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Tambores de Guerra!

Ter, 29/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

A nação atleticana deve pintar-se para a guerra, e devemos nos entranhar na índole guerreira em busca da conquista, o resultado lá no mijadão, pode ter sido adverso, mas não reversível.

 

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Conhecemos a alma atleticana, os seus torcedores, a força da organizada e o empenho de todos na devolução do placar.

 

Teremos chance se aplicarmos nossa força e estimularmos a equipe, se tivermos oportunidade de entusiasmar os atletas inflamar sua honra e dignidade.

 

Nenhum de nós tem o direito de desacreditar neste momento. Não serão todos os domingos como foi o último. Domingo que vem será diferente.

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1.     A partir do momento que um indivíduo deliberadamente instiga (com extintores) uma massa popular, ela pode passar a condição de turba, este ato de incitando é extremamente criminoso;

2.     Interessante entrevista a Guilherme Costa (Cidade do Futebol)  sobre a dissertação de mestrado de Vanessa Bellissimo na Faculdade de Educação Física da Unicamp. Vanessa partiu da propalada idéia de que os árbitros privilegiam equipes mandantes, ela resolveu fazer um estudo detalhado e fundamentar essa hipótese com números.

         Para isso, Vanessa analisou os campeonatos Paulista e Brasileiro entre 2003 e 2006. Foram computadas 2.352 partidas no estudo, com 5.573 cartões amarelos para os mandantes e 6.465 para atletas das equipes visitantes. Outro dado que o estudo confirmou é que as equipes que atuaram em seus domínios venceram mais vezes. Compensa dar uma olhada.

 

 
3.    Excelente a idéia da carreata a partir do CT do Caju no domingo, a partir das 12:35h. Mais uma iniciativa que vem somar;

Enfim o Atlétiba

Sáb, 26/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

O melhor do time do Atlético Paranaense está no banco. Acredito, neste momento, muito na capacidade de Nei Franco, um técnico em ascensão, que está acostumado a conquistas e títulos. Nei Franco demonstrou já que sabe jogar com as cartas que tem.

 

Teremos um time cauteloso, bem postado e sabendo o que faz em campo. Inexiste necessidade de domínio da posse de bola. Será o dia para Valência e Alan Bahia ganharem o jogo. Mesmo porque o campeonato não acaba neste jogo.

 

Já está passando da conta esta insistência de escalarem o Hebert nos jogos do Atlético. O instituto jurídico da arbitragem que tem natureza civil, foi adotado pelo esporte, sempre manteve a reserva de vetos aos árbitros. Ora, os clubes poderiam vetar pelo menos um nome por certame. Os clubes são partes interessadas diretamente, sendo o seu patrimônio em jogo.

 

Além do árbitro, teremos eu enfrentar a televisão – que foi barrada no baile – e algumas emissoras de rádio inconformadas com o pagamento dos royalties de arena.

 

Todavia, seremos maiores que todos, faremos um grande jogo, sairemos com resultado melhor, temos o melhor time, a melhor campanha e a melhor torcida, saberemos enfrentar a todos nesta final.

A transmissão do jogo da final pelaTV Furacão é legal

Dom, 20/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

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Caso o Atlético Paranaense resolva transmitir o jogo da final, na Arena da baixada por meio de seu site oficial, poderá fazê-lo.

Já está pacificado pelos tribunais superiores, que o direito de Arena pertence aos clubes (associações esportivas), portanto quem é o clube?

A pessoa jurídica Clube Atlético Paranaense é composta por seus sócios, representados pela sua diretoria.

Desta forma, o sócio atleticano é o verdadeiro titular do direito de arena do Clube Atlético Paranaense, e tem o mais claro e legitimo direito de exercê-lo, e nenhum dispositivo legal no ordenamento jurídico poderá retirá-lo desta titularidade. (exceto por desapropriação poder público)

Assim temos o titular do direito (direito de arena) exercendo-o, ou seja transmitindo para seus associados por meio de sua própria mídia.

Inexiste tribunal no Brasil que tire o exercício deste direito (de arena) do próprio titular, ainda mais que a transmissão se dará a partir da sua propriedade particular.

Porco novo não chafurda fundo

Dom, 20/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Mais que porquinho difícil de barranquear este sô!!!. Ôôô porco liso que deu trabalho, mas agora está feito o serviço, até que enfim!! (Podemos tirar um sarrinho do porquinho, mas eles montaram um timão lá em Toledo. Se eles tivessem pegado um dos dois rivais capital, tinham passado). Foi uma jogaço! A cidade de Toledo é nota 10, soube receber com méritos esta grande decisão.

O goleiro Vinícius, nossos zagueiros e nossos volantes estão em ótima forma, que paredão é essa defesa que o rubro-negro tem. Faz muito, muito tempo que o Furacão não tem uma defesa dessas, imagine se nos acertamos o ataque.

Agora que venha o porco mais velho, o coré-etuba (em tupi guarani significa muitos porcos).

O coré-etuba é nosso tradicional rival, sempre um embate clássico, ninguém é favorito, serão dois jogos emocionantes, e o Furacão vai mostrar porque é o melhor do Estado do Paraná.

Enfrentaremos o coré-etuba, a punição da televisão, o ranço inconformado da mídia de rádios e a Federação Paranaense (pela liderança do movimento do G-20PR), o Hebert Roberto Lopes e a inveja do cavalito paraguaio e a ausência do Marcelo Ramos.

O Furacão vai mostrar que é gigante e poderoso.

Não é Gralha é cavalo-paraguaio

O time ribeirinho do Belém, debaixo do viaduto, também alcunhado de Frankstein colorido, chupim clube, galinhas azuis, etc., não perde a sua sina de “cavalo-paraguaio”, arranca bem, mas se perde no meio do caminho.

A segunda divisão do brasileiro ta aí para provar.

O chupim gralhou, mas não voou

Um tsunami rubro-negro em Toledo

Sáb, 19/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Vamos todos à Toledo, pelo menos a viagem é divertida e a gente se entope do tal do porco no rolete, e voltaremos na final do paranaense. Se é pra jogar fechado é a especialidade do Nei Franco. A cara musa nos acompanha na caravana e vai inundar a cidade toledana com sua resplandecente beleza. Vai tanta gente que Toledo se prepare para o Tsunami vermelho e preto.

O pessoal que torce para o Toledo Colônia Óinc, parece que está começando agora no futebol, sendo um tanto ingênuos e puritanos. Ofenderam-se com a coluna do Mauro, como se as ofensas, os impropérios e os apelidos chulos não fizessem parte do nosso ambiente futebolístico.

Os coxas são alcunhados de ervilhas, paquitas, etc. Os atleticanos de poodles, patéticos, etc; os Paranistas de galinhas-azuis, favelados, etc.; os corintianos de gambás, temos ainda os bambis, e assim infinitamente. Somente o nobre torcedor do Toledo não iria ter alcunha?

O apelido eu conto na volta. Quando estiver a salvo.
TRUBISCOS
1. Ou se trata de uma mentira, ou uma questão de interpretar texto. A recente canção da Fanáticos diz:

“Não importa a partida / que você disputará / eu te sigo em toda parte / cada vez te quero mais …”

Ora, no ano passado a torcida organizada que agora faz esta letra, virou as costas ao time no jogo contra o Dallas e saiu do estádio, deixando o time quase órfão no campo, jogando somente com o pessoal da reta apoiando.

Este ano (2008) a Fanáticos sequer compareceu no jogo do Dallas, os lugares tradicionais ficaram totalmente vazios.

É isso que dá, misturar política com futebol.
Os fatos colocaram a Fanáticos nesta contradição. Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Apoio e gosto da Fanáticos, o que eu contesto são atitudes de certos de seus “comandantes”, que depois fica difícil de explicar, como no caso acima.

2. Começou a guerra de liminares e cassar liminares pelas transmissões de radio, isso vai ainda um tempo, mas era uma coisa prevista ou normal. Lembro-me que as emissoras de radio, por meio da ABERT, não queriam sequer pagar direitos autorais de execução musical. Vai liminar, cassa liminar, e estão todas pagando os direitos autorais. Vai se a mesma coisa.

3. Eu tenho alguns amigos e os admiro e respeito. O Atlético tem os amigos dele, por isso não me incomodo porque a camisa 3 homenageia o seu amigo gringo o Dallas. Inclusive o blog do Dallas, comenta que eles colocarão em questão uma reciprocidade em homenagem ao Atlético Paranaense. Outro parceiro da flâmula rubro-negra é a Umbro, que inclusive pelo seu presidente brasileiro anunciou a renovação da parceria com o Atlético até 2011, com possibilidades de renovação até 2014.

4. Houve noticias pertinentes à cobrança de royaties pelo CAP das emissoras de rádio na imprensa que alegou: “Uma liminar obtida pela Transamérica, na 5ª Vara Cível de Curitiba, invalida a taxa rubro-negra”, que certamente foi escrita por quem não entende de Direito ou esteja de má fé. Quando o comentarista esportivo passa a comentar sentenças interlocutórias acaba dizendo o que não sabe e informando mal seu leitor.

5. Luciana Pombo inclusive cedeu entrevista a Priscila Bertozzi do prestigiado site Maquina do Esporte, abordando a questão das emissoras de rádio e o pagamento de direito de arena, compensa dar uma olhada.
Trechos destacados:
Dos estudos: “Começamos um estudo em junho do ano passado. Quando a fase jurídica desse estudo foi concluída, iniciamos uma pesquisa mercadológica.”
Das liminares: “Ir à Justiça é normal, quem se sente lesado tem o direito de fazê-lo. Nós já esperávamos por isso e não estamos preocupados. O Atlético está bem embasado juridicamente.”
Da imagem do clube? “O Atlético já tem a fama de clube pioneiro, que inicia as brigas e sai em busca do que acredita. Essas discussões fazem parte da nossa história.”
Dos acordos com as emissoras: “Temos duas emissoras interessadas. Uma delas, inclusive, já acertou tudo (…) com a outra, temos uma reunião marcada para a próxima terça-feira.”.
6. Nosso Waldemar Niclevicz, que está em Khumbu no Nepal, travado em sua luta pelo cume Makalu, nos informa que ronda o boato que o governo da China está pressionando o governo do Nepal para não autorizar vôos ao Everest e ao Makalu (que está apenas 22Km a leste). Dizem que o receio é que haja algum tipo de manifestação pró Tibet, algo que se tornou uma grande dor de cabeça para o governo chinês, em razão da subida da tocha olímpica ao cume do Everest. Mais um desafio ao nosso herói: “Namastê Waldemar”

7. A 2º Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito de arena como o direito que as entidades de prática desportiva têm de negociar, autorizar ou não a fixação, transmissão ou retransmissão de imagem de eventos desportivos ou espetáculos de que participem. E sua natureza jurídica, porque decorre do trabalho do atleta feito para o clube, é de remuneração. Assim, rejeitou os argumentos do Flamengo favorável ao meio-campista Evandro Pinheiro da Silva, que o jogador deva ser ressarcido. Portanto, torna-se mais que evidente que do direito de arena que o clube cobrar, (caso não tenha previamente negociado com seus atletas) caberá os 20% da receita apurada.

Desagravo ao super Mauro

Qui, 17/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

O mundo que envolve o torcedor de futebol - justamente aquele do torcedor comum - que se esvae diariamente nas noticias do seu time de coração é notadamente infantilizado, preconceituoso e discriminador. Inexistem argumentos com fundamento a orientá-lo, ele quer menosprezar seu rival e demonstrar que seu clube é melhor, maior ou mais competente, não subsistem argumento que se contraponha.

Nesta discussão inexistem números confiáveis, razões indiscutíveis, fatos acima de qualquer suspeita. Se a jogada foi a favor de seu clube era pênalti indiscutível, se era contra, o juiz roubou e marcou o que não existiu.

Assim, este contexto é exigido do blogueiro de futebol na exata correspondência com a própria natureza do mundo que vai relatar, onde a verdade será sempre submetida às razões da paixão.

Quando um blogueiro representa um time distinto, ele claramente vai ter um comportamento parcial, contando um lado da história, atendendo seu público (sua torcida). Cujos leitores (matéria esportiva) se distribuem majoritariamente nas camadas mais populares.

Assim, quando o querido Maurinho, escreveu a coluna sobre o jogo da arena e a volta em Toledo, o fez brincando com a inocência de Marcelo Ramos, e a culpa do zagueiro, um deboche e um sarcasmo da infelicidade do próprio rubronegro. Incluiu a cidade certamente com excesso, mas sem dolo. Todos nós diariamente estamos errando e nos consertando.

Seu texto não foi um edital provocativo à população e ao time daquela querida cidade, e não poderia ser encarado como ofensa como o foi.

Qualquer pessoa de Toledo que conhece o Maurinho não interpretaria de forma a ficar ofendido, pois o Mauro é um ser humano fantástico, muito bem humorado, divertido, bagunceiro e sarcás.

Faço este desagravo em prol do homem Mauro Singer, que esta sendo injustiçado pelo contexto que querem dar ao seu texto, usá-lo como bode expiatório para outros fins em benefício de terceiros. Manipulação à sotaina.

Se cada texto de blogueiro de time for julgado pelo politicamente correto, não vai sobrar ninguém.

Querida e progressista Toledo, admiramos vocês e a terra digna que estão pujantemente construindo, recebam nossas escusas, mas não potencializem com cores descontextualizadas.

Ao Mauro Singer, quero que você se restabeleça deste pequeno abalo no coração, continue do mesmo jeito, receba e pague a conta desta injustiça e incompreensão que fazem com você; somos marmanjos e temos que enfrentar a vida.

Mas continue do mesmo jeito, porque você é o melhor de todos nós blogueiros do Furacão.

Como não encontrei foto sua na internet, coloquei uma do tico mineiro, quase dá na mesma.

CUIDADO!!! AGORA É PORCO-ESPINHO

Qua, 16/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

A torcida e o time atleticano que levem muito a sério este jogo lá em Toledo. Denotam-se vários argumentos que indicam uma verdadeira pedreira, vamos a alguns deles:

1. Se não ganhamos do Corinthians lá em Alagoas, (nem aqui) que tem um time pior que o Toledo, dá só para confiar num empate;

2. Nosso gol pelo Valência foi um achado no início do jogo, fomos acoados em quase toda a partida na Arena;

3. Nossos atacantes não têm correspondido pois tantos gols tivemos com zagueiros (e não teremos Danilo);

4. O Toledo (time e cidade) estão em pé de guerra em razão do aproveitamento dos factóides que vão se criando para instigar a partida à uma guerra. A questão do Marcelo Ramos, a interpretação literal que deram a população da cidade no blog do Mauro, etc. Tudo está sendo aproveitado para turbinar a partida como juizo final do orgulho Toledense;

5. O Toledo não perdeu ainda em casa e se estiver ameaçado de perder a primeira justamente agora, podem acontecer fatos não previstos;

6. Até agora ninguém falou (autoridades e critica) em segurança, diligências especiais, precauções, etc. Apesar de que Toledo é pacata e ordeira, mas a opinião pública local está sendo manipulada daqui da capital.

7. O porco está sangrando (sem vantagens); o gorgulho do time está ferido (caso MR); a dignidade cidadã de Toledo está instigada (pelos factóides que têm sido manipulados daqui da capital).

Taí o resultado de brincar com porco-espinho

8. Adolfo Bioy Casares que foi intimo amigo de Jorge Luis Borges, quando começou a sentir velho escreveu em 1969 “Diário da Guerra aos Porcos”. O personagem central do romance era Isidro Vidal - um velho que passava as tardes com os amigos a jogar truco e beber fernet nas ruas decadentes de Buenos Aires – em certo momento Isidro enuncia um sentenciado que tem haver com este momento do Atlético Paranaense.

«Vidal pensou que na vida chega, sem dúvida, um momento em que, faça o que fizer, uma pessoa só se aborrece. Resta então uma maneira de recuperar o prestígio: morrer.»

Este time atleticano vive um momento parecido, onde a vida neste campeonato se aproxima do fim, resta recuperar o prestígio do time furacônico de 2008 e morrer. (morrer campeão claro)

Vamos à nossa “Guerra aos Porcos”, com o time do Toledo - na bola e no futebol - temos uma missão suplementar ainda a cumprir, demonstrar ao povo de Toledo que a raça atleticana não foi forjada com os fatos havidos após o jogo da arena. Temos que mostrar que o Atlético Paranaense é uma instituição que zela pelo seu nome, que praticamos um esporte limpo e respeitamos nossos adversários. Onde os fatos infelizes foram situações extraordinárias na nossa história.

300 de Espartraglia

Ter, 15/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Caro Atleticano, estamos diante do nosso desfiladeiro das Termópilas, tal como esteve Leônidas, rei de Sparta.

Este final de campeonato acolhe uma batalha peculiar, pois não enfrentaremos somente o Toledo Colônia Óinc, o desafio do Atlético Paranaense será muito maior.

Enfrentaremos provavelmente: o co-etuba na final 2) uma suspeita de punição pela recusa da oferta da televisão, 3) o ranço inconformado da mídia radiofônica pela cobrança de royalties, 4) a situação da Federação Paranaense (desconfortável pela liderança do movimento do G-20 PR), e 5) a inveja das galinhas -az
uis. Isto se não tivermos que enfrentar ainda o inimigo Heber Roberto Lopes (6). Serão seis forças aliadas.

O Furacão vai ter que se gigante, o desafio será hercúleo. Será o time atleticano e sua torcida, tão somente, contra tudo e contra todos.

É o momento de um pacto de amor e união entre a família atleticana, pois tentarão nos desestabilizar, criar factóides, inventar problemas, insinuar enganos, emitir falsos juízos, tudo em nosso prejuízo e desfavor.

O destemido Atlético Paranaense terá neste final de campeonato somente seus torcedores para seu amparo, e a força da vontade furacônica deverá se impor sobre o Estado do Paraná.

Apesar do desfalque no time, temos o melhor elenco, a melhor estrutura e a melhor campanha, somos os melhores do Paraná, e somente com união e determinação, venceremos ante todos estes que conspiram contra nossa grandeza.


1. Existe uma grande diferença entre pessoas poderosas e pessoas com poder. Pessoas chegam ao poder por diversos meios e os mais intrigantes caminhos, mas isso não quer dizer que tenham dentro delas o poder para estar lá. Portanto o Atlético Paranaense deve ficar alerta neste final de campeonato.

2. Interessante matéria no Blog da Baixada considera a liderança dos clubes do Paraná http://melhordoparana.blogspot.com/2008/04/atltico-lidera-movimento-por-liga-de.html

3. O argumento de que as emissoras de rádio pagam ao ECAD mensalmente a titulo de direitos autorais, não se sustenta pois a rubrica (até no próprio recibo do ECAD) consta: “execução musical”, o ECAD, não cobra por direitos de arena.

4. O emérito Augusto Mafuz, em sua coluna comenta: “A repreensão pelo aspecto social é muito simplista. O Atlético não é o governo do PT, e nem Petraglia é o Lula para criar uma espécie de “Bolsa Família” para os radialistas.

O pecado do Atlético, talvez, tenha sido o de mexer com a falta de estrutura das rádios de Curitiba, em especial, de seus departamentos esportivos.

À exceção da Rádio Banda B, o que se tem é o falso profissionalismo, do qual se aproveitam as empresas para conseguir pontos na audiência, e em conseqüência aumentar o faturamento.

As grandes redes dissociam as suas obrigações das obrigações contraídas pela praça. Por isso, a maioria dos radialistas, quando ganha diretamente, ganha um salário que ofende a dignidade humana.”

5. No radio do Paraná, ficarão no mercado do futebol aquelas que se profissionalizarem e modernizarem.

A feijoada matou a fome, mas não fez a festa

Dom, 13/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Quase que o porco trazido de Toledo, dá azia nos convidados e estraga a festa. A primeira das batalhas foi vencida. Menos com méritos e com mais raça, tal como sempre exige a torcida rubro-negra. Um grande jogo, um adversário brioso e destemido, que demonstrou porque chegou à frente noutro grupo e ocupou uma das vagas de semi-final.

O time do Nei Franco somente precisa de uma coisa para ser um dos grandes times do Brasil: “atacantes”. Temos um grupo na defesa sendo fenomenal, uma articulação defensiva semi- intransponível, muito apropriada para jogar fechado na arena, e partir nos contra-ataques de forma mortal. Ontem, por várias vezes, eu procurei o Gabiru (Gabiru do passado, não de hoje) correndo na diagonal naqueles contra-ataques fatais de outrora. Falta pouco para este time acertar e bater de frente com os tais times de ponta do Rio-SP.

Foi emocionante o “acorda defunto” que a torcida promoveu em determinado momento do segundo tempo, quando o adversário pressionava. Os brados de incentivo se avolumaram de tal forma e em tal intensidade, num ‘urrar’ de incentivo ensurdecedor e contagiante, como poucas vezes assisti (ouvi) com tanta magnitude na baixada.

O melhor do Toledo no jogo de ontem, o lateral Murilo, por certo será reintegrado ao time atleticano, este garoto pode render muita lenha pro nosso fogo.

Tivemos no sábado um adversário de valor e com qualidade que não conseguiu vencer o ‘meio-time’ do Atlético (defesa e meio), por isso tenho confiança que voltaremos de Toledo com a vaga na final. No brasileiro um Vasco ou um Corinthians, do jeito que estão hoje não vão darão tanto trabalho quanto este Toledo deu ontem. A arapuca armada pelo Nei Franco após o gol relâmpago não se fechou por azar algumas vezes.

1. Houve um erro e uma infelicidade do Marcelo Ramos, na tarde de ontem. O MR não é disto. Nosso craque não deve estar num momento zen, contudo o erro deve ser punido e compreendido pela torcida. A diretoria do Toledo a ao agredido e vítima, as escusas da nação rubro-negra.

2. Do jantar comemorativo ao aniversário do CAP, promovido pelo Fan clube de São José dos Pinhais, comandado pelo Rogério Bassa, na sexta, um reencontro emocionante com nossos ídolos.

A família atleticana nesta cidade é composta por uma série de cepas tradicionais de valorosas linhagens como: os Berti, os Bassa, os Bortoloti, enfim quantos? Quantos clãs se unem nesta relação?

Todavia, hoje a nação rubro-negra está regida sob o matriarcado. O clã dos Araújo Franco empresta-nos sua matriarca, dona Laura Franco, como ícone, justamente aquela que com o saudoso Afonso Celso de Araújo Franco, fundaram nesta cidade, pelo exemplo, uma estirpe de honestidade, retidão e dignidade, todos de puro coração atleticano. Esta matriarca certamente é mais um orgulho para todos nós atleticanos.

Dona Laura Franco e Sicupira (foto João Fernandes)

O Atlético não é somente o time em campo e a arena da baixada, o Atlético Paranaense são seus torcedores, os seus ídolos, e todos os envolvidos neste contexto histórico que vamos construindo. Que a fraternidade nos uma cada vez mais.

Amauri Cardozo e Paulo Rink (foto João Fernandes)

Em benefício da própria torpeza

Sáb, 12/04/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria


Com o anúncio do Atlético Paranaense em cobrar os direitos de arena pelas transmissões via rádio, instituindo um valor (cada um põe seu preço, paga quem quiser), encontramos o público dividido em suas várias opiniões.

Uma parcela concorda com a cobrança, posto que as emissoras se beneficiam econômica e financeiramente de um espetáculo bancado e promovido pelos clubes de futebol. Isto é legítimo, e um direito positivado na legislação. O diretor jurídico do Atlético Marcos Malucelli argumenta: “Não estamos proibindo as rádios de transmitir os jogos. Eles também estão recebendo de seus anunciantes e devem pagar uma parte ao clube, que é o detentor da marca do Atlético”.

Um outra parcela dos torcedores se deixa influenciar pelo xororô da imprensa esportiva, que exerce o jus sperneandi, (o direito de espernear) pois caberá a ela reformar sua base econômica, para enfrentar o pagamento deste royalty. E todos sabemos, o quão difícil é alterar os comportamentos dos seres humanos.

É normal e até um procedimento saudável que os veículos de rádio procurem os tribunais, reside para muitos empresários uma res dúbia, uma inconformação quanto ao direito pleiteado pelo clube, que será esclarecido pelo entendimento jurisprudencial.

O que se torna insidioso é a campanha que se deflagrará contra a diretoria do Atlético e ao próprio clube. Uma breve busca no titulo das matérias da mídia temos: em “desvairada atitude”, “”esdrúxula” , “devaneio”, “não vamos mais falar do clube”, etc., o que demonstram que a outorga pública na concessão do veículo de informação (rádio) esteja sendo utilizado tendencialmente em benefício próprio, em direito temos o termo: “beneficiando-se da própria torpeza.”

A ABRACE (Associação de cronistas) fala em sua nota oficial do trabalho dos cronistas esportivos que falam diária e gratuitamente dos clubes, enaltecendo-os, etc. Ora, temos uma situação semelhante àquela do cidadão que promove um baile, cobra entrada e depois quando é impelido ao pagamento de direitos aos autores da musicas, alega que está divulgando gratuitamente a obra do autor, e assim isento de pagamento.

Resta evidente que as emissoras de rádio vendem, cobram e se financiam com o produto Atlético Paranaense, Coritiba, Paraná Clube, etc., portanto é legitimo esta contrapartida liderada pelo Atlético.

Contudo muitos torcedores influenciados pela campanha das emissoras tem medo de que o Atlético seja prejudicado, tenha reflexo na estima publica do clube, que será antipático, etc. O tal do comportamento poltrão (covarde) e medroso. Ninguém quer sair do mesmo, deixe-se tudo como está.

O Atlético Paranaense tem uma medida corajosa, profissional, de vanguarda que virá para o bem do esporte, e também para o nicho de profissionais da crônica. O mercado esportivo via rádio, deve ser estabelecido por quem realmente tem competência e saúde financeira. Em vez de seis rádios transmitindo o jogo, teremos uma ou duas, as cotas serão maiores, a remuneração dos profissionais envolvidos também e o serviço melhor prestado.

A crônica esportiva vai logo entender as vantagens de adequar-se ao profissionalismo, da re-paginação de seus orçamentos, a transmissão do jogo quando mais exclusiva, mais reflexo possibilitará ao retorno financeiro. Além do que as emissoras podem propor uma parte em permuta com os clubes, readequação de valores, etc, ora, estamos numa econômica de mercado.


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