
FALA COXA! Depois de uma semana agitada para o Coxa, com a conquista de um patrocínio positivo e uma tarde de domingo marcada por um grande jogo entre dois dos melhores times do campeonato (nem vou tocar no assunto, mas que foi pênalti, foi), Dorival Júnior tem uma semana livre para descanso e treinamentos.
No Mineirão, outra pedreira pela frente. Apesar de não empolgar seu torcedor e a mídia chapa-branca, o Cruzeiro freqüenta as primeiras posições desde o começo do Brasileirão. Lá vamos nós de novo pro jargão: respeito sim, temor jamais. Podemos trazer um bom resultado da terra do pão de queijo e do doce de leite Muzambinho.
Esta semana veio a calhar para a recuperação de atletas. Edison Bastos está de volta. Bela dor de cabeça para o DJ. Vanderlei foi tão bem que não deixou saudades da “muralha”. Fazer o quê? Como dizem por aí: goleiro é posto de confiança, quase um nepotismo, por isso, se vira Dorival!
Vamos torcer para o Felipe se recuperar. Com ele em campo, Mancha pode dar um passinho pra frente e compor com autoridade o meio-de-campo. Do jeito que está jogando este garoto, logo seu destino europeu estará traçado. Quem viver, verá. Salve Boluca.
Parece que o tal de Alex, do SP, não vem mais. Se Evaldo mostrar serviço, talvez nem precise. Lucas e Leandro podem dar conta do recado. Tenho para mim que o treinador está esperando a recuperação do Bilu (apelidozinho desgraçado), para fechar contrato. Sempre gostei desse cara. Conduz bem a bola, bom passe e cadencia legal o jogo. Ainda temos o Dinélson. Sem alarde, a diretoria mostra competência.
Vou “roubar” um achado do Felipe, assíduo e benvindo frequentador deste blog. Quando o Coxa subiu a reação da gentalha (com exceções, como nossos parceiros - Grêmio e Atlético original) foi de parabenizar o clube pela retomada, mas fazendo figa com os dedinhos escondidos. Era um tal de vocês merecem, não podiam ficar de fora, o Brasileirão sem vocês não é o mesmo, etc.
Trabalhando na surdina, organizado e unido, o Coxa cresceu, vindo a se colocar entre os melhores do campeonato. Bastou para que a patuléia recalcada mostrasse os dentes e tentasse bloquear nosso crescimento. É um tal de escalar árbitros tendenciosos, suspender sem motivo nosso treinador, alijando-o por um mês do seu trabalho de campo, enquanto outros têm “finiquitos” semana sim outra também, sem receber nehuma punição. E por aí vai.
Azar deles. Agora não tem volta. O maior do Paraná voltou para ficar, como na música do Roberto. A brilhante campanha até aqui (e com trabalho e pés no chão até o final) nos fez recuperar três anos em um. O tempo em que passamos na mardita. Agora aguentem! Daqui pra frente, ninguém nos segura.
Temos o melhor CT do Paraná, a melhor categoria de base e o melhor estádio também. Antes que a patuléia rosne, segue comprovação. Raciocinem comigo: assim como a torcida se mede no estádio, um centro de treinamento se mede pelos resultados que sua comissão técnica obtém nas disputas e, a base, pelos jogadores que revela. Perdemos em algum quesito? Claroi que não. Como diria aquele locutor da apuração do concurso das escolas de samba com voz grossa: Acadêmicos do Alto da Glória: Déééiiizzz.
Sobre torcida nem preciso comentar. Temos a maior do Paraná e somos a torcida do Povão. Um parentesis, saudades do Lombardi (meu povâo coxa-branca). Para comprovar, basta conferir se algum vereador faz campanha na Água Verde, Batel e adjacências. Que nada, o pessoal vai onde tem gente, consumidor, eleitor. É lá que está a maioria da torcida Coxa. Aqueles que nunca bandonam.
Vamos pro jogo. O adversário tem a volta de Ramires e do Vagner, as feras do time. Na frente o gordinho Guilherme pode incomodar, assim como as descidas do Jadilson. Para anular os pontos fortes? Nem me pergunte, o DJ sabe. Vamos pro jogo.
NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM
Vínhamos de uma baita apresentação contra o SP no Morumbi, onde jogamos melhor e por fatores externos deixamos de vencer. Couto lotado, apesar do tempo meio lusco-fusco. Pedro Ken jogou. No primeiro tempo Hugo fez um gol, anulado injustamente e Michel foi atropelado por um zagueirão dentro da área. Pênalti, claro que o juizinho não deu. Saímos na frente com Michel dividindo uma bola com o goleiro azul e estufando as redes. Enquanto Nenê era atendido fora de campo, os azuis empataram. Nada mais aconteceu. Nas primeira rodadas, os adversários eram do G4 e não sabíamos. Não obtivemos a vitória, mas não decepcionamos.
