Formulário de Busca

Jogos na Memória: os orgulhos e as vergonhas dos flamenguistas

sex, 14/08/09
por bernardo ferreira |

Texto: Bernardo Ferreira

Depois do Corinthians na estreia da seção Jogos na Memória, chegou a vez do Flamengo. São cinco jogos que enchem os rubro-negros de orgulho e outros cinco que causam vergonha. Confira abaixo quais são eles e leia os depoimentos de quem participou dos episódios.

E deixe o seu recado nos comentários: quais são os jogos de orgulho e de vergonha do Flamengo?

Clicando aqui, você lê a matéria no GLOBOESPORTE.COM.

OS ORGULHOS:

1º lugar: Flamengo 3 x 0 Liverpool, em 1981

Depoimento de Tita:

“Aquele foi o melhor time que já vi jogar, disparado. Era fora de série. É só pegar os números. Foi um trabalho iniciado em 1977 e que ganhou três Brasileiros, quatro Cariocas, uma Libertadores e um Mundial. Foram cinco anos de processo até chegar ao jogo contra o Liverpool. A maioria dos jogadores era formada no Flamengo, o que cria uma identidade. Tínhamos jogado a final da Libertadores 20 dias antes, mas a qualidade do time era tanta, que isso não foi problema. Ganhamos três campeonatos em um mês: Libertadores, Carioca e Mundial. O Liverpool tinha um timaço e só valorizou a nossa vitória. Era o principal representante da Europa, e o Flamengo deu um baile. A vitória por 3 a 0 logo no primeiro tempo reflete essa superioridade. No segundo tempo, continuamos dominando e criamos mais chances. O Adílio teve uma oportunidade, eu também. Daquela equipe, só o Lico não passou pela seleção brasileira. Fazia muito frio no Japão, por volta de dois graus, e os ingleses estavam mais acostumados ao clima. Chegaram ao estádio de terno e gravata ou sobretudo, enquanto nós havíamos chegado de macacão, chinelo, tocando pagode. Eles viram aquilo e acharam que iriam ganhar facilmente. Na hora da entrega da taça, o Raul me disse: ‘Tita, aproveita esse momento, porque nunca vai se repetir’. Eu até estive perto de repetir no Grêmio, mas voltei antes ao Flamengo.”

2º lugar: Vasco 1 x 3 Petkovic, em 2001

Depoimento de Zagallo:

“Foi um jogo de emoção extraordinária. Na hora, falei que era como uma Copa do Mundo, porque se tratava de um tricampeonato, sobre o Vasco, com um gol no fim. Até hoje, quando saio à rua, flamenguistas me param para falar desse jogo, dizendo que marcou a vida deles, e para tirar uma foto. O jogo marcou a história do Flamengo e a minha. Fomos para o intervalo com 1 a 1 no placar, precisando de mais dois gols, depois que o Juninho tinha empatado para o Vasco no fim do primeiro tempo. Os dois goleiros, o Julio César e o Clemer, foram os que me ajudaram, dando ênfase ao que eu falava, puxando os jogadores para cima. Lembrei que ainda tínhamos condição de ganhar e que tínhamos de marcar o segundo gol o mais rápido possível. Conseguimos o segundo gol, com o Edílson, num passe do Petkovic, e depois o terceiro, faltando dois minutos. Olhei para a arquibancada do Vasco, lotada, depois o Joel Sanatana de pé, e mais atrás o Eurico dando uma baforada com o charuto. Tudo isso numa fração de segundos. O Pet pegou a bola, e eu tirei o Santo Antônio do bolso e fiquei segurando. E aí aconteceu. Havia problemas entre Edílson e Petkovic, mas superamos tudo. Não podíamos levar para o campo esses problemas particulares. Era uma situação que vinha se acumulando durante o campeonato. Tivemos reuniões, individuais e entre os jogadores, e numa delas eu saí e deixei todos os jogadores conversando. Foi preciso jogo de cintura e espírito de liderança.”

3º lugar: Flamengo 2 x 0 Cobreloa, em 1981

Depoimento de Adílio:

“Havia um clima de rivalidade por causa do jogo em Santiago. No Chile, assim que chegamos ao estádio, havia polícia, bateram muito na gente. No intervalo, um diretou entrou no vestiário chorando, dizendo que tinha levado uns tapas. Libertadores, naquela época, era diferente. Queriam ganhar no grito, e qualquer detalhe fazia a diferença. O Mario Soto tinha uma pedra na mão em campo. Todos viram, inclusive o árbitro, que dizia para revidar, porque estava doidinho para expulsar uns dois do Flamengo. Até os companheiros de time dele disseram que era maluco. Depois que levamos o primeiro gol, falamos: vamos segurar, que esse 1 a 0 é vitória nossa. Sabíamos que, em campo neutro, ganharíamos. Após a partida, tivemos uma conversa pedindo tranquilidade, para que todos descansassem, porque tinha virado questão de honra. No Uruguai, assim que começou o jogo, o Zico disse ao juiz: ‘Estou de olho em você’. Mas ele de cara falou que, se visse algo, ia mandar para fora. Isso me tranquilizou. O Flamengo foi superior, marcou os gols na hora certa. Não demos chance, e no fim eles até se conformaram. O técnico deles veio nos abraçar e pedir desculpa pelo que havia acontecido no Chile. A agressão ao Mario Soto, feita pelo Anselmo, já estava acordada por todos. Eu tinha falado: vou ser o primeiro. Mas disseram que não podia ser eu, porque já estava visado. Aí o Anselmo entrou para mostrar que brasileiro não é banana, como tinham afirmado. Que também somos bons de briga. Até os jogadores chilenos gostaram. Disseram: ‘Ele merece’. E a ironia do destino é que, na ida a Tóquio, encontramos o Mario Soto na escala em Los Angeles. A delegação inteira chegou em cima dele. Mas dissemos que não iríamos fazer nada em respeito à mulher dele e aos três filhos, que estavam com ele. Ele se borrou todo e não abriu a boca.”

4º lugar: Flamengo 3 x 0 Botafogo, em 1992

Depoimento de Junior (atualmente comentarista da TV Globo):

“Foi o jogo mais importante do campeonato, por ser decisivo e contra o favorito ao título. Até por isso, jamais imaginamos jogar de peito aberto. Precisávamos tomar certas precauções, que foram fundamentais para fazer aquele placar, que ninguém imaginava.  Naquele dia, algumas peças atuaram acima da expectativa, como Piá, Júlio César e Charles. Após a partida, eu e Carlinhos chegamos ao vestiário falando que era um resultado expressivo, mas que não garantia nada. Teríamos mais 90 minutos contra um bom time, que poderia perfeitamente fazer três gols. Não houve comemoração nem clima de oba-oba. O Botafogo era superior, mas não dava para dizer que aquele Flamengo não era qualificado. Vários jogadores tinham passagem pela seleção. Para mim, teve um sabor especial. Eu era o último remanescente daquele timaço (do início da década de 80) e estava encerrando a carreira. Foi a cereja na torta de toda a minha carreira. Eu ainda terminei como artilheiro, o que nunca havia acontecido comigo, e voltei à seleção brasileira. Foram ótimos momentos, que ainda estão vivos na minha memória e na de todos os flamenguistas”

5º lugar: Flamengo 4 x 1 Fluminense, em 1986

Depoimento de Zico (atualmente técnico do CSKA Moscou):

“Não havia nenhum receio meu em relação à cirurgia, pois havia feito uma boa recuperação. Jogamos em Bahrein, depois no Iraque, e viemos para o Fla x Flu que abria o Campeonato Carioca. A grande surpresa foi justamente a torcida do Flu me receber daquela forma (gritando “bichado”). Não esperava, pois até aquela data nunca tinha feito nada para merecer aquele coro. Pior é que aquela palavra saiu do ex-presidente do Flamengo (nota do blog: Dunshee de Abranches), para querer justificar a minha venda para a Itália, três anos antes. Procurei me concentrar apenas no jogo e fazer o que fazia sempre, mas é lógico que aquilo mexeu comigo. Acho que foi uma das maiores atuações que tive na vida. Cada lance era para responder aquilo que ouvi, e respondi só com futebol, como quem diz: ‘Respeito é bom e eu gosto’. Aquela foi a única partida oficial que eu e Sócrates fizemos juntos no Flamengo e abriu o caminho para derrubar o sonho do tetra do Flu e motivar o Fla, que acabou conquistando o campeonato. Um lance do qual me lembro bem foi um passe de calcanhar por baixo das pernas do zagueiro do Flu. O Adalberto, sozinho, acabou perdendo o gol. Também lembro que respondi mais a quem tinha falado aquilo no jornal do que propriamente à torcida do Flu, que, tenho certeza, quis apenas fazer gozação e me tirar do sério”

AS VERGONHAS:

1º lugar: Flamengo 0 x 3 América do México, em 2008

Depoimento de Leonardo (atualmente no Vila Nova-GO):

“Já tive outras eliminações dolorosas, como para o Boca Juniors pela Libertadores e para o Santo André pela Copa do Brasil (ambas pelo Palmeiras).  Mas nunca houve uma derrota como essa, pela vantagem que havíamos construído no México. Deu tudo errado. Havia uma autoconfiança muito grande, teve festa para o Joel, o Maracanã estava cheio… Não tinha como dar errado, mas deu. É verdade que houve pequenos detalhes, como atraso na chegada ao estádio, tumulto para entrar, visita de pagodeiro na concentração… Mas eles não justificam e só são lembrados porque perdemos. Seria querer colocar desculpa em um fracasso que foi dos jogadores. Nós é que deixamos a desejar e entramos relaxados em campo. Perdemos vários gols. Se tivéssemos feito um, a história seria outra. Foi um desastre. Até aqui no Vila Nova já me perguntaram sobre esse jogo. E eu sou flamenguista, de Juiz de Fora, e tive que ouvir várias perguntas de amigos de lá. Aí tem que tentar explicar o inexplicável”

2º lugar: Flamengo 0 x 2 Santo André, em 2004

Depoimento de Fabiano Eller (atualmente no Inter):

“Não foi menosprezo, mas durante a semana aconteceram muitas coisas que tiraram a concentração do time. Ligaram mais para certos detalhes e se esqueceram da preparação para o jogo. Foram besteirinhas, que às vezes não dão importância, como por exemplo a preocupação em arrumar ingressos para amigos e família. Se o time estivesse mais focado, o resultado seria outro. Se fica um dia a mais na concentração, deveria ser para pensar no jogo, no adversário, em pontos importantes… não é apenas para ficar um dia a mais no hotel. O nosso favoritismo era muito grande, e achamos que já estava ganho. Todos tiveram sua parcela de culpa – até os torcedores que armaram festa para depois do jogo, como se o Flamengo já fosse campeão. Mas é claro que quem entra em campo somos nós, jogadores. O time não jogou bem, não criou chances. Os atacantes não foram bem, e os homens de defesa se desconcentraram. O primeiro gol, principalmente, foi típico de um time desconcentrado. Pegamos um adversário sem tanta responsabilidade, sem tanta cobrança. Era desconhecido, com pouca torcida, jogando fora de casa. Alguns jogadores do Santo André já deviam até pensar que estava de bom tamanho chegar à final contra o Flamengo. Para sair do estádio, foram duas ou três horas, por causa de tumultos no Maracanã. Foi frustrante. O Santo André mereceu o título porque jogou bem as duas partidas. Mas o Flamengo também merecia um final melhor. Só que não dá para ter dois campeões.”

3º lugar: Botafogo 1 x 0 Flamengo, em 1997

Depoimento de Iranildo (atualmente no Brasiliense):

“Por isso o futebol é apaixonante: acontece cada coisa… Ninguém imaginava que iríamos perder para os reservas do Botafogo. Aquilo foi um desastre para todos. Os jogadores costumam se lembrar das vitórias na carreira, mas algumas derrotas também são inesquecíveis. Essa é uma delas. O time entrou em campo com excesso de confiança, relaxado. Achou que marcaria a qualquer momento. Quando levou o gol, num chute do Renato Carioca, resolveu correr atrás. E o Botafogo começou aquele jogo com muita disposição. O Junior havia lembrado que não seria um jogo fácil e que os reservas iriam querer mostrar serviço. Se fossem os titulares do outro lado, a história poderia ter sido outra. A derrota ficou marcada não só para os jogadores, mas para a história do clube e do futebol. Depois, comentamos entre nós mesmos que houve menosprezo, que era uma noite para ser esquecida. Aquele time poderia ter feito mais, pelo elenco que tinha. O ambiente era ótimo”

4º lugar: Flamengo 0 x 1 Serrano, em 1980

Depoimento de Raul Plassmann (atualmente comentarista do SporTV):

“Foi surpreendente. O Acácio fez uma das partidas mais impressionantes que vi um goleiro fazer. O campo estava impraticável, e mesmo assim ele acabou com a partida. Já conhecia o terreno, enquanto era a primeira vez que o Flamengo atuava ali. O jogo chegou a ser suspenso, mas alguns jogadores do Flamengo queriam que houvesse a partida, pois senão iria embolar o calendário. Eu não queria, me sentia morto com aquela neblina à noite. Eles mandaram uma bola para o gol e ela entrou. Não peguei na bola. Não entramos de salto alto. Se alguém fizesse corpo mole naquele time, levava bronca. Falariam para o técnico: “Se ele voltar para o segundo tempo, eu não volto”. Todos ali jogavam por prazer. Naquela partida, eu quase não vi o Flamengo em campo, porque ele sumia quando estava no ataque, com tanta neblina na minha frente. Depois do jogo, não teve conversa. É como quem diz: fizemos o possível, e não tem nada do que se envergonhar. Se fosse num campo seco, a história seria outra. Daquele jeito, era mais fácil destruir do que construir. Brincaram muito com a gente com a história do Anapolina. Mas, se eu levei gol do Cafuringa, que marcou sete vezes na carreira inteira, vou me importar com gol do Anapolina? A fase ruim daquele Flamengo não durava mais do que 90 minutos. Se perdia o Carioca, ganhava o Brasileiro em seguida. Perdemos o tetra estadual, mas depois ganhamos Brasileiro, Libertadores… Não se pode ser tudo”

5º lugar: Flamengo 2 x 3 Portuguesa, em 1998

Depoimento de Toninho Barroso:

“Era um bom time passando por uma fase ruim – e que acabou nesse jogo, por sinal. Na partida seguinte, já com o Evaristo de Macedo, ganhamos do Goiás. Eu entreguei o cargo contra a Portuguesa e continuei como assistente. Jogamos bem, mas a partida ficou marcada pela história da devolução do dinheiro do ingresso. Saímos atrás no placar e viramos, mas depois o Pimentel foi expulso. A Portuguesa tinha um grande time e virou para 3 a 2. Para mim, assumir a equipe foi uma oportunidade, que acabou não sendo boa.  Eu estava treinando os juvenis e fui chamado pela primeira vez para os profissionais. E as coisas não deram certo. Isso acontece. Às vezes você tem um bom elenco, e os resultados não vêm. São os casos de Fluminense e Cruzeiro hoje. Eu saí porque quis, pois achei que o time estava precisando de alguém mais experiente. Lembro que naquele dia deixei sozinho o Maracanã, estava triste, e alguns torcedores pediram para eu ficar. O Flamengo tinha um grupo de grandes jogadores, consagrados, mas havia certos problemas de vaidade e  relacionamento entre alguns deles. Eu agia como técnico de juvenil, como educador, como se tratasse com meninos. E não funcionou. O Evaristo chegou agindo como treinador. Enquanto eu conversava com um e com outro, ele deixou no time o mais importante, e barrou o menos. Não quero falar de nomes, mas isso acontece em todo clube”

128 Comentários para “Jogos na Memória: os orgulhos e as vergonhas dos flamenguistas”

Páginas: « 7 6 5 4 3 [2] 1 »

  1. 28
    Levy Ricardo:

    caraca veio nao tem jeito na minha época o melhor mesmo foi flamengo 3 vasco 0
    aquilo que foi um jogao do coração sair da boca pra fora!! de vc ve o gol do pet noi final e chorar!!!
    o flamengo de hoje nem se compara com o flamengo de 2001
    so mais eu jogando hoje no time do flamengo!!!

  2. 27
    ratrezio:

    flamengo 3xi no vasco. final do carioca de 2001.

  3. 26
    Almir Costa:

    Na minha lista, os jogos memoráveis são vários. Merecem destaque: 1) a vitória de 2 X 0 sobre o Cobreloa; 2) A vitória de 1 X 0 sobre o Grêmio, calando o Olímpico e garantindo o bicampeonato brasileiro (vitória fantástica); 3) a forra de 6 gols sobre o Botachoro; 4) a Zicovardia, com a goleada de 4 X 1 o Flu, quando o Flu era chamado de “máquina” (máquina era o Galinho, obviamente); 5) a memorável vitória de 4 X 3 sobre o São Paulo no Morumbi, na arrancada para o título brasileiro de 1982 (jogo inesquecível). Essa lista tem mais de 10 jogos, mas esses lavaram a alma de toda a nação rubro-negra.

  4. 25
    ANTONIO SILVA JUNIOR:

    OS JOGOS Q SENTI ORGULHO FLA 3 a1 no vasco (tri)
    FLA 3 A 2 NO GALO EM 1987
    FLA 4 A 2 NO AMERICA DO MEXICO
    FLA 3 A 0 NO BOSTAFOGO EM 1992
    FLA 3 A 0 NA FINAL DO MUNDIAL 81

    E AS TRISTEZAS
    FLA 0 AME DO MEXICO 3
    FLA 0 SANTO ANDRE 2
    FLA 1 CRUZEIRO 3 FINAL DA C. DO BRASIL
    FLA 2 PALMEIRAS 4 COPA DO BRASIL
    FLA 0 BOSTAFOGO 1 FINAL DO CARIOCA 89
    E A CBF NAO RECONHECER O MENGAO CAMPEAO DE 87

  5. 24
    PEDRO DE CASTRO MEIRA:

    FORAM LINDOS JOGOS DO MENGÃO. 3X2 EM 1980 CONTRA O GALO, 1X0 NO VASCÃO EM 03/12/1978 GOL DE RONDINELI, O GOL DE RODRIGO MENDES NO BI CAMPAONATO CARIOCA ACHO QUE FOI EM 2004. O GOL DE PETYCOVIT DO TRI, A FINAL DA LIBERTADORES A FINAL DO MUNDIAL, HOJE EU NEM ME LEMBRO DE TUDO. AQUELE JOGO DO SÃO CRISTOVÃO QUE O FLAMENGO GANHAVA POR 2X0, QUANDO EU DEI UMA VOLTA EM TORNO DA IGREJA MATRIZ DE LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA QUE O PESSOAL FALOU QUE O FLA PERDIA POR 3X2 , QUASE EU MORRO DO CORAÇÃO. OS 3X0 DO AMERICA DO MÉXICO, NÃO GOSTO NEM DE LEMBRAR. TEVE ALGUNS JOGOS PERDIDOS PARA O FLUMINENSE SEMPRE AO APAGAR DAS LUZES, NO TEMPO DE WASHINGTON E ASSIS. AQUELE JOGO CONTRA O SANTO ANDRE, QUE VERGONHA. MAS OS BONS SUPERAM OS RUINS. QUANDO COMECEI A TORCE PELO FLA EM 1973 SÓ SE FALAVA NOS 6 X0 DO BOTAFOGO, TAMBEM QUANDO DESCONTAMOS FOI LEGAL. OUTRA TRISTEZA FOI UM JOGO CONTRA O PALMEIRAS 4 X 1 NO MARACA N A EPOCA DE UM JOGADOR CHAMADO BARONHINHO, MAS LOGO EM SEGUIDA GANHAMOS DE 6 X 2. GOSTARIA DE CITAR MUITO MAIS , MAS VOU ACABAR SENDO CHATO TCHAU!

  6. 23
    Valmir Dutra de Faria:

    Flamengo 6 x 0 Botafogo em 1981.

    Flamengo 3 x 0 Liverpool em 1981

    Flamengo 3 x 1 Vasco em 1991 (golaço de Petkovic, falta aos 43 min.)

    As derrotas fazem parte da vida, só guardo na memória as vitórias,

    Eu ti amo meu Brasil, meu coração e vermelho e preto. Salve o mengão!

  7. 22
    Wallace Santos:

    Pra mim jogo inesquecivel, foi o primeiro jogo entre Flamengo x Palmeiras pela final da antiga Copa Mercosul onde ganhamos de 4 x 3 .Houveram duas viradas de jogo, e os times jogavam muito bem. O Caio ( hoje comentarista) estava muito inspirado, tanto nesse quanto no segundo jogo. Até hoje assisto os melhores momentos no youtube rs.

    Houve também o jogo do Tri, onde o Pet bateu aquela inesquecivel falta. Eu era garoto e lembro que faltei um jogo no Barradão só para assistir essa final.

  8. 21
    Bruno Mengão:

    A final do Carioca do ano 2000 Mengão 3×0 no Vasco, com um golaço de Fábio Baiano de falta…

  9. 20
    Bruno:

    Os 2 jogos finais contra o São Paulo pela Copa dos Campeões 2001…

  10. 19
    bruno:

    meu jogo inesquecível foi Mengão 6×2 no Cruzeiro pelo brasileiro de 2004, com um show e despedida do Felipe que fez um golaço de cobertura

  11. 18
    jose augusto sousa luz:

    não consigo esquecer até hoje a derrota para o flu com o gol de barriga do renato gaucho
    que me……

  12. 17
    LEO ROSSI:

    jOGO INESQUE´CIVEL FOI CONTRA O ATLÉTICO MINEIRO EM 1980 A, APESAR DA ATRASADA DE BOLA DO MANGUITO NO ÚLTIMO LANCE DO JOGO . sE NÃO FOSSE O ANDRADE , ADEUS TÍTULO. vERGONHA É PERDER PRO BOTAFOGO SEMPRE.

  13. 16
    solano souza bisneto:

    a maior vergonha foi perder pro vasco de romario por 5 a 1 e o jogo que eu mais
    me orgulho foi contra o palmeiras na final da mercosul , final essa que os
    palmeirenses ja davam como ganha mas o mengao ganhou o jogo e levou a taça
    esse e o meu mengão !!!

  14. 15
    Jean:

    Eu tenho apenas 15 anos, mas sei de várias coisas do Flamengo. Um dos 5 jogos do Flamengo que mais me emocionou foi aquele da conquista do Mundial de 1981, contra o Liverpool. Quando vi um vídeo desse jogo, fiquei bastante emocionado com o Fla fazendo logo de cara, 3 a 0 só no primeiro tempo. Se eu me lembro bem, foram 2 gols do Nunes e 1 do Zico. Flamengo, o único time carioca a ganhar um Mundial de Clubes. Dá-lhe Flamengo!

  15. 14
    isaias nascimento:

    Gostaria de deixar meu elogio,jogos da memoria me fez lembrar de belos momentos, de conquistas gloriosas , em especial a conquista do tri em cima do vasquinnho nosso eterno freguês. golaço do pet.

  16. 13
    Evandro Freitas:

    Flamengo Mais que uma Religião…, é raça, amor e paixão…

    A vitória conquistada diante da arbitragem e dos jogadores do Cobreloa pela Libertadores de 1981, foi o retrato mais real do que significa a Raça Rubro-Negra. Seguindo na história, a vitória conquistada diante exaltação e falta de humildade do time inglês (Liverpool), na final do Mundial Interclubes de 1981, revela o brilho e a classe do futebol brasileiro representado pelas cores Rubro-Negras.

  17. 12
    Wagner de Souza Cardoso e Silva:

    Os jogos que eu me orgulho do Mengão são:fla 1 x 0 vasco gol do Rondinéli onde tudo começou,fla 3 x 2 Atl.Mineiro de 1980,fla 2 x 0 cobreloa de 1981 campeão da Libertadores,fla 3 x 0 Liverpol campeão mundial e todos os jogos dos titulos brasileiro de 82/83/87/92 e no regional fla 3 x 1 vasco de 2001 gol do Pet.

    Os jogos que eu me vergonho são:fla 0 x friburguense 1 de 1980 glo de Anapolina,fla 2 x 3 flu de 1995 gol de barriga do Renato,fla 2 x 3 Portuguesa de SP de 1988,fla 0 x 2 Santo André de 2004 e fla 0 x 3 América do Mex.de 2008

    Mas isso não me faz deixar de torçer para o maior time do planeta CLUBE DE REGATAS FLAMENGO dono de uma torcida que não tem igual.

  18. 11
    Claudio:

    Ficou faltando os 6 a 0 do Mengão sobre o Botafogo em 1981. Sexto gol personalizado, do Andrade. Pra quem viveu aquela época como vivi, não foi fácil esperar nove anos pra dar o troco.

  19. 10
    rogerio:

    comecei a torcer para o MENGÃO com 13 anos , quando em 1983 com aquele time magnifico ,comandado pelo melhor jogador que vi
    jogar ate hoje”ZICO” nos ganhamos o campeonato brasileiro em cima do santos por 3×0 com o maracanã lotado.
    Sou morador do estado de SP mas amo o flamengo de coração e gostaria muito de ver o flamengo campeão brasileiro novamente
    disputar a libertadores, ser campeão e conseguir o titulo de campeão mundial que ainda não tive oportunidade de ver.
    Mando um abraço a toda nação rubro negra e esperançoso de ver o mengão campeão brasileiro este ano.

  20. 9
    Vinícius Costa:

    Esqueceram de dois dos jogos mais emocionantes da história do Mengão. Ambos com o resultado de 3×2 em cima do mesmo rival: Atlético-MG.
    O primeiro no Maracanã, em 1980 na final do brasileiro com o golaço de Nunes aos 38 do segundo tempo. O título que iniciou a dominação do Flamengo nos anos 80.
    O segundo, na semi-final da Copa União (1a. divisão do brasileiro de 1987). Gol salvador de Renato Gaúcho quando o Atlético,no Mineirão, estava sufocando o Flamengo para conseguir virar o jogo. Renato arrancou do meio campo, deixou Batista pra trás, driblou João Leite e confirmou o Mengão na final contra o Inter.

    Dois jogos inesquecíveis!

    Não sei quem elegeu esses 4×1 no Fluminense mas, apesar do show do Zico nesse jogo, os jogos contra o Atlético representaram dois capítulos muito mais relevantes da história do Flamengo.

    Os vexames eu passo. Infelizmente o Flamengo de hoje se resume a isso.

    Saudações rubro-negras

Páginas: « 7 6 5 4 3 [2] 1 »

 

Comentar

deixe seu comentário



Formulário de Busca


2000-2010 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade