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Lua nova trovejada, trinta dias de molhada

Seg, 31/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Não deu outra, o Furacão reagiu, trovejou na páscoa, agora agüentem, pois passo-a-passo, jogo-a-jogo, o Furacão e sua gadanha vai retomando o féretro com nossos adversários. Sepultamento após sepultamento vão para cova os zumbis semi-sepultos de nossos co-irmãos no paranaense.

Com o Beltrão, foi um jogo quase sem brilho, mais de muita luta. Assisti um Atlético dos Paranaenses trocando muito a bola mais rápido e mais objetivo. Apesar de que o Marcelo Ramos não tem recebido a bola um pouco mais redonda. Urge resolver esta questão. No próximo jogo - sem ele –vai ainda ser difícil, pois o Irati (apesar de não ter mais chance) sempre é complicado.

O ideal seria ter vencido com o time do Engenheiro Beltrão inteiro, a expulsão do Givanildo implicou numa situação atípica, o adversário ficou enfraquecido. Assim mesmo, o time de Beltrão apresentou perigo em determinados momentos.

Fico feliz em ver times do interior do estado bem montados e fazendo frente aos times da capital. Uns anos atrás os clubes do interior ficavam cinco anos sem vencer ninguém da capital.

Novamente um ótima partida do Nei pela lateral, acho que ele está acertando a mão (ou o pé). Mas esse garoto Gabriel Pimba, promete. As posições que estavam enfraquecidas vão se resolvendo.

Aqueles que criticam o CT do Caju, nas duas ultimas partidas (Irati e Paranito) foram duas crias de lá que compuseram os gols vitoriosos: Pimba e Alan Bahia.

1. PIONEIRISMO: Novamente o Atlético realizou a transmissão do jogo por meio de seu site oficial. Desta feita houve um display apropriado e uma divulgação mais clara e explícita do evento no próprio site. Fica evidente que o Atlético, mais uma vez sai na frente no futebol brasileiro, ocupando este espaço de mídia, possibilitando o alcance de seu produto por meio da internet.

2. Dentre em breve, por meio de um login e senha, poderemos em qualquer lugar do mundo acessar o jogo do Furacão online. Mais uma fonte de arrecadação e mais um conforto ao atleticano.

3. Como estamos na passagem da sociedade disciplinar para a sociedade de controle, e a mídia online vai se incorporando no cotidiano dos indivíduos, certamente, a TV Furacão, com a venda dos jogos diretamente pelo Atlético, tornar-se-á no futuro próximo a mais liquida fonte de receitas. Seja pelo pay-per-view e pela venda de anúncios. Um simples jogo com o Flamengo (que não tenha TV direta) pode gerar mais de cem mil acessos pagos.

4. Enquanto isto, no outro lado da Engenheiros, a coisa vai no inverso. Será desprestígio? Somente uma radio AM transmitiu o jogo do chupim clube. Pequeno é pequeno, apenas uma adequação econômica. Resultado do custo-beneficio das mídias. Tem clubes que não dão retorno econômico nas vendas de cotas-patrocínio, qualquer investimento não dá retorno.

5. E ninguém pra comentar a flechada do Danilo naquele campinho da idade da pedra, na cara do Joelson. Kakakaka (…) A galinha Azul deu sorte pra gente.

6. O naming rights do CT, da Arena e na camisa o Atlético deve pedir algo em torno de R$ 10 milhas? Os americanos da empresa de prospecção publicitária vai arrumar um patrocínio até depois da Copa.

7. Com um milhão mês para: patrocínios; um milhão de associados (se bater 20.000) e um milhão em cotas de TV nacional começaria um processo de equilíbrio do orçamento.

…de leste

Sáb, 29/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria
a oeste
de norte a sul

todo mundo dança
encima da galinha azul

Divertida charge chupinhada do blog da baixada

T R U B I S C O S

Um leitor apropriadamente levantou a dúvida sobre constar na relação de torcedores do Atlético Paranaense o nome de Santos Dumont.

A questão é pertinente mas, de fácil verificação. Toda instituição civil e social será constituída por seus elementos históricos, e Alberto Santos Dumont, retornou ao Brasil a partir de 1915 com a sua saúde abalada, e então dedicou-se ao convívio social. Tornou-se sócio do International Foot-Ball Club, antepassado do Atlético, cuja proposta foi assinada em 1916, peça que foi objeto da exposição sobre a história do nosso futebol realizada pelo Museu Paranaense.

Santos Dumont nas arquibancadas do antigo Joaquim Américo

Também houve questionamentos para com João Saldanha. A solução das dúvidas também é fácil e pode ser obtida no livro: “João Saldanha – Uma Vida em Jogo, do jornalista André Iki Siqueira”, dados podem ser obtidos por meio da reportagem no blog da baixada (aqui)
Leia um trecho:

Um dia, João resolveu conhecer o campo do Atlético. Passou a ir lá todos os dias.

- Fui lá ver como era e acabei escalado no Filhotes do Atlético. Dois caras tomavam conta: um da família Urtigas, tradicional, e outro de nome Nicanor. Engraçada a mentalidade perfeita deles: fora o goleiro, ninguém tinha posição. Só vi isso em 1969, na Alemanha. Se aos dezoito, dezenove anos a gente não sabe o que vai ser da vida, imagina se guri sabe a posição em que vai jogar?
Após ter vestido a camisa e defendido o clube paranaense, João adotou o esporte.

-Passei a torcer pelo Atlético e a gostar de futebol. (…)

Débitos com a União a serem quitados pela Timemania: Furacão R$ 1 milhão, chupim clube
R$ 7 milhões e co-etuba
25 milhões.

Distribuição local dos valores, gráfico Gazeta do Povo

O Mauro Singer continua insuperável. Depois do gim tônica de saidera pós muitas cubas e cervejas, entregou-se a Morfeu e sonhou algo estranho: “Estava vestido com guarda-pó branco, explicando pro Prof. Miranda, como o Atlético poderia entregar o último jogo pro Iraty, tirando a vaga de vice do Savoya , e a torcida inteira de pé, aplaudia o acerto. Nóia do velhinho, que do jeito que tava, não conseguiria vestir um guarda-pó de professor, e muito menos escrever.. Quanto mais eu explicava, mais o ex presidente sorria. Não entendi.“ Eu também não Mauro, mas valeu. (kakakakakaka)

o chupim desolado reencontrou o seu carasco e destino

Qui, 27/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria


Restabeleceu-se a ordem natural, onde o maior come os menores. Nada mais verdadeiro. Assim, o chupim clube volta ao lugar que lhe compete neste mundo: Perder para o maior de todos!

Um jogo estudado, com equipes voluntariosas. Eles ficaram com a vontade e nós com a realização. Jogo para macho vencer mesmo, onde o adversário se atrapalha com as próprias pernas. Assim fica mais fácil fazer gol.

Sabe o que lembrei agora? Do castelo de areia.
Puts! Alegria de pobre dura pouco mesmo (pobres de futebol)

Esse Frankstein colorido, é um ser montado com pedaços de outros seres (Savoya, Britânia, Ferroviário, Água Verde, Pinheiros, etc.) que nasceu pra ser vitima do Furacão dos Paranaenses.

O FURACÃO DO PARANÁ retoma sua missão de sepultar seus co-irmãos neste campeonato falido, enquanto não inicia o brasileirão. Derrotar o Paraná em seu próprio estádio e sem fazer força parece natural como ferrar o Real Brasil (quase não tem mais graça)

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Qui, 27/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Estaria tudo normal se não tivéssemos o Heber Roberto Lopes apitando o jogo. Todos sabemos da índole nefasta que exerce contra o Atlético. São notórias suas barbaridades e certamente teremos que vencer 12.

Além do mais, a visita naquele arremedo de escora de viaduto, um campinho do século passado que insistem em chamar de estádio, que o chupim clube
herdou dos ferroviários (à contra-gosto destes) é um estigma que revolta o estomago. Banheiros indecentes, arquibancadas remendadas, inexistem cadeiras para sentar, são pintados pontos vermelhos no cimento informando o local de colocar o traseiro (que ridículo), parece que o campinho esta com sarampo (kakaka) e, como brinde o perfume fétido que vem do Belém (qual, os locais devem estar acostumados)

Cadê o Código de Defesa do Torcedor? As regras FIFA? Ou nossas autoridades?

Assim mesmo, o presente de aniversário deve vir hoje. Quem deve oferecê-lo são nossos atletas, pois é o momento de demonstrarem que são homens e se oportuniza agora. Depois não serve mais! Se eles tem um time bonzinho, O NOSSO SERÁ MELHOR!

A decisão do TJD em punir o Petraglia nos parece a priori que está à revelia do bom Direito, não haveria espaço legal para a punição. Voltarei em breve ao tema. Depois do Heber mais uma coisa que não cheira bem.

O dia que não deveria ter terminado nunca

Qua, 26/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria



Clássico local. O Atlético Paranaense era derrotado em plena baixada, pelo Colorado (atual paranito) por trágicos 0X4, e, eram mais de 30 minutos do segundo tempo.

Dividíamos a dor da humilhação com o companheiro de arquibancada, não estávamos sozinhos. Uma substituição coloca Ziquita no gramado e em seguida, o seu primeiro gol.

Um ânimo na torcida, pelo menos ferimos o adversário. Mas a torcida comemora muito, não era pra tanto, mas que motiva a equipe levando logo ao segundo.

Pronto, o caldeirão se inflama, o fogo da paixão corre rasteiro as arquibancadas do antigo Joaquim Américo. A loucura parece arder em todos nós…

Em Apoteose, após os quatro gols de Ziquita e o jogo empatado, vem o iluminado atacante e cabeceia certeiro, indefensável, mortal…. a bola rebate no travessão. Uhhhhh!!!!

Ora, pra quê o quinto gol? O jogo já estava ganho no empate, a odisséia e a história já estavam escritas à nossa frente, testemunhada ante nossos olhos submersos em lágrimas e inundados de felicidade. Quinze minutos de jogo fabulosos.

Este dia não deveria ter terminado nunca!

Passaram-se 30 anos. Encontro-me destituído da cultura e do gênio nos atleticanos como Dalton Trevisan, Paulo Leminski, Ariano Suassuna, Santos Dumont, Valério Hoerner, e tantos outros.

Não tenho a fibra de Valdemar Niclevitz que cravou a bandeira do Atlético Paranaense no topo de todos os maiores cumes do mundo. Minha cultura esportiva não se aproxima daquela de João Saldanha ou Carneiro Neto, e tantos atleticanos.

Contudo, tenho a certeza de que algo nos irmana e prende nossa estirpe rubro-negra. Neste Dia Estadual do Clube Atlético Paranaense coloquei à minha vista o cartão sócio-torcedor, que ele me faça companhia hoje para lembrar-me que minha construção neste mundo, vai além do que aquilo que mo cerca.

O Atlético Paranaense é um laço invisível que nos ata pela emoção. Seja no sofrimento quando o Gabiru em libertadores bate o pênalti no telhado da Kyocera Arena, seja pela explosão no quarto gol do Ziquita.

Obrigado companheiro e irmão atleticano por dividir a dor e alegria comigo na arquibancada.

O Atlético não só dos Paranaenses

Ter, 25/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

1. Amanhã o Clube Atlético Paranaense, completará 84 anos. Um momento de júbilo para todos nós que formamos uma das mais valorosas instituições da cultura paranaense. Merece uma coluna especial. Dentre nossos milhões, denoto alguns atleticanos:

• Santos Dumont – Inventor
• João Saldanha - Jornalista e técnico da Seleção Brasileira
• Peterson Rosa – Surfista
• Waldemar Niclevicz - Alpinista
• Valério Hoerner Junior - historianista
• Emanuel - Jogador de vôlei de praia
• Denise Martins Arruda - Ministra do Superior Tribunal de Justiça
• Carneiro Neto - Cronista esportivo
• Paulo Leminski - Escritor
• Alexandre Slaviero - Ator
• João Cláudio Derosso – Pres. Camara Curitiba
• Rubens Bueno - Secretário Geral do PPS
• Emílio Gomes - Ex-governador do Paraná
• Bento Munhoz da Rocha Netto - Ex-governador do Paraná
• Ney Braga - Ex-governador do Paraná
• José Cordova - Piloto de automobilismo
• Raul Boesel - Piloto de automobilismo
• Paulo Pimentel - Ex-governador do Paraná
• Dalton Trevisan - Escritor
• Cátia Fonseca - Apresentadora de televisão
• Roberto Requião - Governador do Paraná
• Orlando Pessuti - Vice-governador do Paraná
• David Muffato - Piloto de automobilismo
• Francisco Cunha Pereira - Presidente da RPC
• Bento Mussurunga - Autor do hino do estado do Paraná
• Jorge Samek - Presidente da Itaipu
• Moysés Lupion - Ex-governador do Paraná
• Tiago Recchia - Cartunista
• André Pucinelli - Governador do Mato Grosso do Sul
• Lico Kaesemodel - Piloto de automobilismo
• Manoel Ribas - Ex-governador do Paraná
• Flávio Suplicy de Lacerda - Ex-ministro da Educação e reitor da UFPR
• Fabio Campana - Jornalista
• Cristovão Tezza - Escritor

2. Quem manda é a cabeça, mas quem a leva pra onde quer é o pescoço. Segundo o monstro dos teclados Mauro Singer, Zé Antônio: “É pra ser um Clayton melhorado, com a vantagem de não ter o zóio torto.”

Segundo cogitações um time espanhol formulou proposta pelo Rogerinho que está no Fortaleza, teria assim o fundamento de seu retorno ao Furacão.

2. Cultura futebolística:

Para quem não sabe, denomina-se DERBY, o jogo que reúne duas equipes tradicionais da mesma localidade. Exemplo: Ponte Preta e Guarani, Atlético e Paraná, Coritiba e Paraná. Distinto do conceito de ‘Clássico’ que reúne forças tradicionais de uma região.

Assim, denomina-se DERBY DO CHIQUEIRO, o encontro do Toledo Colônia Oinc X Coré-etuba que em tupi guarani significa muitos porcos.(atual coritiba). http://www.astrovates.com.br/tese/arcabuze.htm. Domingo passado deu os locais chiqueiranos de Toledo 1 X 0.

Assim, para divulgação do Derby e fomento do esporte bretão a editora “Pajé-books on the table Co.” recomenda uma apropriada literatura para deleite aos nossos leitores:

NA PÁSCOA SEMPRE RENASCE O FURACÃO

Dom, 23/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Era o dia marcado pelo destino para trazer o renascimento das esperanças, o domingo de Páscoa parece fazer bem o Atlético, é sempre o dia fatal onde acontecem as coisas boas pro Atlético. Costuma ser sofrido, dolorido, mas suas conseqüências são sempre recompensadoras.

Muitos provavelmente já se lembrarão um domingo de páscoa, lá no Pinheirão, onde o Petraglia deu o murro na mesa e ergueu o gigante rubro-negro.

Neste domingo encontramos um jogo difícil, com muito sangue, faltas, lesões, caneladas e botinadas, barro, chuva, dois adversários de qualidade e com a mesma determinação. Dois leões numa luta em arena de morte.

A cada domingo de páscoa o Atlético Paranaense se levanta altaneiro, emergem os homens que mudam os destinos e as circunstâncias.

Renasceu o Furacão, que retornem nossos heróis a capital, às armas torcida rubro-negra, vamos trucidar no devido tempo o Frankstein colorido

T R U B I S C O S:

1. O Furacão ainda aguarda aqueles que não se associaram. Trata-se de uma obrigação cívica dos atleticanos.

Você pode autorizar o débito em conta mensalmente. Tem um ambiente (espaço sócio-furacão) onde se é bem atendido, da pra escolher a cadeira, optar se deseja colocar seu nome. Necessitamos bater nos vinte mil associados até o fim do ano.

O campeonato brasileiro está pra começar e estes 50 reais irão resolver a casa cheia por todo o ano. Ligue lá 2105- 5682.

2. O II EUA-BRASIL Challenge, ficou com os parceiros americanos. O gol rubro-negro foi marcado pelo atacante Lê. Abaixo o quadro de nossos atletas para o jogo de volta.

Quando se decide por estar com o Furacão, até onde ele for, isto quer dizer também quando ele jogar aqui com o Dallas. Novamente, a fanáticos não participou do jogo de ida aqui na Kyocera. Lamento. Acho que isso é rabugice.

3. O meu caro co-irmão do blog do torcedor do coxa, parece que tentou tirar uma casquinha, por nestes últimos dias por trazer matérias que não estavam diretamente ligadas ao campeonato paranaense. (mudança de foco, disse ele)

Foi um engano, porque busquei tratar destes assuntos por causa do feriado e da pouca produção de matéria esportiva.

Apesar disto, tenho que reconhecer que o Atlético Paranaense, não é somente o campeonato local, ele transborda as fronteiras.

Tratei de interesses internacionais como o II EUA-Brasil Challenge, da propriedade e da operação do maior CT do Sul do mundo e das ramificações atleticanas lá na China (Hebei Xuechei), e a exportação de rivalidades como com bambis paulistas (Laoning), como também da exportação do conceito de torcida para os EUA em substituição ao conceito de fans, com a ‘fanaticada’ de Frisco.

Creio que acrescentei informação aos meus leitores que eles não encontravam em outro lugar.

Coisa que o blogueiro coxa-branca não tem como trazer argumentos (força local), por serem estranhas ao ambiente nativo deles: Exportação de cultura e de interesses internacionais, exceto pela réplica nordestina, acho que tem um coritiba sediado em Santo Antão do Brejo da Cruz Amarga, no cariri nordestino (acho que é esta a localidade?)

4. A LEI É PARA TODOS: Porque o Atlético Paranaense foi denunciado pelo arremesso de uma bala sete belos (e ainda embalada) no jogador Cristian, se o Paraná Clube sequer foi denunciado pelos arremessos de copos cheios de bebida feitos pela torcida do chupim clube no jogador atleticano, na fase inicial?
O que embasa o esporte são as regras, quando elas valem para um e não vale para outro, cai por terra qualquer sentido e se estabelece a confusão.

Falando nisso, nesta imagem abaixo, melhorada, ajude o CAP identificar o responsável pela bala sete belos:

Torcedor procurado

corrigindo informação do endereço do Baoding Peoples’s Stadium no Googgle Earth: 38°51&

Sáb, 22/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

#8242;23″N 115°28′54″E

Os Chinas-Furacônicos

Sáb, 22/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

(Parte I)

Por meio de uma parceira entre a escola de futebol “Atlético Paranaense Quing Dao”, o Grupo Hebei Xuechi, e a Qingdao Huayi Rubber Products Co., em 2005 fundou-se na província de QuingDao, na China, o time semi-profissional do QuingDao Sharks.


Em 2006 a equipe de futebol se transferiu para Baoding, província (Estado) de Hebei, onde atualmente manda seus jogos no antigo ‘Estádio do Povo de Boading’, com capacidade para 13 mil chinas) (pra quem usa o Google Earth: 38°51′23″N 115°28′54″) adotando o nome de “QingDao Sharks Hebei Xuechi F.C.”

Nesse período o Atlético já enviou o treinador Zéquinho e o curitibano Flávio Mendes.

A escola de futebol continua na cidade original do projeto.


Curiosidade: Este estádio (Baoding People’s Stadium) que hoje é palco do ensino da arte do futebol para os ‘chinas-furacônicos’, acolheu como set de filmagem para “O caçador de pipas”, onde a produção do filme reproduziu o épico apedrejamento ordenado pelos Talebans, quando se utilizaram mais de 1000 figurantes, ocorrido em Cabul no Ghazi’s Stadium. Recordando para quem leu ou assistiu, o trágico ocorrido, se dá quando Amir (adulto) retorna a Cabul para tirar o filho de Hassan do Afeganistão. Um casal é conduzido até o centro de um campo de futebol, no intervalo de uma partida oficial pelo campeonato local, e em seguida ambos são ajoelhados no círculo central e cercados por uma pequena multidão. Adúlteros, eles foram mortos por apedrejamento, uma prática comum da lei islâmica - a Sharia. Compensa assistir o filme e ler o livro também (The Kite Runner). (Cf. a produtora Rebecca Yeldham em entrevista ao site Urban cinefile)

Voltando ao assunto, já em 2005 o Sharks, venceu a “Yi League” (liga amadora), e em 2006 caiu nas semi-finais, mas pelo menos cravou mais duas vitórias sobre os representantes do bambis paulistas na China:

Um ano após a final da libertadores de 2005, os ‘chinas-furacônicos’ do Hebei devolveram o resultado, na casa do adversário: Liaoning Zhongba (SPFC) 0 X 4 Hebei Xuechi FC. No jogo de ida o Hebei Xuechi FC já tinha feito 1-0 no Liaoning Zhongba (SPFC) no Baoding People’s Stadium.


Quem acha que o Furacão não está se internacionalizando, denote que já temos a ‘fanaticada’ em Dallas e os ‘Chinas-furacônicos’ em QuingDao e Baoding.

Outra coisa os frutos desta internacionalização já produz frutos, pois desperta oportunidades como por exemplo: o patrocínio da Kyocera (japonesa) e a realização de treinamentos da Seleção Chinesa sub 20 no CT do Caju.

(Continuará…)

CTs: O MANUAL DO PROPRIETÁRIO

Sex, 21/03/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

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Feriadão, todo mundo devagar, aproveito para tecer umas considerações sobre a oportunidade e a importância do CT do Caju,

Inicialmente, uma das coisas a considerar quando se questiona a propriedade do CT do Caju, como todos Centros de Treinamento, não vêm com MANUAL DO PROPRIETÁRIO.

O CT do Caju é o mais luxuoso e completo do Brasil

Ou seja, a operação de um CT demanda a acumulação de conhecimentos específicos e próprios, diferentes daqueles que exigem na operação de um supermercado, ou um estabelecimento comercial, que não é encontrada em CD, livro, monografia ou filme.

CTs exigem uma universalidade de disciplinas, ciências e interesses como: a formação de pessoal especializado, equipamentos adequados, formação de categorias completas para obter a progressão, calendário esportivo, departamentos técnicos especializados, profissionais habilitados, programas científicos (médicos, nutricionais, fisico-biológicos, etc.) entre outros.

Não adianta fazer a estrutura física (hardware – um prédio) se o pessoal que opera e o meio que se desenvolverão sua capacidade profissional, não conjugar com a administração dos trabalhos (software – equipamentos-programação).

Este conhecimento no Brasil era somente detido talvez pelos bambis paulistas e pelo Cruzeiro , toca II, , clubes que sempre tentaram fazer um CT profissional. Aliás, conhecimento fechado, não escrito e não disponibilizado.

Contudo, o modelo do Furacão excedeu as perspectivas dos times citados, e aqui esta sendo adquirida no dia-a-dia uma fabulosa inteligensia esportiva-administrativa, que se acumula numa racionalidade acadêmica jamais pensada no Brasil.

Razão pela qual não se vê um profissional que trabalhou no CT do Caju desempregado.

A administração do CT do Caju, já está obtida e sob domínio, podendo, é claro surgir algumas falhas no fluxo de atletas ao time principal (não se pode acertar sempre), que acabará sendo suprida pelo cofre recheado. (este que está em vias de realização)

Um gigantesco CT como o Atlético Paranaense construiu não cumpre sua função somente revelando atletas de suas categorias de base, mas também formando atletas que chegam semi-prontos (promessas) e também recuperando fisicamente atletas mais maduros ou lesionados (Washington, Finazzi, Marcelo Ramos, etc.)

Inclusive o Atlético já voa mais alto, pois recebe equipes estrangeiras inteiras e seleções nacionais para pré-temporadas, além de um intenso programa de clinicas de imersão individuais vendidas nos EUA.

A produção qualitativa do CT de Caju já está sob prova, pelo mercado da bola e pelo Clube.

Alguns atletas revelados, recuperados ou formados pelo CT do Caju:


TICÃO - Emprestado ao Náutico
MARCELINHO - emprestado ao Nautico
ANDERSON AQUINO – Emprestado ao Goiás
KLEBERSON – campeão mundial
JADSON – negociado ao Shakta Ucrânia
FERNANDINHO - negociado ao Shakta Ucrânia
GUILHERME - negociado para a Lohomotiv
DAGOBERTO - enganado pela cigana
WASHINGTON - recuperado da lesão cardíaca
JADILSON - emprestado do Sport
ANDRE ROCHA - emprestado ao Dallas
RICARDINHO - emprestado ao Dallas
SHUMACHER - negociado ao Ascoli
EVANDRO - emprestado ao Goiás
ROGERINHO - emprestado ao Fortaleza

No elenco do time principal: Vinícius, Alex Fraga, Rhodolfo, Alan Bahia, Chico, Roberto, Eduardo Salles, William e Netinho.

Estes são alguns nomes que me recordei, de ontem para hoje, e a lista fica sujeita a inserção de nomes que omiti.

O Centro de Treinamento do Atlético Paranaense, seguramente é o maior e mais completo da América Latina, e se tornará um dos maiores baluartes financeiros do clube no futuro próximo e pela reposição nas equipes do Furacão.

Colocar sob suspeita a propriedade de se ter um CT como o do Caju, ou o trabalho lá desenvolvido academicamente, o profissionalismo e a importância do mesmo no futuro do Atlético Paranaense, é renunciar a possibilidade de um dia ser realmente grande e maior que os demais.



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