Decisão na arena: Furacão é sempre Furacão

Dependemos de nós mesmos para permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro. Adverte Geninho que a motivação deva ser independente de outras oportunidades, todos os atletas entrarão com motivação redobrada: “O treinador não precisa motivar ninguém, principalmente pela importância da partida para todos nós. É a vida de todos nós. Poderemos terminar vitoriosos ou fracassados e a escolha é de cada um. Quem não estiver motivado, que largue o futebol e vá mexer com qualquer outra coisa”. É a oportunidade de Julio dos Santos mostrar seu futebol, de triunfar em solo brasileiro.
Das nossas eleições, reflete Mafuz que “os sócios do Atlético não poderão associar o resultado de campo do domingo, independentemente de ser traumático, com a eleição do dia seguinte”. Expõe seu receio de que o resultado de domingo interfira no julgamento das urnas. Seus motivos são importantes e relevantes: o 1.º porque, independentemente do exercício do senhorio nos últimos anos, a obra de ser grande, o clube ainda não terminou. Não uso de entrelinhas ou metáforas para dizer o que penso: esse motivo passa, obrigatoriamente, por Mário Celso Petraglia.; o 2.º, porque a opção encontrada pelo que se identifica como “chapa da situação”, foi um presente de Deus para o clube: atende pelo nome de Marcos Malucelli.” O discernimento de Augusto Mafuz, que apesar de critico mordaz de Petraglia, ainda entende que a chapa da situação, ainda seja a melhor opção, pois Marcos Malucelli deve continuar presidente.
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