Formulário de Busca

ESPECIAL 96 ANOS SANTOS FUTEBOL CLUBE

Dom, 13/04/08
por McFly |
categoria Sem Categoria

Um orgulho que nem todos podem ter.

Hoje, 14 de abril, é dia de vestir a camisa do Peixe e ir para o trabalho, mesmo que não tenha jogo, mesmo que seja uma segunda-feira e é com muita orgulho que vou dizer para qualquer um, seja para um simpático motorista de táxi ou até mesmo para aquele garçom que nunca está afim de papo, que nasci e cresci ao lado da Vila Belmiro.

Tamanho orgulho tem explicação, e é lembrando algumas linhas sobre meu passado que todos poderão entender melhor ou até se identificar:

– Mauro, por que você não torce para o São Paulo? Careca, Zé Teodoro, Mario Tilico… vai meu, quer esperar até quando pra ver seu time campeão?

Refleti, confesso que refleti, mas consegui resistir firme e forte as provocações daquele amiguinho com minha camisa do Serginho Chulapa número nove costurada a mão que ganhei como prêmio por passar de ano no colégio.

Meu irmão mais velho era daqueles que não entendia por que o jogador cobrava lateral com as mãos em um esporte que era famoso por ser jogado apenas com os pés. Ah, e adivinha para qual time minha mãe torcia… isso mesmo, o Brasil.

Definitivamente, torcer foi algo que não aprendi dentro de casa, já que era comum vê-la preparando alguma coisa na cozinha durante os jogos da seleção em plena Copa do Mundo.

Lembram daquele amiguinho? Pois é, alguns anos se passaram e lá vinha ele novamente com a mesma conversa:

– Meu! Bi-Campeão do Mundo! Telê Santana! Raí, Muller, Cerezo…

Resisti de novo, mas até que dessa vez não foi tão difícil como antes… também né, com a camisa novinha que tinha acabado de ganhar por ser um aluno exemplar… que São Paulo que nada! Agora minha camisa do Peixe era moderna, número plastificado, malha quadriculada, patrocínio da Coca-Cola e tudo mais.

Contrariando todos os costumes da família, segui com minha paixão por futebol e causei diversas discussões por manter um pôster de um certo centroavante alvinegro colado atrás da porta do meu quarto… Segundo meu pai e o contrato de aluguel do imóvel, não era permitido sair furando as paredes nem pendurar nada que deixasse marcas.

Todos os dias ao anoitecer e quando minha mãe fazia questão de lembrar meu nome em voz alta para todos os vizinhos, não me frustrava tão fácil e logo arrumava um jeito de jogar futebol sobre a mesa de jantar com botões feitos de tampa de relógio:

– Seu Nelson, chegou mais celulóide?! (Celulóide era o nome das tais tampas de relógio).
– Não, garoto… ainda são 7 da manhã. A relojoaria só abre às 8 horas e você já comprou todos ontem, esqueceu?

Por várias vezes deixei de lanchar na escola para comprar jogo de botão. Abria mão de qualquer outra brincadeira para jogar ou praticar qualquer coisa relacionada a futebol. O dono daquele portão azul da minha rua que o diga: três-dentro três-fora, gol-a-gol, goleiro-linha, gol-caixote e até os “contras” contra as outras ruas do bairro eram disputados na porta do Seu… do Seu… me desculpem, mas não lembro o nome do tiozinho japonês que devia ter um acervo interminável de bolas “Dente de Leite” no quintal de casa.

Minha camisa do Santos estava ficando apertada quando comprei meu primeiro jogo de botões oficiais do Peixe. Bastaram algumas partidas para nunca mais desperdiçar dinheiro com porcaria. Que graça tinha jogar com um time pronto? O bacana era confeccionar, pintar, lixar e principalmente “criar”.

Coincidência ou não, algum tempo depois, criar seria exatamente minha obrigação vestindo a camisa número cinco da escolinha de futebol que ficava perto de casa. E foi nessa época que passei a tratar o esporte com mais seriedade.

Estava ficando doente e cada vez mais louco por um clube que me fazia sofrer de culpa, quando vestia a camisa azul daquele time que mal pagava um lanche ao final dos jogos de domingo, que aliás, era a única recompensa por toda dedicação, mas que não supria a ausência do público familiar no alambrado.

Eu era daqueles que morriam quando o tempo fechava por treinar em campos que mais pareciam piscina em dia de chuva, ou então aqueles que gritam “pênalti” quando alguém escorrega e cai na área de serviço.

Por falar em área, como lateral, médio-volante ou coringa defensor, só costumava freqüentar a área quando o técnico me pedia, é claro, e a área de serviço todas as vezes que minha camisa do Santos estava pra lavar. Sabe como é né? Essas camisas mais novas bastam duas ou três lavadas e já ficam desbotadas.

A peneira do Santos Futebol Clube estava aberta, e eu não me sentia muito preparado, embora já estivesse sendo aproveitado na Portuguesa Santista e jogando não mais em piscinas, mas agora em campos que pelo menos se pareciam com campos de futebol nas laterais e nas regiões próximas aos escanteios.

Sabia que minha carreira na Portuguesinha da Baixada não teria muito futuro, já que eu matava aulas para ir aos treinamentos à tarde e porque tinha consciência de que era mais difícil driblar minha família do que os próprios adversários.

Passei a noite que antecedia o grande teste no Santos em claro, ou melhor, em preto e branco, pois não tirei os olhos um minuto sequer daquele centroavante que estampava a porta do meu quarto e uma imensa satisfação por vestir aquela camisa alvinegra, na noite mais longa de toda minha vida.

– Quem é centroavante aqui?
Metade da garotada levantou a mão.
– Quem é meio campo?
Aguardei uns minutos e como quase toda a outra metade levantou também, desisti.
–Quem é lateral esquerdo?
Como só havia eu e mais um garoto, levantamos juntos.

Triste ironia, além de todo o sono e das pernas tremendo, tive que disputar posição contra o futuro lateral do Corinthians. E mesmo assim, no final da peneira, quando achava que tinha perdido o duelo, aquele técnico que mais parecia general do exército me convidou para voltar no dia seguinte.

Voltei um, dois, três, quatro dias depois, e já podia sentir o impagável orgulho de ser jogador do Santos. Sem contrato, sem benefícios, mas era.

Eu voltava cansado pra casa todos os dias, não por correr trinta ou cinqüenta minutos sem parar, mas por carregar uma enorme pressão que eu mesmo tinha criado. Uma autocobrança por um sucesso insuportável que me consumia impiedosamente.

Quando notei que a disputa por um lugar no time juvenil do Santos seria complicada, meu antigo técnico me ofereceu uma oportunidade no Mogi Mirim, com a condição de mudar de mala e cuia para o interior e morar em alojamento. Se já era difícil alguém em casa compreender meu amor por futebol, imagina convencer meu pai a autorizar minha viagem.

Antes mesmo de cogitar esta possibilidade, voltando de um treino, não imaginava que aquela manhã cheia de ansiedade seria minha última lembrança como jogador amador do Santos quando cheguei em casa e fui recepcionado com um convite ao trabalho.

Cresci em uma família humilde, eu sei, mas com 15 anos de idade era difícil entender a necessidade de trabalhar para ajudar à família voltar a comer camarão nos finais de semana, ou apenas para ajudar na minha formação como homem.

A partir daí, passei a ter muita dificuldade para acordar no mesmo horário de sempre, nunca mais ganhei camisas do Santos por êxito na escola e nem todos aqueles motores de geladeira que tinha que carregar no novo emprego, conseguiam ser mais pesados que aquela antiga cobrança que infelizmente nunca mais iria sentir novamente.

Levei alguns anos para assimilar a idéia de abrir mão do meu grande sonho, mas depois de algum tempo, percebi que só me restava então, torcer pelo clube que inexplicavelmente amava mais que todos os meus times de botões juntos.

De lá pra cá, vi muitas coisas. Se não bastassem todos os anos de espera, todo o sofrimento e todos aqueles amigos chatos enchendo minha paciência, testemunhei meu Santos ser roubado dentro do Pacaembu na primeira final de campeonato que me lembro ter visto.

Presenciei anjos de cabeça vermelha no mesmo gramado de Paulo Machado de Carvalho reverterem uma situação que parecia perdida no jogo mais espetacular que assisti até hoje.

Vi um menino magrelo de São Vicente fazer coisas com a bola que pra mim só existiam nos filmes e trechos das jogadas do maior jogador do mundo.

Notei que o jejum de títulos estava com seus dias contados quando comecei a me sentir grande perto daqueles que torciam para outros times.

Pude zombar pela primeira vez de todos aqueles amigos são-paulinos, corintianos, palmeirenses que sempre questionavam minha camisa e passei a escolher melhor minhas amizades.

Entendi o porquê toda aquela gente chegava à Praça da Independência no Gonzaga aos prantos, gritando, buzinando, e alguns ajoelhados como se estivessem pagando uma dívida ou uma promessa.

Compreendi o porquê deste meu amor incondicional pelo Santos Futebol Clube quando percebi que meus olhos vermelhos não suportavam mais segurar as lágrimas que demoraram mais pra cair do que aquela maldita longa fila sem títulos.

Obrigado Pelé, obrigado Coutinho, Zito, Clodoaldo, Mauro, Pepe, Pita, Serginho, Rodolfo, Giovanni, Diego, Robinho, Zé Roberto e… ah, como pude esquecer? Obrigado Paulinho. Obrigado por me fazer companhia naquela noite interminável e principalmente, obrigado por me ouvir.

deixe seu comentário

40 comentários


  1. Oi eu sou Kauahn jogo no Olé Brasil de Ribeirão Preto, jogo de meio campo e gostaria de faser um teste na categoria 95,pofavor me me falem quando vai ser o procimo teste. Obrigado.


  2. eu to chorando


  3. Bem minha família nunca ligou para futebol também a não ser meu tio e meu pai, que são torcedores do Palmeiras e do São Paulo.
    Mas eu era diferente sempre amei o Santos, e minha mãe viu que eu era muito fanática e tentou me afastar do futebol um pouco.Mas ela não conseguia.
    Nos jogos em que o Santos perde,eu perco a fome a vontade de rir, e até choro.A minha mãe fica impressionada porque ela nem gosta de futebol.Ela DORMIU nos jogos da COPA DO MUNDO.
    Meu pai ficou chocado com a notícia (eles são separados só 5 meses depois ele foi saber),E tentou me convencer a mudar, mas eu nunca quis.
    E hoje vivo alegrias e tristezas pelo meu SANTOS que SEMPRE VOU AMAR.

    ONDE E COMO O SANTOS ESTIVER.
    GLORIOSO ALVINEGRO PRAIANO.


  4. Oiiiiii…Torcida Jovem Do Santos F.C
    estou mto contente pelo resultado de ontem do santos contra o cucuta…
    o time jogou um belissimo jogo…
    A Vila tbm esta de parabens…pios tinha um otimo publico…
    Fikei surpreasa quanto ao Lima…que ja entro no time fazendo gols….
    isso desmotra ser um otimo jogodor e que deseja honra a camiseta do seu time…
    o Molina tbm esta de parabens..dps dakela fratura que teve na coxa…maix se recuperou rapido….
    em fim….todos os jogadores do Santos estão otimo…
    to gostando de ver o time se empenhando…temos que continuar assim e pra melhor…
    SANTOS SEMPRE SANTOS…
    Dale Dale Peixe….
    AMO VCS…


  5. BOA MAURO, MESMO SENDO CORINTHIANO, PARABENS PARA VOCÊ. MAIS É O SEGUINTE, VÃO SE F**** TORCIDA DE VÉIO, CABE NUMA KOMBI ASHASAHSASHASHASHASHASHASH. CARLINHOS GONZAGA


  6. E ae McFly blz sou torcedor do são paulo FC
    Sempre passo pelo seu blog para ler seus comentarios sobre o Santos ou sobre um jogo de vcs
    Gosto de ler seu blog pelo seus comentarios sobre os jogos e esse seu depoimento sobre sua vida como vc quase se tornou um jogador foi um dos melhores muito bom
    Parabenizo você peço blog e continue assim um abraço


  7. Cara, o que falar… Você conseguiu tirar muitas lágrimas dos meu olhos com esse seu depoimento sobre o amor por esta instituição chamada Santos Futebol Clube, o engraçado é que completo 29 anos hj e parece que vivemos as mesmas coisas, a meneira que vc descreveu certas passagens de sua vida parecia que eu estava vendo um filme de minha vida. Com certeza temos praticamente a mesma idade. Simplesmente ame o Santos FC.

    Obrigado


  8. SANTOS: NA VITÓRIA SOU TEU FÃ. NA DERROTA TEU PARCEIRO. vou me lembrar disso após o jogo hj.SANTOS SEMPRE SANTOS.PARABÉNS PELOS 9.6!


  9. Simplesmente espetacular o texto.
    Quem é, sabe do que o autor fala. Muito bom, parabéns!
    PARABÉNS SANTOS!!


  10. Parabenizo pelo texto e pelos 96 anos do Peixe. Afinal, ser santista é um orgulho que nem todos podem ter. Hoje tem jogo chato na Vila. Força aí, que daqui do Noroeste do Paraná estamos torcendo. Feliz aniversário, Peixes!


  11. nossa mauro que maravilha parece que vc esteve comigo ou eu com vc igualzinho foi minha infancia sou louco pelo santos sofri demais contudo o que fizeram com o peixe em 95 qdo os outros times eram campeão e si a vinheta na tela campeão eu ficava pensando qdo vou ver osantos nessa vinheta qdo xegou 2002 aquele sufoca aquela pedalada aquele gol do elano foi uma maravilha depois so foi zoar com quem zuo comigo agora e so alegria um abraço e rumo ao tri valeu fui.


  12. Puxa vida Mauro… Sem palavras… Brilhante o texto.

    Traduziu tudo o que eu vivi na minha infância de torcedor!

    Magnífico!


  13. Nao tem como não se identificar com o texto. Principalmente pela proximidade de idade, passando pelas mesmas coisas: a zueira dos “amigos”, a camisa nove do Paulinho (tb foi a minha primeira camisa oficial!), 1995 (talvez os mais velhos não saibam a importancia desse time e de Giovanni para a nossa geração tão castigada).
    Parabéns cara! Estou emocionado!
    Abs
    Daniel


  14. Definiria como fantástico seu texto. Me senti dentro de sua história, consegui identificar cada sentimento vivido por vc. Amor a um time… que loucura… esse é o nosso Peixe, esses são nossos torcedores. Genial…

    Abraços…


  15. McFly,

    FANTÁSTICO seu texto!!
    Arrepia dos pés a cabeça lembrar dessas coisas, do que sofremos no tempo da fila, e nunca deixamos de amar e apoiar o Peixe!

    Valeu Mauro!


  16. Foda Brother. Simplesmente espetacular. Parabéns pelo texto. E parabéns a nós por sermos Santistas!
    Vai ao jogo contra o Cucuta na quarta??


  17. mcfly, seu texto foi magico! vc falou da minha infancia, e a de muitos outros santistas. tenho orgulho do blog do torcedor do santos, cara. com certeza nenhum outro time tem um blog como esse. nenhum outro torcedor teve o que eu tive agora ao ler seu texto. parabens cara!


  18. Mauro, parabéns !
    É o retrato da nossa infância preta e branca. Aquele jogo de 1995, eu estava lá, com os cabelos vermelhos e comemorando junto com meu pai no final do jogo.
    Estou bem longe do Brasil agora, em Auckland - Nova Zelândia, e isso tudo me deixou com mais saudade do Brasil, de assistir meu peixe de perto, de gritar, de torcer, de soltar um “chupa gambá” na janela do apartamento…. snif….

    Nascer viver e no SANTOS morrer, é um orgulho que nem todos podem ter.
    Abraço, e vamos pro TRI !!!!!!


  19. EMOCIONANTE CARA!!! PARABÉNS PRO NOSSO PEIXE!!!


  20. Cara, como não se emocionar com esse texto!
    Acredito que todos nós santistas nessa faixa, beirando os 30 anos, somos verdadeiros heróis da resistência, não foi fácil aguentar os anos magros, principalmente por sermos crianças e ter de aguentar corintianos e são paulinos zoando da gente. Mas para todos que seguimos bravamente torcendo pela Peixe, valeu e como valeu a pena esperar para soltar o grito encalacrado na garganta!!!!
    E tem mais, aposto o que for que aquela final de 95, se por um lado doeu demais no coração, por outro, serviu para despertar e gravar eternamente a paixão pelo alvi-negro praiano!
    Ah e o que dizer de 2002, só quem esteve lá, pra saber…. Maior que qualquer final de copa do mundo, senhores e crianças, jovens, adultos, pretos, brancos, a maior emoção para qualquer santista!!!
    Abraços e felicidades a você e a toda nação peixeira!!!


  21. Puts…
    emocionante…
    meu amor por esse clube..um tal d
    SANTOS FUTEBOL CLUBE…meu SANTÁSTICO!!!
    Pow brother…passei por uma situação parecida com a sua no futebol…
    tinha 12 anos..na minha melhor forma…qnd “bichei” o joelho…
    como naao tinha condições…nao fiz tratamento…e justamente nessa época tiinha sido convidado a jogar num clube aki d brasilia…BRASILIENSE…
    mais tarde, com 15 piorô…tive q comeãr a trabalhar…
    pois aos 10…um pouco antes do acontecido..”bichado o joelho”…meu mauior insentivador e espelho na miinha vida…meu Pai faleceu!!! Virei o homem da casa!!!
    Que responsa!!!
    Mais o meu amor pelo futebol e principalmente pelo Santos FC, so almenta a cada dia q passa!!!
    Ah vc falu aí d um roubo…pois é…foi esse roubo…q acho q me fez criar esse amor por ewse clube…fikei com tanta raiva dakele jogo…q me tornei SANTISTA..e com muuito ORGULHO!!!
    Agora chega neh…Fuuui!!!

    Da-le ô…Da-le ô…Da-le SANTOS MEU AMOOOOOOOOR!!!


  22. Impossível conter as lágrimas. Que coisa linda !!!! Parabéns, Mauro. Um abraço. E Feliz Aniversário, GLORIOSO ALVINEGRO.


  23. É Maurinho, essa história me fez relembrar minha história como torcedor, santista desde criancinha no meu caso foi mais fácil por ser filho e neto de santistas, mas ao ler sua história fiquei feliz mesmo em lembrar que faço parte dessa sua felicidade que também se confunde com a minha, pois estavamos juntos em um dos dia mais felizes de nossa vidas que foi o dia do título nacional de 2002, lembra do telão na Vila que não funcionou e tivemos que correr para ver ao jogo no primeiro boteco com televisão… pois é Mauro obrigado por esses anos todos de amizade e de torcida… santos sempre santos…abraço do amigo

    Rodrigo Mac Gyver.


  24. e fantastica essa historia de incondicional amor pelo Santos Fc, acho que representa o sentimento de todo o santista atualmente, que torçe e tem orgulho de vistir o manto branco, listrado ou ate mesmo o azul da cor do mar que banha a cidade de Santos.

    então e Santos sempre Santos

    parabens glorioso alvinegro praiano por seu 96 anos de vida.


  25. Parabens Mauro, passei tudo isso como vc, mas sempre vou ser santista… amo o meu peixe.. valeu..


  26. PARABENS!!
    QUE BELA HISTORIA DE SE OUVIR….TENHO 15 ANOS!
    MINHA FAMILIA EH CORINTHIANA
    MAS MEU PRIMEIRO JOGO DE FUTEBOL QUE ASSISTI FOI CORINTHIANS E SANTOS NA FINAL DO BRASILEIRO…
    QUANDO VI O SANTOS SER CAMPEAO AFIRMEI
    ESTE EH MEU TIME!!!


  27. Eh de Arrepiar!

    Mauro meus parabens muito bom o seu texto,eu acho q não vai ter um unico torcedor do santos q leia isso e não se emocione, pois só nois santistas sabemos o orgulho q é torcer pra esse time q nos dá tanta alegria. Eu tenho apenas 14 anos, e admito que se meu coração nun fosse preto e branco desde o momento q eu vim ao mundo, eu teria trocado de time (vira-a-casaca) , pois o santos vinha dakele jejum imenso de títulos, enquanto os outros times como São Paulo ,Palmeiras, Corinthians estavam sempre ganhando títulos, mesmo assim presisti e continuei a torce pelo meu PEIXE. Por isso estou aki pra mostrar o quanto gostei desse texto e quero deixar a satisfação q eu tenho de quando vou a Vila Belmiro gritar bem alto para todos ouvirem…”NASCER, VIVER E NO SANTOS MORRER, É UM ORGULHO QUE NEM TODOS PODEM TER”

    SAntos eu te AmoOOO!


  28. Não tem explicação, torcer por esse time faz bem a alma, orgulho que nem todos podem ter!!!
    Parabens Peixe amor eterno!!!!!!!!!


  29. putz… me emocionei…

    Nascer, viver e no Santos morrer é um prgulho que nem todos podem ter!!!

    obrigado meu peixe!!!!


  30. sensacional…me arrepiei ao ler este post……torcer para o santos é algo indescritivel…sao paulo,palmeiras e corinthians é muito obvio…ser santista pe pertencer á nobreza


  31. Acredito que todo santista se vê, nem que seja em partes, dentro dessa história…

    parabéns cara!

    h2


  32. Mauro, quem era o lateral esquerdo que posteriormente jogaria no Corinthians, Silvinho? Parabéns pelo blog e convido a conhecer o meu, ok? Abraços!


  33. Po Mauro tu é F O D A comecei a ler o post e me veio na lembrança varios momentos de emoção, raiva, decepção, alegria e pranto que já passei me peguei com os olhos cheios d’agua aqui, moro em Imperatriz interior do Maranhão, santista aqui é especie rara tenho 26 anose sou santista desde criança influenciado pelo meu pai q é paulista de Votuporanga santista doente como eu, tenho verdadeiro amor por esse time, me lembro muito bem daquela final de 95 contra o bota passei o resto do dia e o dia seguinte choranto de raiva e frustação notei ali que meu amor pelo Santos era comparavel ao amor de um filho para um pai ou de irmão é aquele amor que doi no peito que me faz sorrir, chorar e dar pulos feito louco dentro de casa quando o glorioso faz um gol.
    SANTOS, MAIOR QUE TUDO!!!!!!!!!!!!!!


  34. Coincidência ou premonição,não sei,apenas digo que nasci em 14/04/1954…um ano depois começou a MAGIA ALVINEGRA…Transformou o mundo do futebol em ANTES e DEPOIS da MÍSTICA camisa BRANCA…
    Já se passaram 54 anos,e,hoje sei que não foi por acaso que nascido numa família italiana e de pai são-paulino(que DEUS o abençõe,ele nunca influenciou a nenhum de nós),e tios palmeirenses e corintianos…consegui fazer os sete irmãos e suas famílias não se DISVIRTUAREM… todos são SANTISTAS…eheheh
    PARABÉNS ao GLORIOSO ALVINEGRO PRAIANO…SANTOS FUTEBOL CLUBE…MAGIA QUE ARREPIA.


  35. Eu tinha tudo para ser Palmeirense:Pai,meu ídolo, que jogou futebol,considerado “craque”(não teve fama),torcedor do Palmeiras fanático.Com ele aprendi amar o futebol,que pratico até hoje com 51 anos e artrose nos dois joelhos!
    Em um abençoado dia de 1965,juntamente com meu pai e o tio que mais gosto,Santista de nascimento e torcedor do GLORIOSO,assistimos SANTOS e Comercial de Rib. Preto,em Rib.No gol do GLORIOSO,GILMAR,na ponta esquerda PEPE,precisa falar do DEZ e dos demais?O coração do garotinho de 9 anos não resistiu tornando-se branco e preto,ainda que sentindo forte influência “verde”!Consegui fazer meus quatro filhos serem SANTISTAS,só pra constar na história!
    Agradeço à Deus por isso e, congratulo-me com vc Mauro e todos os Santistas que amam o futebol sem violências,nessa data especial do SANTOS SEMPRE SANTOS!!!
    Sds SANTISTAS!!!


  36. Pô cara desse jeito vc faz eu chora.Santos o maior do mundo.


  37. eu tambem descobri que era fanatico pelo santos na final com o botafogo!!!!!!!!!!!aquele dia eu lembro que senti uma dor no peito que so fanatico senti


  38. BOA MAURO!: TENHO 34 ANOS E NASCI SANTISTA E JÁ CAMPEÃO PAULISTA(73)…. TER ESSA IDADE SIGNIFICA Q DOS 11 AOS 29 ANOS!!! N GANHEI NADA..ALÉM DE ZUAÇÃO. POR ISSO DE 2002 PRA CÁ VIVI MOMENTOS INCRIVEIS… NÃO SEI SE UM POSSÍVEL TRI MUNDIAL TERÁ AQUELE GOSTO COMO O DO BRASILEIRO DE 2002… 8 PEDALADAS NO > RIVAL… E MAIS DE 3500 TIROS DE BATERIA D ROJÃO…MEU BAIRRO TREMEU AQUI EM BH…OU O DO OCTA EM RIO PRETO(MINHA CIDADE NATAL!)…OU O DA 2ªF EM 2006 APÓS O TÍTULO PAULISTA,DIA Q MAIS DESEJEI VOLTAR NO TEMPO,SÓ PRA CHEGAR NA ESCOLA E OLHAR TODO MUNDO ENTENDENDO O Q EU SEMPRE FALAVA…OU O DE 2007,PELA TV EM RIO PRETO, COM MEU PAI E IRMAO(PAULISTA 78) .NOSSO 1º TÍTULO JUNTOS. PARABÉNS SANTOS FUTEBOL CLUBE.96 ANOS!!!! VOCÊ É ÚNICO. 2002-2012, 10 ANOS DE ALEGRIAS ATÉ NOSSO CENTENÁRIO!DESDE 1973 VC PODE CONTAR COMIGO.


  39. Pô excelente post e Parabéns Glorioso Santos


  40. Sensacional! Santos sempre Santos!


Formulário de Busca


2000-2008 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade