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Vamos pro jogo

Sex, 30/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

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Domingo, às 16 horas, Couto Pereira lotado para mais um jogo do Brasileirão. Desta vez o adversário é o atual líder do campeonato. Jogo duro. A torcida que nunca abandona está achando ótimo e se acostumando a superar desafios. O time vem crescendo, mas a galera sabe que também precisa continuar fazendo a sua parte.

  

A boa notícia é a volta de Carlinhos Paraíba. Nem precisamos do Moro. Ponto para o jurídico do clube. Pelos jogos anteriores dá pra dizer que o Coxa é um time com ele e outro sem. Apesar disso, fizemos boas apresentações no segundo tempo contra o Figueira e no jogo do Morumbi. Tomara que o Paraíba não sinta a falta de ritmo.

  

Dorival Júnior conhece os jogadores do Cruzeiro. Só que isto não adianta muita coisa. Com novo treinador, a motivação de alguns aumenta e outros, menos aproveitados, podem voltar a obter bom rendimento. Em resumo, o time mineiro não é o mesmo da época do DJ. Olho neles.

  

Do nosso lado, os atletas que estavam de fora vão se recuperando. Se DJ optar por Leandro terá um passe mais qualificado no meio de campo. Se Tamandaré assumir a direita, Pedro Ken terá mais liberdade para sair para o jogo. Contra o SP, ele se preocupou demais com as descidas do Richarlyson e pouco ajudou no ataque.

  

Vamos ter o maior público da rodada novamente. A torcida, depois de duas rodadas, está ansiosa para ver a dupla Michel/Hugo repetir o primeiro jogo. No mais é respeitar o Cruzeiro, mas partir pra cima. Uma vitória nos deixa perto dos primeiros colocados e ajuda a manter o time equilibrado.

  

Um dos mais importantes ídolos do Coxa, Alex, deu o único título de campeão brasileiro aos mineiros. Um craque cruzeirense, Tostão (não o Dr. Eduardo), se tornou um grande ídolo por aqui e dirige escolinhas do Verdão pela cidade. Talvez se encontrem no Alto da Glória. Com certeza, os dois torcerão pelo Coxa.

  

Fazer a lição de casa, além de somar alguns pontinhos nos jogos fora, faz parte da receita para se dar bem no Brasileirão. É o que pretendemos para domingo.

  Todos ao Couto.

Revelamos bem, vendemos mal

Qua, 28/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Destaco, neste espaço, a notícia da venda do atacante boliviano Marcelo Moreno, do Cruzeiro, para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por cerca de R$ 24 milhões.

Sem querer tirar o mérito do atacante cruzeirense, uma pergunta não que calar: por que o Coxa não consegue fazer uma negociação deste porte? Por que nossas revelações são vendidas a preço de banana? Henrique, dizem que por R$ 4 milhões. Keirrison por R$ 2 milhões (a parte que nos cabe). Estádio nós temos. Torcida do mesmo tamanho da dos mineiros, nós temos. Pessoal capacitado nas categorias de base, também.

Mal comparando, Keirrison, por exemplo, não deve nada ao Moreno. Talvez o diferencial do estrelado é ter cidadania boliviana e fazer parte da seleção daquele país. Keirrison é craque e ponto. Pode não ter a experiência que coloque no mesmo nível de negociação, mas, por aqui, todos reconhecem sua técnica e habilidade. Ou seja, dois milhões é muito pouco.

Coritiba e Cruzeiro ocupam, no momento, patamares diferentes de profissionalismo e gestão. Os azuis há mais de 20 anos construíram o seu primeiro CT. Há alguns anos inauguraram o segundo. O Coritiba ainda engatinha nestes projetos. O nosso, apesar de atender as necessidades atuais precisa ser modernizado.

Os mineiros já são tradicionais “vendedores” de atletas. Ronaldo Fenômeno, Fábio Júnior, Luisão, Dida, Cris, Gomes e Giovanni são alguns dos nomes negociados a peso de ouro com o exterior. Temos que reconhecer que os caras são bons mascates.

Qual a solução? Apostar todas as fichas nas categorias de base. É claro que neste primeiro momento, em que retornarmos a série A não é a hora. Precisamos qualificar o time – como estamos fazendo – para consolidar nossa permanência neste ano, inclusive buscando uma vaga na Libertadores do ano que vem. Mas, não podemos esquecer da piazada.

O próximo passo é modernizar o CT e criar uma rede de olheiros que descubra novos valores. Daí teremos plenas condições de fazer com que eles permaneçam no clube até a maturidade futebolística.

Sei que a intenção das diretorias (anteriores e atual) era caminhar para este fim. A queda para segundona – num momento de desatenção – nos causou perto de cinco anos de atraso nessas metas.

Que o Coxa faça o maior dos esforços para segurar por mais tempo Pedro Ken, Marlos, Renatinho, Felipe e outras revelações. Planejar com eficiência o Coxa para os próximos cinco anos, renderá bons frutos no futuro. Todos sabem.

Estou certo?

Gatas alviverdes

Qua, 28/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

musas_branco1.JPG 

Musa coxa-branca. Você que embeleza e participa da torcida que nunca abandona, venha representar o Coritiba no concurso Musa do Brasileirão 2008, do globoesporte.com, em parceria com os programas Caldeirão do Hulk e Esporte Espetacular, da Rede Globo.

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Poderia ser melhor

Dom, 25/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

coxa_spaulo.jpgO empate com o São Paulo, no Morumbi, em outras ocasiões, poderia ser comemorado. Não esse. O Coxa jogou mais e mereceu voltar com três pontos na sacola. Wagner “Roubelli” fez o serviço e tirou dois pontos do alviverde. Foram dois pênaltis que só a “sua senhoria” não viu. Abre o olho diretoria! 

No primeiro tempo, com Michel, o Coxa poderia ter sido mais incisivo. As jogadas se desenhavam, mas faltava mais determinação na hora invadir a área paulista. Mesmo assim, o baixinho, como numa tacada de sinuca, deixou Rubens Cardoso na cara do Ceni. Coxa 1X0. Depois disso, poucas oportunidades. No esquema do Dorival Júnior, Michel precisa ajudar na marcação, fugindo das suas características. Resultado: ficou sem forças para atacar. 

O São Paulo só jogou nesse período. As jogadas são manjadas. Jorge Wagner alçando bolas na área e o tanque Aloísio, usando o corpo para desestabilizar os zagueiros. O gol de empate saiu no abafa. Sem criatividade, o tricolor sucumbiu na forte marcação imposta pelo Coxa. (Foto Vipcomm)

  Na etapa complementar só deu Coritiba. Com a entrada de Guaru, DJ fez um revezamento de laterais pela esquerda e dominou o setor que vinha sendo batido seguidamente. Sem Michel, o time perdeu velocidade para o contra-ataque, mas ganhou consistência na marcação. 

O SP não dava brechas para o contra-ataque e Henrique Dias ficou prejudicado. Pedro Ken estava seguro pela direita, não deixou Richarlyson avançar, mas, também, pouco produziu no ataque. Hugo foi importante, segurando a zaga tricolor. 

Marlos foi pro jogo e se enroscou na forte marcação. Mesmo assim, criou boas jogadas. Na defesa, tava tudo dominado. Uma hora Aloísio iria se cansar de dividir bolas com nossa zaga.    

Com mais vontade, o Coxa se atirou ao ataque. No toque de Hugo, que já vinha sendo puxado pelo zagueiro dentro da área, Richarlyson calçou o pé de apoio de Marlos, não deixando o meia estufar as redes do Ceni.

No outro pênalti não marcado, Alex Silva puxou Rubens Cardoso desde a entrada da área. Até o Ceni ficou sem graça com a não marcação da falta. Só o ex-apitador não viu. 

Foi uma bela apresentação Coxa. Os zagueiros, Douglas, Alê, Ricardinho e Rubens Cardoso foram os melhores. Os demais não comprometeram. Belo trabalho do DJ. 

Uma nota de destaque ficou por conta da torcida que nunca abandona. Cantou bonito no Morumbi! Eu ouvi daqui!

Que tal fazer uma “graça” no Morumbi?

Sex, 23/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

  “Com garra e determinação”, foi a resposta do volante Alê quando lhe perguntaram sobre como o Coxa enfrentará o cabisbaixo São Paulo, no Morumbi.  Nada de novo, afinal o mínimo que se espera de um atleta que veste a camisa do Coritiba é de que ele entre em campo determinado a vencer. Seja qual for o adversário. 

O grito da torcida alviverde no Morumbi vai ser ainda mais ouvido já que a expectativa é de que pouco tricolores compareçam ao jogo. Em campo, espera-se que os jogadores tenham atitude de vencedores.  Os são-paulinos acusaram o golpe da derrota para o Flu. Não temos nada com isso. Precisamos voltar com um bom resultado de lá.

Continuamos sem Carlinhos Paraíba, injustiçado pela Justiça Desportiva. Rubens será mantido no meio de campo e Ken na direita. Se Dorival Júnior optar pelo Henrique Dias, o time ficará mais rápido no ataque.  

Se DJ optar pelo 3-5-2, acho que seria bom manter o Bernardi na zaga para enfrentar as jogadas aéreas dos tricolores. A armação do São Paulo tem ficado por conta do Hernanes e do Jorge Wagner. Muito pouco. As cobranças de falta causam preocupação.   

Será uma partida importante para o Coxa, afinal se enfrentarão os times que mais venceram em 2007. Um levantamento publicado no coxanautas mostrou que no ano passado o Coxa jogou 66 partidas, venceu 38 jogos, empatou 10 e perdeu 18. Fez 102 gols e levou 58. Os paulistas fizeram 74 jogos, vencendo 40 partidas, empatando 19 e perdendo 15, marcando 101 gols e levando 57.  

Naquele período disputávamos a série B e conquistamos o título. Neste ano, vencemos pela 33.ª vez o paranaense e o nosso elenco está mais encorpado, com jogadores desempenhando um bom futebol.  

Alex Silva já está inscrito e Guaru, apesar de o time estar descaracterizado em Florianópolis, estreou bem. Por enquanto deve ficar no banco. Que tal fazer uma “graça” no Morumbi?

 Vamos pra cima dos tricolores. Uma vitória em São Paulo mostrará que o Coxa não veio para fazer número no Brasileirão. Almejamos coisas maiores. Dá-lhe COXA. 

Retomar o caminho

Qua, 21/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Mais uma semana inteira de trabalho no CT da Graciosa. Mais uma semana para Dorival Júnior treinar a equipe e encontrar as melhores opções para substituir os contundidos. A maior dificuldade é encontrar o substituto do Carlinhos Paraíba. Seria o Marlos, mas ele também está no DM. Sem contar a falta que o Keirrison faz.

Parece absurdo, mas nesta quarta, o Paraíba vai ser julgado por agressão (alguém viu?), podendo pegar um gancho considerável e desfalcar o Coxa para os próximos compromissos. Em vez de se preocupar com os mais violentos, que dão carrinhos que colocam em risco as pernas dos adversários e arrancam tufos dos gramados, os tribunais colocam uma rusguinha daquelas como deploráveis. Vá entender.

Só um árbitro de categoria duvidosa para relatar tal agressão na súmula e um procurador distraído para autuar o Paraíba. Pra encurtar a conversa: um cartão amarelo já era o bastante para os dois envolvidos.

O adversário do final de semana é o São Paulo, que veio à Curitiba com o time de júniores (incluindo o camisa 10) e arrancou um empate. DJ trabalha com dois cenários:

Se o SP ganhar do Fluminense nesta quarta e avançar na Libertadores:
- A gurizada entra em campo de novo. Daí, temos que marcar no campo deles e jogar pra ganhar. Ataque cerrado pra deixar a piazada assustada.

Se o SP for desclassificado:
- Muricy coloca a força máxima e o Coxa deve entrar fechadinho, explorando os contra-ataques para surpreender o tricolor. O Imperador não joga e o ataque deles não mete medo. Será?

De qualquer maneira, os dois jogos fora de casa não podem esfriar a euforia coxa-branca. Não podemos nos dispersar, diria quele presidente. Poderíamos começar mais “quentes” se jogássemos no Couto. Com casa cheia. A torcida tá louca para lotar as arquibancadas novamente.

Chegou mais um reforço. Na gozação, estão chamando o Coritiba de Coritinguetá. Não faz mal, muitas equipes estavam de olho nos jogadores do time de melhor campanha na primeira fase do paulistão. Eles preferiram o Coxa. Se Alex Silva mostrar serviço e honrar o manto alviverde, venha com Deus, guri.

Precisamos manter uma regularidade. Contra o tricolor paulista, uma vitória pode nos levar a retomada desse caminho. Dá-lhe COXA!

O outro lado da confusão

Seg, 19/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

O incidente entre integrantes das torcidas Império Alviverde e Gaviões Alvinegros, torcida do Figueirense foi uma atitude desprezível e merece o reúdio de todos os segmentos da sociedade. Futebol é apenas um esporte e, como tal, deve ser tratado. Por dever de ofício devemos sempre ouvir todas as partes envolvidas no confronto. Abaixo, transcrevemos a nota oficial divulgada pelo presidente da Império Alviverde Luiz Fernando Corrêa, posicionando a organizada sobre o lamentável episódio. Cabe às autoridades competentes apurar a realidade dos fatos.

Depois do episódio lamentável em Florianópolis, venho esclarecer alguns fatos:

1º) Houve uma falha grave da Polícia Militar da Capital Catarinense, pois é praxe das autoridades de todo o Brasil, montar esquemas de segurança para prevenir possíveis confrontos entre torcedores;

2º) Os ônibus saíram de Curitiba às 11h30 de domingo e a confusão aconteceu às 16h30.

Portanto, é mentira que o comboio tenha ido até a Ressacada (estádio do Avaí), feito churrasco com a Mancha Azul (organizada do Avaí) e depois ido para o estádio do Figueirense. Quem conhece a Ressacada, sabe muito bem que é humanamente impossível ir até o Estádio do Avai e voltar em um espaço tão curto de tempo;

3º) Ninguém tinha conhecimento que a sede da torcida do Figueirense ficava naquele local, ao lado da única estrada que dá acesso ao estádio deles. Portanto, também é inverídico a notícia que a Império invadiu a sede deles, pegando-os desprevenidos;

4º) Os ônibus da Império estavam a caminho do estádio, quando o primeiro ônibus foi recebido a pedradas pelos torcedores locais.

Tanto o primeiro ônibus como os demais pararam, pois caso contrário, os outros ônibus também seriam atingidos;

5º) Sobre a briga em si, todos sabem que tenho feito o possível para evitar este tipo de ação, que não concordo com qualquer ato de vandalismo. Durante o ocorrido, estava em um carro que ia à frente dos ônibus.

Só percebi que estava havendo briga depois de 5 minutos, pois passei pelo local do incidente e não havia visto os torcedores locais, que provavelmente estavam escondidos atrás de algum muro, preparando a emboscada.

Quando cheguei ao local da briga, a fim de acalmar os ânimos, não foi possível, pois o tumulto já era generalizado.

Desculpe-nos Floripa

Seg, 19/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Esperávamos que mesmo com tantos desfalques, o Coxa fizesse um bom jogo em Floripa e voltasse com a vitória. Não deu… voltamos de mãos vazias. O time do Dorival Júnior foi obrigado a entrar descaracterizado em campo e não apresentou o futebol de outras partidas. 

Méritos para o Figueira que comandou (com folga) no primeiro tempo. Fez os gols em descuidos da zaga coxa-branca. No segundo tempo, quando ficaram com um a menos (a partir dos 15), recuaram e jogaram o resultado nas mãos do goleiro Wilson. 

Os desfalques fizeram falta? É claro, que sim! Como bem disse o Dorival Júnior, os jogadores entraram para o jogo como se fosse para um coletivo qualquer no CT do Atuba. Faltou a bendita atitude! O que esperar de um time que é obrigado, em determinado momento, a jogar com três laterais esquerdos.

Talvez, DJ tenha se equivocado na escalação, deixando Renatinho de fora. Os motivos, nós torcedores, desconhecemos. As muitas mudanças fizeram azedar o nosso bolo.  O certo é que o time ficou capenga e com pouca criatividade. Com um a mais, o Alviverde pressionou, meio na base do abafa, mas não conseguiu o gol de empate. É aquela história de sempre: não saber explorar a vantagem numérica.  

O campeonato está no começo, a vida segue. No final de semana, outra pedreira fora de casa. A comissão técnica precisa reavaliar o desempenho de alguns jogadores. Precisamos de um elenco mais homogêneo. 

Bola fora

Como a mídia nacional nos coloca em segundo plano quase sempre, Coritiba e Figueira poderia até passar despercebido, mas alguns integrantes da torcida resolveram esculachar.  

Foi a notícia que não queríamos ter ouvido nem visto. Os caras lá do eixo vão deitar e rolar de falação nesta semana. Logo em Floripa, que sempre nos recebeu de braços abertos. 

A diretoria faz tudo para engrandecer a imagem do clube. Couto Pereira em festa, faixas, bandeiras, batuques, revitalização do clube, mas alguns menos esclarecidos insistem em nadar contra a corrente.

Sorte que não representam o pensamento pacífico e ordeiro da torcida que nunca abandona. 

Desculpe-nos Figueira. Desculpe-nos Floripa.

Invasão em Floripa - parte III

Sex, 16/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

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Para quem não sabe, Florianópolis tem grande importância na história recente do Coxa. A invasão da torcida que nunca abandona nos jogos da Ressacada contra o Avaí foram marcantes.

A festa e a força da torcida Coxa foram destaques na imprensa nacional. Juntamos o amor pelo Coritiba e a possibilidade de mais uma vez desfrutar da ilha da magia.

Domingo, lá vamos nós de novo. Só que, agora, no Orlando Scarpelli. O adversário é o Figueira - do Sell, do Tainha. Desculpem-nos os manezinhos, mas o pessoal aqui do morro vai invadir suas praias novamente. Fiquem tranqüilos. Somos civilizados, depois que conquistarmos os três pontos, limpamos tudo e voltamos para casa.

Pena que vamos desfalcados. Para um time em formação, cinco desfalques são significativos. Uma ótima oportunidade para observarmos as peças de reposição que o Dorival Júnior tem nas mãos.

DJ, Edson Bastos e Silvy conhecem os atalhos do Scarpeli, isso pode nos ajudar. No time do Figueira, o perigo vem do alto. Os caras fazem um monte de gols de cabeça. Só que também levam. Basta ver o placar bizarro contra a Lusa. Boa oportunidade para Bernardi mostrar serviço.

Já carimbamos a faixa dos palmeirenses. Temos todas as condições de carimbar a dos catarinenses também. (charge do Recchia, da Gazeta do Povo).

Domingo é pé na estrada, raça em campo e festa na arquibancada. Pra cima deles Verdão!! 

Balanço Geral

Qua, 14/05/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Não sei se foram os últimos anos de insucessos que nos fizeram ficar assim. Sempre começamos o ano com “um pé atrás”. Quem não lembra? Não vou falar nem dos anos anteriores, em que trens carregados de “bondes” estacionavam na plataforma do Alto da Glória e descarregavam levas de jogadores obscuros – na maioria, de empresários.

Neste ano da graça de 2008 mesmo. Reclamamos a saída de alguns jogadores que nos levaram ao título da série B. Anderson Lima, Gustavo e Caíco eram os mais comentados. A cada um novo jogador que chegava lá vinham as comparações. A arquibancada chiava geral, sem deixar de apoiar a diretoria e o time, é claro.

Queríamos Tite, Levir Culpi, Paulo Autuori. A diretoria – vinda de acirradas e desgastantes eleições - nos ameaçou com Antônio Lopes e Giba, mas trouxeram Dorival Júnior. Com ele poucas contratações. Sabiamente a diretoria manteve a base.

No começo do Paranaense, o time alternava bons e maus jogos. Perdemos clássicos quando podíamos perder. A galera aumentou os decibéis da chiação. Vieram algumas goleadas, mas nada que nos fizesse acreditar que esse time daria “liga”. A instabilidade era a tônica do grupo. Não era o time dos nossos sonhos.

DJ pedia mais tempo para trabalhar e a torcida pedia reforços. Num fatídico jogo no Eco-Estádio, perdemos feio pro Malucelli, mas foi lá que “surgiu” Carlinhos Paraíba, com sua raça, disposição e talento. O capeta fez Marlos, Ken e Keirrison jogar. Daquele dia em diante, o Coritiba nunca mais foi o mesmo. A diretoria trabalhou com acerto, segurando o K9. Ainda bem.

O grupo se fortaleceu, DJ ganhou tempo para treinar e conseguiu armar uma equipe. Os resultados começaram a aparecer. Um time bem montado possibilita que jogadores instáveis, como Henrique Dias, Ricardinho e Mancha mostrem seu valor. Com autoridade e superioridade vencemos pela trigésima terceira vez o paranaense. Sem muito glamour, armamos um time campeão!

Primeira rodada do Brasileirão. Era hora de se jogar bem. Foi o que aconteceu. Uma vitória absoluta sobre o Palmeiras, cantado em prosa-e-verso como candidatíssimo ao título. Novos contratados já mostrando seu potencial.

A campanha para novos sócios “bombando”. O Coxa um pouco mais badalado pela imprensa nacional (estão quase nos tirando da lista de candidatos ao rebaixamento). O pessoal do marketing mostrando sua competência.

Domingo em Florianópolis, outro jogo difícil. Com determinação e disposição podemos trazer um bom resultado.

Insisto: pés no chão e canja de galinha não fazem mal pra ninguém. Pra cima deles, COXA!


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