Formulário de Busca

Cabeças DEVEM rolar

Dom, 31/08/08
por mateus reck |

Sobre o jogo, nada a comentar. A mesma porcaria de sempre, que é o máximo que aquele sujeitinho alinhado da casamata consegue. Total desorganização. Caos. Falta de comprometimento, de vontade, de união.

Algo de muito nefasto anda ocorrendo nas entranhas do Gigante. Muita sujeira pode estar sendo manipulada internamente. Muitos negócios escusos devem estar em andamento. Tudo visando algo pessoal. “Que se rale essa massa vermelha. A hora agora é de colher tudo o que foi conquistado financeiramente.”

Ou nós, a torcida, toma atitudes mais radicais ou seremos responsáveis também por algo nunca antes imaginado. O que falta é um chacoalhão. Um pára-te-quieto. Um BASTA!!

Ou esses senhores começam a mostrar algo produtivo em campo ou FORA!!! Ou essa diretoria inerte demite esta criatura sorrateira e burra que comanda (??!!??) o time ou será expurgada, em um impeachment inédito no futebol. Ou se faz uma limpeza nesta imundície de empresários interesseiros que andam como urubus rodeando filhotes recém-nascidos, ou a torcida, com suas próprias, mãos o fará.

CHEGA!

Enquanto estes senhores se empanturram em um farto banquete às custas do amor e da religião de uma Nação Vermelha nós, os verdadeiros credores deste legado, os reais donos, fundadores, mantenedores e geneticamente ligados se sujeita a assistir ,desde 2007, uma sucessão de trapalhadas que me parecem ser intencionais.

Nada mais me faz mudar a idéia de que estes ilustres senhores estão cometendo esse suicídio institucional propositalmente. Visando algum lucro ou vantagem pessoal com tal acontecimento.

Basta.

A Nação Vermelha se ergueu.

Agora sofram as consequências, ilustres senhores.

A pressão será insuportável. Aos fracos e oportunistas baratos como vocês.

Tenho dito.

Mudança de foco

Dom, 31/08/08
por mateus reck |

dalessandro-2.jpg

Cabezón, convocado para a Seleção e com o futebol em crescente, é certeza de muita garra e qualidade no meio campo colorado no jogo de hoje, em Recife. Foto: Alexandre Lops 

Feito o serviço na Sudamericana, quando despachamos novamente os azuis de um torneio, as atenções se voltam para o Brasileirão. Certame onde ainda estamos devendo muito, mas muito mesmo. Problemas de conjunto estão dificultando uma regularidade de resultados. Como se já não bastasse tudo isso, ainda tem um maluco na casamata, que quando mexe no time, causa calafrios na torcida. Isso quando já não faz cagada mandando a campo um time desequilibrado e instável.

E se tudo isso já não fosse sucifiente, a delegação teve problemas de saúde na capital nordestina. Algo muito estranho anda ocorrendo com o time nas viagens. Ou alguém muito incompetente está a cargo da alimentação, ou tem gente armando, infiltrada. Só pode ser.

Tite (bah… que côsa), vai mandar Edinho no lugar de Magrão para enfrentar o Sport. Já começou mal. Edinho anda muito mal, em uma fase terrível e não consegue acrescentar nada ao time. Mas o sofista insiste em escalá-lo. Que teimosia.

Fora isso, o time deve ser o mesmo que despachou o pessoal da Azenha da competição continental.

E hoje também teremos uma reedição da partida que culminou com a eliminação colorada da Copa do Brasil. Que tenha servido de lição para não cometer-se os mesmos erros daquele jogo.

Por fim, resta retomar o foco no Brasileirão e torcer para que o sofista não acabe com o trabalho mexendo ou escalando mal o time. No mais, é a camisa que fala. É o escudo do Campeão Mundial que deve se impor, e imbuir o espírito de quem for a campo, guerrear pela República Pampeana.

Um forte abraço aqui do Sul.

Adiós, hermano

Sex, 29/08/08
por mateus reck |

nilmar-grenal.jpg 

Nilmar está abrindo o placar. Salão de Festas colorado confirma sua vocação. Inter passa de fase. Foto: globoesporte.com

E a história se repete. A tradição foi mantida. Os supostos “reis” do mata-mata só “reinam” quando não tem o Internacional por perto. Minha teoria de auto preservação de sua estrutura frágil se confirmou. Foi só levarem dois gols, e terem a iminência de uma goleada, que Roth começou a repensar seu suposto descaso com a competição. Mas aí, já era tarde demais. Mesmo com Tite fazendo de tudo, novamente, pra entregar a rapadura, a camisa falou mais alto.

O jogo teve um bom primeiro tempo. O Inter sempre buscou o resultado, devido a desvantagem do primeiro jogo. E o time que “desprezou”  a competição tentava, mas não conseguia nada. D´Alessandro foi caçado em campo. Mesmo assim mostrou estar cada vez mais sintonizado com o futebol da camisa Alvi-Rubra. Que se vá Alex. Já que está com a cabeça nos Euros, que chafurde neles então. El Cabezón já está se sentindo em casa, e a tendência é o seu grande futebol aparecer cada vez mais.

Índio novamente aterrorizou os azuis. O zagueiro campeão do Mundo mostra uma qualidade de atacante invejável. Faro de gol.

Nilmar queimou minha língua e entrou em campo. Jogou bem e fez o primeiro gol. Perdeu uns quantos antes disso, mas lutou muito. Momentaneamente se esqueçeu da mala que deve estar pronta para a Espanha, e se focou no jogo. Valeu a pena.

Guiñazú é o Leão do Gigante. Nada passa pelo meio de campo sem sua anuência. Seja pró ou contra. No caso de algo contra, ele é impiedoso e fatal. Preciso como um Ninja em missão. Fatal.

O grande problema do Inter segue sendo o sofista da casamata. Ele tem o poder de destruir o que toca. Foi mexer no time que quase pôs tudo por terra. Chamou o fraco adversário para dentro de seu campo e correu perigos desnecessários. Sofreu uma pressão que resultou em duas falhas fatais. Tudo culpa dele.

Segue meu canto: FORA TITE!!!!

Em uma noite onde a história seguiu seu rumo natural, o Internacional segue sendo internacional. Apesar de toda essa bagunça, segue sendo o único clube do país a ter títulos no exterior neste ano. E seguirá essa competição que se não leva a nada, pelo menos serve para entrosar o time e dar um leve aperitivo do objetivo principal do ano do centenário: A Libertadores. Pelo jeito, a próxima viagem da Sudamericana será para o Chile, pois o Universidad goleou o Olímpia por 4 x 0 no jogo de ida.

Na noite em que o time que buscou o resultado foi premiado, o Internacional manteve a escrita e mandou novamente seu co-irmão pra casa. Mas…. foi em casa! Enfim… desligou as luzes, então.

Um forte abraço aqui do Sul.

——————————————————————————————

Serviço do Jogo

Grêmio (2): Marcelo Grohe; Léo, Jean e Amaral (Adílson); Makelele (Perea), William Magrão, Rudinei (André Luiz), Orteman e Helder; Souza e Soares. Técnico: Celso Roth.

Internacional (2): Clemer; Índio, Bolívar e Marcão; Ricardo Lopes, Magrão (Andrezinho), Guiñazu, D´Alessandro (Edinho) e Gustavo Nery; Taison (Daniel Carvalho) e Nilmar. Técnico: Tite.

Gols: Nilmar (I), aos 2min do segundo tempo, Índio (I), aos 25min do segundo tempo, Perea (G), aos 38min do segundo tempo, e Soares (G), aos 43min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Índio, Guiñazu, Taison, Clemer (I), Jean, Hélder, William Magrão (G).

Arbitragem: Leonardo Gaciba, auxiliado por Roberto Braatz e Alessandro Rocha.

Local: Olímpico, Porto Alegre. 

Decisión

Qui, 28/08/08
por mateus reck |

bandeira-gigante.jpg 

Oigale.

Hoje à noite, o Internacional entra em campo precisando de gols. E sem o seu mercenário goleador. Também privado do futebol de seu melhor jogador do ano. E precisando vencer. Não somente pela vaga - até porquê o que vale mesmo nessa competição é a grana razoável - mas pela auto-estima. O Inter está precisando vencer um clássico.  Para renovar os ares com a torcida. Para renovar o sangue.

Porém, será mais um desafio pessoal. Apesar do adversário ficar fazendo pouco caso, ameaçando novamente ir com os reservas, Gre-Nal será sempre Gre-Nal. Esse tipo de comportamento pode ocultar algum instinto defensivo. Ser novamente derrubado pelo maior rival em competição mata-mata (coisa que a história prova ser rotineira) pode abalar a moral de um grupo limitado que assombrosamente anda tendo sucesso no certame. Por isso a tentativa de desqualificar o evento.

O Internacional não deve ter preocupação com essas estratégias, mas sim focar no objetivo que é somente a vitória e a eliminação do rival. Se isso não ocorrer, temo pela pior crise pós Mundial. A torcida não tolerará (e me incluo nessa leva) novos tropeços mediante tanta afronta ao seu sentimento. Vendas de jogadores em profusão (até Walter pode ser negociado) estão criando um clima tenebroso, do tipo ”o último que sair que apague a luz”. E a torcida até vê reforços, mas sente o drama de remontar um time na reta final de um campeonato que almeja reconquistar a mais de 30 anos.

Por isso as cobranças pesadas. Agora que conquistamos o Mundo, queremos mais e sempre do mesmo nível. Não nos contentaremos com pouca coisa. Sabemos do que somos capazes quando unidos e fechados em torno de um mesmo ideal.

A torcida, como sempre, está fazendo sua parte. Resta aos urubus da diretoria comerciante prestar atenção no grito que vem das arquibancadas e começar a agir de maneira certa. Caso contrário, uma insurreição tal qual a do Gueto de Varsóvia pode eclodir. E não sobrará pedra sobre pedra. Píffero sobre Luigi. Carvalho (até tu, digníssimo presidente campeão) sobre quem quer que seja.

Somente a vitória. Única e exclusivamente a vitória. E um jeito nessa bagunça que está um dos clubes que mais lucrou neste século.

A massa vermelha urge.

Os Peles Vermelha estão se pintando pra guerra.

Melhor vocês se endireitarem.

O mesmo papinho de sempre

Qua, 27/08/08
por mateus reck |
categoria Coloradismos

Pois é. Agora Nilmar é o novo porta-voz do papinho batido aquele de “independência financeira até de meus netos”…

Pois vá, Nilmar. dinheiro é realmente tudo nessa vida globalizada e capitalista. É só o dinheiro que vale. Mas vá e não volte mais. Tente fazer carreira na Europa e não voltar pra se encontrar novamente no Brasil. Vá e faça valer a tão propalada independência financeira.

Chega a soar como deboche, pois em um país onde a esmagadora maioria se vira com um salário de R$ 415,00 uma criatura que deve ganhar mais de R$ 200 mil por mês precisa mais de quanto para conseguir viver tranquilo?

Faça-me o favor. Então seja claro e honesto. Diga: “- Vou por que a única coisa que me importa é o dinheiro. O que vale mesmo são os euros, os dólares. A torcida, a gente leva na malandragem, beija uma camisa de vez em quando e tudo está resolvido.”

Vá, Nilmar. Mas não volte!

—————-

Outro que também vai é Alex. Enfim… tudo o que foi falado pela direção negando mais vendas este ano era pura balela. Creio que eles realmente não estão nem aí pelo que o torcedor sente e pelo que a tabela do campeonato vem evidenciando.

O que nos resta, povo colorado, é torcer para acabar logo esse mandato de Píffero e cia.

——————-

A tempo: a perseguição ao D´Alessandro é injusta, tendenciosa e revoltante. Já basta o que fomos prejudicados dentro de campo, com três pênaltis não marcados. Precisam disto também?? Ah, por favor… vão tomar tomate cru!

Um forte abraço aqui do Sul

Luto

Dom, 24/08/08
por mateus reck |

Estou de Luto. Morreu o futebol. Acabou a ética (e faz tempo) no esporte mais popular do mundo. E foi-se o tempo em que árbitro de futebol podia ser considerado gente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jogo de muitos pontos

Sáb, 23/08/08
por mateus reck |

beira-rio-iluminado.jpg

Montagem de Marcelo Gorga. Beira Rio Iluminado para o confronto de amanhã. 

A cada rodada que inicia, os clubes entram ganhando um ponto. Saldo positivo. O empenho, muitas vezes hercúleo, é recompensado com mais dois. Vitórias somam três pontos na guaiaca. Mas existem jogos que valem seis pontos, os chamados confrontos diretos entre concorrentes muito próximos na tabela. O jogo de amanhã, contra um revigorado Flamengo, é jogo de muitos pontos. Não somente os três da vitória, mas os pontos que a auto-confiança do grupo podem se elevar. Os pontos que as vibrações positivas possam adicionar. Os pontos que a estabilidade podem gerar.

Por isso, amanhã no Gigante da Beira-Rio - o laureado José Pinheiro Borda - o Internacional tem a chance de somar uma infinidade de pontos além dos três possíveis em uma vitória.

Uma sequência de vitórias. É tudo que o Internacional precisa para se encontrar e azeitar as engrenagens de seu time. Larguei um pouco a perseguição ao sofista e ergui a bandeira do apoio, como faço antes de cada jogo. Realmente tenho recebido críticas severas quando eu critico aqui. É que não consigo ficar cego aos acontecimentos e apoiar incondicionalmente.

Na minha opinião, esse tipo de apoio em momentos perigosos como esse que estamos atravessando, não ajuda em nada. Cobranças também fazem evoluir. Normalmente elas são as grandes responsáveis pelas transformações mais significativas.

Por isso, amanhã estarei junto com o meu time. À distância, pois meu trabalho não me permitirá ir ao Gigante. Fisicamente não estarei. Mas me somarei em alma e em voz, que tenho certeza ser compensada com a presença massiva dos que representam estes torcedores que, assim como eu, não podem acompanhar todos os jogos no Beira Rio.

Jogo brabo. Parada dura contra um dos candidatos a terminar no G4, e também ao título.

 Mas nós, os Peles Vermelhas, estaremos lá. Aos milhões. Em canto, espírito e vibrações positivas.

Um forte abraço aqui do sul.

Nada mais que a obrigação

Qui, 21/08/08
por mateus reck |

intpal.jpg

Imagem rara nas últimas três rodadas. Que se transforme em constante, a partir de agora. Foto: Alexandre Lops 

Que me perdoem os mais afoitos, mas não vou desgarrar elogios, me rasgar em palavras bonitas para ilustrar a vitória de ontem. Não foi nada mais que a obrigação de um time que tem uma folha salarial de R$ 3,2 milhões mensais e conta com grandes nomes em seu elenco.

Um time em que seu comandante, que está a mais de três meses no cargo, ainda não conseguiu uma sequência, deixando a torcida apreensiva nas comemorações, pois logo após grandes vitórias, andam ocorrendo verdadeiros fiascos.

Realmente não sei se foi um bom resultado. Na tabela, é claro que sim. Mas na organização interna, temo pelo pior. Pode ter dado sobrevida a um morto e enterrado.

Tite gesticulou, esbravejou, peitou o quarto árbitro e gritou muito. Talvez tenha lido os posts aqui neste espaço colorado. Mas mesmo assim, não me convenceu. O time novamente esteve muito desorganizado. O esquema com três zagueiros não é simples como respirar. Demanda orientação precisa e funções muito bem pré-estabelecidas. Coisa que nosso sofista das casamatas não tem capacidade para coordenar.

Bolívar se perdia com facilidade e embolava o miolo, dando passagem aos contra ataques.

Contudo, Magrão mostrou que é a melhor opção para a frente de zaga. Muito guerreiro. Guiñazú fez outra monstruosa partida, fazendo meus colegas de emissora Kléber Machado e Noronha engolirem as besteiras que haviam proferido na primeira etapa (aliás, ontem foi dureza assistir com o áudio da plim-plim).

Índio esmirilhou. Foi um soberano na defesa e o melhor atacante da noite. Se faltar centro avante, que dêem a 9 para ele.

Olha só… disse que não iria elogiar… mas o coração fala mais alto.

Então, vou ponderar: o Internacional só se deu bem ontem no Gigante baseado em seus talentos individuais. Nilmar foi perigoso, mas não fatal. D´Alessandro, após a saída de Alex, comandou a criação de jogadas com muita competência. Caía de um lado para o outro, desnorteando a defesa palestrina e com La Surda calibrada e distribuindo passes precisos. Gostei muito de sua participação.

Rosinei foi honesto pela direita. Não comprometeu e até criou boas jogadas, mas sempre quando caía pelo meio. Cacoete de quem joga ali.

Alex mostrou que é o tal “ponto de equilíbrio” que Tite tanto procura. Com ele, o time simplesmente flui, anda, despacha. E ontem, fez mais um daqueles golaços que ilustrarão os corredores do gigante. Que paulada. Marcos, coitado, não viu nem por onde ela passou.

Mas, para mim, a noite serviu para calar muitos que vieram neste espaço e proferiram coisas impublicáveis a respeito de uma verdadeira entidade que segue jogando: Clemer.

Fez uma partida perfeita, tendo intervenções precisas, cirúrgicas, como no lance contra Diego Souza (que, aliás, não viu a cor da bola). Brilhante.

Vida de goleiro é duríssima. Se erra, é crucificado vivo e posto no sol com sal no lombo. Se defende, não fez mais que a sua obrigação. Perdoai os cegos, Clemer. Eles realmente não sabem o que dizem.

No mais, eu que não iria elogiar acabei extravasando meu sentimento de torcedor mais puro. Azar…

Valeu pelos três pontos, por ver D´Alessandro encontrando seu lugar na equipe, e principalmente ver o retorno de Alex. O melhor meia canhoto do Brasil. Disparado.

Um forte abraço aqui do Sul.

——————————————————————————————

Serviço de Jogo

Internacional (4): Clemer; Índio, Bolívar e Marcão; Rosinei, Magrão (Maicon), Guiñazu, D´Alessandro e Gustavo Nery; Nilmar (Adriano) e Alex (Taison). Técnico: Tite.

Palmeiras (1): Marcos; Sandro Silva, Jeci, Gladstone e Leandro; Martinez, Jumar (Denílson), Evandro e Diego Souza (Tiago Cunha); Alex Mineiro e Cléber (Maicosuel). Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Gols: Alex Mineiro (P), aos 4min do primeiro tempo, Índio (I), aos 18min do primeiro tempo, Alex (I), aos 19min do primeiro tempo, Índio (I), aos 16min do segundo tempo, Taison (I), aos 40min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Clemer, Bolívar, Marcão (I), Jumar, Cléber, Evandro, Martinez (P). 

Público: 14.470 (12.648 pagantes) / Renda: R$ 160.158,00

Arbitragem: Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro de Matos e Adson Leal (trio baiano).

Local: Beira-Rio, Porto Alegre.

Providências

Seg, 18/08/08
por mateus reck |

Agora, de cabeça mais fria, vou escrever algo. Ontem, logo após o término de mais uma demonstração da incapacidade do “técnico” colorado, fiquei tão frustrado que não tinha nada além de raiva fervendo o meu sangue.

Como é possível alguém com tanto material humano não conseguir nada. Mas nada mesmo. A grande maioria da torcida denota a culpa para direção. Na minha opinião, o grande culpado é Tite. Um trapalhão. Um “filósofo” da bola. Um tipo daqueles que, aos mais incautos, aparenta ser um grande estrategista, com suas palavras mansas, ponderadas e bem colocadas. Sua calma e proficiência em explicações são fruto de muito treinamento. Afinal, nunca vi alguém ter que dar tantas desculpas por insucessos.

Lembro que quando Abelão deixou o clube, se cogitou o nome de Ney Franco. Fiquei perturbado, pois não levava fé neste nome. Pois hoje, ele alçou o Botafogo ao G4 sem qualquer mágica. Somente competência. Uma pena. Creio que este seria o cara certo… mas agora já se foi.

O grande xis da questão é: Tite não serve para o cargo. Nunca serviu. Não existem argumentos capazes de sustentá-lo em seu cargo. Por mais que se fale em reforços chegando no meio da competição, gente sem entrosamento e preparo físico de pós-férias, Tite não conseguiu sequer fazer o básico, que é se impor perante os jogadores. Se fazer respeitado. Se fazer líder de grupo e ter comando.

É um frouxo. Um falamansa. Assim, qualquer um - me perdoem o termo xucro - caga por cima. Fica fácil pra se instalar um clima ruim de vestiário. O que ficou evidenciado quando o “craque” Wellington Monteiro esbravejou por ser substituído, e não bastasse isso, criticou pesadamente o modus operandi do sofista das casamatas.

Realmente, é desesperador. Se fosse nos negros anos noventa, onde mal e mal tínhamos time, tudo bem. Mas com um plantel qualificado, não conseguir mandar 11 jogadores motivados para o jogo?

Isso atesta a incompetência do sofista das casamatas. Um palavreiro trapalhão. Um fraco. Um indivíduo que não merece vestir o uniforme que estampa uma TRÍPLICE COROA MUNDIAL.

Tenho dito

Um forte abraço aqui do Sul

Portão 8

Dom, 17/08/08
por mateus reck |

Nada mais.

 Portão 8 já.

FORA TITE!


Formulário de Busca


2000-2008 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade