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Jogos na Memória: os orgulhos e as vergonhas dos tricolores

sex, 25/09/09
por bernardo ferreira |

Texto: Bernardo Ferreira

A seção desta semana tem os cinco motivos de orgulho e os cinco motivos de vergonha do Fluminense. Confira abaixo as listas com os depoimentos de quem participou dos episódios: Romerito, Renato Gaúcho, Paulo Victor, Marcão, Rogerinho…

E deixe o seu recado nos comentários: sentiu falta de algum jogo? Quais partidas são motivo de orgulho ou vergonha?

OS ORGULHOS:

1º lugar: Fluminense 3 x 2 Flamengo, em 1995

Depoimento de Aílton:

“Nunca esquentei com a autoria do gol. Depois colocaram o meu nome na súmula, mas o importante mesmo foram o título e a campanha. O gol de barriga do Renato tornou o jogo mais marcante, mais do que teria sido se a bola entrasse direto. A nossa campanha começou com uma derrota para o Madureira e com o Joel Santana reunindo o grupo e falando que só ficaria quem estivesse a fim de segurar na alça do caixão. Ele disse: ‘Vamos ser campeões. Quem quiser que continue comigo’. No octogonal final, ganhamos credibilidade com uma vitória de virada sobre o Vasco. Antes do jogo contra o Flamengo, o Renato foi muito feliz ao reunir os jogadores numa roda e falar da importância de ser campeão. Ele começou a chorar e emocionou o grupo. Ele disse para deixarmos o dinheiro de lado, pois estávamos com três meses de salários atrasados. Eu nunca tive nada contra o Flamengo, pelo contrário. Foi o clube que me projetou. Eu estava deixando o Japão e já tinha acertado tudo com o Vanderlei Luxemburgo. Mas o Kléber Leite não quis, pois não gostava do meu futebol. Então, o (lateral) Lira falou de mim para o Joel, e acertei com o Fluminense. Por isso sempre joguei com uma garra fora de série contra o Flamengo. Fomos superiores no primeiro tempo e continuamos massacrando nos primeiros 15 minutos do segundo. Esfriamos um pouco, principalmente depois das expulsões (de Marquinhos e Sorlei). Perdemos um pouco de força ofensiva, mas não a aplicação e a garra. Tanto que, no gol do Fabinho, teve dois jogadores do Fluminense dando carrinho. Nessa hora, pensei: já era. E o Lira ainda foi expulso por uma entrada dura. Parecia que a torcida do Flamengo estava dentro de campo. Eu colei no Djair e avisei que estaria na ponta direita e que era para me dar a bola. Quem me deu o passe foi o Ronald, e eu já estava quase dentro da área. Na hora, achei que fosse o Branco na marcação. Só depois, pela TV, vi que foi o Charles. Dei o primeiro corte, mas ele conseguiu fechar, então dei o segundo corte. O chute desviou na trava da chuteira do Jorge Luiz e foi na barriga do Renato. Sorte que ele estava gordinho. O Fluminense foi superior no jogo e não merecia o empate. Os jogadores foram irmãos, passaram por dificuldades, e isso foi fundamental para o sucesso. Falam que o Renato é marrento, mas não conhecem o coração dele. Ele deu dinheiro a companheiros, pagou muitas contas com o próprio cartão de crédito. Eu tinha voltado do Japão e estava com um dinheirinho, por isso também ajudei.”

2º lugar: Fluminense 3 x 1 Boca Juniors, em 2008

Depoimento de Renato Gaúcho:

“O Boca era um monstro e tinha o nosso respeito, mas eu confiava no meu grupo. Antes do jogo, trabalhei as partes técnica, tática e psicológica. Nosso time ganhava confiança a cada etapa superada. Achavam que não passaríamos da primeira fase, e depois que não eliminaríamos o São Paulo. A maior fragilidade do Boca era a sua autoconfiança. Achavam que atropelariam seus adversários a qualquer momento e tinham time para isso, mas faltou respeitar o Fluminense. Autoconfiança é algo bom, desde que você respeite o adversário. E eles não respeitaram. Eu falei isso para o meu grupo e adverti para que não entrasse de salto alto. Não fomos tão bem no primeiro tempo, mas também não demos muitas chances para eles. Sabíamos que tínhamos a vantagem do empate (0 a 0 ou 1 a 1), e o Boca jogava fora de casa da mesma maneira que jogava na Argentina. Uma hora eles teriam que buscar o gol e iriam se abrir. Fizeram 1 a 0, e o jogo ficou aberto. Tirei o Ygor e coloquei o Dodô, porque precisávamos do gol e tínhamos que arriscar. Quando eu fazia essa substituição, pedia para o outro cabeça de área não sair mais. Cada jogador sabia bem a sua função e as possíveis mudanças de esquema tático. Depois empatamos com o Washington e viramos com Conca e Dodô. No Fluminense, batia falta quem estava com a confiança em alta. Vai muito do momento. Perdemos o título por detalhes. Se eu tivesse feito aquela campanha na Europa, teriam renovado comigo por três anos. Foi uma Libertadores exemplar, e não me arrependo de nada. Faria tudo igual. O que não deveria ter sido feito? Onde erramos? Eu queria muito aquele título, mais do que ninguém. Não veio o título, vou fazer o quê? Dar tiro nos caras? Nossos melhores batedores perderam pênaltis. O título não foi conquistado, mas é como se tivesse sido.”

3º lugar: Corinthians 0 x 2 Fluminense, em 1984

Depoimento de Romerito:

“A euforia estava no lado do Corinthians, mas sabíamos que tínhamos mais time. O Corinthians tinha mais individualidades, mas o nosso conjunto era mais forte. Eu estava 100% certo de que ganharíamos. Tínhamos um goleiro muito bom e um time em que todos sabiam jogar futebol. A defesa era muito forte e sabia sair jogando. O meio-campo ia e voltava, criava jogadas e fazia gols. E o ataque era alto. Sabíamos das fragilidades do Corinthians. Lembro das instruções que o Parreira me passou, de marcar o Zenon. E, como ele não era forte na marcação, me deixava livre. O nosso primeiro gol saiu de uma jogada ensaiada a semana toda: um cruzamento meu, e a cabeçada de Assis. Esse gol no fim do primeiro tempo desarrumou de vez o Corinthians, que quase não criou jogadas de gol e foi envolvido. Nossa marcação foi um diferencial, tanto que o Sócrates, que atuava mais avançado, foi anulado pela zaga. Enquanto o Parreira esteve no Fluminense, o time se destacou pela pegada forte. Tomávamos a bola e saíamos em contra-ataque. Assim saiu o segundo gol, do Tato. O lado esquerdo se destacou nesse jogo, com o Tato, o Branco e comigo. No jogo no Maracanã (ver vídeo acima), fomos superiores e merecíamos ganhar de quatro, mas o (goleiro) Carlos teve uma ótima atuação”

4º lugar: Fluminense 1 x 0 Vasco, em 1976

Depoimento de Renato (atualmente trabalhando numa autarquia de Uberlândia):

“No começo do ano, o Horta quis dar uma mexida no time de 1975, que havia perdido para o Inter na semifinal do Brasileiro. Fez um troca-troca com o Flamengo, cedendo Roberto, Toninho Baiano e Zé Roberto, e pegando Rodrigues Neto, Doval e eu. Foi uma coisa louca, porque ninguém imaginava dois rivais trocando de jogadores de um ano para outro. Aquilo incendiou o campeonato. Num Fla-Flu amistoso no início do ano, perdemos por 4 a 1, o que levou alguns a questionarem o negócio feito pelo Fluminense. Mas depois viram que foi bom, porque nós três nos tornamos titulares. Tínhamos um time de muitos craques e um grande capitão, Carlos Alberto Torres, que controlava as vaidades. Por melhor que seja, um time precisa de um capitão forte, senão nem adianta ter um grande técnico. Caju, Pintinho e Rivellino tinham gênios fortes. Fazíamos muitas reuniões e conseguimos unir o grupo. O time embalou do meio para o fim do campeonato, porque alguns jogadores foram adquirindo forma física. O jogo-chave foi a vitória sobre o Vasco no terceiro turno (3 a 0), pois estávamos sem Pintinho, Caju e Rivellino. O Horta queria que ao menos um jogasse, porque estava com medo que perdêssemos e ficássemos fora do campeonato. E se desentendeu com o Arnaldo Santiago, que dizia que as lesões poderiam se agravar. Fluminense e Vasco tinham times muito bons. O Vasco tinha conjunto e o Roberto Dinamite, muito bom em bolas paradas e em lançamentos. Mas o Fluminense tinha grandes jogadores e era superior.  Num jogo-extra, numa quarta-feira à noite, ganhamos com um gol no fim, em que o Doval cabeceou de costas e a bola passou entre as pernas do Zé Mário. Foi sorte que só os campeões têm, até porque não existe campeão azarado. Estávamos engasgados com o Vasco, pois no quadrangular estávamos vencendo por 2 a 0 e eles empataram”

5º lugar: Fluminense 1 x 0 Flamengo, em 1983

Depoimento de Paulo Victor (atualmente comentarista do PFC):

“Perdemos o campeonato em 1982, e começaram a contratar. O Cláudio Garcia acertou o time numa excursão ‘bye bye Brasil’. Havia  expectativa em relação ao time, pois só eu e Delei éramos remanescentes da equipe anterior. Ninguém conhecia Assis, Washington, René, Jandir… Ficou aquela desconfiança. Conquistamos a Taça Guanabara de forma invicta, e eu só levei o primeiro gol em Volta Redonda (na quinta rodada). O Cláudio Garcia recebeu proposta do Flamengo e foi para lá. Foi uma coisa chata, porque ele estava no Fluminense, montou o time e nos conhecia. Quando o Flamengo ganhou a Taça Rio, pensamos: ‘Não podemos perder o título para o Cláudio’. O grupo se reuniu e falou que tinha que ganhar o título. Empatamos com o Bangu no primeiro jogo do triangular, mas estávamos tranquilos. Tínhamos certeza de que seríamos campeões. O jogo contra o Flamengo foi equilibrado, porque o time deles era muito bom. Eu já estava esperando o empate, quando o Assis fez o gol. Assistimos na arquibancada ao jogo entre Flamengo e Bangu. Sabíamos que não havia como o Bangu ganhar do Flamengo, que tinha muito mais time. Havia mais torcedores do Fluminense do que do Bangu no Maracanã. O título carioca consagrou aquele time e deu confiança, pois era um grupo novo.”

AS VERGONHAS:

1º lugar: Fluminense 2 x 3 ABC, em 1998

Depoimento de Marco Brito:

“Eu ia subir pela primeira vez para os profissionais em 1995, mas sofri uma lesão às vésperas de estrear. Voltei para os juniores e subi em 1998, meu último ano como júnior. Houve muita coisa errada. O elenco chegou a ter 63 jogadores. No coletivo, ficavam quatro times fora, fazendo um trabalho à parte. Como era muita gente, e a cada rodada chegavam jogadores novos, separavam o elenco por grupos. E os jogadores da casa foram deixados de lado. A diretoria alegou que queria nos preservar, mas tínhamos condições de ajudar. Na metade do campeonato, os pratas da casa já não faziam parte do grupo. No futebol não existe milagre. Se você planta coisas erradas, colhe coisas erradas. O jogo contra o ABC foi às 11h de domingo. Se fosse uma sequência de jogos nesse horário, o time se acostumaria. Mas você sente a diferença na primeira vez. Muda toda a logística: concentração, refeição, sono… Além disso, era uma situação nova para o clube, e fazia muito calor. Ficamos muito ansiosos. Quando subimos ao gramado, comentamos que havia muita gente na arquibancada e que não poderíamos vacilar. Quem veio de fora pode ter se surpreendido, mas eu não. Conheço a força da torcida e sei que ela é especial. Foi uma pena que depois as coisas tenham se complicado. Começamos a partida querendo resolver logo e confundimos velocidade com pressa. A torcida passou a cobrar, aí pesou o fator psicológico, e ficou mais difícil. Hoje estou na torcida pelo Fluminense, pois foi um clube que aprendi a amar e é onde quero encerrar a carreira.”

2º lugar: Villa Nova-MG 2 x 0 Fluminense, em 1999

Depoimento de Roberto Brum (atualmente no Figueirense):

“O Fluminense vinha de campanhas ruins e com sete meses de salários atrasados, obrigando jogadores a vender carros e imóveis para pagar contas e manter o padrão de vida. A torcida não sabia disso e só cobrava. Era muito complicado mesmo, até que chegou o Parreira. Ele avisou que a partir de então o salário não atrasaria mais, para que pudesse cobrar dos jogadores. Ele fez mais: tirou do próprio bolso para comprar móveis para os vestiários e fez a diretoria comprar equipamento novo para musculação, duchas novas… Ele foi o grande responsável para que o Fluminense se reerguesse. Levou o time para uma pré-temporada na Espanha e em El Salvador. Enfrentamos o Numancia e até o La Coruña. Perdemos por 4 a 0, com direito a olé do Djalminha, mas enfrentamos. Subiu para os profissionais uma boa safra de jogadores, em que estávamos, eu, Roger, Bruno Reis, Marco Brito… Tivemos a nossa oportunidade para ajudar o Fluminense a subir, mas não foi fácil. Ouvíamos histórias terríveis de quando o time foi rebaixado. Uma vez, o Jorge Luís (lateral-esquerdo) foi agredido no Maracanã, e sobrou até para os pais dele, que tentaram defendê-lo. Para um jogador experiente, viver uma situação dessa já não é fácil. Imagina para um jovem, que que sonhava disputar um Fla-Flu com Maracanã lotado. Houve um jogo em que estávamos no ônibus subindo a serra, e passou um fusca na nossa frente e desceu a ribanceira. Jogamos em gramados cheios de sapos, levamos pedradas em campo… Quem joga a Série C pode encarar qualquer campeonato no mundo. O primeiro jogo é sempre mais tenso, atípico. E nossos adversários sempre pareciam leões que haviam sido soltos após um mês na jaula. Não ficamos preocupados após a estreia, pois já víamos uma estrutura diferente no clube, com alguém intercedendo por nós e dando condições de trabalho. O Parreira foi anunciado em solo americano quando chegamos a Miami para a pré-temporada. Os árbitros olhavam para o banco, viam o Parreira e apontavam para a marca do cal. Era pênalti o tempo todo.”

3º lugar: Paulista 2 x 0 Fluminense, em 2005

Depoimento de Antônio Carlos (atualmente no Atlético-GO):

“Quando chegamos à final, o clima era o melhor possível. O time foi ganhando confiança durante a Copa do Brasil e conquistou o Campeonato Carioca. Perdemos o título no primeiro jogo, por causa de desatenções. Tivemos desfalques, o que tornou a nossa situação mais complicada. Todos vinham com sequência de jogo e atuando muito bem. É normal que quem entre não esteja no mesmo ritmo – sem querer jogar culpa em alguém. Levamos gol, saímos para o ataque para tentar empatar e acabamos nos expondo. Esquecemos que haveria um segundo jogo. Poderíamos ter esperado mais. O time não vinha tendo muito trabalho na partida. Em São Januário, eles se fecharam bem. Revi esse segundo jogo há pouco tempo, e perdemos muitos gols. Eu lamento muito a perda desse título, pois foi um ano bom, com um elenco que se ajudava sempre. Seria um título de expressão para a minha carreira. Depois, acabei me transferindo (para o Ajaccio-FRA).”

4º lugar: Santos 5 x 2 Fluminense, em 1995

Depoimento de Rogerinho (atualmente professor de educação física):

“Era um time em sintonia com o esquema tático do Joel Santana, com cada um cumprindo bem a sua função. A estrela era o Renato Gaúcho, e os outros aceitavam essa situação. Nós carregávamos o piano, enquanto ele tocava. O jogo no Maracanã (4 a 1 para o Fluminense) foi muito puxado, pois o Santos fez 1 a 0 no primeiro tempo, e nós tivemos que correr muito no segundo tempo para virar. E o intervalo entre um jogo e outro foi curto, entre quarta-feira e domingo. Saímos tarde do Maracanã e fomos para uma churrascaria. Houve uma euforia normal de quem havia vencido a partida, sem exageros. Cumprimos a programação da diretoria: saímos do jogo, jantamos e fomos para um hotel. Fui dormir entre 2h e 3h e acordei cedo no dia seguinte. No jogo em São Paulo, nada deu certo. Alguns jogadores sentiram o cansaço da partida no Rio, o que era natural. A nossa postura no início do jogo foi a mesma que havíamos adotado no campeonato: um time bem postado e saindo no contra-ataque. Mas tivemos algumas falhas, e o Giovanni estava em um dia inspirado. Deve ter feito a melhor partida da carreira dele. Ele fez o jogo ficar fácil para o Santos. Já não havíamos feito marcação individual sobre o Giovanni no Rio, e ele não fez uma grande partida. Geralmente marcávamos por setor. O primeiro tempo terminou 2 a 0, e o Valdeir sentiu uma lesão. No segundo tempo, ainda fiz o gol que nos daria a classificação, mas em seguida tivemos uma infelicidade na marcação, e o Santos aumentou para 4 a 1. Depois fez 5 a 1, e eu ainda marquei mais um. Quando o jogo acabou, não estávamos acreditando no que estava acontecendo. Sentimos muito”

5º lugar: Palmeiras 3 x 2 Fluminense, em 2005

Depoimento de Marcão (atualmente no Bangu):

“Estávamos tão perto da Libertadores, mas vimos a vaga escapar entre os dedos. Esse ano começou bem, mas terminou de forma decepcionante. Uma hora acendeu o alerta, porque o Palmeiras começou a crescer. Sempre pensávamos: ‘No próximo jogo nós conseguimos’. Mesmo sem querer, o time acabou relaxando. Nunca achamos que chegaríamos a uma sequência de cinco derrotas. Fica como aprendizado para todos. Estávamos tão seguros e chegamos a um momento crucial, que foi enfrentar o Palmeiras no Palestra Itália. Aí encaramos como final de Copa do Mundo. Mas é difícil, por causa da pressão. O Arouquinha acertou aquela bomba bonita (fazendo 2 a 1), mas não deu. Não soubemos segurar, e o Palmeiras foi forte nas bolas paradas. Foi um jogo aberto, equilibrado, bonito. Acho que deixamos uma boa impressão. Foi uma pena dependermos desse resultado. Aquele era um grupo de qualidade, fechado, em que um era companheiro do outro. O Fluminense tinha uma base do campeonato anterior e manteve o Abel durante toda a temporada.”

78 Comentários para “Jogos na Memória: os orgulhos e as vergonhas dos tricolores”

Páginas: « 4 3 [2] 1 »

  1. 38
    Roseane:

    Acredito que faltaram dois jogos, que na minha humilde opinião foram marcantes e decisivos, que a torcida do flusão assim como eu jamais esqueceremos, que foi a final contra a LDU, no maraca. Todos devem lembrar que só não ganhou por erros do arbitro argentino, mas o time lutou e jogou até o final e portanto merecia o título. E o outro jogo foi contra o São Paulo, de volta na libertadores, que o flu jogou e venceu nos minutos finais se classificando. Aquele gol não foi só do Washington, que comemorou muito batendo no peito, mas de uma torcida apaixonado por seu Flusão, assim como eu, acreditando até os segundos finais.

  2. 37
    Flor:

    FlorminenC , vergonha do RIO !

  3. 36
    DANIEL REIS:

    Com certeza os jogos entre
    FLU 6xo Arsenal (08)
    FLU 3×1 São paulo (08)
    e Também contra a LDU
    FLU3×1LDU. apesar de ter perdido a libertadores foi um jogo emocionante e marcante na história do tricolor.

  4. 35
    andre campbell:

    E o Fla x Flu de 1969 ?

    Felix, Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antonio
    Denilson e Didi,
    Wilton, Flavio, Samarone e Lula! Time imortal que os tricolores cinquentões tem de cor e salteado

    Esse time também foi demais!
    O Flamengo entrou em campo com uma bandeira gigante que cobria todo o gramado.
    O Flu de camisa Branca tinha como técnico o novato TELE SANTANA
    Tinham quase 160 mil torcedores no Maraca para ver o Flu campeão,

    O Flu editou uma revista com um disco compacto com o 3º gol narado pelo Jorge Cury (flamenguista doente)

    - “Bate Galhardo na direção de Oliveira, é assediado por Rodrigues Neto, mesmo assim consegue entregar no meio de campo para Denilson este a Samarone, tabelinha com Claudio, para Samara, que tocou para Flavio emendouuuuuu – GOOOOLLLLLLLL
    Eu estava atrás do gol e vi a bola estufar a rede e o grito da torcida. INESQUECÍVEL

    E EU COM 10 ANOS DE IDADE COMEMORAVA MINHA PRIMEIRA IDA AO MARACANÃ

    Salve o Tricolor

  5. 34
    Maria Ailma FFC:

    O momento que mais me marca é o Fluzão campeão da copa do Brasil em 2007(momento de alegria).E o momento de tristeza do Fluzão foi a Perca da Libertadores para a LDU em 2008.

  6. 33
    marcio val paraiso:

    PARA MIM O JOGO MAIS DECEPCIONANTE FOI A DERROTA PARA A LDU EM QUITO!!! EO MAIS EMOCIONANTE FOI A VITORIA SOBRE O FIGUEIRA EM FLORIPA, GOL DESSE EXEMPLO DE PROFISSIONAL CHAMADO ROGER!!!

  7. 32
    David Barbosa:

    cotra o sp emocionante eu acreditava ate o ultimo minuto quando coração valente fez o gol…
    contra a LDU traumatico!

  8. 31
    wilamys rodrigues:

    Bom dia para todos os tricolores, Eu acredito que o Fluzão vai sari da zona de rebaixamento e com certeza vai ser Campeão da SUL Americana e com certeza nós vamos GOZARMOS MUITO com as outras torcida rivais,,,,,

  9. 30
    Ariga:

    Sem dúvidas alguma:

    Orgulho: com direito a gol no ultimo minuto em Fluminense 3 x 1 São Paulo (Maracanã – 2008)
    Decepção: os penalties em Fluminense x LDU (Maracanã – 2008)

  10. 29
    edvone alves guimarães:

    não tem vergonha a diretoria,presidente enfim todos que comanda o flu que já caiu para a segunda e terceira divisão e esta proximo de cair de novo. é um vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  11. 28
    André Piaia:

    Quero é agradecer o grande idolo de minha geração, o jogador que tem a cara do fluzão e agradeço ele todos os dias , o unico que deixo autografar minha camisa obrigado ASSIS

  12. 27
    jonatas silva:

    Jogo inesquessível foi Fluminense 6 x 0 Arsenal!!

  13. 26
    PUTANO:

    KKKKKKKK ‘ Tricolores ESTAO SOFRENDO

    O FLUMINENSE E TIME DE SEGUNDA DIVISAO

    ‘iiiiiiiiiii U BOTAFOGO VAI CAI , O FLUMINENSE JA TA LA
    O MEU FLAMENGO JA E PENTA O BACALHAL NAO VAI VOLTAAAAAA

    KKKKKKKKKKKKKKK’ FLUMINENSE E O CARAMBA TIME DE SEGUNDA DIVISAO

  14. 25
    Bruno:

    O Jogo mais marcante do Fluminense foi contra a LDU, o Fluminense perdendo de 1 a 0 a torcida não parava de apoiar e os jogadores se animaram e foram para cima mesmo com a perda do título foi um jogo emocionante.

  15. 24
    j.pfluzão:

    Vou sempre ao maraca ver o flu nas conquistas e nas tristezas, mas, nãofoi um titulo que me marcou e sim o jogo contra o são paulo só quem estava lá sabe o que eu estou falando foi muita emoção

  16. 23
    Hugo:

    Flu x boca – de arrepiar (08)
    Flu x sp – inesquecivel (08)
    Flu x fla – o melhor de todos (95)
    Flu x ldu – deprimente

  17. 22
    Ramon:

    Fluminense 3 X 1 São paulo Libertadores 2008 . Foi um Momento que eu nunca esquecerei. Ñ sei como meu coração aguentou.

  18. 21
    Kennet:

    Ta faltando o carioca de 2005 !
    Gol do Antonio Carlos no ultimo minuto de jogo contra o Volta Redonda !!!

  19. 20
    flavio:

    Acho que o jogo contra o SÃO PAULO na libertadores foi muito mais emocionante e marcante do que contra o BOCA.

    DECEPÇÃO: A primeira partida contra a LDU no EQUADOR.Tomar de 4 a 2 não estava nos planos.

  20. 19
    Ney:

    Um dos de maior alegria foi a segunda partida contra o São Paulo na Taça Libertadores do ano passado. O time jogou com garra, determinação e acreditando até o último instante na classificação para a semi-final

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