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Vitória importanTCHÊ!

Seg, 28/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

Antes de qualquer outra coisa, minhas desculpas aos leitores pelos imprevistos que ocorreram essa semana e que me impediram de atualizar o blog.

Bom poder voltar comentando uma vitória do Tigre. E não uma vitória qualquer. Uma vitória sobre um adversário de respeito que pode até não estar no topo da tabela, mas possui um dos melhores elencos do Brasileirão.

Foram três pontos suados, pelo placar mínimo e com direito a pressão do adversário. Sabem? Melhor assim. Daí o time continuará sabendo que todo jogo é uma batalha árdua e, com isso em mente, possa conseguir arrebatar um ponto – ou até mais três, quem sabe? – no próximo jogo, em Recife, contra o Sport.

Enfim, veio o triunfo que pode servir de prenúncio de uma reação. Foi difícil e o jogo era em casa, isso é verdade, mas o Inter é um adversário complicado e a vitória será importante para o moral da equipe.

Que venha o Sport. Será outra pedreira, mas não poderemos nos dar ao luxo de não pontuar nessa partida, pois dos times que estavam na rabeira, somente o Fluminense não ganhou. A exemplo de outras rodadas que vencemos, nossos concorrentes diretos também chegaram à vitória, o que deixa todo o campeonato muito embolado.

Estamos em último, é verdade, mas espero que por muito pouco tempo. E já mostramos que não somos a presa fácil que muitos quiseram apontar no início da competição.

Pra cima deles, Tigrê!

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… porém, vivos!

Dom, 20/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

Vencemos a segunda. Mais uma vez, uma vitória crucial. Novamente, três pontos evitam que nossa situação se complique demais.

Mas é preciso parcimônia na empolgação. Tudo bem, goleadas são sempre saborosas, mas não podemos nos deixar iludir. A Portuguesa teve uma noite extremamente infeliz, onde nada deu certo. Tivemos nossos méritos, mas a partida de ontem não é parâmetro para o restante do campeonato.

Para ajudar a gente a cair na real, todos nossos adversários do fundo da tabela venceram, e mais uma vez vamos dormir em último lugar no campeonato. Se dá para tirar uma lição, essa é a de que ainda não há nada perdido, mas a luta está se tornando cada vez mais árdua.

O próximo jogo é contra o Coritiba, no Paraná. Iremos visitar novamente o palco de uma das partidas mais dramáticas de nossa história. O Coxa perdeu de virada para o Galo e, somando todos os fatores, creio que a primeira vitória fora não chega a ser impossível.

Aliás, é o que precisamos para engrenar. Uma vitória improvável. Uma partida que prove a todos que não somos menores que ninguém. Pois as duas vitórias que tivemos agora foram em casa e contra times que não almejam o título. Foram, de certa forma, obrigação. Ainda que já tenhamos conseguido perder partidas que poderão fazer falta.

Contra Cruzeiro e São Paulo, quase conseguimos. O Coritiba, apesar de ter menos cacife que estes, é um bom time e joga em casa. Não somos favoritos e é justamente isso que pode fazer com que consigamos alavancar uma arrancada.

Pra cima deles, Tigrê!

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No fundo do poço…

Qui, 17/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

Sim, chegamos no fundo do poço. Último colocado, goleado. Agora, temos notícias, boas e más. Tomo a liberdade de começar pelas boas.

A primeira delas é que, pior do que está, dificilmente fica. E, apesar da lanterna, o campeonato está muito disputado, e ainda dá chances para que nos reabilitemos. Para ajudar na missão, o time anunciou hoje a contratação do bom atacante Kempes, que estava no Caxias.

A parte ruim é que a missão é dura, duríssima. Queria analisar o jogo contra o Botafogo, mas, como disse um amigo, “qualquer palavra além de ‘lamentável’ para definir essa partida correria sério risco de ser uma mentira”.

E ele está coberto de razão.

Mas – sabe-se lá como – “vâmo” pra cima deles, Tigrê!

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Das coisas que não se explicam

Seg, 14/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

“Eu sei que você está chateado com o time ter cedido o empate. Mas contra o Figueirense, vocês têm tudo para ganhar”.

Ela estava bem-intencionada quando falou isso. E eu, ainda arrasado e procurando entender como o time permitiu o empate ao Cruzeiro. Por uma questão de lógica pura e simples, ela tinha razão em dizer o que dizia: um time que empata com São Paulo e Cruzeiro entra para jogar contra o Figueirense como favorito, ainda mais jogando em casa.

Mas o futebol costuma desafiar qualquer tipo de lógica. E, com o Ipatinga, o nível de surpresas chega a incomodar. O time sobe para a Série A do Brasileiro e, em poucos meses, cai para o Módulo II do Mineiro. E ainda sofre, historicamente, de uma incrível síndrome de Robin Hood: vencer dos gigantes para perder dos pequenos, muito embora esse ano não estamos conseguindo ser nem mesmo isso.

E acabou que a lógica que entrou em campo foi a de que o Ipatinga é um time mesmo imprevisível. Não jogou nada, absolutamente nada. Ninguém se salvou dentre os onze titulares e os três suplentes que entraram no decorrer da partida, nem mesmo aqueles que normalmente conseguem fazer boas partidas inclusive nas derrotas.

Foi, sem dúvidas, a pior exibição da equipe neste Brasileirão. Justamente num momento delicado. Agora, pela primeira vez, terminamos uma rodada na lanterna. E, na quarta-feira, enfrentaremos, no Rio, a boa equipe do Botafogo.

Jogo difícil. Improvável que consigamos alguma coisa além de nova derrota, até. Precisamos estar conscientes disso. Mas devemos nos lembrar também que o Ipatinga é um time do qual se pode esperar tudo. Inclusive, nada.

Mas, mesmo abatido, “vâmo” pra cima deles, Tigrê!

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Empate não tão alentador

Sex, 11/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

Analisando friamente, foi um bom resultado: um empate com um dos postulantes ao título, bem como foi o resultado do fim de semana.

A diferença básica entre o jogo de domingo e o de ontem foi a forma em que os empates foram construídos. No primeiro, buscamos o empate, fora de casa. Agora, cedemos após estar vencendo por dois gols, em nossos domínios.

É simplista colocar o time que “entregou” o empate como amarelão. Não foi o caso de ontem. O que aconteceu no Ipatingão foi tão-somente uma adoção de uma estratégia errada. O time tem brios, como já mostrou em outras ocasiões, e isso também não faltou ontem. Mas recuou demais, demais.

Atribuir um revés a uma postura excessivamente defensiva é também um erro. Muitos times já conseguiram bons resultados com ferrolhos homéricos. Porém, no nosso caso, nossa retranca esqueceu de prever duas coisas: a qualidade ofensiva do Cruzeiro e o rigor da arbitragem.

O resultado dessa desatenção foi exatamente o que vimos: um empate num jogo em que a vitória era plenamente possível. Novamente, evitarei o clichê de falar que teve sabor de derrota. Não é o caso, mesmo porque com o empate evitamos terminar a rodada na lanterna e com uma vitória em casa, na próxima rodada, podemos subir mais ainda, ruma a uma arrancada. É plenamente possível.

Pra cima deles, Tigrê!

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Valendo mais que três pontos

Qui, 10/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Tigrão de Aço

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O jogo de hoje vale muito mais que três pontos. Não se trata apenas de vencer, mas de engrenar no campeonato e de largar a provisória lanterna na mão de outra equipe.

O adversário é nosso velho conhecido e já foi nosso parceiro. Nem por isso, será mais fácil. Tampouco, mais difícil. Iremos encontrar a dificuldade exata que se pode esperar de um time que briga pela ponta.

Será certamente complicado e bem difícil. Mas jogamos em casa. E já provamos que, mesmo fora, somos capazes.

Teremos o reforço de Léo Silva e Sandro que vêm, vejam vocês, diretamente do Cruzeiro. É provável também que Gérson Magrão seja relacionado e possa vir a nos enfrentar. Quer saber? Nessa, lucramos mais que eles. Magrão é ótimo jogador e foi importantíssimo para o Ipatinga no ano passado. Mas esse ano não vinha tão bem. Já Léo Silva é um bom volante, ainda que essa não seja uma posição em que estivéssemos carentes. E Sandro, esse sim, pode ser um ótimo reforço e se tornar uma peça-chave, se conseguir fugir das contusões que tanto atrapalham sua carreira.

Por isso, é nosso dever lotar o Ipatingão logo mais. Deixá-lo mais branco e verde, e menos azul. Empurrar o quadricolor. Esse jogo vale muito! Vale a seqüência, vale a rivalidade! E, não menos importante, vale também umas cervejas que apostei com uma amiga cruzeirense.

Pra cima deles, Tigrê!

Empate alentador

Seg, 07/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Pós-jogo

A história parecia querer se repetir. Mais uma vez, jogamos bem. Novamente, tivemos volume de jogo e postura dignos de uma equipe vencedora. E, de novo, um gol bobo parecia querer selar nosso destino, injusto e triste.

Voltamos, também, a pecar nas finalizações. Adeílson, dessa vez, saiu jogando. E como jogou! Mas até o nosso iluminado de ontem errou os remates. E, quando Borges acertou um voleio esquisito, no fim do primeiro tempo, e a bola acabou entrando, a nação voltou a engolir seco.

Veio a segunda etapa, continuamos pressionando, mas o gol teimava em não sair. Até que entrou Luciano Mandi, que não vinha atuando bem, e nada fez senão testar a bola para o fundo do gol de Rogério Ceni. Um lance totalmente defensável, é preciso dizer, ao contrário de outros, antes e depois deste, que pareceram não entrar por puro capricho do destino ou por milagres do arqueiro tricolor.

Por fim, o empate foi justo. Poderíamos ter melhor sorte, como tantas outras vezes neste campeonato. Mas, se os deuses da bola quiseram assim, quem somos nós para questionar? Espero que os deuses tenham se convencido que essa equipe jovem e aguerrida merece mais. E que tenham nos reservado um futuro doce, compatível com nossa qualidade e ambição.

Pra cima deles, Tigrê! Sempre!

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Bem-vindo novamente, Marinho

Qui, 03/07/08
por Marcelo Morato |
categoria Tigrão de Aço

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Sem essa de bom filho à casa torna, falemos de negócios: Marinho estava encostado no Galo e está de volta ao Ipatinga, por empréstimo, depois de três anos fora. E é, até agora, a contratação que mais dá esperança ao torcedor. Não só pela qualidade, que depois de tantas contusões e temporadas não tão boas pelo Atlético, está colocada em xeque. Mas, sobretudo, pela carência que estamos de um bom camisa nove.

Marinho, se conseguir ficar longe do estaleiro, tem tudo para ser um ótimo reforço. E, se conseguir fazer os gols que andam nos custando pontos, fatalmente voltará a ser ídolo da nação quadricolor, como foi em 2005. Eu tenho esperança de que ele conseguirá.

Pra cima deles, Marinhô!


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