Matheus Reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck Segue tua senda de vitórias, colorado das glórias, orgulho do brasil. Sat, 20 Mar 2010 13:28:30 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.5.2 en hourly 1 Resposta imediata http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/20/resposta-imediata/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/20/resposta-imediata/#comments Sat, 20 Mar 2010 13:27:15 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1485 cartola_PosJOGOnova

Estou postando a bela arte do nosso colaborador Jakson, já que ontem acabei não colocando no post!

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“Peço paciência à torcida neste primeiro momento. Muita coisa foi dita a meu respeito sem saberem realmente o que eu estava passando. Agora estou com a cabeça novamente centrada, pensando só em dar o meu melhor no Inter. Preciso de tempo para mostrar meu trabalho e recuperar meu lugar no time. Quero voltar a brilhar o quanto antes”.

Walter reintegrado ao grupo A, assim, repentinamente. É a prova de que lá dentro, pelos corredores e nas salas da diretoria, a pressão está sendo sentida. Um dia após o empate em Rivera e a torrente de reclamaçãoes da torcida, a diretoria toma uma atitude inesperada e suspende o “castigo” do atacante. A aposta agora recai sobre seus ombros; ou melhor, sobre suas chuteiras.

Walter teve tempo para refletir sobre o que fez, e espero que seu depoimento seja realmente de um jovem que colocou a cabeça no lugar, e que vai se esforçar para não desviar mais do caminho. Se for pelo bem do INTER, tá valendo. Mas que mais esse voto de confiança não seja à toa. Faça por merecer, guri. Arrebenta.

Saudações Coloradas!

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Zero a zero, Inter? http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/19/zero-a-zero-inter/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/19/zero-a-zero-inter/#comments Fri, 19 Mar 2010 16:26:49 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/19/zero-a-zero-inter/ O jogo de ontem foi histórico: jogamos fora de casa, com mais de 20.000 torcedores a favor. O vermelho e o branco que invadiram cada canto do estádio criaram a atmosfera perfeita para uma vitória colorada, que teria sido a afirmação alvirrubra nessa Libertadores. A torcida fez a sua parte. O time, porém, não.

Confesso-lhes que o primeiro tempo me deixou com a nítida impressão que era questão de tempo para abrirmos o placar e chegarmos à vitória,  já que fora os minutos iniciais, em que tomamos uma baita pressão do Cerro, partimos pra cima dos uruguaios, e do meio pra frente jogávamos bem. Guiña foi demais, correu, ajudava na troca de passes se posicionando mais à frente. D’Alessandro e Giuliano se movimentaram muito bem, e com o decorrer do jogo o bom toque de bola do meio campo colorado foi aparecendo. Apesar da ferrenha marcação uruguaia, conseguimos em várias oportunidades envolver os jogadores adversários, mas aí encontrávamos o que foi o mais gritante problema do Inter na partida: o ataque ineficiente.

Com Edu caindo sempre pelo lado esquerdo e a chegada dos meias, construíamos as jogadas, mas as finalizações deixavam a desejar. Só Giuliano perdeu 3 chances de balançar as redes. Com bons lançamentos e bolas em profundidade, incomodamos a defesa uruguaia e por pouco não saímos na frente. O time não teve competência para tal. A “ilha” Alecsandro, isolado entre os “brutamontes” da defesa rival, não fez  NADA. Sua participação resumiu-se ao chute que deu aos 48min do segundo tempo, aliás, o único do Inter em toda a última etapa.

"Aonde for jogar, sempre vou estar, sempre a te apoiar". A torcida colorada invadiu Rivera para empurra o colorado, que ficou só no 0 x 0. Foto: Alexandre Lops

"Aonde for jogar, sempre vou estar, sempre a te apoiar". A torcida colorada invadiu Rivera para empurrar o colorado, que ficou só no 0 x 0. Foto: Alexandre Lops

A equipe pagou pela ineficiência do primeiro tempo ao voltar do intervalo. O Cerro se fechou ainda mais em suas duas linhas de quatro e, aí meu amigo… a coisa ficou feia. D’Ale saiu por não ter condições, Giuliano também acabou substituído, dando lugar a Andrezinho e Taison. Também saiu Bruno Silva, que não conseguia cercar um adversário sem cometer faltas. Nei entrou, e nada melhorou. Kleber pela esquerda era seguro na marcação, avançava um pouco mais para ajudar a compor o meio, e foi um dos melhores. A zaga, sem agilidade e perdendo feio na bola aérea, pelo menos não vazou. Muito graças ao Pato salvador. Abbondanzieri pegou todas, no reflexo, até na sorte, mas foi um dos nomes da partidas, certamente.

E o que era para ser o estopim da ascendência colorada, terminou em um frustrante empate sem gols.

Não podemos, porém, jogar tudo pro alto. Não foi tudo errado, afinal. Fossati, enfim, implantou o 4-4-2, e comprovou-se a eficiência do meio colorado, que jogou demais na primeira etapa. Pressionamos o rival, assustamos e levamos perigo, mas sem um atacante inteligente na frente fica complicado. Ontem Edu teve bons momentos, diga-se a verdade. Quem sabe com outro companheiro na frente a história não fosse diferente.

Mas a formação do time foi a correta para um jogo como o de ontem, e se não ganhamos, o principal motivo foi que o ataque não colocou pra dentro na hora em que deveria ter colocado, pois ora esbarrava no goleiro Rolero, ora mandava pra fora, ora o contra-ataque era desperdiçado.

Agora, as vitórias em casa viraram OBRIGAÇÃO, e a classificação fica seriamente ameaçada.

Ontem a atuação não foi das piores, pelo menos no primeiro tempo. Mas de que adianta chegar no ataque e não ter um centroavante para concluir? Kleber Pereira está aí, foi contratado e tem que ser usado. Não acho que seja magnífico, mas não valeria a pena tentar colocá-lo, já que a direção não trouxe ninguém melhor para a posição, e a esperança colorada Walter deu chilique e agora está lá, no Inter B? O ataque do Inter está uma vergonha, e quem PAGA (literalmente) no final, é a torcida.

Dia 31, em casa, o jogo de volta contra esse mesmo Cerro. E a pressão de TER que construir um resultado positivo.

A torcida já mostrou que se preciso cruza fronteiras para apoiar o colorado. E é a vez do Inter fazer em casa o que não conseguiu ainda: vencer e convencer.

Saudações Coloradas.

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Avante, colorado http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/17/avante-colorado/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/17/avante-colorado/#comments Wed, 17 Mar 2010 22:41:59 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1479 cerroXinternova

A cada jogo, maior a apreensão. Contra o Cerro, um jogo de importância estratégica, como já ressaltado aqui no blog.

Fossati tentou encobrir a visão da imprensa e da torcida deixando no ar a dúvida sobre a troca de esquema, mas acho que ele vai acabar optando pelo 4-4-2. Ele mesmo falou que o Cerro é uma equipe que joga atrás, com vários jogadores defendendo, e o segredo é saber aproveitar a qualidade dos jogadores que temos do meio pra frente. Ele deixou em aberto a vaga na lateral-direita, mas pendendo para o lado do Bruno que, vale lembrar, foi um pedido do próprio Fossati para o elenco. Acho que Nei é muito melhor, avança mais, dá opção, é mais inteligente para jogar. Marcou aquele golaço no jogo contro o Emelec e agora amarga o banco.

Quanto ao meio, é praticamente unanimidade entre a torcida: queremos D’Alessandro e Giuliano juntos. Em nome da criatividade, da ofensividade. Ainda mais, se encontraremos a frente um time disposto a barrar os ataques colorados, dependeremos de jogadas rápidas e inteligentes, de triangulações, de boas infiltrações para abrirmos o placar. Os alas também terão fundamental importância, e quem sabe o caminho dos gols não esteja por ali.

Além do mais, está claro que Edu será o companheiro de Alecsandro, pois Fossati segue defendendo as atuações do atacante. Não acho que ele seja um mau jogador, mas seu rendimento está abaixo do que esperávamos, certamente. Quem sabe com uma boa dupla de armadores municiando o ataque ele não reencontre o seu bom futebol. Quem sabe…

Vamos em frente, povo colorado. Com garra, na luta, com a bandeira vermelha na mão.

Tomaremos o estádio, pintaremos as ruas de Rivera de vermelho e branco, mostraremos ao Cerro a força do colorado.

Vamos pra cima deles, guerreiros, trazer mais essa vitória.

RUMO AO BI, MEU INTER. A HORA CHEGOU.

Saudações Coloradas!

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Fora, mas perto de casa http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/16/fora-mas-perto-de-casa/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/16/fora-mas-perto-de-casa/#comments Tue, 16 Mar 2010 18:13:03 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1474 cartolaMaiara_03nova

Um estádio Atílio Paiva com cara de Beira-Rio vai receber o Inter para o duelo de quinta-feira. Jogando em Rivera, com grande parte da torcida a favor, enfrentamos o atual líder da chave, que já acumula duas vitórias.

Esse jogo é de fundamental importância, pois se ganharmos tomamos a posição dos uruguaios. E ficar em primeiro lugar nessa fase de grupos, neste ano, tranquiliza e assegura a vaga na próxima etapa, já que nem todos os segundos lugares passam para os mata-matas.

Para esse desafio, o esquema, ao que tudo indica, vai mesmo passar para o 4-4-2, e um dos motivos é a ausência de Bolívar e (talvez ) Eller. Compondo o time em duas linhas de quatro, e com a certeza de que D’Alessandro começa a partida, acredito em um futebol mais ofensivo e dinâmico. As preocupações com a marcação continuarão as mesmas, não podemos esquecer que o adversário do outro lado já arrancou seis pontos na competição. Mas tá na hora do Inter jogar pra mostrar do que é capaz.

De volta e com ritmo, pronto para acabar com as ambições dos uruguaios. Foto: Alexandre Lops

De volta e com ritmo, pronto para acabar com as ambições dos uruguaios. Foto: Alexandre Lops

A grande dúvida é se Giuliano vai para o banco ou começa ao lado do Cabezón, e torço sinceramente pela segunda opção. Na frente, os dois atacantes precisarão ainda mais do apoio do meio campo, já que os laterais deverão ficar um pouco mais contidos ajudando na cobertura lá atrás. É bom Fossati deixar de lado a cautela demasiada e partir pra cima dos uruguaios, colocando em campo tudo o que de melhor tem o Internacional.

Agora que não é mais na altitude, e que os dois armadores de grande qualidade que ele tem no grupo estão à disposição, me parece sem sentido não deixá-los jogar juntos.

Bom, Fossati tem até quinta-feira para decidir, mas e tu, o que farias no lugar dele?

Que a escolha seja certa, e que a vitória seja nossa.

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Sandro vendido, confirmação dada por Piffero. Não havia comentado nada aqui no blog ainda porque, na verdade, isso não era novidade para ninguém. Desde a pré-temporada sabíamos que o negócio estava (muito bem) encaminhado, e que seria dificílimo reverter a situação e segurar o volante depois da Libertadores. Se acho bom? Claro que não, será uma perda e tanto para o elenco. Mas vocês sabem como é  a política da nossa diretoria… vende um, chega outro. Esse ano a contratação foi por antecipação, quando desembarcou aqui Wilson Mathias. Duvido que abram os cofres novamente para trazer outro nome. Tomara que quando Sandro embarque para a Inglaterra estejamos ocupados demais comemorando o título da Libertadores, para não pensar na janela do meio do ano e nos prejuízos que ela nos traz…

Saudações Coloradas!

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Inter 1 x 1 Veranópolis http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/14/inter-1-x-1-veranopolis/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/14/inter-1-x-1-veranopolis/#comments Mon, 15 Mar 2010 00:22:10 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1473 cartolaMaiara_03nova

Com um time remendado, poupando titulares para o jogo de quinta-feira, o Inter ficou só no empate contra o Veranópolis.

Em um primeiro tempo em que o ritmo do jogo era ditado pelo colorado, o time chegava ao ataque constantemente, mas errava nos penúltimos passes e nas finalizações. Leandro Damião abusou na perda de gols, e até tentou um de letra, que se tivesse entrado mereceria placa. Pois é, mas não entrou. Taison correu, correu… e nada. D’Alessandro voltou com tudo no estadual, tentou organizar as jogadas, trocou passes, fez alguns lançamentos impecáveis, mas sofreu com marcação individual. Andrezinho surpreendeu na segunda função do meio, e teve um bom desempenho.

Thiago Humberto, em minha humilde opinião, não fez uma grande partida. Errou passes simples e em vários lances foi egoísta (para não dizer “fominha”), tentando a finalização quando deveria ter passado a bola para um companheiro em melhor condição. W. Mathias foi o típico primeiro volante marcador, e acabou expulso no segundo tempo. A zaga contou com o retorno de Eller, que teve seus bons momentos, mas não recuperou totalmente a forma. O jovem Ronaldo, que também terminou expulso, foi muito afoito, mas não é ruim, não.

Mesmo jogando melhor, a sorte não estava do lado colorado, e numa cobrança de falta, a barreira pulou, bola por baixo, Lauro só assistiu: gol do VEC.

No segundo tempo o time da casa voltou melhor, e chegava mais ofensivamente do que o Inter. Quem marcou, porém, foi o colorado, em pênalti cavado e convertido pelo Cabezón. Tivemos ainda a chance de virar o jogo, pois Kleber Pereira mandou a bola pro fundo das redes, mas estava impedido. O Veranópolis também teve um jogador expulso, e os 9 do Inter contra os 10 deles não fizeram nada a mais. E então ficou nisso: empatezinho e um ponto computado.

O jogo de hoje não serve para muitos parâmetros, o time era quase que inteiramente reserva, mas mostrou que D’Alessandro está tinindo. 

E agora, é esperar pelo jogo de quinta.

A semana vai ser comprida.

Saudações Coloradas!

Ficha do jogo

Veranópolis (1): Luiz Muller, Raulen, Ademir, Marcelo Ramos e Romano; Marquinhos (Fernando Miguel), Cris, Eduardinho e Dudu; João Paulo (Fernando) e Kito. Técnico: Gilmar.

Internacional (1): Lauro; Wagner Silva (Juan), Ronaldo, Fabiano Eller e Nei;, Wilson Mathias, Andrezinho, D´Alessandro e Thiago Humberto; Taison (Marinho) e Leandro Damião (Kléber Pereira). Técnico: Jorge Fossati.

Gols: Romano (V), aos 36min do primeiro tempo, D´Alessandro (I), aos 33min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Cris, Kito, Marquinhos, Romano, Fernando Miguel, Dudu (V), Wilson Mathias, Ronaldo, Fabiano Eller, Juan, Nei, Marinho  (I). Expulsões: Cris (V) e Wilson Mathias, Ronaldo (I).

Arbitragem: Márcio Chagas da Silva, auxiliado por Alexandre Antônio Prunelli Kleiniche e Júlio Cesar Espinoza de Freitas.

Local: Antônio David Farina, Veranópolis.

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Segue a luta pelo estadual http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/14/segue-a-luta-pelo-estadual/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/14/segue-a-luta-pelo-estadual/#comments Sun, 14 Mar 2010 14:11:08 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1469 cartolaMaiara_03nova

Depois de mais um desafio da Libertadores superado, é dia de retomar os compromissos no Gauchão. O time que enfrentará o VEC hoje só depende de si mesmo para ultrapassar o São José na primeira colocação da chave 2. O Zequinha ficou só no empate com o Santa Cruz na noite de ontem, e estacionou nos 7 pontos. Uma vitória colorada nos garante os 9 pontos e a liderança.

Com os jogadores que não viajaram para o Equador, e até mesmo garotos da base que foram relacionados pelo auxiliar de Fossati (Elton, Ytalo, Nando e Kleber), a equipe busca o resultado contra o último colocado da chave. Com D’Ale desde o início para pegar ritmo de jogo, além do retorno de Fabiano Eller, a superioridade técnica há de se sobressair.

Após o empate contra o Deportivo, muitas foram as discussões. Pelos comentários aqui no blog deu para perceber o quanto a torcida está revoltada com a postura que o time teve na altitude. Peles Vermelha, acima de tudo, respeito muito a opinião de cada um, e acho que esse respeito e tolerância pela ideia alheia são fundamentais quando o assunto é futebol e o clube que amamos. Concordo com muitos colorados que declararam sua indignação com parte da torcida que somente critica e já pede por medida drásticas, como a saída de Fossati, o que seria totalmente irracional nesse momento. Mas também acho que fechar os olhos para o que não está certo não ajuda.

Tínhamos que nos preocupar com a defesa na altitude, preservar o time contra o desgaste físico, e ser extremamente cuidadosos? É claro! Mas durante o segundo tempo não chutamos uma bola sequer a gol, e fomos intensamente pressionados pelo adversário. Quando Taison ingressou na equipe, nitidamente adiantamos a marcação e chegamos um pouco mais à frente, e então o tempo esgotou-se. O empate pode e deve ser considerado um ótimo resultado fora de casa e jogando lá em Quito, mas a postura do time não pode nem deve ser elogiada pelo jeito como jogou.

Não queremos show, não queremos que o Inter dê um sarandeio a cada jogo. Se a atuação em Quito for considerada exceção, ótimo. Mas se continuar a se repetir, certamente teremos problemas. E para tanto não será preciso chegar ao ponto de demitir Fossati, colorados. Ele é competente, é experiente, e terá que perceber a melhor maneira de colocar este time jogar nas próximas partidas.

Acreditemos nisso, colorados. Sem crítica demasiada, mas fazendo com que nossa voz seja ouvida.

Por enquanto, esqueçamos a LA por 90 minutos.

Hoje é tudo Gauchão.

Saudações Coloradas!

Veranópolis x Internacional | 17:00

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Empate apático http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/12/empate-e-reflexao/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/12/empate-e-reflexao/#comments Fri, 12 Mar 2010 17:04:44 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1467 cartola_PosJOGO2

Boa tarde, colorados! Bem, nem tão boa assim, eu sei…

Deixamos o Equador ontem à noite com o objetivo (parcialmente) cumprido: conseguimos manter um empate que nos deixou em segundo lugar na classificação do grupo 5, mas a atuação do time deixou muito a desejar. Que Inter foi aquele que entrou em campo, que durante a quase totalidade dos 90 minutos se deixou acuar e pressionar pelo “poderoso” Deportivo Quito?

A partida inteira foi sofrível: time recuado, Abbondanzieri mancando e com dores, Alecsandro isolado, Kleber e Bruno Silva amarrados à defesa. A preocupação com o desgaste físico provocado pela altitude pode justificar um maior cuidado defensivo, mas abrir mão de atacar e contentar-se com um empate não é pensamento digno do Internacional. Juan, Sorondo e Índio bobearam em várias oportunidades, deixando os adversários aparecerem em suas costas e ameaçarem a meta colorada.

Se é possível fazer destaques individuais, que se fale de Guiñazu. Correu demais (como sempre), marcou, cavou faltas, teve o ímpeto aguerrido que em muitos momentos faltou ao time todo. Edu mais uma vez se esforçou, pode-se dizer, mas nada produziu. O gol sofrido pode não ter abalado o time, já que em seguida Alecsandro mandou a bomba no travessão, que sobrou para Edu escorar e Giuliano mandar para dentro, mas foi só o que o Inter fez.

Como se não bastasse o mau desempenho, o juiz inventa um pênalti e quase entrega a vitória para o Deportivo. Nessa hora valeu a experiência de Abbondanzieri em conversar com o auxiliar, e a humildade do árbitro em voltar atrás. O goleiro colorado, machucado, foi o nome do segundo tempo, nos salvando em vários lances. Também teve suas falhas, mas reparou-as com defesas seguras.

As alterações na equipe foram tardias e, por isso mesmo, sem resultado. Na finaleira Fossati tentou partir pra cima em busca da virada, e aí o que faltou foi tempo.

No fim das contas, o que vi foi uma equipe apática, perdendo bolas à toa no meio campo, sem armação, sem triangulação, fincada na defesa como se não tivéssemos qualidade suficiente para revertermos o resultado. E o pior de tudo é que sabemos que podíamos ter ganhado. Sei que entrar no terreno das críticas táticas pode não ser adequado, mas Fossati que me perdoe, o discurso de que foi a altitude a culpada pelo fraco desempenho não convenceu.

Infelizmente o que vi não foi a obediência tática ressaltada pelo uruguaio, e sim um Inter temeroso demais e que subestimou sua própria capacidade. Definitivamente, é preciso que se reveja os conceitos.

QUEREMOS SER CAMPEÕES, não somente figurar entre as demais equipes. Temos qualidade técnica para isso, basta ser bem aproveitada.

E se quisermos ir mais adiante nessa guerra, será preciso OUSAR mais.

Não se ganha uma Libertadores jogando lá atrás.

Saudações Coloradas!

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Peleia nas alturas http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/11/peleia-nas-alturas/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/11/peleia-nas-alturas/#comments Thu, 11 Mar 2010 18:30:14 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1465 DepQuito_inter2

E o segundo passo será dado hoje. Na altitude, com todas as adversidades e o clima aguerrido que uma Libertadores da América exige.

É consenso entre todos nós, torcedores, que será complicado sair de lá com a vitória, e até mesmo o empate poderia ser considerado um bom resultado. Mas é com pensamento de time grande que os jogadores devem adentrar o gramado do estádio Olímpico Atahualpa, time grande como é o Internacional. Claro, a conversa da comissão de que os efeitos da altitude são mais “psicológicos” não ajuda muito, mas os atletas têm que ter em mente que o verdadeiro adversário estará aguardando do outro lado do campo.

E para enfrentá-lo, novamente os três zagueiros, cinco no meio campo e dois no ataque. Juan pode ser escalado já que Bolívar não é certeza, o que preocupa, já que o General e sua experiência farão falta. Bruno vai ajudar a fechar o lado direito, Sandro e Guiña resguardarão a defesa. Que Giuliano esteja com a mira aguçada: precisaremos arriscar de média distância. Kléber, vê se capricha nas bolas paradas. O “goleirão” Ibarra já mostrou que gosta de entregar o ouro de vez em quando (a torcida do Cerro está até agora agradecendo a “ajudinha” no jogo de estreia do grupo 5). Edu e Alecsandro, calibrem as chuteiras.

Bueno, já estou na expectativa, apesar de saber que teremos de segurar a ansiedade até às 23h30min. Quando chegar a hora, é vestir o manto sagrado, agarrar a bandeira e esperar para soltar o grito de gol.

Segue tua senda de vitórias, colorado, orgulho do Brasil.

E, claro, da América também.

Saudações Coloradas!

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Hacia arriba http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/09/hacia-arriba/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/09/hacia-arriba/#comments Tue, 09 Mar 2010 17:49:01 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1462 cartolaMaiara_03nova

Na tarde de hoje o Inter embarca para Guayaquil, Equador, onde ficará até a véspera do jogo contra o Deportivo Quito. É apenas terça-feira, mas nossas cabeças já estão no dia de nosso segundo desafio na Libertadores.

Viajam para lá todos os jogadores inscritos que estão à disposição, com a exceção óbvia de Walter. O garoto, que enfim deu as caras, sabe que seu destino imediato é o Inter B. A entrevista concedida por ele esclareceu os porquês de sua atitude, mas, convenhamos, nada justifica.

Enquanto ele fica por aqui correndo atrás do prejuízo, literalmente, voamos para Quito atrás de mais uma vitória. Em 2006, pelas quartas-de-final, enfrentamos a LDU e conhecemos a única derrota da irretocável campanha que nos levou ao título. A altitude, tão mitificada e temor dos jogadores e comissão técnica, pode atrapalhar, mas não garante nada para a equipe de lá. É claro que os atletas equatorianos estão acostumados ao ar mais rarefeito e todo o resto que se costuma falar quando se trata de jogar lá nas alturas, mas a preparação física dos jogadores colorados não deixa em nada a desejar.

Além disso, o Deportivo vem mordido pela derrota do fim de semana para a LDU, e se usada como arma, a ansiedade do adversário pode se converter em trunfo. Vai ser um jogo duro, difícil, provavelmente sem um futebol “bonito”, de bom toque de bola. Os chutes de fora da área e a bola parada possam, talvez, ser as cartas na manga colorada. Com o time titular novamente em campo, ainda contaremos com D’Alessandro no banco, que certamente será utilizado. Será a primeira partida do Cabezón na Libertadores pelo Internacional, finalmente!

No mais, a única novidade no treino foi Bruno Silva na lateral-direita. Não concordo, prefiro Nei, mas pelas circunstâncias do jogo o uruguaio pode ser mesmo a melhor opção. Edu segue no ataque com Alecsandro, e Giuliano como único homem de criação no meio-campo. É claro, fora de casa e a mais de 2.800m de altitude, hay que estar siempre atento, e não deixar espaços lá atrás para que eles deitem e rolem em nossa defesa.

Afinal, a casa é deles, mas a vitória tem que ser nossa!

Saudações Coloradas!

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Vitória suada http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/07/vitoria-suada/ http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2010/03/07/vitoria-suada/#comments Sun, 07 Mar 2010 23:19:59 +0000 mateus reck http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/?p=1460 cartolaMaiara_03nova

Que jogo, colorados… Com um futebol fraco, poucas chances de gol e levando pressão do São Luiz em vários momentos, o Inter quase que embarca de Ijuí sem os três pontos na bagagem.

O time que foi a campo, praticamente todo reserva, bem que se esforçava, mas a equipe rival crescia e jogava de igual para igual. Lá atrás, Abbondanzieri fez pelo menos duas boas defesas e salvou a equipe colorada. Também contou com a sorte, com uma bola na trave e o impedimento do atacante adversário em gol anulado corretamente. Sem Bolívar, Juan compôs a zaga com Sorondo e Índio, e tiveram trabalho com as investidas do time da casa. No meio, W. Mathias, Josimar e Andrezinho não conseguiam encaixar as jogadas, e Eltinho e Bruno Silva não contribuíam muito para melhorar o panorama da partida. Taison e Damião só faziam correr, mas se a bola não chega com qualidade, atacante nenhum faz milagre.

O segundo tempo parecia que seguiria pelo mesmo rumo, até que Fossati tirou do banco os titulares para darem um jeito na desordem do time colorado. Guiñazu e Alecsandro, além do reserva Thiago Humberto, entraram para mudar a pegada do jogo.

Eltinho encheu o pé para balançar as redes, fazendo o único gol da vitória colorada. Foto: Alexandre Lops

Eltinho encheu o pé para balançar as redes, fazendo o único gol da vitória colorada. Foto: Alexandre Lops

O golzito salvador, porém, só saiu aos 40 min, quando Bruno Silva cruzou pra área e, Andrezinho, inteligentemente, esquivou-se da bola, deixando Eltinho, às suas costas, livre para mandar um pataço: Inter 1 x 0, e o primeiro gol do lateral com a camisa colorada.

E assim, sem uma grande atuação, mas com um oportunismo providencial, ganhamos e lideramos a Chave 2 com 6 pontos. A cautela de Fossati em colocar no banco jogadores titulares foi acertada, já que ninguém quer ver um replay do desastroso jogo contra o Noia. Agora, dever de casa cumprido no estadual, o pensamento já ruma para os 2.850m de altitude de Quito, e tudo é Libertadores.  

A semana que teremos pela frente será de muito treinamento e especulações, com certeza. E de nossa parte, de muita ansiedade.

Pois que venha o Deportivo e sua altitude.

Nada tememos. Somos do Inter.

Saudações Coloradas!

Ficha do jogo

São Luiz (0): Oliveira; Beto Fronza, Marcelo Oliveira e Raone; Jonathan, Rudiero, Baiano, Jean Paulo (Chiquinho) e Xaro; Luciano Fonseca (Carlinhos) e Leandro (Nicolas). Técnico: Beto Campos.

Internacional (1): Pato Abbondanzieri; Índio, Sorondo e Juan; Bruno Silva, Josimar (Guiñazu), Wilson Mathias, Andrezinho e Eltinho; Taison (Thiago Humberto) e Leandro Damião (Alecsandro). Técnico: Jorge Fossati.

Gol: Eltinho (I), aos 40 min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Josimar, Eltinho, Juan (I), Raone (SL).  Expulsão: Raone (SL).

Arbitragem: Leonadro Gaciba, auxiliado por José Antônio Filho e Carlos Henrique Selbach.

Local: 19 de Outubro, Ijuí.

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