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Valeu, Dunga!

Ter, 07/10/08
por mateus reck |

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O melhor meia canhoto do Brasil vai vestir a amarelinha. E desfalcar o Inter em um momento decisivo. Foto: Alexandre Lops 

Poucas vezes uma notícia pode, ao mesmo tempo, causar euforia e decepção. Raiva e alegria.  Êxtase e frustração.

Pois a notícia da convocação do melhor meia canhoto do país teve exatamente essas conotações.

Alex finalmente foi recompensado pelo belíssimo futebol que vem mostrando nesse 2008. É o ano de sua vida.

Depois de passar trabalho com lesões continuadas, ele está tendo segmentação e evolução. A cada jogo parece melhorar e desempenhar melhor sua função pelo lado esquerdo do campo, com chegadas fortes na grande área. Junto à isso tudo, uma excepcional habilidade na bola parada, que provoca calafrios nos goleiros quando faltas frontais são cometidas.

Sendo assim, metade de mim está feliz. Pois finalmente vejo um trabalho longo e árduo recompensado com a vitrine da seleção. A merecida apoteose de um craque em seu grande momento.

Mas… e sempre há um mas em tudo, Alex se vai justamente no jogo mais importante do ano. O jogo onde o Internacional tem a sua última chance de aproximação com o G4. Justamente com o mais forte e importante adversário por essa vaga.

Não bastasse as ausências de Guiñazú, D´Alessandro e Bolívar, agora estamos também sem Alex.

Presentinho do Dunga, pra essa reta final. Valeu!

No lugar de Guina, Sandro pode entrar pois desempenhou bem a função do gringo no jogo contra o Coxa. No lugar de Bolívar, Álvaro pode tranquilamente desempenhar o trabalho ao lado do competente Índio. Mas… e no lugar de Alex?

O primeiro nome que virá na cabeça dos colorados é Daniel Carvalho.

Ótimo, não?

Seria, se nosso craque estivesse de paz com seu ótimo futebol que o alavancou aos gelados gramados russos. Mas ele não está. E mais: está querendo vaga no time jogando menos que eu jogo nas peladas aqui em Gramado. Se bem que… faz tempo que não jogo…

Seria o mesmo que eu chegar na turma do futibas no society e EXIGIR lugar no time. Ora, bolas. Daniel precisa reencontrar seu grande futebol que todos sabemos estar escondido dentro dele. Ele precisa comprovar em campo que merece vaga no time.

A oportunidade maior chegou. E em um jogo decisivo. Desses que tem todos os contornos para entrar na história da vida pessoal do jogador.

Cabe a Daniel se concentrar e focar nesse objetivo como se fosse o último de sua vida.

É a chance de fazer as pazes com a torcida que sempre o admirou e o acompanhou, como um filho querido que foi parido nas entranhas do Gigante Vermelho.

Aguardemos.

Um forte abraço aqui do Sul

Festa estranha, gente esquisita…

Dom, 05/10/08
por mateus reck |

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Torcida que se deslocou não foi recompensada. Péssima apresentação e resultado justo. Foto: Alexandre Lops.

Junte um time perdido taticamente, com um gramado (?!!??!?) em péssimas condições, com um dia em que a bruxa está à solta e o resultado será um jogo desastroso.

Ontem, nada funcionou direito. Nada. O Internacional esteve perdido em campo, com momentos em que tinham três jogadores um ao lado do outro, e um tocava para o outro, sem saber o que fazer com aquele objeto redondo de fibras ultra modernas, cheio de ar.

O jogo foi tão ruim que dos seis gols, três foram contra. Que terror. Um teatro digno de Zé do Caixão, o Coffin Joe. O primeiro foi uma verdadeira fatalidade. Sim, ou vocês acreditariam que R. Lopes seria capaz de desenvolver uma jogada elaborada que de tão certeira, mesmo falhando daria certo??

Gol do Inter.

Tudo bem. 1 x 0, em um péssimo gramado, com condições de jogo comprometidas. Estava tudo bem.

Aí a bruxa deu um rasante próximo  ao gol de Clemer. Que ao pegar uma bola praticamente atrasada pelo alto, deixa escapar e ao quicar no chão toca o joelho de Índio, que estava caído. Ela rola lentamente para o fundo das redes, sob os incrédulos olhares de todos.

Empate.

Tá… até que um empate pode gerar uma animosidade maior, criar um comprometimento maior.

Porém o Internacional sentiu o gol incrível que acabara de levar. E não conseguiu fazer mais nada para reverter a situação delicada a que estava se encaminhando. Conseguiu terminar a primeira etapa com um empate que já estava se tornando um lucro.

Na volta do segundo tempo, o perigoso Keirrison fez uma tabela e ficou cara a cara para fuzilar Clemer, que nada pôde fazer. 2 x 1. Aí a coisa degringolou. O time não se encontrou mais em campo e num apagão federal, levou mais dois.

Com a coisa praticamente resolvida, o Coxa já administrava sua ampla vantagem. O Internacional levava pouco perigo nas raras jogadas que conseguia elaborar, pois a dificuldade em trocar três passes seguidos era fenomenal.

Então… em um escanteio, Nilmar torceu o alcatre para descontar de cabeça e termos uma derrota mais digna.

Na minha opinião, essa derrota praticamente encerra com todas as possibilidades de buscar uma vaga à Libertadores.

Uma pena.

Agora já não dependemos mais de nossos próprios pés para chegar lá, o que dificulta muito.

E agora tem o Goiás, em pleno Serra Dourada, e com Iarley literalmente comendo a bola.

Nossa sorte é que eles empataram e não evoluíram.

Contudo, o Goiás é sempre perigoso. E adora aprontar contra o Internacional.

Ontem, pode ter sido o antídoto. Espero que tenha funcionado como tal.

Juntemos os cacos, pois. E nos remontemos para a batalha do Serra Dourada. Contra o time que reforçamos nesta edição do Brasileiro.

Viremos essa página do Couto Pereira.

Um forte abraço aqui do Sul.

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Serviço do Jogo

Coritiba (4): Vanderlei; Marcos Tamandaré (Alex Silva), Maurício, Felipe e Ricardinho (Marlos); Rodrigo Mancha, Alê, Leandro Donizete e Carlinhos Paraíba; Ariel e Keirrison (Tiago Bernardi). Técnico: Dorival Júnior.

Internacional (2): Clemer; Ricardo Lopes, Índio, Bolívar e Gustavo Nery (Marcão); Sandro, Magrão, Taison (Adriano) e D´Alessandro (Daniel Carvalho); Alex e Nilmar. Técnico: Tite.

Gols: Maurício (I, contra), aos  9min do primeiro tempo, Índio (C, contra), aos 15min do primeiro tempo, Keirrison (C), aos 7min do segundo tempo, Sandro (C, contra), aos 19min do segundo tempo, Keirrison (C), aos 23min do segundo tempo, Nilmar (I), aos 24min do segundo tempo. Cartões amarelos: Alex, D´Alessandro, Gustavo Nery, Sandro (I), Rodrigo Mancha, Maurício, Marcos Tamandaré, Alex Silva (C). Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro, auxiliado por Helberth Andrade e Jair Felix (trio mineiro). Público: 18.236 (15.546 pagantes). Renda: R$ 222.425. Local: Couto Pereira, Curitiba-PR.

O Quinto Passo

Sáb, 04/10/08
por mateus reck |

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Treino pegado. Sinal de mobilização. Agora tem que ser total. Foco e objetivo. Foto: Alexandre Lops. 

O mais difícil neste campeonato, garanto a vocês, não foi se reerguer após uma campanha medíocre até então. Será manter o padrão que estamos adquirindo. Depois de quatro vitórias seguidas o time só subiu três posições e diminuiu um pouco sua distância para o G4. Com essa constatação, dá para se ter uma idéia de quanto está complicado para o Internacional alcançar seu objetivo para o Centenário: Uma vaga à Libertadores 2009.

Depois de um setembro vermelho, entramos em outubro jogando duas partidas decisivas fora de nossos domínios. E um empate em qualquer um dos jogos terá gosto de derrota. Dois então, será o fim. O Internacional terá seu maior desafio no campeonato justamente nessas duas rodadas. Parar o impetuoso Coritiba em sua casa. Ele que é nosso adversário direto na briga para a entrada do G4. E logo após essa pedreira, vem o Goiás em pleno Serra Dourada. Esse sim, será uma verdadeira final antecipada para nós. Aliás, cada jogo agora deve - repito, deve - ser encarado como final de copa do mundo. Se o Internacional quer recuperar o tempo perdido, não tem mais permissão para errar. Nem para jogar mal. Quiçá para deixar resultados escaparem.

É óbvio que não faremos 100% dos trinta e oito pontos em disputa. Mas nossa margem de perda não pode ser superior á 15%. Somente assim chegaremos ao G4 dependendo de nossas forças. Caso contrário, será um final proibido para cardíacos.

Portanto, chegou a hora do apoio total.

Hoje, contra o Coxa, no Paraná, o Internacional precisa superar todos os problemas que se apresentam e poderão se apresentar: Desde a falta de Guiñazú até a pressão da torcida adversária. Desde a imaturidade de Sandro (possível substituto de Guina) e o pouco futebol de Rosinei.

Superação.

Doação.

Total. Intensa. De corpo e alma.

Assim como sua imensa e devotada torcida, os jogadores terão que ter ciência do tamanho de sua responsabilidade.

Somente com essa mobilização, poderemos seguir adiante e manter esta curva ascendente no Brasileirão da recuperação. No certame onde entramos como favoritos, mas o planejamento equivocado nos remeteu à outra realidade.

O mínimo que podemos fazer é buscar a vaga para a Libertadores no ano do Centenário. E neste 2009 entrar desde o começo do ano com equipe fechada e objetivos planejados.

Mais uma batalha.

Mais uma vez, o chão tremerá.

Só que desta vez, terá que avançar fronteiras e tremer o Couto Pereira.

Milhões de pés percutem violentamente o chão.

Tremores já podem ser sentidos por lá.

São os Peles Vermelhas.

Povo guerreiro e apaixonado.

Prontos para a Guerra.

 Um forte abraço aqui do Sul.

Jogo ruim, vaga na mão.

Qui, 02/10/08
por mateus reck |

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Edinho. O velho Edinho de sempre. Com suas roscas e chegadas fortes. Foi a cara do Internacional de ontem à tarde. Foto: Alexandre Lops

Apesar de um futebol tenebroso, com erros toscos de passe, visível desentrosamento ou descomprometimento o Internacional conseguiu, com mais um empate, passar às quartas de final da Copa Sudamericana. É o quarto empate em quatro jogos na competição. Porém, o Internacional tem sido um visitante indigesto, sempre marcando gols e jogando muito melhor fora de casa.

Com mais este empate, desta vez sem mexer no placar, avança no certame e tem agora pela frente dois jogos eletrizantes contra o Boca Juniors, maior time da América Latina e um dos maiores do mundo. Certeza de jogos muito pegados e provavelmente um elenco com vários titulares.

O Internacional ainda tem o Boca engasgado. Nas outras duas edições da Sudamericana, foi despachado justamente por ele. Uma na semi-final e outra nas quartas, exatamente como agora. E ambas com goleadas.

Pois é a chance de fazer dois grandes jogos com público total, e uma ótima experiência no jogo da Bombonera. Volto a frisar: esta Sudamericana é um ótimo vestibular para a Libertadores. E se tem a prova en la Bombonera, o teste sempre é muito válido.

Voltando ao jogo, se tem pouco para falar. Foi uma daquelas jornadas em que o Internacional esteve muito aquém do que pode jogar. E o adversário conseguiu jogar muito pior, fazendo por merecer a sua desclassificação.

O jogo teve dois grandes lances positivos, e um negativo. E só. Primeiro, Adriano driblou o goleiro e, pressionado pelo zagueiro, chutou na trave. No finzinho do jogo, Clemer (o veterano, contestado - e um de meus ídolos incontestáveis) salvou o Inter de uma jogada perigosa dentro de sua área. Eficiência comprovada.

Já o lance negativo ficou por conta da lesão de Guina. Foi muito triste ver nosso maior jogador se contorcendo de dor, depois de uma lesão terrível. Fosse outro, estaria chorando. Ele ainda me pareceu querer voltar, enquanto estava recebendo a atadura. Ficava olhando para o campo e parecia não querer desligar, indícios de quem deseja retornar. Mas, o médico o proibiu. Ainda bem. Tenho certeza que Guina, por si só, voltaria e continuaria o jogo, tamanha sua entrega e sua garra. Porém, ainda bem que o médico conseguiu convencê-lo. Se fala em um mês de ausência. Pois bem: se depois de uma artroscopia ele voltou a jogar em 20 dias, isso ele tira de letra. Não ficaria impressionado se ele já voltasse no jogo contra o Coxa, sábado pelo Brasileirão.

FUERZA, FENÓMENO.

 No mais, depois de quatro jogos estamos nas quartas de final. Até aqui só babinha. Agora é que começa de verdade a Sudamericana.

Que Tite consiga motivar os jogadores para esta disputa, sem perder o foco no Brasileiro.

Como havia comentado no texto anterior, eu penso ser possível mobilizar dois times para estas duas competições.

Pois queremos conquistar os objetivos que nós, os Peles Vermelhas, determinamos: O G4 e o título da Sudamericana.

Sigamos nosso caminho. Rumo às vitórias e ao nosso glorioso Centenário.

Um forte abraço aqui do Sul.

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Serviço de jogo

Internacional (0): Clemer; Ricardo Lopes, Bolívar, Danny Morais e Marcão (Ramon); Edinho, Rosinei, Andrezinho (Guiñazu, Índio) e Taison; Adriano e Daniel Carvalho. Técnico: Tite.

Universidad (0): Bujbasich; Valenzuela, Martinez, Imboden e Acevedo; Medel, Ormeño (Toloza), Vásquez e Mirosevic; Gutierrez e Barrientos (Ibarrola). Técnico: Fernando Carvallo.

Cartões amarelos: Ricardo Lopes, Danny Morais, Taison (I), Toloza, Martinez (U)

Público: 22.620 (20.116 pagantes) / Renda: R$ 456.285,00.

Arbitragem: Carlos Amarilla, auxiliado por Emigdio Ruiz e Óscar Viera (trio paraguaio).

Local: Beira-Rio, Porto Alegre.

Sudamericana - Em busca da vaga

Qua, 01/10/08
por mateus reck |

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Tite, no treino com Bolívar e Marcão. Chance de usar a Sudamericana para manter todo o grupo motivado. Foto: Alexandre Lops

Em um horário digno de matinê, o Internacional muda o foco e mira a vaga nas quartas de final da Sudamericana.

Depois de um bom jogo em Santiago de Chile, onde empatou e poderia ter saído com uma vitória, em casa vai com um time misto e com a vantagem do empate sem gols.

É uma boa oportunidade de dar ritmo de jogo aos jogadores que estão na fila do grande elenco colorado. Acaba sendo muito proveitosa e INTERessante a continuidade desta competição. Ao meu ver, o Internacional tem reais chances de prosseguir e obter sucesso nesta jornada pelo continente. Além de ser um bom laboratório para Tite usar o material de qualidade que dispomos em segundo escalão.

Jogadores como Daniel Carvalho, Álvaro, Andrézinho, Danny Morais, Rosinei, Luiz Carlos, Adriano e até Taison, podem desfrutar desta oportunidade para mostrarem serviço ao treinador e adquirir sequência e jogos, coisa que está complicada pois Tite, pelo jeito, encontrou sua idéia de time. Sendo assim, salvo suas teimosias com Edinho e Ricardo Lopes, está difícil arrumar lugar no time para tantos bons jogadores em todas as posições (exceto nas laterais).

E facilita um monte o trabalho de motivação dos que estão em sem jogar pelo Brasileiro. Que se motivem para conquistar a Sudamericana, coisa que nenhum time no Brasil ainda tem.

Se eu fosse o responsável técnico usaria este artifício. Se fecham dois grupos com objetivos diferentes e reais condições de sucesso. No final, quem ganha é o clube, com praticamente dois times jogando ao mesmo tempo, motivados e mostrando a mesma garra em ambas competições.

Outra coisa que gosto de ver é todo o grupo concentrar junto. Mesmo quem não vai jogar. Isso fortalece e unifica a estrutura. Cria um sentimento de igualdade e busca de objetivos para todos.

Muito bom, mesmo. O momento é do Internacional. Temos que aproveitar que os ventos mudaram e as coisas começam a render bons frutos para os Peles Vermelhas.

Sabemos que é difícil. Tanto no Brasileiro, quanto na Sudamericana. Chegar no G4 vai exigir um altíssimo nivel de doação por parte dos atletas envolvidos. Porém, se todos acreditarem e manterem o mesmo foco, a mesma obstinação que demonstraram no pré-clássico, dá para projetar a conquista de uma vaga à Libertadores 2009. A de nosso glorioso centenário. Se todos acreditarem, dá para buscar o título da Sudamericana. Mesmo que ela, de largada, pareça ter sido elaborada para laurear algum clube argentino.

Podemos superar isto.

Afinal, quem conquistou o Mundo pode, deve e tem o direito de planejar conquistas como essas.

Essa Sudamericana pode e deve ser o vestibular para a Libertadores 2009.

Anteriormente foi assim.

Portanto, às 17h o Gigante estará se inflando para mais uma peleia. Os Peles Vermelhas irão, aos poucos, ocupar o sagrado Gigante de concreto para empurrar seu time rumo à mais uma vitória.

Queremos a Sudamericana.

Queremos a vaga no G4.

E alcançaremos.

Pois somos do INTER, e nada tememos!

Um forte abraço aqui do Sul.

Até na Musa é chocolate!

Qua, 01/10/08
por mateus reck |

Caros leitores do nosso espaço aqui no globoesporte.com. Tão logo saiu o resultado do concurso que elegeria a mais bela colorada deste ano, pedi para a Alê Pinho escrever um texto. Conheço ela há pouco mais de um mês. Temos mantido contato por msn e orkut. Já havia pedido a ela para se preparar, para escrever no domingo um texto sobre sua conquista. Nada contra as outras concorrentes, mas senti desde a fase final que a Alê seria a representante do Internacional.

Pois bem. Além de conquistar esse trunfo, Alê estava no Gigante na tarde de domingo, quando o Internacional patrolou seu rival. Duas grandes alegrias.

Abaixo, segue um texto que publico com o maior carinho, pois temos uma representante à altura de nosso clube, nossa fervorosa e exemplar torcida, nossa quase centenária história.

Senhoras e senhores: Com vocês Alessandra Schmitz Pinho.

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A Musa em seu hábitat natural. Foto: Arquivo pessoal.

Olá! Eu sou a Alessandra Schmitz Pinho, ou simplesmente Alê! Tenho 19 anos, sou natural de Montenegro, atualmente moro em Porto Alegre para estudar e trabalhar. Hoje posso dizer também que após ganhar a votação com 52,9% dos votos, sou a Musa do Internacional, glorioso Clube do Povo. O Inter é uma paixão na minha vida, brinco que não optei por ser colorada, pois já nasci assim.

Passei a infância inteira junto com meu pai Francisco acompanhando os jogos do Colorado, ele e meu bisavô Guido acalentaram em mim esse orgulho e essa garra de torcer para esse Internacional. Confesso que os anos 90 não foram tão fáceis, em uma família com a maioria tricolor, a turma da escola também foram muitos os meus atritos com os “rivais”, mas tudo isso foi recompensado nos anos seguintes, eu sabia que torcia para o time certo.

Ver meu time conquistar a América, depois o Mundo foi algo realmente emocionante!
Viver isso foi incrível, aliás vivo até hoje. Acompanho o Inter sempre que posso, e em jogos no Gigante não falto um! Domingo dia 28.09.2008 com certeza para todos os colorados será inesquecível, mas para mim em especial, posso até ousar em dizer que essa data foi o melhor domingo de toda a minha vida. Passado às 0h de domingo recebi a boa nova de que eu havia sido eleita a Musa do Inter, uma vitória pessoal, alcançar um objetivo, mas o qual não seria possível sem a ajuda de todos meus familiares, amigos e torcedores.

Me inscrevi no concurso no primeiro dia, para ser mais exata dia 25.05, fui uma das primeiras a me inscrever. Foram 4 meses de muitas batalhas, muita garra, muito esforço, isso tudo para realmente demonstrar a todos o quanto eu amo meu time e o quanto merecia representá-lo. A maioria percebeu! Agradeço!

Mas o meu domingo perfeito não parou por aí… tive mais 1, 2, 3, 4 motivos para deixá-lo ainda melhor! O que poderia ser? Ganhar o greNAL do milênio e melhor que isso, de goleada, e ainda presenciar tudo. O meu ídolo é D’Alessandro e não é de hoje… Conheço ele dos tempos de River e San Lorenzo, pois morei um breve tempo na Argentina em 2005, aquele gol aos 4′ foi um presente. Para melhorar ele participou dos outros 3 gols, Alex fez o segundo, brinquei na torcida: - esse domingo é dos Alês! Alessandra, D’Alessandro, Alex! Enfim, emoção sem tamanho. O melhor domingo da minha vida MESMO.

Voltei para casa sem voz, quase sem os sapatos, com os pés cheio de bolhas e machucados. Mas o que EU vivi realmente não tem preço e só quem é COLORADO sabe disso. Obrigada a todos que me ajudaram a ser eleita Musa, e obrigada aos meus pais que me fizeram colorada! Minhas maiores alegrias vivo e vivi com esse GRANDE CLUBE!

Saudações Coloradas!

Alessandra Pinho - A Musa do Internacional 2008

A mãozinha do Lula

Seg, 29/09/08
por mateus reck |

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Na tarde-noite de ontem, mais um belíssimo capítulo foi escrito na história de um dos clássicos mais importantes do mundo.

Mais uma vez, o Internacional mostrou sua força, seu poder e atropelou impiedosamente seu co-irmão.

Sempre, em Gre-Nais decisivos, parece que algo de sobrenatural desperta nos guerreiros colorados. Todos se imbuem do espírito raçudo de Guiñazú. Assim, temos 11 Guinas em campo. Onze guerreiros que às vezes são atrapalhados pelo seu excesso de vontade, mas recompensados pelo triunfo no resultado.

Mesmo jogando mal na primeira etapa, conseguiu fazer o placar do jogo. Eficiência. Cada vez que chegava na frente era espeto.

O primeiro gol foi de uma primazia fantástica. Confesso que durante o dia, ontem, procurei vídeos de El Cabezón no YouTube e assisti alguns belíssimos gols e assistências. Pensei comigo: “- ele bem que podia aprontar uma dessas logo mais…”

Dito e feito. Pegou um rebote na entrada da área e desferiu um foguete que quase fura a rede. Que golaço!! Uma bucha para desmoronar o barraco azul.

Mas, eis que o nervosismo e a desatenção se instalam. E o Inter deixa Tcheco conduzir a bola na intermediária. Teve tempo para olhar, mirar e desferir um chute preciso, rente à trave. Belo gol.

Mas… nem deu tempo do pessoal da azenha comemorar. Num lance de muita esperteza, uma falta cobrada rapidamente, Alex meteu mais uma bucha, no meio das canetas do goleiro que anda sendo considerado o melhor do Brasil.

E a sequência veio ao natural.  Índio mostra novamente ser o melhor zagueiro-atacante do Brasil. Um leve desvio de cabeça venceu novamente o já vazado goleiro azul.

E ainda não tinha acabado. Nilmar iria derrubar o barraco gremista com uma cabeçada certeira, dessas que o jogador parece se segurar em alças imaginárias no ar para impulsionar e imprimir força, colocou rente ao canto, morrendo lentamente no fundo do gol do ex-líder.

Logo após, Edinho em um lance de violência desnecessária, pisou duas vezes em Tcheco, que foi tirar satisfação do ocorrido. Os dois foram expulsos. Bom para o Inter, que sem seu espirrador de taco oficial ficou mais qualificado e seu rival, sem seu pensador do meio de campo.

Finda a primeira etapa e quem olha para o placar, se assusta: 4 x 1!

Juro que não imaginava ocorrer um placar tão elástico. Mas esse tipo de evento não avisa antes. Ocorre ao natural, como se fosse programado.

Na volta do segundo tempo, o Internacional encaixou a marcação e não sofreu qualquer perigo de maior importância, tendo inclusive, colocado seu rival na rodinha por mais de dois minutos. O estádio inteiro gritava. Bêbado de um Nirvana em vermelho.

E podia ter sido maior ainda. Nilmar empurrou para as redes, depois de um cruzamento de Nery em posição completamente impedida. E Guina, que por preciosismo, não chutou a gol uma bola que estava pedindo para levar uma bomba.

E mais rodinha.

E mais contra-ataques perigosos.

Enfim… 4 x 1 ficou barato. O Internacional pulou para oitavo, se postula como candidato real ao G4 e termina o mês de setembro com 100% de aproveitamento, em uma guinada fantástica.

Tudo vermelho no Rio Grande do Sul.

Os Peles Vermelhas se pintam novamente.

Mas agora é para a festa. A dança dos vitoriosos. A dança da ressurreição do nosso adorado Inter vencedor, dois anos depois de ganhar o Mundo.

O ano do centenário promete.

Um forte abraço aqui do Sul.

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Serviço de Jogo

Internacional (4): Clemer; Ângelo (Danny Morais), Índio, Bolívar e Gustavo Nery; Edinho, Magrão, Guiñazu e D´Alessandro (Taison); Alex e Nilmar (Adriano). Técnico: Tite.

Grêmio (1): Victor; Léo, Pereira (Jean) e Rever; Paulo Sérgio (Souza), Rafael Carioca, Ortemann, Tcheco e Anderson Pico; Perea (Willian Magrão) e Marcel. Técnico: Celso Roth.

Gols: D’Alessandro (I), aos 4min do primeiro tempo, Tcheco (G), aos 18min do primeiro tempo, Alex (I), aos 28min do primeiro tempo, Índio (I), aos 39min do primeiro tempo, Nilmar (I), aos 44min do primeiro tempo. 

Amarelos: Ortemann, Tcheco, Léo, Willian Magrão (G), Guastavo Nery (I). Expulsões: Tcheco (G) e Edinho (I).

Público: 42.590 / Renda: 728.200,00

Arbitragem: Evandro Rogério Roman (PR), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Milton dos Santos (RN). Local: Beira-Rio, Porto Alegre.

Gre-Nal do Século XXI

Sáb, 27/09/08
por mateus reck |

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Neste domingo, dia 28 de setembro, teremos mais uma edição do grande clássico Gre-Nal.

Considerado por muitos como um dos maiores clássicos do futebol mundial, justamente por toda a mística que envolve o jogo, o Gre-Nal desperta a atenção de todo o Brasil, seja ele em um Gauchão, Brasileirão, Sul Americana ou quiçá uma Libertadores.

Só que desta vez, ele repete a importância de um outro grande e eletrizante clássico ocorrido nos anos 80. Valia a vaga para a final de um Brasileiro, o de 1988. Neste Gre-Nal do século XX, o Internacional superou tudo e todos. Jogou com Nílson machucado (que, muito esperto, colocou bandagem no tornozelo bom e foi levando bordoadas ali até na descida para o vestiário, poupando o outro lesionado),  saiu perdendo com um belissimo gol de fora da área, e ainda teve seu lateral esquerdo Casemiro expulso.

Tudo se encaminhava para um desfecho trágico: Dentro de casa e com todas as forças agindo contra, o Internacional provavelmente iria sucumbir.

Pois bem… nesta hora, entra a mística que envolve o confronto. O Internacional, com dois belos gols de Nílson (ele não perdoa, mata!!!) vira o jogo e desclassifica seu maior rival da final do Brasileiro.

Escrevi estas linhas apenas por emoção. Eu estava lá, no concreto sagrado do Gigante neste dia. A emoção que senti foi superada por um pouco a mais na final da Libertadores. Aí se dá para ter uma idéia de quão importante a rivalidade. De quão imensos e míticos contornos são desenhados estes clássicos.

O que se iniciará amanhã, às 18h, será o mais importante deste século. Sem qualquer sombra de dúvidas. Todos não hesitam em classificá-lo assim pois tudo que o envolve é de dimensões imensas.

De um lado, o Grêmio: líder ameaçado e em curva descendente no returno do Brasileiro. Contudo, isso não vale nada. Em clássico o mundo inteiro sai do foco, como se parasse tudo e todo o ar, o movimento e a vida somente pairassem sobre o estádio em que se disputa o jogo. Só isso já serve de alerta.

Do outro lado, um Internacional renascido das cinzas. Depois de um desmonte monumental, onde até as vísceras foram extirpadas, surge uma caricatura de time que começa a dar os contornos de grupo que a torcida tanto questionava e almejava. Um Internacional que faz a terceira melhor campanha do returno, sendo que está com 100% de aproveitamento no mês de Setembro. Ponto.

Tudo isso não vale nada! Sério! Nós, gaúchos, sabemos disso.

Em Gre-Nal, vale os 90 minutos de jogo. Como cada jogador vai encarar a responsabilidade e a pressão. Ali, neste átimo de tempo, tudo se decidirá.

E para atestar a grandeza e a importância do clássico, este não vale somente os três pontos em disputa. Será determinante para o próprio campeonato.

Se o Internacional vencer o clássico, embala de vez em busca de uma vaga no G4 e de quebra desestabiliza a estrutura gremista que vinha dando certo neste campeonato. É a boa e velha gangorra, de volta.

Impressionante. Magnífico.

Gracias, Papai do céu, por me fazer Gaúcho.

Mais ainda: Me fazer COLORADO.

Domingo, às 18hs, o Brasil e o mundo pararão. Será o momento em que toda a terra voltará suas atenções para um de seus maiores clássicos.

Espero, com todo o respeito, que o Internacional faça valer sua ampla superioridade no confronto - principalmente nos de maior importância - e dentro de sua imensa casa, completamente lotada de seus fiéis Peles Vermelhas, saia desta batalha vitorioso.

O chão começa a tremer.

Estamos pintados.

A batalha vai começar.

Um forte abraço aqui do Sul.

Prenúncio de Libertadores

Sex, 26/09/08
por mateus reck |

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Adriano. Muita emoção na comemoração. Poderia sofrer menos se fosse mais focado e mais profissional. Mesmo assim, quando entra com vontade, sempre é decisivo e fatal. Foto: Alexandre Lops 

Ontem à noite, em Santiago do Chile, o Internacional deu uma pequena idéia a quem do grupo que ainda não experimentou o gostinho de disputar uma Libertadores. Em um jogo muito acelerado, pegado e com excesso de vontade em certas jogadas, o time misto deu conta do recado e fez uma boa apresentação, voltando de lá com um ótimo empate com gol.

 Desde os primeiros movimentos se via que seria uma partida eletrizante. O Universidad entrou disposto a marcar logo no abafa inicial, mas não conseguiu concretizar uma jogada mais incisiva. Foi o Internacional que teve a primeira chance clara de gol, com Adriano empurrando com a barriga um bom cruzamento de Daniel Carvalho. Se ele vai com o pé, seria um golaço.

Logo após isso, o Universidad começou a levar mais perigo ao gol de Clemer, que teve mais uma jornada muito boa. É incrível ver um goleiro de quase quarenta anos jogando como um guri e transmitindo a tranquilidade e a segurança de um grande veterano. Fez boas defesas sempre no seu estilo de segurar a bola, e não espalmá-la. Vem jogando muito, e confesso que me emociono quando o vejo intervir em defesas precisas e seguras.

A zaga, com Bolívar e Danny Morais, funcionou bem, apesar do pouco entrosamento. Falhou feio no lance de gol dos chilenos. Mas há que se dar um desconto, em vista de ser a primeira vez que os dois compõem zaga. No mais, jogaram bem e foram seguros e rápidos na ligação com o meio campo.

Daniel Carvalho voltou. O mesmo Daniel que foi parido nas entranhas do Gigante, destroçava seus marcadores com dribles imprevisíveis e dava passes milimétricos e precisos. Jogou demais ontem e foi o melhor em campo. Voltou para fazer sombra a D´Alessandro.

Mas na minha opinião o jogador que suou sangue e teve um grau de doação acima dos demais foi Adriano. Não consigo entender como um jogador com seu potencial não se dá conta disso e se preserva como atleta. É visível sua grande capacidade ofensiva e seu faro de gol. Ontem comeu grama. Comeu a bola. E mereceu o seu belíssimo gol. Importantíssimo gol. Jogou demais e foi presenteado com o tento que traz o Inter vivo para o jogo de volta.

 Enfim, em um jogo que trouxe memórias de Libertadores, o Internacional jogou bem mesmo que muito descaracterizado e voltou do Chile com um ótimo resultado, e mais do que isso: motivado para seguir no Brasileirão e buscar uma vaga à Libertadores. Jogando como quem joga Libertadores já está quase. Falta continuar assim, com força, garra e muita, mas muita vontade.

Qualidade temos. De sobra. Só estava faltando eles entenderem o que significa vestir o manto alvi-rubro. Alguns já compreenderam a mística. Outros estão começando a se dar conta que jogar no Sport Club Internacional é muito mais que só entrar em campo e fazer o trivial. Consiste em vestir um manto que não é vermelho por acaso. É assim porquê muitos literalmente suaram sangue para envergá-la  e alçá-la aos vôos mais altos que um clube de futebol pode almejar. Quando se veste este manto, se está carregando o sangue de muitos guerreiros que foram vitoriosos em batalhas passadas. E que servem de exemplo e inspiração para as gerações seguintes.

Os Peles Vermelhas sempre tiveram consciência disto.

Por isso não nos conformamos com pouco futebol e resultados irrisórios.

Por isso queremos sempre o futebol que nos levou à conquista do Mundo.

Estamos, novamente, pintados para a guerra.

E agora ela é em nosso território.

E contra um inimigo perigoso.

Valendo o passaporte para a Libertadores do Internacional. A Libertadores de seu glorioso e ilibado Centenário.

Estamos pintados para a guerra.

O chão começa a tremer.

Um forte abraço aqui do Sul.

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Serviço de Jogo

Universidad Católica (1): Bujbasich; Valenzuela, González (Eros Pérez), Imboden e Acevedo; Medel, Ormeño, Vazquez e Mirosevic; Gutierrez e Barrientos (Caggiano). Técnico: Fernando Carvallo.

Internacional (1): Clemer; Ricardo Lopes, Danny Morais, Bolívar e Marcão; Edinho (Magrão), Andrezinho, Rosinei (Ramon) e Taison; Adriano e Daniel Carvalho. Técnico: Tite.

Gols: Barrientos (U), aos 43min do primeiro tempo, Adriano (I), aos 40min do segundo tempo. Cartões amarelos: Valenzuela (U), Rosinei, Andrezinho (I). Expulsão: D´Alessandro (I). Arbitragem: Roberto Silvera, auxiliado por Maurício Espinosa e Miguel Ángel Nievas (trio uruguaio). Local: Estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago, Chile. 

Meio time

Qua, 24/09/08
por mateus reck |

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Tite. Jornada pesada tendo dois jogos em 96 horas, sendo um fora do país. Foto: Alexandre Lops.

O Internacional embarca hoje para Santiago, no Chile, para a primeira partida das oitavas de final da Sudamericana. Embarca com a delegação quase completa. Nilmar fica para se poupar tendo em vista o clássico do final de semana, pelo Brasileirão.

Ao que tudo indica, Magrão e Nery também não devem jogar. Viajam com o time mas não jogam. Imagino que seria melhor nem viajar. Esses deslocamentos longínquos também cansam. Entendo que Tite deveria promover algumas mudanças e observar melhor jogadores que não andam sendo aproveitados.

Danny Morais poderia compor zaga com Índio. O contestado Ângelo poderia atuar na lateral direita, já que Bustos não foi inscrito. Porém o jogador aguarda liberação de sua inscrição. Em último caso, Bolívar deve jogar por ali, sua posição de origem. No mais, deverá ser mantida a mesma proposta de esquema de jogo.

Será uma partida complicada. O Internacional vai descaracterizado e visando não comprometer seu objetivo no Brasileiro, visto que a Conmebol aprontou adiantando a partida e colocando-a em uma quinta-feira, pré-clássico.

Mas… tudo bem. A direção está trabalhando forte para garantir uma jornada tranquila e menos cansativa do que o usual. Afinal, uma viagem para outro país de bate-e-volta e tendo treino na manhã seguinte ao retorno exigirá uma doação e empenho a mais do grupo.

Contudo, agora que as coisas estão se ajeitando é até bom que o time passe bastante tempo unido e focado nas partidas. Isso também ajuda a compor equipe.

Espero, assim como toda a massa colorada, um bom resultado em Santiago. Que o Inter volte vivo para o jogo no Gigante e tenha uma jornada inspiradora em terras estrangeiras para entrar em campo no domingo com toda a força, raça e determinação.

Um forte abraço aqui do Sul


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