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OS MELHORES CENTROS DE TREINAMENTO

Sex, 29/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Fala-se tanto em Centros de Treinamento pelo Brasil, assim, para dirimir dúvidas conheçam os melhores CTs (Centros de Treinamento) que se tem notícia

Bambis:

Palmeiras:

Paquitas-Coxa:

Granja Comary:

Toca da Raposa 2:

Santos:

Milan:

Real Madrid:

Manchester:

Arsenal:

Barcelona:

E o indiscutivelmente maior das Américas: o CT do CAJU do Furacão:

Pra quem mais detalhes da grandiosidade do CT do Caju:

O OLHO DO FURACÃO E A CEREJA DO BOLO

O centro dos furacões tem seu âmago denominado ‘olho’, pois nele repousam as forças da natureza que demandam em seu entorno. Sua característica é a extrema tranqüilidade e serenidade.

Nosso furacão tem seu olho numa geração de atleticanos notórios que acompanha o Tio Pet (nem sempre sereno é claro) mas, foram eles quem nos arrancaram da penúria e humilhação do passado, oferecendo-nos:

- Um titulo nacional da série B;
- Outro nacional da série A;
- O melhor estádio do país;
- O melhor centro de treinamentos das Américas;
- Uma administração gerencial e esportiva modelo; e
- O saneamento e a saúde financeira invejada.

Agora como a cereja do bolo, eles nos oferecem uma invenciabilidade de 17 jogos na arena (aquelas que desprezam, temos nesta lista: Grêmio, São Paulo, Palmeiras, AtlMG, Botafogo, Vasco, etc., e principalmente nos premiando com uma re-edição do Furacão de 1949 – A Lenda.

Nosso crescimento não parou ainda, seremos maiores ainda, contudo, inexiste outro nome no futebol do sul do pais com maior realização que aquela que o Tio Pet tem pra comprovar.

PATINA, MAS NÃO ATOLA

Qui, 28/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Apesar de prever certa dificuldade em Alagoas, o relato do jogo ouvido dos comentaristas que lá estiveram, deram conta que o time foi (principalmente) fraco na marcação. Tenho a impressão que o furacão desde o jogo com o jotinha (e também naquele contra o Beltrão na arena quando o Claiton foi muito marcado) o time estar patinando. Isto é, o time não se desenvolve determinadamente (cresce) pra cima dos adversários, está meio passivo no seu jogo. Está como que aceitando jogar, quando antes tentava fazer o jogo.

Será que Claiton era o motorzinho? Seria ele quem tracionava os jogadores determinando-os a colocar o adversário em defesa. Creio que por isso sua função de capitão foi tão proveitosa. Pode ser que o time perdeu a referência e esteja indeciso. Acredito que o time tem qualidade, mas, necessita de um tracionador, que tenha uma personalidade incisiva e liderança. Retorno assim, ao elemento capitão – aquele que força o time pra frente, rompe a passividade, etc. Será que temos alguém assim no elenco?

Foi um bom resultado para o sistema da Copa do Brasil. Essas dificuldades forjam a fibra nos jogadores, traz o tempero pras decisões maiores. Quanto ao estadual temos que reagir logo.

TRUBISCOS:

1. Esses dias atrás, numa matéria fiz uma indagação sobre algum exemplo recente de jogador que preteriu fama e dinheiro pelo clube do coração.

O leitor Gabriel indicou o Rogério Ceni, e acho que o exemplo serve bem, como também no Orkut o Juliano Fusca indicou o Marcos do Palmeiras.

O Alexandre falou no Riquelme, segundo o que estou apurando, parece que sim. O mesmo leitor falou no Gerrard do Liverpool (que esta lá desde os doze anos).

2. Esta Copa do Brasil tem muito de insanidade. O CAP estabelece uma logística para uma viajam de 5 mil quilômetros na ida, mais 5 mil na volta, (concentração, ônibus, material de apoio, aeroporto, sei lá quantos aviões e baldeações, hotel, refeição, etc.) para jogar numa quarta-feira às três da tarde, para oitocentos pagantes. Isso é coisa muito maluca. Talvez regionalizar um pouco esses deslocamentos e pagar melhor a cota dos clubes.

3. O caso do garoto JanCArlos pode apresentar uma reviravolta logo. Caso semelhante com o jogador Leandro Amaral do Vasco. O contrato profissional de ambos prevê a renovação automática. O juízo da 23ª vara do Trabalho no Rio, segundo a Globo, determinou o fim dos efeitos da liminar do jogador, e seu novo contrato foi anulado na Federação Carioca. A decisão obtida pela Vasco e caso a do JanCArlos venha no mesmo sentido podem formar uma base jurisprudencial importante aos clubes de futebol, contra mais um tipo de abuso dos procuradores e agenciadores.

Esta relação conflituosa nos tribunais do trabalho dos clubes (notadamente o CAP) vai ser comum e necessária. Há que se ‘pelejar’ contra o ganho fácil dos empresários e procuradores de atletas. Um clube coloca toda sua estrutura, assume todas as obrigações financeiras e trabalhistas, disponibilizando: marca, torcida e calendário, enquanto que o representante fica com a fatia do leão como foi exposto no caso do Pedro Oldoni/Massa.

O jogo da tarde: 15:15 hs.

Qua, 27/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Maquina atleticana deixa o Paranaense e vai soprar no nordeste!

Pelo que explorei pela internet, o time alagoano tem pretensão para ser tudo aquilo que sua inspiração paulista não foi. Eles tentam fazer um clube organizado, com planejamento, controle financeiro, etc. É claro que falta força econômica em Alagoas para fazer qualquer comparação com a gambazada do timão. Pelo menos dão a impressão que são gente mais séria, e parece que está dando certo, pois estão liderando o torneio do estado.

Certamente não será um jogo fácil, talvez seja um bom sparring, para que o melhor técnico do Brasil (NEY FRANCO) comece as gestões para rearticular o elenco. Seja com Oldoni ou William fazendo dupla com Marcelo Ramos devemos sair com um resultado positivo.

Ainda tenho dúvidas com o Pedro Oldoni, não estou plenamente convencido, todavia o guri sempre guarda o dele, e então nenhum de nós tem o direito de criticá-lo, empurrando pra dentro ele cumpre a razão maior do futebol.

Tenho certeza que estamos favoritos no Paranaense e vamos ter uma boa campanha na Copa do Brasil, talvez até conquistá-la. Temos técnico, temos elenco, temos qualidade a torcida motivada. “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”

Transmissão CBN/Curitiba, aqui o link: wms2.netpoint.com.br/cbncuritiba

Quando o time voltar a jogar ante nossa torcida temos que demonstrar que não nos desmotivamos, que acreditamos muito neles, que reconhecemos neles o talento com que se dedicaram até agora. Esmorecer agora contagiará o time em campo.

Tenho reservas quanto ao novo capitão. O Atlético precisa de um capitão forte, pois o comando dentro do campo é determinante. As nossas campanhas memoráveis sempre trouxeram capitães guerreiros e com liderança nata.

Alguns notórios atleticanos e blogueiros se manifestaram sobre o caso do nosso “ex-capitão” e sua oportunidade de faturar U$ 1,3 milhão por temporada, ou seja R$ 185 mil/mês:

.1 Foi oportuníssima a lembrança de Rafael Lemos: quando nos trouxe a citação de um dos personagens de Machado de Assis:
“Marcela me amou durante quinze meses e onze contos de réis” – disse Brás Cubas. (Rafael Lemos)

2. “O torcedor vai chiar sempre, eles querem sempre o melhor. Eu também. Não estou feliz que o Claiton não fique. Mas como se segura? Eu não sou mágico. E é uma questão da vontade do jogador”. Mário Celso Petraglia, no (blog da baixada).

3. “….Vi torcedores xingando com máximo ódio o time no empate com o JM…. Mas os cornetas não deixam, xingam, vaiam, ofendem…como fizeram com o Kléber, que hoje faz gols em todos os jogos do Santos e foi um dos nossos maiores artilheiros de todos os tempo. Perdia gols, mas fazia muitos.” (JJ - João José, comentando dia 26 no: (blog do Mauro Singer)

O COMPORTAMENTO POLTRÃO

Ter, 26/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Tem um tipo de torcedor que acha que desfilar com a namorada famosa e exuberante (daquelas que só existem em comercial de cerveja), não vai despertar a libido, a cobiça e o assédio dos outros homens. Na vida sentimental o cara até pode confiar no seu taco, em que a garota vai ficar do seu lado “por amor e uma cabana.”

Na realidade do esporte profissional inexiste isso. Caso esteja sendo incorreto, alguém me dê um exemplo (nos últimos vinte anos) de algum atleta que submeteu seu amor ao clube do coração em detrimento da fama e do dinheiro?

Lendo as comunidades e fóruns encontro determinados torcedores protestando pela incompetência da administração rubro-negra, porque não pode segurar Ferreira (para os petrodólares), Claiton (para os japoneses), Jancarlos (via litigiosa) e etc.

Reflito entendendo que: Ou não tem senso da realidade, ou não querem vê-la.
Este tipo de comportamento é minoritário, mas encontrado em todas as torcidas de nossos clubes, “querer todos os bônus, mas, não considerar o ônus”. Estes determinados torcedores devem no mínimo aceitarem a alcunha de poltrões. (pois não estaria ele mesmo, escondidinho no coro entre aqueles que cantavam em alto som a orgulhosa camisa do Furacão 2008, até dois dias atrás?) O comportamento poltrão acaba repercutindo nos seguintes efeitos:

1. Acaba sendo pernicioso e daninho, pois solapa os prazos necessários para o amadurecimento dos projetos e planejamentos;

2. Injusto porque desestimula aqueles que tiveram sucesso em outras oportunidades e estão dia-a-dia no enfrentamento destes problemas;

3. E incoerente porque rapidamente passa do euforismo para um patológico inconformismo, semeando discórdia e incompreensão.

Felizmente a torcida do Furacão tem história de resistência e fibra, nunca registrou contaminação por estes tipos de comportamento injusto e incoerente. Sabemos que o capitão Marcão foi substituído pelo capitão Claiton, e a este será reposto a altura.

Sejamos reais e coerentes. Temos que continuar dando nossa confiança àqueles que muito têm feito pelo Atlético Paranaense, méritos ao restante do elenco e créditos ao pulmão fenomenal de nossa torcida.

TEMOS QUE CONVIVER COM O ASSÉDIO

Dom, 24/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

A repercussão do sucesso do time furacônico de 2008 correu o planeta, e atraiu a cobiça dos clubes e dos agentes, todos querem ser um pouco furacão!

Ontem foram os petrodólares com Ferreira, depois o Jean Carlos aproveitou e vazou, e agora, vem o interesse do país dos ‘olhos apertadinhos’ assediando o predador Clayton. Serão outros assediados sem dúvida. Inexiste outra realidade.

O furacão deve estar com a moral alta lá pela terra do sol nascente, depois de Washington e os outros. Todavia o assédio faz parte do jogo em que estamos e não adianta se desesperar. Aos poucos a equipe vai se refazendo, novas caras das categorias de base estão sendo preparadas e testadas.

Todavia nossa viga-mestra é Nei Franco, se este ‘picar-a-mula’ a coisa pode complicar, enquanto isto, estamos favoritos.

Foi acertado o ingresso do ventania no jogo de hoje, inexistia razão para manter determinados titulares sob risco de contusões e cansaço. O resultado do jogo, não nos abateu tanto, quanto a proposta japonesa pelo nosso capitão.

Do jogo: O jotinha é um time que está se favorecendo do jogo violento, já tinha feito sangue nos jogos anteriores, neste domingo não foi diferente. Todavia não foi o furacão quem empatou, foi o sim, o ventania.

Agora, as atenções voltada para a estréia na Copa do Brasil. Vamos lá Furacão, porque é um bom adversário.

Porém, estamos a 15 jogos sem conhecer a derrota (13 no paranaense, um na Shaka Hislop Tribute Cup (4×1) e a última no brasileiro contra o São Paulo 2×1), mas devemos estar atentos para não desarmar o ímpeto vencedor tanto do time, quanto da torcida.

ODE AOS FURACÕES: DE MITOS E LENDAS.

Sáb, 23/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Parte I

O FURACÃO DE 1949: A magia que virou Lenda

Quando criança e, sentado naqueles tijolinhos de barro na curva dos fundos do antigo estádio Joaquim Américo, próximo aos saudosos três Pinheiros assistia ao nosso Furacão, entrar em campo para uma partida contra o Jandaia. Nossos jogadores vestiram camisas rubro-negras, alguns deles com camisas de listas grossas, outros com camisas de listas finais, o clube não dispunha de um jogo de camisa completo.

Sentia nestes momentos um aperto no coração, sabia de antemão que quando o time jogava no interior os atletas jogavam sem meias, porque não as tinham, elas eram luxo reservado aos jogos na capital. O Atlético sempre tinha sido um modelo de bagunça, incompetência e descrédito.

Era criança, e como toda criança sonhava, imaginava o dia em que o meu clube fosse poderoso, estimulasse a inveja nos rivais, tivesse muito dinheiro, não fosse atormentado pelas dívidas, que o estádio ficasse mais bonito.

O Furacão de 1949 era uma lenda e meus sonhos nele inspirados eram tão infantis e tão íntimos que teimava alimentar.

A vida tomou seu curso e se passaram os anos. Hoje vejo que aquele sonho incrédulo de menino, ficou muito aquém da realidade, mas, ele foi ultrapassado, pois, daquele clube que não dispunha de recursos para ter jogo-de-meias para jogos no interior do Paraná, emergiu um notório exemplo de administração esportiva, um clube que se agigantou e construiu o mais moderno e completo centro de treinamentos da América. Pôs abaixo o tradicional estádio e cravou como monumento o melhor e mais moderno estádio particular do País; Inexistindo dividas e pagando seus jogadores e funcionários em dia, é estimado e disputado pelos fornecedores, e que esnoba as verbas de televisão do campeonato estadual proibindo a transmissão de seus jogos; Que veste como jaça nosso hino, espraiando o orgulho para o “Atlético dos Paranaenses” e na valorização de nosso esforço e dedicação.

Daquele meu coração apertado de menino, embalado por uma “Lenda de 1949” reformei-o para um que explode de satisfação e prazer pela atualidade, que é repetido em todos nós que amamos aquele Atlético lendário e combalido de outrora e este pujante Atlético do século XXI, da realidade.

Há uma nova história sendo contada no futebol brasileiro, seremos um modelo para os demais clubes e outras torcidas, pois todos merecem também sentir o que recebemos hoje, todavia, do sonho à saga a nossa geração chegou na frente de todos, porque tivemos como semente: Um time que virou lenda.

O Furacão de 1949 se tornou uma Lenda, uma marca que até foi superada, mas jamais suplantada em seu estágio divino, como que uma cancioneta que o tempo conferiu-lhe:

Maravilha, Magia e Encantamento inexplicáveis.

ÉCO-ESTÁDIO???? Ou BRÉJO-ESTÁDIO

Sex, 22/02/08
por Pajé |
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O que dizer dos que elogiam o ECO-ESTÁDIO do jotinha? Pode até ser uma opção que esteja ecologicamente correta, mas não pode passar imune às gozações.

Cadeiras de plástico fixadas diretamente nos barrancos!!!

Se chover um dia antes e também na hora do jogo, a enxurrada transforma o barranco em lama e o torcedor vai, sentado na sua cadeirinha escorregando direto pro Rio Barigui…. kakakaka! De futebol pra ski-bunda.

Melhor avisar o Corpo de Bombeiros pra ficar de prontidão na Ponte, esperando os torcedores passarem aos rôdos, e evitarem afogamentos, ou então vamos ter que buscar metade da Fanáticos lá nas Cataratas do Iguaçú.

Manchete da segunda: Eco-Estádio, vira Bréjo-estádio!... estádio se desmancha com a tromba d’agua, leva torcidas rio abaixo…. kakakaka

PROMOÇÃO AO TORCEDOR: Concorra ao sorteio de um passeio grátis de uma semana em viagem pelo Rio Iguaçu até sua Foz, com ingresso cortesia no parque das Cataratas! … aproveitem!

Veja aqui _______ a matéria e as outras imagens apuradas pelo Blog da Baixada: “Trintão por um lugar no barranco”

Foto: JMalucelli

A alegação de reciprocidade no preço do ingresso, comparando-o ao valor cobrado na Baixada (R$ 30) não se sustenta, pois a estrutura e serviços se diferenciam. Fica evidente a esperteza na oportunidade de explorar o torcedor.

Qui, 21/02/08
por Pajé |
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TRUBISCOS ATLETICANOS

Qua, 20/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Flagrante 01: Os Petrodólares em ação: Tio Pet quando negociava o fornecimento por 30 anos de petróleo ao Estado do Paraná e com a hipoteca dos Emirados Árabes de Dubai pelos 4 meses de empréstimo do gigante Ferreira. Se confirmarem a opção de compra, nunca mais atleticano algum precisará pagar a gasolina na bomba do posto.


Flagrante 02: Comprando nova mobília: A equipa da pequena Londres conheceu o cadafalso do verdugo rubronegro. Presumiu que podia encarar e agora vai ter que arrumar aquela mobília localizada na frente da língua.

Comentários Gerais:

1. Alguns torcedores reclamaram que sou muito feio. Todos eles tem razão, já nasci assim não posso fazer nada. Mas e daí? Homem não precisa ser bonito, HOMEM TEM QUE SER MACHO. Essa de ver homem bonito é coisa de bambi e florzinha.

2. Muito oportuna a sacada do “Blog da Baixada”, que questionou a “falta de tempo” do presidente da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde, para compor a comitiva do governo estadual na reunião com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para tratar da Copa 2014 em Curitiba. (compensa dar uma olhada)

Mais essa…

UM VELÓRIO PARA QUINZE VIÚVAS

Seg, 18/02/08
por Pajé |
categoria Sem Categoria

Neste campeonato paranaense a torcida do Furacão está sentindo, como que, assistindo a um sinistro velório interminável.

A proporção que a tabela vai se cumprindo, e o time atleticano vai predando e liquidando ‘um-a-um, porta-a-porta’ seus adversários, sepultando-os indistintamente em covas rasas, seja em necrópolis da capital ou do interior; RESTAM, INCONSOLADAS AS TORCIDAS-VIÚVAS (de nossos clubes co-irmãos) com seu pranto de dor, sofrimento e lamúria, deprecando em súplica e rogo ao implacável verdugo Rubro-Negro.

Teremos quinze adversários e serão quinze viúvas!

Certamente, este baile macabro se repetirá nas próximas fases do campeonato quando os zumbís semi-sepultos emergirão teimosos em desterro, para mais uma ‘tunda’ para, ai então, dormirem felizes. Que delícia será reencontrá-los nas quatro linhas que cercam o esporte bretão e fulminá-los com a inédita artilharia de nossos zagueiros.

Será com o Furacão de 2008, comandado por Clayton no lugar de Biazeto, mais uma oportunidade, para certificar que os lugares de direito destas viúvas estão reservados nas instâncias inferiores e sob o chão onde pisam os atleticanos.

Como disse o emérito Mafuz: “Quando não se têm adversários, o jeito é desafiar a si mesmo!”

Porque sob o céu e a luz do Sol, no Estado do Paraná triunfa sempre, inconteste aquele que é temido como o Furacão: um Ceifador de temida gadanha, arrasador implacavelmente soprado pelo fenomenal pulmão de sua fanática torcida.

Ninguém mais!


O Ceifador e sua gadanha

O campeonato Paranaense 2008.

DO FURACÃO AOS CO-IRMÃOS
DO CAMPEONATO PARANAENSE

Por Tio Pet & Skull
Nos pequenos cemitérios que me dás
Como mote de poema panfletário
O melhor é voltares ao infantário
Dos diabos, se é que ainda lá não estás
(…)
Matar diabos para mim é um prazer
Que não se cumpre na primeira vez
(…) (…)
- Quem bate? Ele perguntou.
- Sou eu, alguém lhe responde.
- Eu quem? Torna.
– A Morte sou.
Um vulto que bem sabia
Pela mente lhe passou:
Esqueleto armado de foice
(…)
- Venho trazer-te descanso
Do viver que te humilhou.
(chupinhado dos poemas: ‘Cemitérios’ de João Moutinho
e de ‘O homem e a morte’ de Manuel Bandeira)

Dicas & Recomendações culturais: Para nossos adversários do paranaense, recomendo que baixem pelo e-mule, ou encontrem nas locadoras o filme “O Sétimo Selo”, dirigido pelo sueco Ingmar Bergman, quando abre-se uma pausa no caminho da morte para apurar-se qual é o sentido da aflição que está sendo promovida. Certamente se identificarão com o momento atual de suas vidas. Imperdível!


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