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G4 É LOGO ALÍ.

Sex, 31/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria




Confesso que quando o Santos sai perdendo na Vila, não me assusto mais. Perdi as contas de quantas vezes fui a Vila e ví o Santos atrair o adversário para depois dar o bote no contra-ataque e ontem não foi diferente.
Santos e Atlético fizeram o jogo de um time só. Tirando o gol sem culpa do Fábio Costa que foi mero espectador, só deu Peixe.
Hoje fico mais tranquilo ainda quando o Santos sai perdendo porque temos Pedrinho elétrico e o matador Kléber Pereira, que ontem não quis comemorar seu gol de penâlti em respeito ao ex-clube.
Com uma combinação de resultados o Santos poderia estar no G4 hoje, mas infelizmente o Vasco venceu mais uma, mas também quem não ganha do Náutico? Só nós mesmos que gostamos de animar defunto de vez em quando. Espero que isso não se repita no jogo de domingo contra o morto mais morto do campeonato e fechamos o caixão entrando de vez na briga por no mínimo, a Libertadores.
Outro dia aqui mesmo no Blog, um leitor ficou bravo comigo porque tinha falado do Marcos Aurélio. Também acho que ele é importante para o time, corre muito, esforçado, mas me desculpe, isso não é suficiente. Respondi ao comentário dizendo que se colocar o Zequinha Barbosa pra jogar, ele também vai correr bastante, vai se matar pelo Santos, mas vai continuar errando o gol tantas vezes quando o Marcos Aurélio e mais uma vez ontem, mais um gol imperdível perdido.
Mas como não posso reclamar muito e nem quero que minha mãe entre na conversa, 3×1 tá de bom tamanho.
2.784 testemunhas assistiram ao jogo de ontem que nem foi depois da novela, nem acabou tarde e nem teve aumento no valor do ingresso.
Que a torcida do Santos prefere ir só em decisão ou ficar assistindo pela TV, todo mundo já sabe, mas não vamos exagerar.

HÁ 45 ANOS, O SANTOS CONQUISTAVA A AMÉRICA.

Qui, 30/08/07
por mauro mcfly |
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No dia 30 de agosto de 1962, o Peixe vencia o Peñarol do Uruguai no terceiro jogo da decisão em campo neutro na Argentina por 3×0 e tornava-se o primeiro clube brasileiro a conquistar o torneio mais importante da América Latina.
Apesar de muitos rivais acharem que os santistas vivem de museu, ou que todo torcedor não tem menos de 40 anos e essas babozeiras que todo santista conhece, acho que não existe nada melhor que ter uma história pra contar, ter um acervo interminável de conquistas que ainda dá ao clube, em 95 anos de vida, uma média de títulos invejada no mundo todo que quase chega a 1 por ano.
Fechar o século passado como o melhor time das Américas e começar um novo com um time mágico conquistando 2 brasileiros e 2 paulistas, não é pra qualquer um e se alguém ainda tem alguma dúvida quanto à grandeza desta entidade chamada Santos Futebol Clube, basta fazer uma visita ao Memorial das Conquistas na própria Vila Belmiro.
Modestia à parte, para um time que não é da capital e nem do interior, ou de lugar nenhum, como alguns afirmam, até que conseguimos algumas coisinhas.

Ps. Já que depois do Atlético Paranaense vamos enfrentar o Corinthians, aí vai uma pimentinha para o clássico… Um dia desses, um amigo corinthiano me disse que era campeão mundial de clubes em 2000 e respondi: - Poxa vida, é mesmo? Engraçado, eu achava que não podia entrar na faculdade sem o segundo grau completo, mas já que você me disse isso, vou prestar o vestibular. Quem sabe não me formo estudando só em casa também.

Campanha do Santos na Libertadores de 62

Dep. Municipal 3 x 4 Santos
Santos 6 x 1 Dep. Municipal
Cerro Porteño 1 x 1 Santos
Santos 9 x 1 Cerro Porteño
Univ. Católica 1 x 1 Santos
Santos 1 x 0 Univ. Católica
Peñarol 1 x 2 Santos
Santos 2 x 3 Peñarol
Santos 3 x 0 Peñarol

Espinha de Peixe na garganta do Furacão.

Qua, 29/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria


No jogo de amanhã na Vila Belmiro às 20h30 com transmissão da Sportv, o Peixe tem jogadores que conhecem muito bem o adversário. Kléber Pereira e Kléberson que ainda está em Curitiba, jogaram naquele Atlético Paranaense campeão Brasileiro de 2001 e o próprio Marcos Aurélio que foi contratado após muita dificuldade. Coincidência ou não, todas as contratações que envolveram jogadores ou ex-jogadores do Atlético, foram muito complicadas e continuam sendo agora com a nova novela Kléberson.
Espero que essa dificuldade fique apenas no campo jurídico e não passe para o campo de jogo para vencermos, nem que seja de meio a zero, o Furacão amanhã. Santos sempre Santos!

Postos de Venda de Ingressos:

Chaveiro Magenta - Rua Martin Afonso, 34 (Centro - Santos) - Tel: (13) 32336688 - Aberto das 8h às 18h, exceto aos domingos.
Ali-Car Auto Peças - Via Santos Dummont, 752 (Vicente de Carvalho - Guarujá) - Tel: (13) 33525077 - Aberto das 8h às 18h, exceto aos domingos.
Hotel Praiano - Avenida Barão de Penedo, 39 (José Menino - Santos) - Tel: (13) 3251-6826.
Pepino Esportes - Super Centro Boqueirão (Rua Oswaldo Cruz, Loja 66/95 - Boqueirão - Santos) - Tel: (13) 32338850 ou (13) 32344969.

Assista o único gol da vitória do Peixe no primeiro turno.

11 PONTOS E 1 SEGREDO.

Ter, 28/08/07
por mauro mcfly |
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Esta é distância entre o líder do campeonato São Paulo para o sexto colocado Santos que é o time mais emergente da disputa. Com a chegada do Pet e a volta do Maldonado, voltamos a ter a consistência necessária no meio de campo, mas qual será o segredo pra ultrapassarmos e enfim chegar ao tão sonhado nonacampeonato brasileiro?
Em entrevista concedida ao Sportv, o próprio Pet disse que o único segredo é ganhar todas e esperar o São Paulo tropeçar, e vai tropeçar. Já o Luxa espera corrigir alguns erros de posicionamento e melhorar alguns detalhes que ainda faltam, mas quantas vezes ouvi isso?
Claro que o grupo está sendo reformulado, novos jogadores, e quando tudo parece estar no caminho certo, começa o desmanche novamente. Ou seja, o mercado europeu não permite que nossos times se ajeitem ou tenham tempo para entrosamento e tornarem-se equipes sólidas.
Qual será o segredo para ser campeão? Acredito que a paciência é o combustível e vontade de todos para ver novamente esta camisa erguer mais um caneto. Se cada um fizer sua parte, voltarmos a encher a Vila, reverter essa estatística vergonhosa de pouco público, acreditar que um dia o Marcos Aurélio vai acertar o pé e ver apenas a tabela do segundo turno, onde o Peixe é segundo colocado para ter uma visão mais otimista da situação, acho que ainda dá.
E por falar em nome de filme, que tal dessa vez o filme motivacional ser o Brasileiro de 2004. Você mesmo disse que foi o campeonato mais difícil de sua carreira, não é mesmo Luxa?

AH, SE FOSSE SEMPRE ASSIM…

Seg, 27/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria

Caros santistas, em primeiro lugar gostaria de agradecer os ínumeros comentários e a participação de todos no meu último Post que contava um pouco de minha história como santista, enfim, obrigado Leandro Camolesi, Mauro André, Guilherme Henrique, Gustavo, Sérgio, Carlos, Alexandre, Eduardo, Montanha, Dênis de Moura, Marcus Serra, Paulo Consentino, Nazinho Santana, Teixeira Santista, Rodrigo, Claudinei, Raphael Coelho, Adão Ribeiro, Rafael Frumento, Clayton BH, Bueno, Aristoteles Souza, Roberto Oliveira, João Victor, Evandro, anônimos e tantos outros torcedores de outros times que demonstraram o verdadeiro espírito de quem realmente gosta de futebol, inclusive os do Sport de Recife que tanto me amam.
Quanto ao jogo de ontem, infelizmente não pude acompanhar a linda vitória do Peixe lá em Natal por motivos pessoais e peço a ajuda de vocês para comentar essa partida. Sei que o Pet fez um lindo gol calando minha boca felizmente e demonstra sim, que pode e deve vestir a camisa 10. Kléber Pereira não é mais uma novidade no elenco e já desponta na briga pela artilharia do campeonato com 8 gols em 10 jogos. Comentem suas opiniões que amanhã faço uma prévia das melhores colocações aqui mesmo.
Lí nos noticiários regionais de Santos que existe uma crise no relacionamento entre o presidente Teixeira e o técnico Luxa, dizendo que os dois nem estariam se falando direito. Não sei até que ponto isso é verdade, mas se for, acho que provavelmente ele não continuará no Santos ao final de seu contrato, que terminará em dezembro. Particularmente acho uma pena, pois ainda acredito no trabalho dele no comando técnico do time e isso talvez tenha sido provocado pelas constantes reclamações por atraso na contratação de jogadores.
Abro aspas para fazer um registro de algo que lí aqui mesmo em um dos Blogs de torcedores do Globo Esporte.com. Compreendo a indignação de todos que invadem apenas para xingar ou mostrar total despeito e até mesmo, puro complexo de inferioridade por torcer por um time pequeno, mas meus amigos… Se o Faustão é santista, isso não é culpa minha. E olha, não sei se vocês lembram do Ricardinho, logo após a final do Campeonato Brasileiro 2004, entregar o Cléber Machado ao vivo no Sportv, pois é, dizem as “más” línguas que ele também é santista. Que culpa eu tenho se é tudo nosso?

Santistas, aguardo a participação de todos e até amanhã.

Santos sempre Santos!

UM ORGULHO QUE NEM TODOS PODEM TER.

Ter, 21/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria

Esta frase dá nome ao título deste Blog que tenho o orgulho e a honra de escrever expondo minhas opiniões todos os dias sobre minha maior paixão, mas também cai como uma luva para contar a história de um simples santista…

Eu me lembro como se fosse hoje um amiguinho dizendo: – Por que você não torce para o São Paulo? Careca, Zé Teodoro, Mario Tilíco… vai meu, quer esperar até quando pra ver seu time campeão?
Refleti, confesso que refleti, mas resisti e continuei firme e forte com minha camisa número 9, do Serginho Chulapa, costurada na mão que ganhei como prêmio por passar de ano no colégio.
Meu irmão mais velho era daqueles que não entendia por que o jogador arremessava a bola com as mãos no lateral num jogo em que só pode utilizar os pés. E adivinha para qual time minha mãe torcia. Isso mesmo, o Brasil. Isso quando ela não estava na cozinha fazendo bolo de cenoura em pleno jogo da seleção da Copa do Mundo.
O meu velho amigo, alguns anos mais tarde, insistia nas perguntas: – Meu, Bi-Campeão do Mundo! Telê Santana! Raí, Muller, Cerezo…
Lá se ia mais um ano letivo com sucesso e mais uma gratificação: uma camisa novinha número 9 do Paulinho McLaren. Resisti mais uma vez. Mas, poxa, agora a minha camisa do Peixe era mais moderna, número plastificado, malha quadriculada, patrocínio da Coca-Cola e tudo mais.
Contrariando todos os costumes da família, segui com minha paixão por futebol e causei discussões dentro de casa quando descobriram meu pôster de um certo centroavante com nome de carro de Fórmula 1 que ficava atrás da porta do meu quarto.
Ao anoitecer, quando minha mãe fazia questão de lembrar meu nome em voz alta para todos os vizinhos, eu arrumava um jeito de jogar futebol sobre a mesa de jantar com botões feitos de tampa de relógio.
– Seu Nelson, chegou mais celulóide (as tais tampas de relógio)?
– Não, garoto… ainda são 7 da manhã. A relojoaria só abre às 8 horas e você já comprou todos ontem, esqueceu?
Várias vezes, deixei de lanchar na escola para comprar jogo de botão. Abria mão de qualquer outra brincadeira para jogar ou praticar qualquer coisa relacionada a futebol. O dono daquele portão azul que morava na minha rua que diga: três dentro três fora, gol a gol, goleiro linha, gol caixote e até os “contras” contra as outras ruas do bairro eram disputados na porta do seu… me desculpe, mas não lembro o nome do tiozinho japonês que devia ter um acervo interminável de bolas “Dente de Leite” dentro de casa.
Minha camisa do Paulinho estava ficando apertada quando comprei meu primeiro jogo de botões oficiais do Peixe. Bastaram algumas partidas para nunca mais desperdiçar dinheiro com porcaria. Que graça tinha jogar com um time pronto? O bacana era confeccionar, pintar, lixar e principalmente “criar”, que no futuro seria minha palavra chave para virar o médio-volante do time de portuários da cidade.
Eu estava ficando doente e cada vez mais louco por um clube que me fazia sofrer de culpa quando vestia a camisa azul daquele clube que mal pagava um lanche de presunto e queijo no final dos jogos – que, aliás, era a única recompensa por toda dedicação, mas que não supria a ausência do público familiar no alambrado.
Eu era daqueles que morria quando o tempo fechava por treinar em campos que mais pareciam piscina em dia de chuva, ou então aqueles que gritam pênalti quando a mãe escorrega e cai na área de serviço – que, por sinal, era a única área que eu freqüentava como meio de campo dos Portuários, para ajudar a levantar minha mãe, é claro, e ver se minha camisa do Santos não estava pra lavar. Sabe como é, né? Essas camisas mais novas não podem ficar sendo lavadas toda hora porque acabam saindo o número, o distintivo, essas coisas.
A peneira do Santos Futebol Clube estava aberta, e eu não me sentia muito preparado, embora já estivesse sendo aproveitado na Portuguesa Santista e jogando não em piscinas, mas agora em campos que eram parecidos com campos de futebol apenas nas laterais e nos escanteios.
Sabia que minha carreira na Briosa não teria muito futuro, já que eu matava aulas para ir aos treinamentos à tarde e porque era mais difícil drilblar minha família do que os próprios adversários.
Passei a noite que antecedia o grande teste do Santos em claro, ou melhor, em branco e preto, pois não tirei os olhos um minuto sequer daquele centroavante alvinegro que naquela altura já devia estar no XV de Jaú, mas no papel ainda continuava lá, bem atrás da minha porta na noite mais longa de minha vida.
-– Quem é centroavante aqui?
Metade da turma levantou a mão.
– Quem é meio campo?
Aguardei uns minutos e como quase toda a outra metade levantou, desisti.
–Quem é lateral esquerdo?
Como só havia eu e mais um garoto, levantamos juntos.
Triste ironia, além de todo o sono, tive que disputar posição contra o futuro lateral esquerdo do Corinthians, e, mesmo assim, no final da peneira, quando achava que tinha perdido o duelo, ouvi: – Você quer voltar amanhã?
Voltei um, dois, três, quatro dias depois, e já podia sentir o impagável orgulho de ser jogador do Santos. Sem contrato, sem benefícios, mas era.
Eu voltava cansado pra casa todos os dias, não por correr atrás da bola, mas por carregar a enorme pressão criada por mim mesmo, uma autocobrança por um sucesso insuportável que me consumia impiedosamente.
Quando notei que a disputa seria complicada, meu antigo técnico me ofereceu uma oportunidade no Mogi Mirim, mas para isso eu precisava mudar de mala e cuia para lá e morar em alojamento. Se já era impossível convencer alguém da família para poder continuar jogando futebol, jamais me deixariam sair de casa.
Naquele mesmo dia, voltando do treino, não imaginava que aquela manhã seria minha última lembrança como atleta quando fui intimado por meu velho para começar a trabalhar no dia seguinte.
A partir daí, passei a ter uma dificuldade tremenda para acordar no mesmo horário de sempre e nem todos aqueles motores de geladeira que tinha que carregar no novo emprego, conseguiam ser mais pesados que aquela cobrança que infelizmente nunca mais iria sentir novamente.
Cresci em uma família humilde, eu sei, mas com 16 anos de idade era difícil compreender que precisava ajudar em casa para voltarmos a comer mortadela no pão. Meu sonho terminava alí e só me restava então, torcer pelo clube que inexplicavelmente amava mais que todos os meus times de botões juntos.
Com o passar dos anos, vi muitas coisas. Se não bastassem todos os anos de espera, todo o sofrimento, testemunhei meu Santos ser roubado dentro do Pacaembu numa final de campeonato. Presenciei anjos de cabeça vermelha no gramado de Paulo Machado de Carvalho reverterem uma situação que parecia perdida no jogo mais espetacular que assisti até hoje. Vi um menino magrelo de São Vicente fazer coisas com a bola que pra mim só existiam nos filmes e trechos das jogadas do maior jogador do mundo. Notei que a longa fila sem títulos estava com seus dias contados quando comecei a me sentir grande perto daqueles que torciam pra outros times. Pude zombar pela primeira vez de todos aqueles amigos são-paulinos, corintianos que sempre tentaram me provar que estava errado e passei a questionar minhas amizades. Entendi o porquê toda aquela gente chegava à Praça da Independência aos prantos, gritando, buzinando, e alguns ajoelhados como se estivessem pagando uma dívida. Compreendi o porquê deste meu amor incondicional pelo Santos Futebol Clube quando percebi que meus olhos vermelhos não suportavam mais segurar as lágrimas que demoraram mais pra cair do que aquela maldita longa fila sem títulos.
Obrigado, Pelé, obrigado, Coutinho, Zito, Clodoaldo, Mauro, Pepe, Pita, Serginho, Giovanni, Diego, Robinho, Zé Roberto e… ah… como pude esquecer… Obrigado, Paulinho.

SEREIA DO MAR.

Seg, 20/08/07
por mauro mcfly |
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Conheça a gata do Santos no “Musas do Brasileirão”.


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RESPEITO?

Seg, 20/08/07
por mauro mcfly |
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Contando os 2 gols perdidos debaixo da trave do Tabata e do Adailton, até que eu acertei meu palpite para o jogo contra o Sport, mas mesmo 4×0 seria pouco. Com passe milimétrico do Pet, a bomba do Rodrigo no travessão e o rebote do Kléber Pereira abrimos o placar quando o timinho lá de Recife queria ser grande na Vila Belmiro. Congestionou o meio campo e marcada sobre pressão no campo do Santos. Mas esqueceram do contra-ataque mortal que o Peixe tem.
Pedrinho mais uma vez inspirado fechou a conta com um belo gol de fora da área no segundo tempo quando o Santos sobrava tática e técnicamente. Bom, isso todo mundo já sabe e não comecei a escrever para dizer apenas isso. Venho responder a maioria dos torcedores do Sport que chegaram à Baixada antes mesmo do time aumentando ainda mais a audiência do Blog Santos sempre Santos.
Muitos me questionaram sobre respeito ou menosprezo ao time do Nordeste. Não sou jogador para ter respeito com time adversário e isso é uma coisa que não acontece nem aqui e nem nos outros Blogs.
Não menosprezei nenhum time e apenas disse a verdade: que o Santos venceria o jogo. Um time que frequenta a segunda divisão não pode chegar aqui e querer tomar conta da situação. Isso me parece mais com complexo de inferioridade do que outra coisa, que aliás é outra verdade, pois o time do Sport é medíocre, assim como leio elogios semelhantes nos comentários sobre o Santos. Que o Santos é isso, que o Santos é aquilo…
Só lembrando a todos os visitantes que não são santistas. Vocês até podem ter 2 estrelas douradas no peito, mas as nossas são de 2 campeonatos mundiais e não de campeonato nordestino ou seja lá o que for.

AQUECIMENTO PARA A VINGANÇA.

Sex, 17/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria


Em 66 anos de história do jogo, o Sport é freguês. Foram 13 vitórias do Peixe contra apenas 5 do Leão.
O jogo entre Santos x Sport na Vila Belmiro pela primeira rodada do segundo turno do Brasileirão tem transmissão da Sportv, amanhã às 18h10.
Ninguém gostou dos 4 x 1 que levamos lá quando ainda estávamos voltados para a Libertadores, portanto Santos, faça me o favor de atropelar o Leãozinho.
Dê o seu palpite para o Placar. O meu é 4×0 Peixe!

OS ESTÁDIOS LÁ DE CIMA.

Ter, 14/08/07
por mauro mcfly |
categoria Sem Categoria

Sabe quando você faz aquela prece para seu goleiro defender um pênalti ou até mesmo se ajoelha quando agradece um título inesquecível? Pois é, veja como o Todo Poderoso assiste tudo isso lá de cima. De camarote e com ângulo previlegiado, até os craques que já se foram observam os jogos muito melhor que qualquer técnico à beira do gramado. Ou será que o Luxemburgo usa aquele seu misterioso celular pra receber orientações divinas?

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