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O jogo do Ariel

Dom, 28/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Pra iniciar os trabalhos já vamos detonando: nossos adversários são muito ruins. Os caras não conseguem tramar uma jogada sequer. Os ruborizados praticam o futebol-pescoção. Quando conseguem colocar a bola chão é por que o árbitro apitou uma faltinha (não importa o lugar do campo). Logo vem um deles e dá um chutão pra área e, seja o que Deus quiser. Sabe aquele estilo “futebol de fazenda”? É assim que eles jogam.

Como todo time que reconhece suas limitações, eles entraram em campo pra se defender. Foi assim que o treinador deles colocou dois alas para só, e somente só, marcar os nossos. No primeiro tempo conseguiram. Heffner e Ricardinho pouco fizeram. Lógico que os deles também não. No mais é disputa de bola em cada metro quadrado do campo.

Não fizemos um bom primeiro tempo. Tínhamos a posse de bola, trocavamos passes com tranquilidade (às vezes até demais) mas não levamos perigo ao gol do adversário. Também não corremos riscos. As bolas cruzadas na área estavam sempre sob o nosso controle.

Ariel já começava a se destacar: disputava todas as bolas e incomodava a zagueirada. Pro gringo não tem bola perdida. João Henrique e Paraíba eram muito bem marcados. Onde iam sempre tinha alguém deles a acompanhá-los. Tivemos chances de chutar de fora da área, mas não arrematamos.

Na volta do segundo tempo, eles adiantaram a marcação e começaram a enxuriçar a vida da nossa defesa com cruzamentos e escanteios. Num deles, desantenção. Um a zero pros caras, meu.

Como todo time que reconhece suas limitações, no mesmo instante, tiraram um atacante figurativo e colocaram mais um pra fechar o meio. Foi o que bastou para o Coxa virar o disco. Dorival Júnior colocou Marlos e Silvy, desmanchando qualquer esquema previsto. Não é que deu certo?

Marlos partiu pra cima da defesa deles e Silvy abandonou a ala, virando um autêntico ponta direita das antigas. Partia pra cima do pseudo lateralzinho deles e ganhava todas. A torcida sentiu o embalo do time e foi junto. Perdemos boas chances, com Marlos, Silvy e Keirrison. O empate estava próximo.

Ele veio com o melhor jogador em campo: Ariel Nahuelpan. O gringo acreditou na jogada de Marlos, que havia roubado a bola do número sete deles, e com coragem enfentou a dividida com o goleiro falador e fez o seu primeiro gol com a camisa alviverde. Ariel comemorou nos “braços” da torcida.

O Couto tremeu. O Coxa foi pra cima e a torcida ruborizada ficou muda. Ainda perdemos boas oportunidades com Keirrison e com Ariel que chegou atrasado em bolas que pipocaram na área.

Guaru entrou no lugar do Paraíba e mostrou que tem lugar no time. O adversário que marcava o Paraíba ficou sem saber o que fazer, deixando espaços para as descidas de Silvy e Marlos.

O Coxa dominou até o fim do jogo. Martelou a defensiva deles, mas os lances de perigo foram rareando. No final, o empate e a certeza de que poderíamos ter vencido.

Ariel foi o nome do jogo. Silvy, Mancha e Felipe também se destacaram. Maurício travou um duelo interessante com o atacante deles. Ganhou umas perdeu outras, mas anulou a única jogada rubra.

Dorival demorou a perceber que nossos alas estavam muito marcados. No entanto, teve coragem em colocar o time pra cima com as substituições. Armou bem a defesa com a volta de Felipe e apostou no gringo como companheiro de do K9 (este, apesar da movimentação, não estava nos seus melhores dias.

Estamos nos distanciando do G4, mas ainda temos chances. Não vamos deixar de acreditar.

34 mil torcedores no Couto, com a torcida COXA calando os rivais que só vibram nos escanteios e faltas. Uma tarde de festa e de um futebol mediano.

Valeu pela luta e determinação. Afinal, era um Atletiba.  

O jogo da arrancada ou arrancadão

Sex, 26/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Tá chegando a hora de mais um Atletiba. Tá certo que o clássico nunca será um jogo qualquer, mas este tem tudo para ser lembrado durante muitos anos. A disputa poderá marcar o início da nossa arrancada final rumo à Libertadores/2010.

Uma vitória nos deixará ainda mais motivados para o último degrau da competição. Couto lotado, torcida empolgada e os jogadores super-concentrados. O cenário ideal para a arrancada está, praticamente, montado.

Do outro lado, um adversário difícil de ser batido (senão não seria clássico), tentando sair da degola. Jogo duro. Pegado. Se o nosso time é mais forte, o deles está com a corda no pescoço. É o pior dos confrontos: o mais “fraco” sai dando tiro pra tudo que é lado. Com equilibrio e qualidade podemos nos imunizar aos sustos que hão de vir e usar o desespero do adversário a nosso favor.

Nem vou falar da escalação. Dorival Júnior vai ter que colocar o time fungando no cangote dos rubros. Só a vitória interessa ao Coxa. É atrás dela que jogaremos o tempo todo. Como dizem, meio a zero já está bom. Se pudermos fazer um placar que ateste nossa superioridade atual, melhor ainda.

Nas arquibancadas é só festa. Na nossa casa vamos usar tudo o que temos direito. O dia em que descerem do pedestal é nos tratarem com decência, a recíproca virá, tenho certeza. Por enquanto, bumbos, bandeira, faixas, papel picado e outras surpresitas, só do nosso lado. Tudo isso, mais o canto da torcida que nunca abandona farão tremer os rivais.

 Aos jogadores que entrarem em campo, a lembrança de que só fica pra história do clube, aqueles que vestirem com raça e dedicação o sagrado manto alviverde nos momentos mais importantes. E, esse, é um desses momentos. Vão lá, piazada. façam o que deve ser feito e terão nosso apoio incondicional.

No Alto da Glória vale zoação e cânticos provocativos. Fora do estádio, só respeito e paz. Que todos os envolvidos nessa festa mantenham a serenidade e fiquem longe dos atos hostis. Meia hora (ou um pouco mais) a vida volta ao normal, seguindo o seu rumo.

Bom jogo pra nós e que eles acordem só na SEGUNDA.

Dá-lhe COXA!!!

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

Fazíamos uma campanha sem brilho, frequentando a turma intermediária da tabela. Fomos pro Joaquim a fim de mudar esse rumo. Como era Atletiba, o jogo foi pegado. No início, seguramos a pressão e cutucamos a defesa deles. Michel perdeu o gol mais feito das histórias dos atletibas. Era o lance do jogo. Depois disso, tudo ficou lá-e-cá.

Depois dos 30 do segundo, ficamos com um a mais com justiça. Pra amenizar a expulsão, sua senhoria marcou um pênalti mandrake. Um a zero pra eles e aexpulsão de um nosso. Não desistimos. Quase no final, Tamandaré fez um golzinho esquisito, ou melhor, um golaço esquisito e deixou tudo igual. Saímos do Joaquim do mesmo jeito que entramos: precisando de vitórias para subir na classificação.

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Favoritismo não ganha clássico, é preciso garra e determinação

Qua, 24/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Semana de Atletiba não passa nunca. A vontade é para que chegue logo o domingo e a bola comece a rolar. Nestes dias é um tal de esconde o jogo daqui, esconde o jogo de lá. Qualquer declaração mais atrevida pode ser usada para motivar o adversário.

Se alguém me der um motivo para um caderno de esporte publicar uma matéria daquela que saiu na segunda (sobre os contratos dos jogadores do Coxa) em véspera de Atletiba, deixo de acreditar em bruxas, mas que elas existem, existem. Semana de clássico e os caras dão destaque para contratos. Há mais coisas entre o céu e a terra… não-sei-o-quê não-sei-que-lá.

É claro que é para desestabilizar o ambiente Coxa. Estou aguardando matérias sobre o laudo do Corpo de Bombeiros, a capacidade máxima do estádio e, é claro, o espaço reservado para “eles”.  Já estamos vacinados quanto a isso.

Só falta alguém escrever que os paranaenses precisam se ajudar. Que não é interessante ficarmos só com um na primeira divisão. E mais blá-blá-blá. Engana-se quem pensa que isto vai tirar o foco do nosso time. Diretoria, comissão técnica, jogadores e torcida não vão entrar nesse “jogo”.

Somos favoritos, não adianta esconder. Somos campeões paranaenses, estamos brigando por uma vaga na Libertadores, jogamos em casa e o nosso time é melhor. Precisa mais? Precisa. É preciso jogar com garra e determinação. É preciso disputar os espaços palmo a palmo. É preciso entrar ligado no jogo desde o primeiro minuto.

Não que o Alê venha jogando mal, mas a entrada do Leandro Donizetti vai dar mais poder de marcação. Paraíba pode sair um pouco mais, principalmente se Guaru começar jogando. No entanto, tudo isso são conjecturas. Dorival não escalou o time ainda. Temos tempo.

Clássico é clássico e vice-versa diriam. Sempre alguém haverá de lembrar de situações em que um time está “caindo aos pedaços” e consegue se impor ao rival. Outros contarão histórias de equipes que tiveram mais de um jogador expulso e venceu mesmo assim. Tudo isso faz parte do folclore do futebol.

Da nossa parte, temos é que preparar a festa. Vamos lotar o Couto Pereira e empurrar o time, o tempo todo. Só a vitória interessa. Nossos planos são altos. Almejamos a Libertadores e faremos tudo para chegar lá.

Uma vitória no clássico e o moral coxa-branca fica lá em cima. É o que precisamos para acabar com a “nhaca” que está sendo entrar no G4.  Também, é entrar para não mais sair. Outra coisa: é só um jogo de futebol. Quando o jogo acabar, a vida continua. Não somos inimigos e, sim, rivais. Teremos muitos atletibas pela frente. Só a zoação básica é permitida.

Enquanto isso, não vamos esquecer da nossa musa. Mayra Maia representa, de verdade, a torcedora coxa-branca. No Atletiba ela vai estar lá, apoiando o time e vibrando com o verdão. Falta pouco para começar a fase final do concurso.  Fique de olho! mayra1.jpg 

Enquanto o jogão de domingo não chega, que tal comentar qual o Atletiba mais marcante pra você. O meu é aquele em que fomos campeões no Joaquim com o gol do Tuta. E o seu? Fala COXA!

A piazada estreou bem no Maraca

Dom, 21/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

paraiba.jpgFALA COXA! Como é bom vencer de novo. Com o final da rodada ficamos mesmo em oitavo, só que a três pontos do quarto colocado. Bela campanha, não acha? Para a piazada que se apresentou pela primeira vez no Maraca foi um baita resultado.

Menos ansioso e preocupado, assisti ao tape do jogo na madruga de sábado. Com mais calma, deu para ver que levamos sorte em não sofrer mais gols no primeiro tempo. Vanderlei, apesar da lambança (que até agora não entendi o que aconteceu) salvou dois gols certos. Como já falamos, precisa treinar a reposição rápida e o controle de bola com os pés.

Erramos na marcação sobre o grandalhão Uóxito. Bernardi sempre ficava de mano e, invariavelmente, perdia ou fazia falta. O certo era ele colar no atacante e outro ficar na sobra. Isso só funciona quando temos três zagueiro fixos. Como Mancha “flutua” na frente da zaga, é difícil cumprir esse papel. Talvez fosse ele o beque do primeiro combate. Mas, já passou e, no final, tudo acabou bem. Ricardinho não fez uma má partida, se apresentando bem no contra-ataque. Heffner foi bem no ataque e mal na defesa. Acho estranho, às vezes, ele joga mais adiantado que o João Henrique. Que posicionamento é esse, Dorival?Alê jogou muito. Estava em todos os locais do campo, apesar de demorar muito com a bola no pé e errar alguns passes. O forte do nosso time é a troca de bolas envolvente. Mesmo quando o Flu virou, mantinhamos a tranquilidade. Parece que sabíamos que reverteríamos o placar.

Carlinhos Paraíba foi bem, chegando mais a frente e voltando a fazer gol.  Foto do Fernando Maia (O Globo). João Henrique foi um pouco abaixo. Perdeu um gol por ir sem convicção na jogada (cobrança de lateral do Ricardinho).

Marlos merece um capítulo à parte. Com a bola nos pés azucrina a defesa adversária. Às vezes, sai pelo lado errado e quando precisa enfiar uma bola com rapidez, atrasa o jogo ou erra o passe. Muitas vezes, caiu pela esquerda e não partiu “pra dentro” como dizem os boleiros. Como tem o drible fácil, poderia ser mais agudo nessas horas. Tudo é uma questão de treinamento.

Ariel mostrou que tem lugar no time. Dorival só precisa acertar o posicionamento dele com o Keirrison. Começamos a ganhar aquela bendita primeira bola, quando Vanderlei dá o chutão. O gringo mostrou competência, além de causar preocupação na defesa adversária por sua força e disposição.

Keirrison é o que melhor representa o futebol do Romário na atualidade. Bobeou, ele guarda. Pode passar o tempo todo escondido, mas a calma na hora da definição da jogada é o seu forte. Vem fazendo o nome no Rio.  Já pensou se tivessemos mais chegada ou se os laterais chegassem mais à linha de fundo? K9 faria três por jogo.

Dorival é fiel aos seus princípios. É difícil criticar o treinador, quando não acompanhamos o dia-a-dia de treinamentos. As substituições foram acertadas. Ariel pra impor mais força no ataque e buscar o resultado; Leandro pra segurar o meio depois da virada; e Felipe pra fechar o ferrolho lá atrás.

Fala Coxa. O que você acha mais fácil: chegarmos entre os quatro primeiros ou o pessoal lá de baixo escapar do rebaixamento? Na charge do Los três inimigos, a vergnha dos poodles em torcer por nós. Só que hoje nos torcemos para o Grêmio dar um sapeca neles. Levaram sorte ao empatar. Esse namoro deles coma Zona ainda vai dar casamento.

Vai começar a semana do clássico. Os caras estão tremendo desde já.

Tenho visto jogos em que o mascote do time da casa fica em campo o tempo todo. Bota o Vô Coxa pra participar galera.

Dá-lhe Coxa. Vamos lotar o Couto e fazer a festa em cima dos genéricos.

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Nos trilhos, de novo.

Sáb, 20/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

FALA COXA! Voltamos a vencer. Foi um jogo cheio de alternativas. Keirrison mostrou seu oportunismo e deixou dois na sua estréia no Maracanã. Chegamos ao 40 pontos e ainda mais próximos da briga pelo G4.

Falhamos na defesa. Não dá pra deixar o bernardi marcando o Washington. Ele perdeu todas. Nas vezes em que o confronto era com o Maurício, levamos vantagem. Vanderlei foi bem, mas precisa aprender a jogar com os pés. Mesmo assim foi bem.

Paraíba voltou a jogar bem. Alê também. O time teve o controle do jogo e não merecia sair de lá sem os três pontos. O trem coxa-branca está nos trilhos, de novo.

Deixe sua impressão do jogo. Depois comentamos juntos.

Caparanaense pode esperar, tua hora vai chegar.

No Maracanã, pra voltar a sonhar com o G4

Sáb, 20/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Lá vamos nós pro Maraca. O adversário é o Flu. Jogo duro. Os caras precisam do resultado pra sair da Zona. Azar deles, nós também precisamos vencer de novo. Apesar dos maus resultados o G4 está logo ali. Vencer de novo fora do Couto trará um novo ânimo.

A semana foi movimentada no CT da Graciosa. Dorival testando novas opções, já que o nosso esquema está marcado pelos adversários, não definiu o time. Pelo seu histórico, mudanças só no segundo tempo.

Maurício e Donizetti voltam. A defesa e o meio estão recompostos. No ataque, no papel, só Keirrison. No Rio, contra o Vasco, ele e João Henrique fizeram um grande jogo. Podem repetir que não vamos achar ruim.

Muitos dos piás do Coxa farão sua estréia no maior palco do futebol mundial. Não vão tremer piazada. Façam o resultado e, depois, se divirtam. Depois do jogo vale até tirar fotos para recuerdos. Nada de se encolher, hein? 

Dorival já enfrentou Cuca neste ano. Ganhamos bonito do Santos, na vila famosa. Tomara que o surpreenda de novo. Washington recebeu alvará do TJ e vai pro jogo. Conca, o melhor deles, fica de fora. Bom pra nós. No papel, o Flu não assusta. No embarque, nada mal voltar com excesso de peso: três pontos na sacola.

Vamos pro jogo. Tem coxa já pensando no Atletiba. Como diria o Renê: uma decisão de cada vez. A próxima é hoje, no Maraca. Depois é zerar o velocímetro e buscar mais três pontos contra eles.

De longe, a torcida que não abandona mandará suas energias. Os felizardos que acompanharão o Glorioso precisam sair roucos de lá.

Vamos lá Coxa. Eu acredito!

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

No Couto, também precisávamos da vitória. O Flu de Renato Gaúcho estava naquela de “brincar” no Brasileirão. No final quem deu risada fomos nós. O Coxa não jogou um grande futebol, mas, também, não passou sustos. Fizemos um a zero com Hugo (bela jogada de Ricardinho - esqueceu como se faz, garoto?). Perdemos outras oportunidades.

No contra-ataque, os meninos do tricolor empataram e acharam que o jogo terminaria assim. Um pênalti em cima do Marlos acabou com a marra tricolor. Ele pegou a bola, colocou debaixo do braço e detonou o Flu. A vitória foi muito comemorada, pois demos um salto na tabela. De lá pra cá, pouca coisa mudou: o tricolor parou de brincar, mas não saiu lá de baixo e, nós, crescemos na tabela de classificação. Precisamos subir mais um degrau.

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Queremos jogo

Qua, 17/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

FALA COXA! Duas semanas sem marcar ponto é um saco! Quando isso acontece, acaba um jogo e nós já queremos que o time entre em campo de novo, pra se recuperar. Só que no meio tem uma semaninha pra ficar ouvindo zum-zum-zum.

É um tal de torcedor achando que não dá mais. Que o time não joga nada. Que o treinador é burro. Que os caras não estão correspondendo. Que a diretoria só contrata errado. Tem outros que ainda botam fé (eu inclusive).

Torcedor coxa-branca é assim mesmo. Não nos contentamos com pouco. Queremos que, sempre, o time objetive o máximo. Às vezes, nos esquecemos de que o Coritiba passou por uma penúria recente. Que nossas perspectivas eram limitadas.

Mesmo sem as contratações de craques de seleção, conseguimos montar um time competitivo. Elogiado por todos os adversários, pois em poucos jogos fomos inferiores. Temos um treinador que, se não está entre os tops, é pretendido por mais da metade dos concorrentes.

Nossa campanha é exemplar. Temos time. Temos banco. Temos treinador. Só não temos mais tempo. Precisamos voltar a somar pontos, já! Nossa campanha é de peso, só que somos coxas-brancas: queremos sempre mais. Nada de sobrenatural. Basta mais um salto para chegarmos ainda mais alto. Si, se puede! Nós podemos!

Faltam poucas rodadas e ainda temos jogadores para estrear. Reclamam, com razão, que os reforços chegam “bichados”. Precisamos enxergar outras coisas: nos custaram praticamente nada ou eram os que estavam ao nosso alcance. Outra coisa: o mercado da bola está prostítuido.

Alguém pode questionar que Dinelson, em forma, não é um bom reforço? A dúvida é o gringo. Já se passou mais um mês e ainda não conseguimos avaliá-lo. O Ariel não jogou nem meio tempo ainda.

Alguns jogadores cairam de produção. Resultado de um campeonato longo e disputado. Também, nos tornamos vidraça. Os adversários querem nos quebrar, afinal somos concorrentes diretos às melhores vagas.

Contra o Fluminense, no Maraca, mais um jogo difícil. Nada de espanto. Tem sido sempre assim, você queria o quê? O tricolor carioca está na zona de baixo. Seu treinador permanece no inferno astral, desde 2005. Será praga nossa? Não importa.

Talvez, a maioria dos nossos jogadores nunca pisou naquele palco sagrado. Boa hora para isso acontecer. Quem não vai querer trazer uma boa lembrança de lá? Que tal três pontos. Eu acredito!

NOVO ESTÁDIO OU ESTÁDIO NOVO
Nunca imaginei o Coritiba mandando jogos em outro estádio que não o Couto Pereira. Aqui é nossa casa. Mais dia menos dia o Couto passará por reformas. Está escrito. Também é bom saber que o clube não está paralisado. Que só Departamento de futebol arregaça as mangas. Os homens lá de cima estão atentos. É o que se nota.

Que se façam projetos viáveis. Várias opções. Firmem parcerias confiáveis, o nome Coritiba vale muito. Não queremos um estádio para a Copa do Mundo (se formos indicados, parabéns). Queremos que um estádio para sempre. Um estádio que acompanhe a trajetória vitoriosa do Coxa Eterno!

O Couto ficará bonito de qualquer jeito. Com a torcida que nunca abandona enfeitando, então, não sobra pra ninguém!

Coxa na Libertadores: eu acredito!

Hora da audácia. Não do apagão

Dom, 14/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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PRÉ-JOGO

FALA COXA! O jogo é hoje. No Barradão, o Coritiba mostrará o que pretende neste campeonato. Uma vitória nos colocará no caminho do G4 novamente. Jogo duro, contra um adversário que vem frequentando o topo faz tempo. Três pontos bons de se ganhar.

De longe, imagino que, pragmático do jeito que é, Dorival Júnior vai focando o campeonato por objetivos imediatos. Primeiro, fugir da ZR. Depois, buscar a área da sulamericana. Tudo isso tentanto manter o time equilibrado e ajustado ao seu padrão.

Namoramos algumas vezes com a Libertadores e na hora do “sim” fraquejamos. Talvez, estivessemos mais apressados do que o treinador. Quem sabe, no planejamento do DJ e da diretoria, a hora da arrancada chegou, e seja hoje, na Bahia.

Para o torcedor, ao contrário, toda hora é hora. Se a vaga no G4, estiver ao alcance das mãos, como já esteve, queremos agarrá-la na hora. Não queremos esperar mais. Nós merecemos.

A palavra mais importante neste momento é audácia. É isso que queremos do treinador e dos jogadores. Nessa altura do campeonato só a audácia, nos levará ao topo. Não corremos outros riscos nem queremos ficar na zona morta, depois de uma trajetória bem legal.

Ainda temos jogadores para estrear. Evaldo é certo. Bilu pode entrar. Dinelson fica pra próxima. Edson Bastos senta pela primeria vez no banco de Vanderlei. O atual número 1 merece a titularidade.

Em outras palavras, queremos que o time vá pra frente. Temos time para ganhar dos baianos.  É hora de Carlinhos Paraíba voltar a jogar bem, de Keirrison voltar a fazer gols e de Marlos fazer a diferença nas jogadas de ataque. De Dorival colocar o time no ataque.

É isso que estamos esperando do Coxa. Nada de segurar resultados. Empates não nos interessam. Queremos voltar a vencer. O dia é hoje!

Dá-lhe COXA

MUSA DO CORITIBA

A Mayra foi escolhida para representar o Coxa na fase final do Musa do Brasileirão. Nossos parabéns à todas que mostraram o seu amor pelo alviverde. Todas vestiram com orgulho nosso manto sagrado.

Agora, vamos acompanhar e apoiar a Mayra, aquela que faz parte da bateria nota 10 da Império. A nossa gata vai mostrar que, também, nas arquibancadas merecemos o lugar mais alto do pódium. Parabéns Mayra, a musa da torcida coxa-branca. Você merece. Nós merecemos.

 PÓS -JOGO

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FALA COXA! Saímos do Barradão com mais uma derrota. Não merecíamos mesmo ter vencido. Se não nos preocupássemos tanto em defender no primeiro tempo, talvez saíssemos até com os três pontos. Pra variar, o lance da falta que originou o gol não existiu.

Na hora em que a iluminação voltou para completar a primeira etapa, poderia ter sobrado uma luz pra cabeça do Dorival Júnior. Do jeito que a “coisa” estava, poderíamos jogar até segunda-feira que não faríamos nenhum gol.

Cá entre nós, entrou água no esquema 3-6-1 do DJ. É hora de tentarmos coisas novas. Enquanto surpreendeu os adversários, valeu a pena. Agora não dá mais.

Que tal voltar ao convencional? Pode até escolher com dois ou três zagueiros. Só não pode mais sacrificar o Carlinhos Paraíba desse jeito. Se é pra isso, coloca o Douglas Silva que é o melhor cabeça de área que temos, e ainda sabe sair pro jogo.

Bota outro marcador no meio de campo e libera os laterais. deixa o jogo fluir. Nos últimos jogos, o Coxa é um time preso em seu próprio esquema de jogo. Alguém me lembre quando foi a última vez que Ricardinho foi a linha de fundo. Que Paraíba chutou de fora da área, sem ser no sufoco? Quando Keirrison fez sua última tabela?

Nem tudo está perdido, mas carecemos de mudanças radicais. Ainda temos folêgo para brigar lá em cima. As opções são muitas. Só não podemos ficar esperando chegar aos 30 minutos do segundo tempo para levar perigo ao gol dos caras.

Tô falando abobrinha? Será que o encanto acabou? Não tiramos o mérito do treinador em dar equilíbrio e disposição tática ao time ou de conquistar importantes pontos fora de casa, mas não podemos ficar sentados em cima dos 37 pontos.

Isso não nos basta! A torcida que nunca abandona quer mais. Solte esse time Dorival. Faça com que joguem com alegria. Ensaie jogadas de bola parada. São ridículas nossas cobranças de escanteio e de faltas. Se mexa, Dorival.

A derrota em si, não é o fim do mundo, mas a forma como jogamos preocupa. Não preciso nem citar nomes. Eu sei que, às vezes, o simples é o mais complexo. Não surpreendemos mais ninguém. Que tal simplificar tudo de vez. Quem sabe fazer o mais fácil é a nossa maior surpresa!

Fala Coxa. Alguém imagina onde chegaremos?

Drive-thru

Qua, 10/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

vanderlei.jpg FALA COXA! Pegue a calculadora, vamos fazer as contas de novo. Sabe aquela penalização da Fórmula 1, o tal do drive-thru, em que o carrinho precisa passar a dez por hora pelos boxes e só acelerar quando ultrapassar aquela linha branca? Foi o que aconteceu na rodada. Disputamos a posição roda-a-roda com o Bota e saímos chamuscados.

Ainda bem que voltamos a tempo e não fomos ultrapassados por ninguém. O próximo passo é verificar os controles, reparar os estragos e voltar a pista novamente. No domingo, outra pedreira. A disputa contra o Vitória vale posição, e quem sabe o pódium. Então acelera, COXA!

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Antes de continuar lendo o texto, dê uma olhada nas gatas que estão representando o Coxa nas finais do MUSAS DO BRASILEIRÃO. Aproveite, dê uma passadinha na página do concurso e eleja a nossa representante na final. Vontando à terra…

Muito se tem falado do esquema de jogo 3-6-1 do Dorival. Esse negócio de esquema, às vezes, é só pra enganar crítico. No Coxa, por exemplo, Marlos não recua, fica encostado no Keirrison, fazendo uma dupla de ataque. Os outros é precisam chegar mais à frente para ajudar a dupla. Talvez não sejam os companheiros ideais.

No be-a-bá do futeba está escrito que o melhor é ter um atacante mais fixo e outro que se movimente bastante. Marlos se movimenta, mas não é agudo. É claro que o treinador deve saber se tem jogadores para desempenhar a função.

Neste campeonato tão disputado e equilibrado, eu, mero blogueiro, jogaria: em casa, dois atacantes e, às vezes, três. Não interessa o risco, precisamos pressionar os fregueses desde o primeiro minuto.

Fora de casa, o esquema DJ é legal. O time fica com mais posse de bola. Outra do be-a-bá: se a bola tá conosco não está com o adversário, logo, corremos menos riscos de sofrer gols e podemos surpreeder. Tem dado resultado.

Contra o Vitória, podemos surpreender. Os dois times estão no mesmo nível. Os baianos começaram bem, mas não conseguiram dar sequência na campanha, mas, mesmo assim, permanecem entre os oito. Nós demoramos para pegar o “espírito” do Brasileirão, mas depois que frequentamos a turma de cima, não mais saímos.

Só para apimentar: Coxa e Vitória caíram no 1-7-1 do Palmeiras e da Traffic. Apesar de ciscar para levar outros, daqui conseguiram levar só o Jéci. Dos baianos, parece que já contrataram o Marquinhos e estão de olho em outros. Este cara que começou bem, só decaiu depois disso. É a manha dos times do Luxa para enfraquecer os adversários.

Mais uma semana de trabalho duro no CT. Sem desânimo rapaziada. A derrota de sábado não pode nos abater. Deu pra perceber que foi um jogão. Que qualquer um poderia ter vencido. Desta vez foram eles.

Acho que o Evaldo vai estrear. Não digo que é na fogueira, pois o zagueirão já rodou por aí e tem experiência. Nossa segurança é o Vanderlei (foto) que está´pegando tudo e mais um pouco. No meio, a volta de Alê parece óbvia. Guaruzinho pede passagem e Bilu tá louco pra estrear, enquanto o Dinelson não vem. Vamos ver como DJ arruma tudo isso.

Vamos nos falando. Prestem atenção no blog do leão baiano. Em defesa do time do Barradão, o Fábinho é duro na queda. Ele vai querer nos zoar. Tomara que o time dele não.

Salve Coxa! Vamos retomar o nosso caminho. Isto está escrito há dez mil anos atrás e olhe que o Raul Seixas nasceu na Bahia.

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

Apesar de vencer o Palmeiras na estréia, não continuamos bem. Estavamos lá pelo 16.º lugar. Os desfalques ainda eram muitos. Fomos pra cima do Vitória, mas sem muita convicção. Perdemos algumas chances no primeiro tempo, mas nada que sufocasse os baianos. No segundo, Michel foi derrubado e Hugo perdeu o pênalti. Se saímos na frente estava pelada a coruja. Os baianos colocaram o véinho Ramon em campo e, como sempre, na bola parada ele levou algum perigo. Saímos como o zero a zero e uma sensação de que nosso caminho seria árduo. Axé.

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Assumo: a culpa foi minha

Dom, 07/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA!  Foi brochante. Aguardei a semana inteira pelo jogo contra o Botafogo, mas na última hora, fui convocado para um trabalho num congressão de medicina em Curitiba e fiquei internado no Expotrade sem ao menos poder ouvir um radinho.

Pelo que li, foi um jogão, disputado pau-a-pau, com velocidade e lances de perigo para os dois lados. Dizem que os goleiros deram show.  Foi um digno jogo de duas equipes que buscam o topo da tabela.

Melhor para o Botafogo que, pelos poucos comentários que ouvi, mereceu a vitória. Talvez ela mudasse de lado se tivessemos aberto a contagem.

Ficamos distantes do G4, mas a luta continua. Ainda está faltando aquele algo a mais para nos credenciarmos à Libertadores. Temos tempo. Temos jogo. Temos time. Então, podemos chegar lá.

Sei que a culpa da derrota foi minha, por não estar na curva da Igreja alentando o Verdão junto com a torcida que nunca abandona. Já vou avisando que NUNCA mais darei palpites sobre o resultado do jogo. Dá azar, essa porra!

Não falei que o time do Botafogo é certinho?

Aqueles que assistiram ao jogão, mandem seus comentários. Vamos espremer tudo para ver o que é que sai. Os botafoguenses também são benvindos, menos aqueles que insistem na bandalheira e acham que o placar justo deveria ser cinco a zero.

Semana que vem tem mais. Vou buscar uma grana no congresso. Saudações coxas.


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