Até quando?
Havia alguma esperança de vitória na noite de ontem. Primeiramente, porque era contra um adversário que havíamos vencido no primeiro turno, e com relativa facilidade. E também porque era a estréia do nosso novo treinador, Enderson Moreira, o homem que tem a difícil missão de reverter um rebaixamento iminente.
Enderson fez o que dele se esperava à essa altura: promoveu alterações táticas na equipe, já que os titulares habituais de Bittencourt já não vinham rendendo o esperado. Pela primeira vez Pablo Escobar vestiu uma camisa de titular e isso encheu a torcida de esperança.
Mas o que foi aquilo que vimos no Canindé? Uma atuação sofrível, uma falta de garra preocupante, uma limitação técnica que beirou o ridículo. A última atuação fora de casa, contra o Figueirense, já havia sido preocupante. Mas a forte chuva e o gol de Escobar no finalzinho havia atenuado um pouco as coisas.
Mas, dessa vez, não teve desculpa. Nada justifica aquela apatia que vimos. Se as chances de salvação são poucas, isso é motivo para mais aplicação, para maior doação em prol do quase impossível, e não para jogar a toalha. Se nós, torcedores, já estamos até um pouco resignados com a queda, ainda não estamos nem um pouco preparados para perder sem luta.
Pra cima deles, Tigrê!
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