Tudo Azul.

Infelizmente hoje, o caótico trânsito de São Paulo me impediu de chegar em casa a tempo de assistir ao jogo do Peixe contra o Mirassol, e fui obrigado a ouvir quase toda partida por uma rádio com mais chuviscos do que fora do carro.
Sabe como é né? Quando se está próximo da Avenida Paulista, você escuta até os sinais de extraterrestres, menos uma maldita rádio para acompanhar o jogo decentemente.
Bom, chegando em casa, só tive tempo de ver os melhores momentos e alguns comentaristas afirmando que o Marcinho Guerreiro teria sido o melhor jogador da partida… pensei: nossa! Alguma coisa tá errada. Deve ser por isso então que caiu essa chuva toda hoje.
Agora pergunto pra vocês: essa informação procede? Comentem e me convençam disso, por favor.
Voltando aos melhores momentos, se é que pode ser chamado assim, o que foi aquele lance bizonho do Sebástian na cara do gol? Meu deus do céu, desculpe o trocadilho da palavra, mas bota esse pé na forma o mais rápido possível antes de começar a ficar chato (minha mãe costumava dizer que por eu ter usado botinhas ortopédicas quando criança, não poderia ser jogador de futebol. Agora, se o chileno tem pé chato eu não sei, mas que é bem torto, ah… isso é).
Deixa ver se entendi direito o que vi em relação aos uniformes. O Mirassol jogou com a camisa número um e o Santos com a número três dentro de casa, foi isso mesmo? Tudo bem, tudo bem… não vou ser tão chato dessa vez, valeu para estrear a camisa azul recém-lançada, que particularmente, gostei bastante.
Mais uma vez, a virada de 2 x 1 foi espetacular. Se nesse time falta técnica e pontaria, sobra garra e disposição. Se ainda temos chances? Difícil, mas depois dessa recuperação e daquela final contra o São Caetano, dá pra duvidar dessa camisa?
Ps. Quanto ao assunto Rodrigo Souto, que palhaçada não? Comentem.
Santos sempre Santos!
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