peçanha: categoria, títulos e uma única derrota pela seleção

qua, 10/02/10
por gm marcelo |

orlandopecanhaA seleção brasileira de 58 ficou marcada pela presença de alguns dos melhores jogadores de todos os tempos. Além de reunir Pelé e Garrincha, a equipe contava com os talentos de Didi, Nilton Santos e Djalma Santos, que figuram frequentemente na lista dos maiores da história do futebol.

Mas o time que deu ao Brasil o seu primeiro título contava também com um zagueiro, que se não possuía a fama de outros companheiros de equipe, era respeitado por sua categoria e eficiência.

Orlando Peçanha teve uma trajetória particular na seleção brasileira. Disputou sua primeira partida pelo selecionado em 18 de maio de 58, apenas 20 dias antes da estreia do país na Copa disputada na Suécia. O escasso tempo foi suficiente para convencer o treinador Vicente Feola a escalá-lo como titular no Mundial.

Nos seis jogos da campanha vitoriosa, que foi marcada por muitas mudanças no time titular, Orlando atuou em todos os seis jogos. Ao lado do amigo Bellini, seu parceiro de zaga também no Vasco. Formavam uma dupla considerada ideal por muitos treinadores. Bellini era mais conhecido pelo vigor físico, que parava os atacantes quando necessário. O chamado ‘limpador de área’. Orlando era seu contraponto. Um beque clássico, com categoria suficiente para desarmar os atacantes adversários sem apelar para faltas. Mas que sempre mostrava garra.

Orlando seguiu absoluto na seleção até 1960, quando foi negociado com o Boca Juniors. Na Argentina, virou ídolo do clube de maior torcida do país. Mas ao se transferir para o exterior, acabou perdendo a chance de ser bicampeão mundial em 62. Na época, quem atuava fora do Brasil sabia que estaria fora da lista de convocados. No Chile, Zózimo, seu reserva em 58, ocupou a vaga em aberto e foi campeão.

Em 65, voltou ao Brasil, para defender o esquadrão do Santos. Na Vila Belmiro, reencontrou companheiros do Mundial da Suécia: Gilmar, Zito, Pepe…e Pelé. Foi campeão paulista duas vezes (65 e 67) e Taça Brasil de 65. E aos 31 anos, foi convocado para a Copa de 66. Chegou à Inglaterra como reserva, mas foi capitão na última partida do Brasil no Mundial. A derrota por 3 a 1 para Portugal foi sua única nas 34 vezes em que atuou com o camisa do Brasil.

Um tropeço que não abalou uma trajetória extremamente vitoriosa tanto na seleção quanto nos clubes em que defendeu (Vasco, Santos e Boca). Em todos, foi campeão. Uma carreira que ganhou a justa homenagem com a inclusão do nome de Orlando Peçanha na calçada da fama do Maracanã.

E convidamos você a deixar a sua mensagem sobre o Orlando Peçanha no espaço destinado aos comentários.

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Concorra a um livro sobre a volta do Vasco à elite do Brasileirão

ter, 02/02/10
por gm marcelo |
categoria Promoção, vasco

livrovasco1O Vasco teve uma temporada marcante em 2009. O que aparentava ser um ano complicado, com a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, acabou terminando de forma alegre, com o retorno à Série A e a conquista da taça. Uma campanha que representou o reencontro do time com a torcida.

Para registrar os principais fatos do clube em 2009, os jornalistas Marcelo Guimarães e Lucas Ottoni lançaram em janeiro o livro “O Retorno do Gigante”.  E você pode concorrer a um exemplar do obra.

Clique aqui, responda a cinco perguntas sobre a trajetória do clube no ano passado e diga de forma criativa: “Descreva sua emoção no retorno do “Gigante da Colina”.

O nome do ganhador será divulgado em 26 de fevereiro.

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Com nome marcado na História, Joel Santana volta ao Rio atrás de recorde

sex, 29/01/10
por gm marcelo |

Para muitos, Joel Santana é, acima de tudo, um treinador folclórico, cujo trabalho não é tão valorizado como o de outros técnicos. Mas o novo comandante do Botafogo já tem o seu nome registrado na história do futebol do Rio de Janeiro. No centenário Campenato Carioca, Joel é o segundo treinador com maior número de títulos: seis. O total poderia até ser maior se fosse considerada a conquista de 1987, quando iniciou o trabalho no Vasco, que foi campeão sob o comando de Sebastião Lazaroni, que o substituiu quando aceitou uma oferta milionária do Al-Hilal (Arábia Saudita).

Em número de conquistas no Estadual do Rio, Joel perde apenas para Flávio Costa. O treinador da seleção brasileira na Copa de 50 foi oito vezes campeão no Rio, cinco pelo Flamengo (1939, 42, 43, 44 e 63) e três pelo Vasco, nos tempos do Expresso da Vitória (47, 49 e 50).

O novo treinador alvinegro supera nomes consagrados do futebol brasileiro. Como Zagallo, terceiro na lista de mais vitoriosos no Rio, com cinco títulos, por três clubes: Botafogo (67 e 68), Fluminense (71) e Flamengo (72 e 2001).

Joel tem a particularidade de ter levantado a taça do Estadual pelos quatro grandes clubes do Rio. O treinador dominou o futebol carioca nos anos 90, com um impressionante retrospecto de cinco triunfos em um período de seis anos. Foi bicampeão com o Vasco em 92 e 93. No comando do Fluminense em 95, impediu o Flamengo de comemorar o Carioca no ano do centenário do clube. O Rubro-Negro decidiu contratá-lo, e ele foi campeão no ano seguinte na Gávea. Em 97, estava no Botafogo e comemorou mais uma vez. E voltou a triunfar em 2008, novamente no comando do Flamengo.

Conheça no vídeo abaixo quem possui muitos títulos cariocas no currículo

Futpédia: os números de Joel Santana em Cariocas e Brasileiros

Na apresentação ao Botafogo, na última terça-feira, no início de sua terceira passagem pelo clube de General Severiano (atuou em 97 e 2000), Joel Santana brincou, dizendo não saber quantos títulos cariocas possuía. E mostrou que não está disposto a continuar em segundo lugar na lista dos treinadores mais vitoriosos do Rio.

- Tenho quantos títulos cariocas? Seis? Quem ganhou mais tem quanto? Oito? Estou perto então, vou correr atrás do prejuízo. Quero ser campeão, não vice.

E deixe a sua opinião: Joel Santana vai conseguir levar o Botafogo ao título carioca? Deixe o seu recado no espaço destinado aos comentários

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Vasco fica perto de igualar maior goleada da história do duelo com Bota

dom, 24/01/10
por gm marcelo |

Com a atuação de gala na noite deste domingo no Engenhão, o Vasco ficou muito perto de igualar a maior goleada no histórico do confronto diante do Botafogo. A número um desde 1923, quando os dois clubes ficaram frente a frente pela primeira vez, ocorreu em 29 de abril de 2001, quando o time de São Januário, então campeão brasileiro, fez 7 a 0 sobre o Alvinegro, em jogo do Estadual.

A maior goleada da história do Maracanã em um clássico foi construída com dois gols de Romário, três de Juninho Paulista e outros de Pedrinho e Euller.

A vitória mais elástica do Botafogo em cima do rival de São Januário aconteceu em 9 de agosto de 1942, quando o time de General Severiano ganhou por 5 a 1 pelo Carioca.

O maior número de gols em um duelo entre os clubes ocorreu em 27 de março de 1946, quando o Vasco venceu por 8 a 4, em jogo válido pelo Torneio Relâmpago.

O time de São Januário tem ampla vantagem nos confrontos contra o rival de General Severiano. Em 311 jogos, o Vasco saiu vitorioso em 138. O Botafogo triunfou em 80 e ocorreram 93 empates.

O resultado histórico deste domingo serviu para o Vasco se vingar da derrota no encontro anterior com o Botafogo. Em 11 de abril do ano passado, o time de São Januário foi eliminado do Carioca-2009 ao perder para o Alvinegro por 4 a 0 na semifinal da Taça Rio. Com um show de Maicossuel.

Neste domingo, o show foi de Dodô, que curiosamente teve a carreira prejudicada após um duelo entre os dois clubes. Quando atuava pelo Alvinegro, o atacante marcou duas vezes na goleada da equipe por 4 a 0, pelo turno do Brasileirão de 2007, em 14 de junho (gols no vídeo acima)

Mas o atacante foi sorteado para o antidoping, e o exame acusou a presença de fenproporex em seu organismo. O jogador ficou quase um ano e meio sem atuar, só voltando agora no Carioca-2010.

E não foi a primeira vez que o artilheiro marcou três gols em um Botafogo x Vasco. Em 25 de maio de 2006, com a camisa alvinegra, o atacante foi o destaque da vitória do Botafogo por 4 a 1, em jogo do Campeonato Brasileiro.

Futpédia: veja os números de Botafogo x Vasco em Cariocas e Brasileiros

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Luta do Fla pelo tetra e dos rivais para impedir conquista é atração do Carioca

sáb, 16/01/10
por gm marcelo |

O Campeonato Carioca 2010 começa neste sábado com muitas atrações. Especialmente nos ataques dos quatro grandes, com jogadores de nome como Adriano, Carlos Alberto, Dodô, Fred, Loco Abreu e Vagner Love. E o campeonato terá uma disputa à parte, que certamente vai mobilizar o quarteto e suas torcidas: a luta do Flamengo pelo inédito tetracampeonato estadual.

flamengo1944Com a conquista do caneco em 2009, O Rubro-Negro chegou pela quinta vez a um tricampeonato no Rio, o chamado ‘pentatri’. Mas em quatro oportunidades anteriores, o Fla não conseguiu completar o tetra. Nas duas primeiras vezes, a sequência do Fla foi interrompida pelo Vasco. E nas duas últimas, coube ao Flu impedir o feito rubro-negro.

Após vencer o Estadual em 1942, 43 e 44 (time da foto acima), o Fla parou em 45 no Vasco, que levantou o caneco com o ‘Expresso da Vitória’. O mesmo ocorreu em 56, quando o time de São Januário contava com jogadores que seriam campeões mundias dois anos mais tarde (Bellini, Orlando Peçanha e Vavá) e venceu o Estadual.

Em 80, o Flu foi campeão, derrotando o Vasco na decisão. O Flamengo, vencedor em 78 e 79 (duas vezes) e campeão brasileiro daquele ano, perdeu a possibilidade do tetra ao ser derrotado pelo Serrano, em Petrópolis, por 1 a o. Gol do atacante Anapolina.

E em 2002, o Tricolor ganhou o esvaziado carioca daquele ano, batizado de “Caixão”. O Fla havia ficado em primeiro lugar em 1999, 2000 e 2001.

Clique e confira a relação completa de campeões do Rio de Janeiro

Dois clubes têm tetracampeonatos do Rio no currículo: Fluminense e Botafogo. Ambos com particularidades.

O tetra tricolor acabou não podendo ser comemorado para valer na época. O time ganhou a primeira edição do Campeonato do Rio, em 1906. E também conquistou em 1908 e 1909. O título de 1907 também faz parte da galeria tricolor, mas o caneco só foi oficializado 89 anos depois, em 1996, quando a Federação do Rio declarou Flu e Botafogo campeões de 1907. Na época, os dois clubes terminaram a competição empatados e não houve acordo sobre a realização de um jogo-extra.

O Botafogo também tem um tetra estadual, de 1932 a 35. Em 1933, 34 e 35, dois campeonatos foram organizados por ligas concorrentes, e o Alvinegro, ainda com o nome de Botafogo Football Club, foi campeão da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (33 e 34) e da Federação Metropolitana de Desportos (35).

O Flamengo também já impediu que rivais fossem campeões do Rio por quatro vezes seguidas. Em 1920, a conquista rubro-negra quebrou a série vitoriosa do Flu de 17, 18 e 19. O mesmo ocorreu em 1986, quando o clube da Gávea ficou com a taça após o tri tricolor em 83, 84 e 85.  Em 1995, quem teve a oportunidade de ser tetra foi o Vasco. Mas após vencer em 92/93/94, o caneco de 95 foi para as Laranjeiras, na decisão marcada pelo gol de barriga de Renato Gaúcho diante do Flamengo. 

E qual o seu palpite? Quem será o campeão carioca de 2010? Deixe o seu recado no espaço destinado aos comentários.

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Trajetória marcante do Vasco em 2009 vira tema de livro

seg, 11/01/10
por gm marcelo |

livrovasco1O ano de 2009 prometia não ser dos mais interessantes para a torcida do Vasco. Afinal, o clube teria que disputar, pela primeira vez, a Série B do Campeonato Brasileiro. Mas a necessidade de recuperação do time gerou um grande apoio dos torcedores cruzmaltinos à equipe. Criando momentos que certamente vão ficar marcados positivamente na memória de muitos vascaínos. Para registrar a marcante trajetória do Vasco no ano passado, os jornalistas Lucas Ottoni e Marcelo Guimarães lançam no próximo dia 21 o livro “O retorno do gigante – A história, os bastidores e os dados da campanha cruzmaltina em 2009″.

Com história de bastidores, imagens e dados completos da campanha do clube em 2009, a obra relata todo o projeto elaborado pela direção do clube para fazer o clube voltar ao seu lugar devido. Que teve como um dos pilares a manutenção – e o aumento – do sentimento dos torcedores pelo clube da Cruz de Malta. O prefácio da obra, um produto oficial do clube carioca, é de autoria de Roberto Dinamite, atual presidente e maior artilheiro da história do Vasco.

- Acho que o livro documenta muito bem a questão de o Vasco ter atravessado com êxito uma temporada totalmente diferente em sua história. O clube iria disputar uma Segunda Divisão nacional pela primeira vez, e um fato que a princípio era triste acabou se transformando em uma conquista importante, no qual a torcida teve um papel fundamental levando apoio e carinho onde quer que o time jogasse. Acho que o ano de 2009 vai ficar marcado de forma positiva sim. O Vasco subiu mais forte, o time cumpriu seu papel com sobras, e os torcedores mostraram o quão imenso é esse clube – diz Lucas Ottoni, um dos autores.

O jornalista Marcelo Guimarães também acredita que o fato da torcida ter abraçado o clube em um momento tão delicado foi fundamental para que um ano que prometia ser traumático ter terminado de forma tão positiva.

- Fazia tempo que não havia tanta gente assistindo aos jogos do Vasco nos estádios – afirma, citando os momentos mais importantes do clube em 2009.

- Vitória sobre o Flamengo no Estadual; semifinal da Copa do Brasil, quando a equipe enfrentou de igual para igual o Corinthians do Ronaldo; recorde de público e vitória sobre o Ipatinga, um dia depois do aniversário do clube; e a vitória sobre o Juventude, que colocou o Vasco na Série A.

O livro será lançado no dia 21, em uma noite de autógrafos, a partir das 19h30, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Mello Franco, 290 – loja 205-A).

E queremos ouvir a sua opinião: qual o momento marcante da trajetória do Vasco em 2009? Deixe o seu recado no espaço destinado aos comentários

Coritiba: o pior dos centenários

qua, 16/12/09
por gm marcelo |

O ano de 2009 vai ficar marcado na história do Coritiba. Mas não da forma que diretoria e torcida coxa-branca esperavam. O clube se preparou para comemorar os 100 anos, programando uma série de eventos. Mas em campo, o time não correspondeu. E o centenário acabou marcado pelo rebaixamento para a Série B e pelas cenas lamentáveis de violência no Couto Pereira após o empate com o Fluminense. E terminou com a perda de 30 mandos de campo e a pesada multa de R$ 610 mil.

O clube não conseguiu comemorar conquistas em uma temporada tão especial. No Estadual, o clube teve que se contentar com a terceira colocação, atrás de Atlético-PR e J. Malucelli. A campanha na Copa Brasil foi boa. O time chegou à fase semifinal, mas foi desclassificado pelo Internacional no saldo de gols.

Mas a queda para a Série B tornou o centenário do Coritiba o pior dos principais clubes brasileiros que já completaram 100 anos.

Confira o desempenho de alguns clubes nos anos em que fizeram 100 anos:

Flamengo – 1995

Sob a presidência de Kléber Leite, o clube investiu bastante para tentar marcar positivamente o ano de centenário rubro-negro. Edmundo foi a principal contratação, para formar o ‘melhor ataque do mundo’ com Romário e Sávio. Mas os resultados foram escassos. O Flamengo começou bem o Carioca, vencendo a Taça Guanabara, mas perdeu a final do Estadual para o Fluminense, com o famoso gol de barriga de Renato Gaúcho.

No Campeonato Brasileiro, terminou em um modestíssimo 21º lugar geral. E sob o comando do jornalista Washington Rodrigues, chegou à decisão da Supercopa da Libertadores, mas perdeu a taça para o Independiente (Argentina).

Vasco – 1998

Dos principais clubes brasileiros, o Vasco é o que registrou um centenário mais vitorioso. O time foi campeão carioca, vencendo a Taça Guanabara e a Taça Rio (esta foi marcada por uma série de WOs). E chegou ao título da Libertadores, superando o River Plate na semifinal e o Barcelona de Guiaquil na decisão.

No segundo semestre, o Brasileiro ficou em segundo plano diante da disputa do Mundial Interclubes. Mas o ano não terminou alegre para a torcida vascaína, com a derrota para o Real Madrid no Japão.

Fluminense – 2002

Mais antigo dos grandes clubes do Rio de Janeiro a praticar o futebol, o Fluminense conseguiu incluir em seu currículo o título estadual no ano em que completou 100 anos. Mas o Carioca de 2002 foi tremendamente esvaziado, devido à realização do Rio-São Paulo no primeiro semestre e pela Copa do Mundo. O torneio ganhou o apelido de “Caixão”, com a presença de  times reservas. Mas o Fluminense não abriu mão de conquistá-lo, batendo o Americano na decisão.

No Brasileiro, o Tricolor foi bem, chegando às semifinais do torneio, caindo diante do Corinthians.

Grêmio – 2003

A torcida gremista festejou o centenário do clube em 2003, mas, em campo, o time não deu motivos para alegria. No Campeonato Gaúcho, a equipe foi mal, não se classificando para a fase semifinal. E ainda viu o grande rival Internacional levantar o caneco. No primeiro semestre, a prioridade foi dada à disputa da Libertadores. Mas o Tricolor foi eliminado pelo Independiente Medellín (Colômbia) nas quartas-de-final.

O time também não foi bem no Brasileirão, terminando em 20º lugar em um campeonato com 24 clubes.

Botafogo – 2004

O centenário do Botafogo não foi marcado por conquistas para o clube da Estrela Solitária. No Estadual, a equipe ficou distante do título, não se classificando nem para as semifinais da Taça Guanabara e Taça Rio.

E o ano poderia ter sido até pior. O Alvinegro carioca somente conseguiu escapar do rebaixamento para a Série B na última rodada do Brasileiro, ao arrancar um empate diante do vice-campeão Atlético-PR na Arena da Baixada.

Atlético-MG – 2008

A torcida do Galo não teve muitos motivos para comemoração nos 100 anos do clube mineiro. No Estadual, a equipe chegou à decisão, mas viu a taça ir parar na Toca da Raposa. Pior: no primeiro jogo, o Cruzeiro fez 5 a 0.

Na Copa do Brasil, a equipe parou nas quartas-de-final, eliminada pelo Botafogo. No Nacional, a equipe ficou em um modesto 12ª lugar.

Inter – 2009

O ano 100 do Inter começou bem, com a conquista do Gaúcho. Mas a torcida colorada ficou com o gosto de “quero mais”. O clube chegou à decisão da Copa do Brasil, mas perdeu o caneco para o Corinthians. Na final da Recopa Sul-Americana, derrota para a LDU. E o Colorado ficou perto do título brasileiro, mas também teve que se contentar com a segunda colocação, dois pontos atrás do Flamengo.



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