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Somamos um, o bacalhau perdeu dois

Sex, 31/10/08
por Pajé |
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po4.jpgÉ uma operação matemática evidente, somamos um ponto e o Vasco perdeu dois. O confronto foi direito pelo escape da degola. Mantivemo-nos á frente dos cariocas cruzmaltinos.

Na bacia das almas[i], no apagar da vela, no último suspiro do gaiteiro, o Bacalhau achou um belíssimo gol, obtendo um empate imerecido para os cariocas. Manteve-se a tradição, todavia, o esporte tem disso, nem sempre o melhor vence. A superação do tabu vai ter que ficar para outra oportunidade.

Mas, o jogo de ontem traz reflexões positivas. Realmente importante foi para os interesses furacônicos a repetição de CONTINUAR SOMANDO PONTOS, mesmo quando na mesma rodada muitos dos adversários também hajam somado, mas sempre algum desliza e pode-se então, avançar mais uma posição. No ponto a ponto encontraremos o objetivo ao final do torneio.

O que de melhor ressalta para o torcedor atleticano do Paraná, é sem dúvida, a seqüência de boas partidas, iniciadas naquele jogo contra o Internacional em Porto Alegre, o time está configurando um entrosamento e produzindo um fluxo coerente de jogadas. Há uma recuperação do ‘elan de equipe’, que anima o conjunto equipe e torcida.

Todos nós conhecemos o PO, ele é um jogador verdadeiro, dá aquilo que pode oferecer, joga sempre tudo que pode, contudo, é esforçado e dedicado e muito desta união que hoje aparece no grupo (engraçado, coincidentemente desde o afastamento do Danilo) pode ser creditado ao empenho do PO, apesar de seus acertos e desacertos, contribuiu muito para o ‘fechamento do grupo’. Ontem serviu ao paraguaio Julio do Santos fazer seu gol e guardou mais um, não dá para julgar o PO, por seus pés passaram nossos gols.  Quem não tem cão, caça com gato.

Méritos para os colombianos: Ferreira e Valência.

Estamos passo a passo melhorando, surpreenderemos ao final do torneio.



 

[i]  BACIA DAS ALMAS  – do Latim baccinun animae. As almas, sendo imateriais, incorpóreas e incolores, não ocupam lugar. Elas nunca estão, elas são. Já o baccinun era, naqueles tempos em que o latim era obrigatório porque os bárbaros ainda não haviam inventado o inglês, um lugar no qual eram depositados os objetos/as coisas a serem guardados. Havia um baccinum para cada finalidade, obedecendo a formas, tamanhos e, sempre que possível, cores diferentes, a fim de que um baccinun destinado ao coccinare não viesse a ser usado, antes, como urinol. E vice-versa (convenhamos, mais versa que vice). Ora, dizer “leve esse objeto à bacia das almas”, como é fácil perceber, significava “vá pentear macacos” ou “vá ver se eu estou na esquina”

Tabu serve para quem se proibe do desejo

Ter, 28/10/08
por Pajé |
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“O dedo serve para apontar a lua.

O ignorante vê o dedo,

o sábio vê a lua.”

(provérbio zen)


tetas-do-governo.jpgO torcedor furacônico depara-se na sua expectativa com a sombra do tabu da colina de São Januário, onde o Furacão jamais venceu o Vasco. A torcida vascaína está tranqüila com a manutenção do tabu, eis que as equipes vascaínas construíram neste período um saldo positivo nas partidas disputadas, são nove vitórias e dois empates.

Academicamente o desrespeito ao tabu implica ria em castigo, pela violação do controle social, assim a função do tabu seria tornar a coisa impossível. Para Freud este comportamento seria uma expressão de temores e desejos inconscientes numa atitude ambivalente e típica do sujeito neurótico: ORA, TEMEM PORQUE DESEJAM e acabam desejando tudo que seja proibido. E assim, vão proibindo todos os novos desejos inconscientes.

Para o time rubro-negro do Paraná, qual seria o castigo de desejar a vitória e romper o tabu? Nenhum, pois existe apenas a recompensa.

Contudo, ainda conspira contra a equipe cruzmaltina, uma inexorável força amparada pela ciência matemática: a ‘Lei das Probabilidades’, onde a cada vitória que foi acrescentada ao tabu, acumulou força contrária ao rompimento do status quo, tal como uma mola pressionada. Talvez não seja quinta-feira, mas está muito mais próxima a vitória hoje do que esteve ontem.

Inexiste verdade definitiva no esporte, e são muitos os elementos que incidem e influem a cada partida, e o resultado final será o produto destes agentes.

 Embora que, ainda não se possa esperar uma apresentação meritória e convincente, porque nosso time ainda está medonho no quesito futebol, e se a bola não atrapalhasse tanto!

Enquanto isso os catarros da gosma verde,  que dançaram o créu na velocidade 5, sob comando do MC Obina!, estão iludidos com um aceno embusteiro de parceria com a Traffic, que pretende levar a jóia da coroa deixando-os chupando dedos.

Essa eu peguei no Orkut: “Time do Rio tem que disputar campeonato separado!!! Por mim a CBF deveria criar um campeonato paralelo ao brasileirão, só com os times do Rio, poderia se chamar:

Taça Guanabara passa a ser TAÇA SEPROC.

Taça Rio passará a se chamar TAÇA SERASA.

Patrocinado com exclusividade pelas tetas do dinheiro público: Petrobrás, Eletrobrás, etc.

Já não chega metade do país trocando voto na base de bolsa família e cesta básica, sem precisar trabalhar para comer ou mandar os filhos para escola, agora o assistencialismo com dinheiro do povo, chega ao futebol com a Eletrobrás…. ôôô praga que vai espalhar rapidinho!

 

Um caldeirão dos infernos

Dom, 26/10/08
por Pajé |
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foto-felipe-souza.jpgAs caveiras rubro-negras montaram um caldeirão dos infernos para auxiliar o time, na sua inglória luta contra o rebaixamento. Foi o ânimo extra para o elenco se dedicar ao máximo e obter esta vitória importante. Ela dá confiança e nos oferece uma esperança para novas vitórias em casa. Todavia, quem foi vibrante na sua correria foi o querido Ferreira, teve vez que sofreu falta na entrada da área adversária e logo em seguida desarmava um contra-golpe  mandando a bola pra escanteio, correu como nunca, e produziu bastante. Retorne, caro Ferreira ao seu grande futebol. Os novos meninos da zaga também se comportaram bem.


Devemos melhorar bastante, mas começamos nos dois últimos jogos a mostrar a qualidade que o elenco pode apresentar. Destaque do jogo foram as caveiras enlouquecidas, o Ferreira, o bom jogo do Pimba e Galatto.danca-da-caveira.jpg

Devemos melhorar bastante, mas começamos nos dois últimos jogos a mostrar a qualidade que o elenco pode apresentar. caveira-e-simbolo.jpg

Jogando fora, fizemos uma boa partida contra o Internacional, poderemos repetir o resultado contra o Vasco, e trazer um empate de São Januário. Nesta reta final, temos que somar ponto-a-ponto


CAVEIRAS! à baixada para o grande abraço

Sáb, 25/10/08
por Pajé |
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fanaticos2.jpgMais um jogo em casa, mais uma chance deste time realizar uma apresentação que resgate o passado. Temos um bom adversário, todavia, nem sempre a melhor equipe vence o jogo. Reitero seguidamente que a bola é redonda, quando cai pode seguir para qualquer lado. cav21.jpgContamos, como sempre, com as caveiras fanáticas e entusiasmadas, em festa desde ontem, 31 anos de amor exaltado pelo pendão paranaensea-atleticano. torcida-os-fanaticos.jpgQue este time presenteie a sua organizada com uma apresentação de raça e vitória, porque ninguém mais do que a Caveira merece. A torcida vai dar um grande abraço na baixada, para nos unir e fortalecer. Vamos sim abraçar com ternura aquilo que amamos. A lembrança de Ziquita foi trazida pelo Guerrilheiro da Baixada, em breve serão 30 anos de uma das histórias mais incríveis do futebol brasileiro é um fantasma que ronda a baixada neste final de tarde.fanaticos-a-maior-do-sul.jpgcav07.jpg

 

A língua é o chicote da bunda verde

Qui, 23/10/08
por Pajé |
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como-fica-a-cara-de-bunda.JPGA cultura de nossa sociedade notabilizou o ‘Efeito Orloff”, um fenômeno, que seria mais ou menos a relação Brasil e Argentina: eu sou você amanhã, ou ainda, numa linguagem mais chula: A língua é o chicote da bunda.

A catarrada verde num passado recente, foi a vibração apoteótica delirante, pelo imbróglio entre o Tio Pet e o dagoberto.  Quando com mão de ferro e intransigência o Atlético exigiu o cumprimento contratual firmado pelo jogador, recorrendo à justiça para renovar o contrato (conseguido) e receber o valor da multa contratual (depositado).

O CAP até hoje passa por patrão exigente que trata mal seus funcionários, as ervilhas iludidas num histerismo delirante trataram de difundir o refrão.

Leiam agora o que o empresário do jogador Keirrison do sherek da gosma verde declarou:

“Segundo ele, essa é a chance do clube lucrar com Keirrison porque em abril não ganharia nada. ‘O Coritiba nunca investiu nada e olha a mídia que o Keirrison deu para o clube. Eu quero que o Coritiba saia ganhando e não quero ser responsabilizado se o clube não tiver retorno”, finalizou Malaquias.

Daí determinado blogueiro dos coxinhas  declara:  “É… o Coritiba nunca investiu nada. A cirurgia do garoto foi pago com que dinheiro? Quem são os médicos que operaram o guri? O CT aonde ele treinou, aonde treina, é de quem?  Quem pagou o salário do treinador que revelou o Keirrison? O salário pago desde os 16 anos para o atleta, foi ele quem pagou? Não. Foi o Coritiba. Todo suporte de uma comissão técnica que fez ele crescer, amadurecer e evoluir no futebol, foi o clube quem deu. Certamente ele não chegou pronto no Alto da Glória, alguém teve que mostrar para ele o caminho do sucesso. E isso caro empresário, não é investimento?”

Parece que já vimos esse filme com o título “Efeito Orloff”. Só tem uma novidade, neste novo caso. Talvez o empresário do jogador, antevendo o desgaste público, tornou-se anunciante nos programas esportivos nas emissoras de rádio, principalmente naquela emissora que atleticano não ouve. Será que as críticas á figura do empresário, serão na mesma proporção?  Será que este tipo de imprensa vai exigir atitudes coxinhas na mesma proporção das criticas que o CAP recebeu?

cont. …

Qui, 23/10/08
por Pajé |
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(Continuação do ensaio anterior – última parte)

 

maledeta-duvida.jpgPassemos então a ensaiar a relação entre a ideologia atleticana paranaense – de clube cientificamente modelo – para com o momento atual, com o amparo da lição de Marx.

No seu materialismo histórico Marx entendeu que a ideologia geralmente estaria por trás da aparência. Isso pode ser exemplificado, paradoxalmente pela antiga URSS, onde o discurso da sociedade comunista (aparência) era uma fraude.

Qual é no momento atual a aparência do CAP?  

A ameaça iminente de rebaixamento implica em admitir fracasso, assumir erros e equívocos. Ora quem erra, se equivoca é porque fez as coisas de forma errada. Teremos assim, uma incoerência:

Como um clube cientificamente modelo pode ter errado e fracassado?

Tanto Maquiavel (abandonar o que se faz pelo que deveria fazer) quanto Marx (aparência e a razão que subjaz) denotaram esta diferença entre o que se realizou (fez) e o que se obteve (aquilo que se é), em nossa realidade rubro-negra, a diferença entre o que pensamos para o CAP e o que se tem em 2008.marx-coke-749433.jpg

Onde está o erro? Na ciência que o CAP adotou, ou nos homens que fazem o CAP?

Maquiavel diz que o discurso engana quem está no poder (auto-ilusão), então, arremedando para nosso caso: O discurso de clube cientificamente-modelo enganou o staff Petraglia.

Marx disse que o discurso engana quem está fora do poder (cria uma ilusão geral), o que para nós implica em aproximar para: o discurso de clube modelo é uma aparência distinta daquilo que subjaz.

O erro em Maquiavel implicaria numa ameaça a vida do Atlético, o erro em Marx implicaria na alienação dos atleticanos.

Quem começa a ler Marx, tem a impressão que a ideologia será sempre um complô para enganar os oprimidos, o que não é verdade. Os próprios beneficiários da ideologia do erro, acreditam nela. Ora, é obvio que inexiste um staff de interesses secretos para enganar os atleticanos.

O nosso erro atleticano foi outorgar tudo à ideologia que convenceu Petraglia, de que o clube-modelo se bastaria por si. A aparência (clube ameaçado de rebaixamento) não condiz com a ideologia de clube-modelo que se tem na realidade.  

O nosso erro, também, é agora exigir de nosso outorgado aquilo que deu errado em 14 anos de acertos. Todos devemos pagar pelos nossos equívocos, desde o staff e Petraglia, como também o discurso de clube-modelo. Renunciar aos fundamentos da ciência, equilíbrio financeiro ou expurgar Petraglia serão erros maiores e fatais, quem conheceu o antigo CAP conheceu uma realidade assombrosa.

Na sua proporção o staff deve possibilitar o ingresso de novos colaboradores, a administração reconsiderar os critérios na seleção de talentos e a ideologia de clube-modelo ceder mais espaço aos caprichos da paixão; e, principalmente nós atleticanos entendermos que inexiste atleticano infalível. E que nos resta, agora enfrentar nosso destino, seja ele qual for, com fúria e coragem, lutando contra o rebaixamento, até o último segundo da última partida. Para então daí, pensar no resto da vida. 

 

Pronto, acabou, falei o que poderia…. coisa chata…. não se preocupem leitores porque a febre já passou, já estou no modo de operação - mode in - arrogante e debochado novamente.  Inimigos, me aguardem, posso estar até afundando, mas não vou parar de atirar em todos.

Petraglia visto por Marx e Maquiavel

Qua, 22/10/08
por Pajé |
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trio-parada-dura.jpgDiante da atual situação, onde as coisas pretendidas evidentemente deram errado no futebol, debruçam-se os torcedores em busca de explicações. Cada aficionado pelas coisas atleticanas tenta interpretar a motu próprio os elementos que levaram a este insucesso do time. Possivelmente poucos de nós poderão aproximar-se de uma sentença efetiva e certeira.

Contudo, a situação do CAP neste momento oferece também uma indução filosófica-clássica.

Pode parecer muita pretensão trazer uma abordagem filosófica ao ambiente do futebol, contudo, presumo, que para aqueles que continuem a leitura oferecer uma oportuna lição.

Falar em erro no Atlético será falar em Petraglia, falar em sucessos no Atlético será falar em Petraglia, inexiste outro caminho, o timoneiro rubronegro será sempre a referência e o catalisador dos elogios e das críticas, uma flâmula de amor e ódio em flerte contínuo com nossa paixão.

 o-principe.pngTodavia, onde esteve o erro no CAP e o erro do staff de Petraglia? A verdade do erro estará na imaginação dos torcedores, dos cronistas esportivos que buscaram sua interpretação própria ou nos fatos? Poderiam aqueles que estão ‘de fora’ emitir um juízo competente, desconhecendo os problemas e circunstâncias intramuros?

Maquiavel n’O Príncipe coloca a fórmula clássica: “pareceu-me mais conveniente buscar a verdade extraída dos fatos e não a imaginação”, pois é evidente que no Atlético houve uma diferença entre o pensamento e a ação, houve uma distância enorme entre aquilo que deveria ser e aquilo que se teve.

Como uma agremiação esportiva que se estruturou modelo, seguidora tenaz dos ensinamentos acadêmicos e científicos, na gestão esportiva, na preparação física, na gerência financeira e na lide administrativa pode apresentar um fracasso técnico no futebol tão significativo?

Nícolo Maquiavel enunciou que: “Em verdade, há tanta diferença de como se vive e como se deveria viver, que aquele que abandone o que se faz por aquilo que se deveria fazer, aprendera antes o caminho de sua ruína do que o de sua preservação, pois um homem que queira em todas as suas palavras fazer profissão de bondade há de se perder em meio a tantos que não são bons.” Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia Política da USP, explica melhor: “a teoria, o ideal, nos induzem em erro”. Arremedando burlescamente Janine tenho: Quem fala de um clube modelo fracassará em lidar com os poderes como existem, com os homens como são. Para Maquiavel as idéias levam ao erro e à catástrofe quem as tem, quem as formula.

 

(fim da parte 1 … pretendo continuar)

Já tô sabendo: Piada pronta - como estou na iminência de perder o blog de futebol, na primeira divisão tô cavando uma boquinha pra blog de filosofia…. já matei, tentem outra…

 

Começamos a remar (pelo menos)

Dom, 19/10/08
por Pajé |
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agente-da-lei.JPGPara quem assistiu ao jogo contra o Florminense, a partida deste sábado contra o inter foi um pequeno alento.  O time soube se comportar em Porto Alegre, mas continua infeliz na conquista de pontos. Soube se organizar para avançar, conseguiu por alguns momentos colocar o time gaucho na defensiva. Todavia, os colorados têm uma equipe melhor montada e aos poucos souberam construir o resultado. Boa parte do time fez uma partida razoável. Geninho acerta quando considerou positiva a postura da equipe: “eles estavam com moral para jogar. Se o time encarnar este espírito em casa e conseguir finalizar melhor, temos boas chances contra o Cruzeiro“. Contudo, nosso problema tem sido a arena, mas cedo ou mais tarde isto se supera. Um time se encontrando para jogar bola, mesmo com suas limitações poderá produzir em breve… que seja o mais breve possível, mas é meio caminho andado. Pode ser que a sorte não tenha sido uma companheira, porém, não nos abandonou de pleno, eis que a tabela ainda favorece uma escapada. Desde o primeiro semestre eu venho cobrando que o elenco não tem líder… continua sem resposta …isto tem feito muito mal ao time que não consegue ser uma equipe.

Fica aqui meu desagravo para Paulo Schmidt, por ter denunciado a agremiação semi-argentina, por ter sua torcida disparado rojões no gramado. Quem relatou foi Hebert Roberto Lopes, outro paranaense. Os gremistas acreditam numa conspiração paranaense, principalmente após o Atlético não ter permitido a vitória na arena. Só rindo mesmo, Paulo e Hebert cumprem com dignidade e profissionalismo suas funções, são pessoas de bem e devem receber o nosso desagravo. (por muito menos, um arremesso de uma bala ’sete belos’ já nos representou denuncia)

Sobrenatural, mito ou fantasia?

Qua, 15/10/08
por Pajé |
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 Semana dessas queixava-me que as partidas se desenrolavam com o Atlético jogando bem, até que alguém entregava o jogo, fazia uma pataquada e afundava o time. Erros crasos, ausência de marcação ou então erros primários. A desgraça revezava-se a cada jogo havendo um ator diferente com a mesma cena. Aconteceu novamente contra o florminense. Este pênalti inexplicável realizado pelo Rafael Moura não tem fundamento lógico no entendimento humano. Quando o homem não encontra explicação para os fenômenos a sua volta, busca a explicação no sobrenatural, no mito e na fantasia. Como não acredito no sobrenatural, inexiste mito no elenco do CAP, me resta a fantasia. O que faz me viajar para o irracional e abra espaço para interpretações incoerentes. Coisas impensáveis e esdrúxulas  (Como se lhe foste aplicada uma punição -ao Rafael Moura), tal como se: o grupo lhe determina-se: “Tu querias ficar bem com a torcida em detrimento nosso. Querias ficar na boa e ferrar a gente, então, como castigo será você quem irá se indispor com a torcida.” Haveria, então um tribunal negro dentro do elenco de jogadores?  Esta interpretação é mais irracional que o pênalti. Melhor esquecê-la. Se o leitor tiver uma explicação melhor e mais saudável, me ajude. enviando sua interpretação. Bem, inexistindo futebol para comentar, acaba dando nisso, cabeça vazia é oficina do cão.

Geninho continua com problemas para escalar o time em Porto Alegre. Será um jogo que exigirá (pelas circunstâncias) extrema dedicação e superação. Como falei para uma leitora, até pode pois a bola é redonda e ela pode cair para qualquer lado. Precisaríamos de sorte, o que tem sido uma coisa que nos abandonou faz tempo.

Tenho certeza que não merecemos a segunda divisão, os atleticanos fizeram um hercúleo esforço até hoje: Construímos o estádio mais moderno (conforto e segurança) onde as familias  inteiras freqüentam; edificamos o CT mais completo (onde seleções inteiras se hospedam), não devemos nada a ninguém, mantivemos sempre os salários em dia, inovamos em marketing e direitos esportivos, etc. Nossa contribuição até o momento é significativa e nosso compromisso  com a seriedade no futebol é maior.  

Nos legou o sangue forte

Seg, 13/10/08
por Pajé |
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Não vamos cair para a segunda divisão.
Não seremos rebaixados.
Não vão nos desvalorizar. Conhecemos nosso valor.

Nossa estirpe é forjada na luta.
Por isso, digo não!
Não àqueles que dão como certa a nossa derrocada.

(MCP)

 

ariane-a-musa-do-furacao.jpgNão vou comentar um jogo-baile do Capiroto com o Cabeça-de-cuia. Um jogo que perdemos porque conseguimos a proeza de entregar bisonhamente o resultado. Quando o adversário se esforça em não fazer gol, tivemos a oportunidade de facilitar as coisas… Lá vem a bola alçada na área, ninguém do Fluminense na iminência de alcançá-la, então o melhor é por a mão na bola. Pronto! Penalti. E foi assim, comentar o jogo será mais um sofrimento para nosso torcedor. Apontar errados ou falhas.

O assunto em pauta foram as atitudes de Danilo. Uma análise deve se iniciar um pouco atrás, talvez a partir do trombone de Rafael Moura, quando conclamou alguns atletas a se doarem mais. Passam-se alguns dias e alguém deixa o grupo. É provável que possa contribuir para a união do grupo, se existia divisão, uma das partes enfraqueceu-se.

Repatriar e contratar jogadores como: Alberto, Kelly, Fernando, Julio César, Joãozinho, etc. ftem sido um erro, pois não se consegue obter dois jogos seguidos com os mesmos, “caiu não levanta mais”, somente após três semanas no DM do CT do Caju. Quem está fazendo falta, é o esforçado Nei, quem esgotou-se até ficar baleado.

É este o time que vai ao fim do torneio, é este o time que temos que incentivar, não nos resta outra opção, ou resta? Então todo mundo no próximo jogo na arena.

Vc pode conferir o novo ensaio sensual da musa do Furacão, a Ariane.  


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