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Mais um dever cumprido no Canindé!

Qua, 29/10/08
por luiz filho |

Lusa 2×0 IpatingaCom fôlego renovado, quebramos um “tabu” e cumprimos mais um dever dentro do nosso Canindé! A vitória sobre o Ipatinga por 2 a 0, marcou o quarto jogo sem derrotas da nossa Lusa, que acumula duas vitórias e dois empates. Assim como o técnico Estevam Soares, todos nós exigiamos os três pontos. Além de jogar em nossa casa, sabiamos que o confronto era de “seis pontos”. E foi o que aconteceu. Vencemos e chegamos aos 35 pontos.

Mesmo com a entrada de Gavilán, no lugar de Patrício, que atuou improvisado no time. Nossa Lusa entrou com uma formação ofensiva em campo. Jonas e Edno tiveram liberdade no ataque, com Erick cobrindo a lateral esquerda para o avanço de Athirson e Fellype Gabriel caindo pela direita, com Preto na retaguarda. Rai ao lado do paraguaio fizeram a cobertura no meio-campo.

Logo de início, a limitadíssima equipe do Ipatinga mostrou muitas dificuldades seu sistema ofensivo. Era nítida a falta de qualidade ao seu meio-campo. Diante disso, nossa Portuguesa soube Fellipe Gabriel - Lusa 2×0 Ipatinga aproveitar essa fragilidade e não demorou criar oportunidades de abrir o marcador. Aos 5 minutos, Athirson recebeu na entrada da área, saiu da marcação de três adversários, mas foi travado na hora do chute. Aos 9, Jonas arriscou com perigo à esquerda do gol do Ipatinga.

Contudo, foi explorando as jogadas pela esquerda que nossa Lusa conseguiu abrir o placar. Aos 14 minutos, Edno fez boa jogada, invadiu a área e chutou no gol. O goleiro Fernando espalmou e Fellype Gabriel só tocou para as redes. Após assumir a vantagem no placar, no entanto, nossa Portuguesa adotou uma postura acomodada em campo e o jogo ficou sonolento.

O Ipatinga quase não assustou. Para se ter idéia, o “lanterna” teve apenas uma clara chance em quase todo o primeiro tempo. Ocorreu aos 20 minutos, em um chute forte de Ferreira, a bola desviou na zaga e Gottardi, caído, evitou o empate. Mas este foi apenas um lance isolado. Nossa Lusa continuou controlando o jogo nos minutos seguintes e criou, pelo menos, outras Athirson - Lusa 2×0 Ipatingatrês boas oportunidades de ampliar. A melhor delas com Jonas, aos 32, que teve chance de fazer um belo gol. Após receber na entrada da área, ele encarou a marcação do zagueiro, tentou driblar Fernando, mas perdeu o ângulo para o chute.

O panorama não mudou no segundo tempo. Mesmo sem ser brilhante, nossa Portuguesa demonstrava mais qualidade. Aos nove minutos, o goleiro Gottardi fez o lançamento para o ataque (o famoso “chutão”), Edno escorou de cabeça e a bola sobrou para Fellype Gabriel, que tocou com muita categoria e marcou seu segundo gol no jogo, fazendo 2 a 0 para nossa Lusa Veneno.

Mesmo com o Tigre levando muito pouco perigo a nossa meta. Nossa equipe apesar de melhor em campo, voltou a adotar a cautela,  passou a jogar nos erros do adversário e administrou o resultado. Já no final do jogo, tivemos outras boas chances de ampliar o marcador. Em cobrança de falta, Athirson chutou forte, e Fernando espalmou. O goleiro ainda apareceria bem mais uma vez. A bola sobrou limpa para Jonas na marca do pênalti, mas o arqueiro do Ipatinga cresceu sobre o atacante e evitou o que seria
nosso terceiro gol.

Fellype Gabriel é desfalque

A mesma história… Fellype Gabriel não poderá enfrentar o Flamengo na próxima rodada, devido a uma cláusula contratual. Isto porque, os direitos federativos do jogador pertencem ao clube Rubro-Negro. O mesmo aconteceu com Jonas contra o Grêmio e o goleiro Gottardi na partida contra o Internacional.

Agora é pensar no jogo de sábado e espantar os urubus…
Contra tudo e contra todos, só dependemos de nós… Série B, nunca mais!

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Conversa no Botequim Lusitano

Seg, 27/10/08
por luiz filho |

Concentração nos “seis” pontos 

O técnico Estevam Soares só pensa na vitória em nosso compromisso de “seis pontos” diante do lanterna Ipatinga, quarta-feira, às 19h30, no Canindé, pela 32.ª rodada. A apresentação do elenco aconteceu, nesta segunda-feira, em duas etapas. Pela manhã treinaram os jogadores que não atuaram em Recife, enquanto à tarde os demais participaram de uma atividade leve. À noite, todos já iniciaram o regime de concentração. O elenco Rubro-verde volta a treinar nesta terça-feira, às 9 horas, no Canindé.

Patrício é dúvida…

O departamento médico da nossa Portuguesa confirmou, nesta segunda-feira, que o lateral-direito Patrício não poderá atuar na partida da equipe contra o Ipatinga. O veto ao jogador acontece por conta de uma pequena lesão nos ligamentos do joelho direito. Patrício sentiu a lesão ainda no primeiro tempo do empate em 1 a 1 contra o Náutico, no último sábado, e acabou substituído no intervalo. Nesta segunda-feira o jogador iniciou o processo de recuperação trabalhando na sala de fisioterapia. O caso não é tão sério e o atleta já deve retornar a equipe diante do Flamengo, sábado, no Maracanã.

Preto e Rai estão de volta…

Se por um lado, o lateral-direito está fora, por outro, o técnico Estevam Soares contará com as voltas do meia Preto e do volante Rai, que cumpriram suspensão. Além deles, o goleiro Sérgio e o “polivalente” Wilton Goiano, que pode ficar com a vaga de Patrício, também estão a disposição. No entanto, Goiano e Patrício, farão último teste na terça para saber se estão em condições de jogo. O técnico quer contar com todos os jogadores, já preocupado com o confronto com o Mengão.

De lá pra cá… de cá pra lá… 

Fabrício Carvalho que sequer estreou pela Portuguesa, mas recebeu os vencimentos normalmente por conta do mês de preparação enquanto aguardava a resolução de seu caso (parte do salário era pago pelo Goiás), deve voltar ao clube esmeraldino. Nossa Lusa não pretende pagar por um atleta que não poderá entrar em campo (UFA!)… segundo informou a assessoria de imprensa do clube, a diretoria Rubro-verde entrou em contato com o presidente do Goiás, Pedro Goulart, no intuito de ‘devolver’ o atleta à equipe pelo qual tem contrato. Seu empréstimo ao Canindé duraria até o dezembro deste ano.

Promoção aonde???

Desde quando apresentar dez comprovantes de apostas na Timemania, tendo a Portuguesa como time do coração é incentivo para “lotar” o Canindé? Ganhar um ingresso de arquibancada para o jogo, sendo que, o valor de cada aposta é R$ 2,00, e que, 10 apostas equivalem o preço do ingresso. Pergunto, qual a vantagem? Ahhhh tá, além do ingresso, o torcedor ganha itens exclusivos da Timemania: uma bola, um boné e uma camiseta de “lotérica”!!! Nooooooossa, que demais…

É lamentável, mas previsível. Na verdade não há atrativos e muito menos incentivos a presença de nossa torcida por parte da atual administração com “ações” deste tipo, a não ser para aqueles que gostam de fazer uma “fézinha” ou de ganhar camisetas promocionais.
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Um ponto na raça

Sáb, 25/10/08
por luiz filho |

Em um jogo movimentado, onde cada equipe mandou em um tempo, Náutico e Portuguesa empataram em 1 a 1, no estádio dos Aflitos, neste sábado. Não fosse pela “supresa” nos resultados de Vasco e Fluminense, o empate seria um bom resultado, mas diante das circunstâncias da partida, além de NÃO perdermos, o que já foi muito bom, conquistamos um ponto “precioso” fora de casa, contra um adversário direto na briga contra o rebaixamento.

Washington - Náutico 1×1 LusaO Náutico entrou ligado em campo. Contando com o apoio de sua torcida, o Timbu começou o jogo bem melhor. E foi pressionando a nossa Lusa desde os primeiros minutos. A partida foi bastante nervosa, com as duas equipes tentando adotar posturas ofensivas. O time da casa dominou a maior parte do primeiro tempo e abriu o placar com gol do atacante Felipe, aos 17 minutos de jogo. Na etapa final, porém, o panorama se inverteu, e a nossa Portuguesa, de tanto insistir, foi premiada com o empate no fim. Situação que não é comum acontecer com a nossa Rubro-verde.

Na primeira etapa, com uma escalação um tanto equivocada e com Jonas no banco, nossa Lusa só levou perigo nas cobranças de falta. Aos 27 minutos, com Edno, e aos 33 minutos, com Carlos Alberto, com a bola quicando na frente do goleiro Eduardo. Aos poucos a partida foi se equilibrando. O jogo se tornou mais morno. O Náutico não chegava tanto e a nossa Portuguesa, pra variar, errava passes demais. Mesmo assim, aos 40, quase que empatamos após bobeada da defesa Alvi-rubra, Fellype Gabriel ficou com a bola e carimbou a trave esquerda de Eduardo.

Carlos Alberto - Náutico 1×1 LusaAntes tarde do que nunca, Estevam Soares acordou e mexeu no time. Nossa Portuguesa voltou para o segundo tempo com duas substituições - Jonas e Dias nas vagas de Washington e Patrício - e um maior volume de jogo. Nosso meio-de-campo adiantou a marcação e passamos a dominar as ações em campo, criando várias chances para empatar. Logo aos 4 minutos, Eduardo salvou o Náutico de sofrer o gol de empate. Jonas cabeceou certeiro, mas o goleiro do Timbu tocou na bola antes dela bater no travessão.

Apesar de atuar em casa, o Alvi-rubro pernambucano se mostrava acuado. Aos 12, o sempre dedicado, Athirson cobrou falta da esquerda e Jonas desviou de cabeça mais uma vez. A bola passou perto da trave esquerda, mas foi para fora. O castigo veio aos 41 minutos. Eric foi à linha de fundo, pela esquerda, e cruzou rasteiro. Heverton (que entrou no lugar de Carlos Alberto) chegou antes da marcação e só desviou de Eduardo. Era nosso empate com sabor de vitória. Um resultado “justo” pelo domínio que cada equipe apresentou em uma das etapas.

“No Canindé, contra o Ipatinga, temos que conseguir os três pontos” - Athirson, o capitão lusitano.
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1972 • Derrota em um ano tumultuado

Sex, 24/10/08
por luiz filho |
categoria Sagas Lusitanas

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Caros amigos rubro-verdes,

Após a grande vitória contra o Grêmio, teremos mais um adversário difícil pela frente: o Náutico, no estádio dos Aflitos, em Recife. Aliás, neste Brasileirão não teve jogo fácil para a Lusa, e até o fim do torneio com certeza serão batalhas dificílimas.

A história do duelo entre Portuguesa e Timbu começou no ano de 1946, quando a Rubro-Verde fez uma excursão em Pernambuco - na ocasião, a única derrota lusitana foi justamente para o Náutico.

Na coluna do primeiro turno, relembramos os duelos polêmicos e emocionantes contra os pernambucanos na fase final da Série B de 2005. Hoje, viajamos até 1972 para falar sobre a primeira vez em que as duas equipes se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro.

Aquele foi um ano emblemático para o nosso clube sob diversos pontos de vista. Sob a presidência de Oswaldo Teixeira Duarte, a Portuguesa crescia em patrimônio e começava a plantar a semente de um grande elenco, que nos daria a conquista do Paulistão no ano seguinte.

A inauguração do Canindé, no início de 72, é um dos grandes marcos da nossa história. Inicialmente com o nome de Estádio Independência (nos anos 80 passaria a levar o nome do Dr. Oswaldo), tinha no começo metade da capacidade atual, mas já era motivo de grande orgulho para a coletividade. O clube tinha novidades a todo instante: o novo e belo parque aquático, o Ginásio de Esportes e a criação de uma torcida organizada que existe até hoje: os Leões da Fabulosa, uma das mais tradicionais do país.

Porém, no Brasileirão daquele ano (o segundo da história), nossa Lusa Veneno não fazia boa campanha quando foi a Recife encarar o Timbu - até aquele momento, tínhamos uma derrota e três empates na competição. Os jogadores vinham do baque decorrente da “Noite do Galo Bravo”, quando Teixeira Duarte dispensou jogadores importantes como Marinho Peres, Piau e Lorico após a derrota na estréia contra o Santa Cruz.

Dessa forma, para um público de 6 mil pessoas, Portuguesa e Náutico se enfrentaram no estádio do Arruda (casa do Santa Cruz) na noite de quarta-feira, 27 de setembro. Nosso time tinha nomes importantes da época, como Xaxá, Basílio, Wilsinho e o grande destaque: Enéas.

ERRATA: Durante as pesquisas sobre esse jogo, encontrei uma ficha técnica da partida com vitória de 2 a 1 para a Lusa. Essa ficha tinha até os autores dos gols rubro-verdes. Porém, alertado por algumas pessoas, busquei novas fontes após a publicação da coluna e constatei que o resultado do confronto foi, na verdade, 2 a 1 para o Náutico.

A seção “Sagas Lusitanas” tem como fontes principais de informação o Almanaque da Lusa, produzido
pelos alunos de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, e o acervo do Museu Histórico da Portuguesa.
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Tabu Lusitano: vencer fora de casa…

Qua, 22/10/08
por luiz filho |
atualizado: 24.out.2008 

Campanha Brasileirão 2008 - PortuguesaA lógica do futebol é simples. A equipe que fizer mais gols vence o jogo. Consequentemente, quem vencer muitos jogos alcançará o título. Mas para os clubes que almejam conquistar o Campeonato Brasileiro ou aqueles que brigam contra o rebaixamento (como nosso caso)… garantir vitórias fora de casa é função exponencial.

É assim desde 2003, quando foi adotado o método de pontos corridos na competição nacional. Curiosamente, nunca foi tão difícil vencer fora de casa como neste Brasileirão. Até aqui, foram apenas 34% de vitórias dos visitantes e esse índice já foi ainda menor há algumas rodadas. Na ponta da tabela, quem estiver um acima desse índice e fizer seu papel em casa, vai se destacar e tem boas chances de brigar pelo caneco.

Agora para as 7 equipes que estão lutando pela permanência na série A, daqui para a frente, principalmente nos chamados jogos de seis pontos, quem conseguir pontuar no campo adversário, dará importantíssimo passo para se ver livre da segunda divisão. Evidentemente que as vitórias como mandante também são importantes na somatória contra o descenso.

Ainda restam oito rodadas e a nossa Portuguesa disputará dois, dos quatro jogos como visitante, que são confrontos diretos contra o rebaixamento, diante do Náutico e Fluminense. As próximas rodadas são motivo de preocupação para um time que venceu apenas um jogo e empatou outro fora de casa na competição nacional. Diante deste “tabu” de não conseguir vencer longe do Canindé, já de olho no Timbu, nosso próximo adversário na seqüência do Campeonato Brasileiro, nossos jogadores não pensam outra coisa, a não ser na importância de conquistar pontos como visitante.

Como todos sabem, a partida de sábado ganha contornos de decisão porque o Náutico soma a mesma pontuação que nossa Lusa (31), mas o saldo de gols da equipe pernambucana é melhor (-14 e -18). A príncípio, as duas equipes terão dois desfalques cada uma para o confronto: Ticão e Gilmar, pelo time de Roberto Fernandes. Rai e Preto, suspensos por terceiro cartão amarelo, pela nossa Portuguesa. O ponto positivo é o retorno de Jonas ao nosso ataque.

Gavilán, Carlos Alberto, Dias, Halisson e Heverton brigam pelas duas vagas em aberto. Todos eles têm chances de serem escalados entre os titulares. “Temos várias situações, como a colocação do Halisson para fazer o terceiro zagueiro e puxando o Erick para o meio e a colocação do Carlos Alberto, do Dias ou, até mesmo, a entrada do Heverton, jogando um pouco mais atrás. São situações que trabalhamos e até o jogo vou definir a melhor formação”, explicou Estevam Soares.

Na sua opinião:

Diante da ausência de Rai e Preto, qual seria a melhor formação para a nossa Lusa diante do Timbu?

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No Canindé, quem manda é a Lusa!

Seg, 20/10/08
por luiz filho |

Sempre é bom vencer o Grêmio. Apesar de vivenciar situações distintas dentro da competição e da rivalidade sadia depois da decisão de 1996, entre os Imortais Tricolores e os Leões do Canindé, não há o que discordar. Portuguesa x Grêmio ou Grêmio x Portuguesa é praticamente um clássico nacional. Curiosamente as duas equipes sempre se encontram em momentos decisivos e fazem grandes confrontos. Nunca existiu um jogo fácil. Neste domingo não foi diferente. Uma coisa é certa. No Canindé quem manda é a Lusa.

EDNO - LUSA2X0 GRÊMIONo primeiro tempo, as duas equipes se preocupavam em fechar os espaços no meio-de-campo, de forma que ninguém conseguia trabalhar a jogada num início de confronto equilibrado. Com muitos chutões para o alto, a partida carecia de qualidade técnica, mas sobrava entusiasmo dos jogadores, deixando a partida em alta velocidade.

Com um minuto de jogo, nossa Lusa perdeu a primeira oportunidade na partida. Patrício apareceu bem pela direita e mandou na cabeça de Washington, que concluiu para fora, com extremo perigo. O Grêmio parecia incomodado em campo. O time de Celso Roth viu nossa equipe controlar boa parte da primeira etapa. Com 17 minutos, Athirson mandou na área, Washington desviou e Edno girou para o gol defendido por Victor.

Pouco antes, aconteceu o pênalti de Rever, que desviou a bola com o braço na área, mas para variar… o bandeira não viu, o juiz fingiu que não viu, nada aconteceu e o jogo seguiu.

BRUNO - LUSA 2X0 GRÊMIOO Grêmio conseguiu ter mais posse de bola em alguns momentos  e teve a chance mais  clara de gol desperdiçada por Pereira, aos 21 minutos, que apanhou um rebote na entrada da área e a bola saiu raspando o poste esquerdo de Gottardi, que entrou “na fogueira” e não comprometeu a nossa meta. Nossa Portuguesa, apesar da insistência e de boa parte das jogadas comandada por Fellype Gabriel, ora pela esquerda, ora pela direita, não encontrava referências em nosso ataque que tinha dificuldades para passar pela forte marcação da defesa gaúcha. Ainda assim, aos 42 minutos, Edno invadiu a grande área e tentou colocar o chute, mas o gramado não ajudou, a bola quicou e o tiro saiu fraco, facilitando a defesa do goleiro gremista.

Na segunda etapa, nossa Lusa, querendo sair da zona do rebaixamento, mostrava mais motivação, e conseguiu o gol aos 10 minutos, na bola parada após jogada de Preto. O meia fez bela jogada na intermediária e quase abriu o placar: após aplicar um belo corte seco na marcação, Preto chutou rasteiro de fora da área e Victor espalmou e mandou a bola para escanteio, em PRETO - LUSA 2X0 GRÊMIO seguida, Athirson cobrou da esquerda, Rever tocou mal na bola e Ediglê, apareceu no segundo pau para balançar as redes e abrir o marcador no nosso Canindé.

Apesar da “raça” tricolor, o Grêmio sentiu o golpe. A equipe gaúcha não conseguia se organizar e buscava o empate na base da superação individual. Nossa Lusa, por outro lado, gostou do jogo e teve competência para deixar o tempo passar.

Foi então que Estevam Soares sacou os meias Fellype Gabriel e Preto para as entradas de Gavilán e Héverton. As alterações não surtiram efeito significativo, mas contribuíram. Com Rai em nosso meio-campo, a equipe mostrou mais qualidade e solidez defensiva. E para complicar a vida do líder do campeonato, nossa dupla de zaga, Bruno Rodrigo e Ediglê, estavam iluminados e foram eficientes na marcação e na cobertura.

Os gaúchos pressionaram durante os minutos finais, mas não chegaram a colecionar chances efetivas de gol.

E foi nos contra-ataques que a nossa Portuguesa encontrou as oportunidades para liquidar o jogo. Na primeira chance, aos 35 minutos. Edno lançou na área e deixou o Washington cara-a-cara com Victor. Mas o nosso camisa 9, em deixou a desejar mais uma vez, pegou mal na bola na hora de concluir e mandou por cima do gol.

O segundo contra-ataque veio nos descontos, aos 46, o oportunista Heverton, tocou de cabeça para Edno que arrancou com liberdade, driblou o goleiro e bateu para fazer 2 a 0, liquidando o jogo e garantindo a “gorda” premiação do grupo pela vitória e por esta partida. Com o resultado, continua o tabu da equipe gaúcha jamais vencer uma partida contra a Lusa pela Série A do Brasileirão no nosso Canindé.

No Canindé, nossa Lusa Veneno tem 65% de aproveitamento dos 42 pontos que disputou, com sete vitórias, seis empates e uma derrota nos 14 jogos sob nossos domínios.

Agora é tirar a “zica” fora de casa contra o Náutico e sair de vez do sufoco! Vaiiiiiii Portuguesa!!!!!
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1991 • chuva, goleada e grandes revelações na Lusa

Sáb, 18/10/08
por luiz filho |
categoria Sagas Lusitanas

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Amigos lusitanos,

Não precisamos nem comentar aqui o grau de importância da partida deste domingo, quando nossa Lusa depende da vitória para continuar viva na luta contra o rebaixamento. Nosso, adversário, o Grêmio de Porto Alegre, já é um velho conhecido de duelos históricos (o maior deles sendo a final do Brasileirão de 1996).

Resolvi atender o pedido de um torcedor que, no primeiro turno do Brasileiro, pediu para que falássemos aqui sobre o inesquecível time de juniores da Lusa de 1991, que bateu o Tricolor gaúcho na final da Copa São Paulo.

A Copa São Paulo sempre teve tradição de revelar grandes craques, e, naquele momento, não era tão inchada e dominada por empresários como hoje. A nossa Lusa, apesar da história marcada por ter, quase sempre, força nas categorias de base, havia feito campanhas discretas na competição, algo que estava prestes a mudar.

Na primeira fase do torneio de 91, a Portuguesa caiu no grupo H na primeira fase, e a classificação em primeiro lugar, com 100% de aproveitamento, mostrava um time sólido de verdade, até porque um dos adversários no grupo era o São Paulo, um dos favoritos ao título.

Na segunda fase, quando foram formados grupos de quatro equipes em que apenas uma se classificaria, a Lusa Veneno novamente venceu todos os jogos, passando então à semifinal, na qual enfrentaria o Goiás. A essa altura, o time luso já era o mais comentado do torneio, por conta da ótima base formada por Tico, Sinval, Pereira e por um rapaz um tanto franzino, mas muito habilidoso: Dener. O garoto dos dribles incríveis já havia estreado na equipe profissional no ano anterior, mas ali, na Copa São Paulo de 1991, começava a despontar nacionalmente.

Contra o Goiás, a vitória por 3 a 1 manteve o aproveitamento máximo e garantiu a Portuguesa na final com o Grêmio, que havia eliminado o São Paulo nos pênaltis na semifinal. Curiosamente, em 91 a decisão foi disputada no dia 26 de janeiro e não no dia 25 (aniversário da cidade), quando costuma ser jogada; o palco foi o mítico Pacaembu. A história daquele jogo mostrou bem o que foi o time luso no torneio: sem tomar conhecimento do adversário, e no melhor estilo “dois vira, quatro acaba”, a Portuguesa enfiou 4 a 0 com naturalidade de campeão, e fez a festa dos torcedores que nem ligavam mais para a forte chuva que caía.

O time que entrou em campo, com Paulo Luís, Josias, Souza, Baiano, Romã, Maninho, Cícero, Sinval, Dener, Tico e Pereira, sob comando de Écio Pasca, foi simplesmente o maior que a Copa São Paulo já viu. Aquele elenco tinha tudo: o melhor goleiro (Paulo), o artilheiro (Sinval) e a revelação indiscutível, o eterno Dener. Em fevereiro, os jogadores foram recebidos no Palácio do Planalto pelo então presidente Fernando Collor, e ainda naquele ano, Dener foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira. Foi também em 91 que ele fez o histórico gol contra a Inter de Limeira no Canindé.

A Portuguesa venceria a Copa São Paulo novamente em 2002, mas um time como o de 91, e uma goleada como aquela contra o Grêmio, dificilmente iremos ver novamente.

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Conversa no Botequim Lusitano

Qua, 15/10/08
por luiz filho |
atualizado:  16.out.2008  

Ainda atrás da forma física

A queda de rendimento na parte física da nossa Portuguesa ainda é um problema sério e faltando apenas 9 rodadas para o término da competição, nosso time ainda tenta entrar em forma. Ontem na parte da manhã, o elenco foi dividido em dois grupos. Titulares ficaram no Canindé para trabalhos físicos, enquanto reservas realizaram um coletivo no CT do Parque Ecológico do Tietê. No meio da parte, a delegação completa se reuniu e seguiu novamente para o CT, onde aconteceu um treino de dois toques. Nesta quarta-feira, a Lusa trabalha de novo em dois períodos.

André Luis não aparece mesmo e Gottardi vai pro jogo

Após a partida contra o Coritiba, no último sábado, André Luis foi informado que a sua mãe, havia falecido pela manhã. Após receber a notícia o jogador viajou, sábado mesmo, até sua cidade para acompanhar o enterro. O atleta que deveria voltar aos treinos na terça-feira, ainda não se apresentou no Canindé. Nesta quarta-feira, com Sérgio ainda no departamento médico, Gottardi treinou junto aos titulares e é a única opção contra o Grêmio.

Erick liberado pelo STJD

Nossa Portuguesa poderá contar com Erick na reta final do Campeonato Brasileiro da Série A. O jogador foi suspenso por uma partida pela Segunda Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), após decisão por maioria de votos, em julgamento realizado nesta terça-feira, dia 14 de outubro. Com o resultado, Erick poderá pegar o Grêmio, no Canindé, por já ter cumprido a suspensão automática.

Cláusula impede Jonas de jogar no domingo

A diretoria rubro-verde ainda tenta chegar em um acordo com o Grêmio para que o atacante Jonas possa atuar no jogo de domingo, mas até o momento não tem tido sucesso. Caso a Portuguesa coloque Jonas entre os titulares, terá de pagar uma multa no valor de R$ 300 mil. A atitude vai de encontro a um item de seu contrato que impede o atacante de enfrentar o clube detentor de seus direitos federativos.

Grêmio x STJD • Parte 1

Tcheco não joga contra a Lusa

Um dos destaques do Grêmio no Campeonato Brasileiro da Série A, o meia Tcheco foi suspenso por duas partidas nesta segunda-feira, dia 13 de outubro, após decisão unânime da Primeira Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de desclassificar a infração do artigo 253 para o artigo 255 do CBJD, deixando o jogador de fora por mais um jogo na competição.

Grêmio x STJD • Parte 2

Efeito Suspensivo garante Leo, Rever e Richard Morales no domingo

Um dia depois do STJD pegar pesado com o Grêmio ao suspender o zagueiro Léo, por 120 dias, o centroavante Morales com oito jogos de afastamento e Rever por 3 jogos, o clube gaúcho agiu rápido em duas frentes, com muita chiadeira pública e ações de bastidores, e conseguiu efeito suspensivo para o trio. Sendo assim eles estão liberados e estarão em campo contra a nossa Portuguesa, domingo, no Canindé.

Fabrício Carvalho: CBF não acata decisão do STJD

Na sexta-feira, o STJD aceitou o Mandado de Garantia que deixa o centroavante à disposição do técnico Estevam Soares. Como o caso foi julgado pelo Pleno, não é possível nenhum outro time recorrer da decisão. Mas nossa Lusa cobra do Departamento de Registro e Transferência da CBF uma garantia da definição, já que até o momento NÃO houve alteração da inscrição de Fabrício Carvalho no BID para o dia 19 e até as 15hs de hoje, o atleta continua inscrito com a data de 22 de setembro. A informação que circula nos bastidores é que a CBF entrou com recurso contra a decisão e não irá acatar a decisão do STJD.

Robério de volta…

Robério de Ogum trabalhou na Portuguesa durante a campanha vitóriosa do clube em 2007. Este ano, após muita polêmica e desentendimentos com parte da diretoria, Robério deixou o Canindé e em suas declarações prevê o retorno da Lusa a série B do Brasileirão. Hoje, no entanto, parece que a história é outra e tudo indica que ele está de volta ao Canindé. Será que sua previsão vai mudar?

Lusa x Grêmio • Ingressos à venda

Os bilhetes começam a ser vendidos nesta quarta-feira na secretaria do clube e em quatro lojas da rede Droga Verde. O preço das arquibancadas é de R$ 20,00 e das cadeiras numeradas, R$ 30,00. Os postos de venda são a secretaria do Canindé, das 9h às 16h45 e quatro lojas da Rede Droga Verde. No sábado, os ingressos serão vendidos até o início do jogo. Mais informações no site oficial da Lusa.
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Musa “Veneno” 2008

Ter, 14/10/08
por luiz filho |

Wallpaper - Musa da Portuguesa 2008

COMO BAIXAR OS WALLPAPERS: Para fazer o download dos Wallpapers da Musa da nossa Lusa “Veneno”, clique nos links abaixo e em seguida, clique sobre a imagem com o botão direito do mouse e escolha entre as opções “Salvar imagem como” ou “Definir como plano de fundo”.

Wallpaper - Musa Veneno 01 
Wallpaper - Musa Veneno 02
Wallpaper - Musa Veneno 03
(*tamanho das imagens: 1024 x 768)

Fernanda SpachiConfira outras fotos e Saiba mais sobre nossa Musa “Veneno” 2008 

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O primeiro manto rubro-verde

Seg, 13/10/08
por luiz filho |

Réplica da 1ª camisa da Lusa - 1920

Em 14 de agosto de 1920, surgia a Associação Portuguesa de Esportes, através da fusão de cinco clubes já existentes: Luzíadas Futebol Club, Associação 5 de Outubro, Esporte Club Lusitano, Associação Atlética Marquês de Pombal e Portugal Marinhense. Quando a Portuguesa foi fundada, até o escudo era diferente. Em homenagem a nossa Lusa, a Liga Retrô lançou a réplica da primeira camisa utilizada em nossa história. O modelo da camisa de 1920 já está disponível para compra. 

O primeiro uniforme da Lusa tinha camisa vermelha de mangas compridas , com o escudo de Portugal do lado esquerdo do peito, calção branco e meias vermelhas com duas listras horizontais verdes. Três anos depois, o escudo atual da Lusa foi adotado, com a cruz de avis no peito.

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