Formulário de Busca

Qua, 30/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Onda Verde Não é sem motivo que a torcida do Coritiba está nas nuvens. O comprometimento time/torcida, aquilo que o Renê Simões chamou de “Onda Verde” e que deu tantos resultados no ano passado, voltou com tudo neste ano.  É essa força que faz com que o jogador que veste o sagrado manto verde-e-branco coloque o coração na ponta da chuteira.  Foi assim na irretocável vitória contra o alvi-rubro, no primeiro jogo da final. Às vésperas de conquistar o título de número 33, essa onda merece ser cantada em prosa e verso. A torcida que nunca abandona canta e vibra na arquibancada enquanto o time se desdobra em campo. É contagiante. Couto sempre lotado e o canto da torcida enchendo todos os espaços. Essa rotina vem se repetindo semana a semana. Jogo a jogo. Assim, cada um fazendo a sua parte vamos fazer o Coxa campeão de novo. A próxima aparição dessa força é no shopping-center da Engenheiros. Depois, no Brasileirão, o Maraca, o Morumbi, o Mineirão e todos os estádios do Brasil vão ser absorvidos por essa onda verde. No domingo, eles vão pressionar dentro e fora de campo, mas vamos adestrar os poodles e dar a meia-volta olímpica. De novo. Dá-lhe Verdão!!!  DE PRIMEIRAO blog do maior do Paraná está passando por modificações. Uma recauchutagem. Assim, textos e comentários poderão não ser encontrados, temporariamente. Dá série pau que dá em Chico, bate em Francisco: o pessoal lá de baixo passa por problemas financeiros. Tentaram trazer o colombiano de volta, mas a multa não tem graça. Palmeiras, pode esperar… tua hora vai chegar. 

S-U-P-E-R-I-O-R-I-D-A-D-E

Qua, 30/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Já sabíamos que com o grito da galera sairíamos vitoriosos no primeiro jogo da decisão. Empurrar o Verdão não é um desafio para a torcida que nunca abandona. Fazemos isto sempre, mas quando os jogadores e o treinador dão a resposta em campo, o grito de amor incondicional pelo time sai naturalmente.

O Coxa jogou muita bola. Dorival Júnior foi o “cara”. Com tantos desfalques do mesmo setor, relançou Dirceu, mostrando confiança na promessa coxa-branca. E mais uma vez a piazada não decepcionou.

Simplificou, colocando Bernardi no lugar de Douglas Silva, atazanou a vida do rival com a entrada do Marlos e garantiu o resultado com a volta do Rubens Cardoso. DJ encontrou a forma de fazer o time jogar. O 3-5-2 dá segurança para o pessoal da frente mostrar o seu valor.

Nenhum jogador decepcionou, mas o nome do jogo foi o Carlinhos Paraíba. Golaço e a disposição de um sertanejo que luta por um prato de comida. Não é que o garoto já aprendeu a jogar truco? Na seqüência Keirrison e a sua mania de simplificar as coisas: um toque pra arrumar, o outro para balançar as redes.

Quem não foi ao Alto da Glória já sabe que perdeu uma tarde de grande futebol pelo lado Coxa e uma festa inesquecível nas arquibancadas. As bandeiras e as faixas de apoio e homenagens estão se tornando a marca da nossa torcida. Que bonito é a cidade se enfeitar de verde-e-branco.

Os jogadores e o treinador saíram dizendo que não ganhamos nada ainda. Discordo. Ganhamos a vantagem e confiança para o jogo da volta, além de confirmarmos que temos o melhor time. É pouco?

DE PRIMEIRA
Alguns vândalos da torcida rival tentaram descontar a superioridade Coxa nas instalações do Couto Pereira. Uma vergonha. A polícia tem imagens dos arruaceiros, basta agir! A charge é do Tiago Recchia, da Gazeta.

ddd

Deu a lógica

Dom, 20/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria


Tudo aconteceu como estava escrito há 10 mil anos atrás. Não tem pressão nem caldeirão que cale a torcida do Verdão. Aquele cantinho do Durival foi a nossa casa. Mesmo debaixo de chuva, a torcida que nunca abandona cantou o jogo todo, embalando uma vitória categórica e definitiva.

Como esperado, a gralha foi pelada. Dorival Júnior armou o time com competência e os piás do Couto fizeram o serviço. Nas substituições, DJ não inventou. Com Tamandaré fora, colocou Pedro Ken que vem atuando muitas vezes por lá. PK entrou no jogo e resolveu a questão.

Quando Leandro Donizetti foi tirado de campo por uma entrada maldosa de um paranista, manteve a postura, colocando Mancha em campo. Perdeu na saída de bola, mas ganhou na força física, aproveitando o campo pesado.

A tática estava desenhada. No contra-ataque, Keirrison tabelou com PK e colocou com categoria no canto. Um balde de água fria nas pretensões do rival. Isso ainda no primeiro tempo.

Na volta, meio na “loka”, o adversário incomodou. Foi a hora de a defesa mostrar serviço. Edson Bastos, Maurício, Jéci e Nenê foram impecáveis. Quando as coisas se assentaram o Coxa voltou a ser superior. Na base do oportunismo, nosso artilheiro fez mais um e foi jogar truco perto da galera. Até escutei um “é seeeis papudo”.

Mais uma do DJ: colocou Marlos em campo para infernizar a defesa deles, mantendo a posse de bola. Não deu outra: mais uma entrada desclassificável e a expulsão de um paranista.

A partir daí, foi toque de bola em campo e festa na arquibancada. A Império cantou todo o seu repertório e rumou para o Alto da Glória feliz da vida. O Coxa é a alegria da cidade.

A nossa pré-temporada para o campeonato mais importante do ano está acabando, mas vamos buscar a nossa cereja do bolo: mais um título paranaense.

O adversário da vez já mostrou que tem medo do Verdão. Pra cima do vermelho e branco Verdão!!!

DE PRIMEIRA
•Será que só eu percebi: o Keirrison é o substituto do Romário.

Os campeonatos estão acabando e o agito atrás de reforços já começou. Ainda estamos no páreo?

•Na decisão, vamos botar 40 mil no Couto. Só pra chatear.

Dia de festa no ninho da gralha

Sáb, 19/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Se tudo correr normalmente, no domingo, carimbamos nossa vaga para a final do paranaense. O adversário há que ser respeitado, mas nunca temido. O Coxa já mostrou que se agiganta em terreno inóspito. Pra cima deles, Verdão!

A vantagem conquistada ao logo do campeonato nos dá o direito de administrar o resultado. É como se fosse um jogo de Copa do Brasil. Se fizermos um golzinho pelamos a gralha de vez e vamos buscar o que é nosso.

Se o jogo ficar lá-e-cá, podemos segurar o resultado. Pressão não sentiremos. A torcida que nunca abandona, apesar do cantinho a ela reservado, vai calar o pio da gralharada toda.

Por falar nisso, a vitória deles contra os gaúchos precisa ser mais bem explicada:
a) O Inter não jogou nada porque não joga mesmo?
b) O Inter se poupou para a decisão do Gauchão?
c) A gralha teve sorte e vai ser depenada no Rio Grande?
d) Nós, que somos exigentes demais com nossos times e não percebemos que os rivais por aí afora são umas “babas”?

Aposta no novo

A mudança foi radical: sai o ultra-experiente Tonico Xavier entra o novato Paulo Roberto Gemelli Junior, o Jamelli. No currículo, alguns times de ponta do futebol brasileiro e, outros, nem tanto no futebol internacional. Como jogador.

Sua experiência como gerente de futebol se baseia, única e exclusivamente, no Grêmio Barueri. Lá chegou para jogar, mas virou dirigente. É formado em educação física e fez cursos na área de administração esportiva. Ele vai se credenciando para ser um profissional preparado. Por enquanto, é só uma aposta.

Nem por isso sua competência pode ser desprezada, afinal nos cansamos de testemunhar outros com mais cancha, mais rodados, com muitos anos de “janela”, nada produzirem para o clube. Só despesas.

No Barueri, por sinal um clube que em poucos anos mostrou planejamento e organização, vem de um bom campeonato paulista. O clube possui um estádio moderno, vem revelando jogadores e quase subiu para a primeira divisão junto com o Coxa. O trabalho de Jamelli é reconhecido por lá.

Pra falar a verdade o que espero de um gerente de futebol é que ele conheça o mercado brasileiro e todas as implicações de se trabalhar no maior clube do Paraná. Que saiba identificar jogadores que podem ser úteis para o clube e que façam sucesso no Coritiba.

Uma consideração a fazer: num chat para o site futebolinterior, ele afirmou que sua carreira, possivelmente, se encaminharia para o cargo de treinador. Não é disso que precisamos. Espero que não no Coxa, afinal de “experiências” com treinadores estamos cheios.

Vamos deixar o moço trabalhar. Basta lembrar que não podemos deixar tudo como está. O modelo de gestão anterior nos tirou da elite por dois anos. Idéias novas, administração oxigenada, planejamento competente. É disso que precisamos. Boa sorte, garoto!

Parcerias & parcerias

Qua, 16/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

À primeira vista, tudo parece perfeito:

De um lado, um clube quase centenário, o mais tradicional do Estado, com uma torcida apaixonada e atuante, que disputa os mais importantes campeonatos do País. Seus jogos, além de trazer os maiores públicos, são televisionados, muitas vezes, em rede nacional.

Do outro, uma empresa que agrega investidores. Eles contam com os recursos financeiros (que o clube não tem) para investir no futebol e precisam de uma vitrine para expor seus jogadores e comercializa-los.

Na parceria, cabe ao investidor colocar à disposição seus próprios jogadores e/ou contratar novos. Ao clube, cabe “alugar” sua marca, prestígio, torcida, instalações físicas e recursos humanos.

No nosso caso, como o clube que vem passando por turbulências nos últimos anos, a parceria pode ser a solução para amenizar ou liquidar suas dívidas, além da possibilidade da montagem de um elenco de qualidade para as disputas que virão.

Parece simples e infalível, não? Só parece. Dentro da atual conjuntura coritibana, a parceria vem sanar uma emergência. Para resolver um problema de curto prazo. Precisamos montar um time forte para comemorarmos os cem anos do clube na elite do futebol brasileiro. Se conseguirmos uma Libertadores, melhor ainda.

Em longo prazo, só o que nos trará resultados sólidos será uma gestão profissional. Aquela que consiga fazer com que o clube sobreviva por suas próprias pernas. Com ou sem parcerias. No Coxa, isto não parece muito difícil de ser feito.

Temos torcida. Aquela que nunca abandona. Louca para ajudar a trazer os bons tempos de volta.

Temos um estádio com “cara” de estádio. O maior do Paraná. De excelente localização, com possibilidade de ampliação. As hienas vão dizer que precisa ser reformado. Não sou cego, concordo, mas vamos conseguir modernizá-lo.

Temos um CT de boas condições. Precisa ser ampliado, todos sabem. A Copa do Mundo pode nos dar uma mãozinha.

Temos profissionais competentes nas categorias de base. Ano após ano, revelamos bons jogadores, e o que é melhor, eles são aproveitados e geram lucro. Aí reside nosso maior trunfo.

Ainda temos falhas, que parece vêm sendo corrigidas, no planejamento de marketing. Depois de tudo isso estabilizado, vamos crescer.

Voltando à parceria, precisamos aproveitar todos os benefícios que a Traffic nos oferece. Não podemos tratá-los como inimigos, mas também não devemos lhes entregar tudo de mão beijada. Basta firmar um acordo que seja bom para os dois lados. Tudo no papel. Sem trairagem.

Tudo está no seu lugar

Seg, 14/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

A torcida Coxa gosta mesmo de emoções fortes, de ver seu time correndo riscos, de medir a nossa capacidade de enfrentar as mais resistentes adversidades. No entanto, também nos sentimos bem quando ao sair da nossa casa deixamos as coisas nos seus devidos lugares. A vantagem no confronto é nossa!

Foi assim ontem, no Couto. Mesmo não estando nos seus dias mais animados, a torcida que nunca abandona sufocou o pio da gralha. Em campo, impomos nossa superioridade. Foi a partida mais fácil na vida do Edson Bastos. Ele nem precisa ter se aquecido.

Dorival Júnior, desta vez, fez aquilo que estava na cartilha. Iniciou com três zagueiros e anulou os trombadores do ataque colorido. Foi o primeiro passo para se adonar do jogo. Depois, com o adversário nocauteado, mudou o esquema e foi renovando as forças do time.

Com mais posse de bola, dominamos a partida. Desta vez quando o zagueiro confundiu futebol com vale-tudo e foi expulso, soubemos aproveitar o espaço deixado. Douglas Silva, desta vez, comandou as viradas de jogo. Só deu Coxa. O gol era questão de tempo.

Poderíamos ter feito mais. Ainda conseguimos desperdiçar jogadas claras de gol. Nossos atacantes ainda pecam no último passe. Aquele que deixa o companheiro na cara do gol. É aquela história da pressa, da música eletrônica.

No final, muito jogadores cansaram. Isto preocupa. Temos uma semana para “consertar” isso. No arrendadão, o jogo será mais difícil. Precisaremos da mesma luta e perseverança.

Faltou falar do Keirrison. Nosso artilheiro é um caso à parte. Não cobrem dele bolas divididas, ganhas na força física. Ele pode passar despercebido durante a maior parte do jogo, mas na hora que precisa, mostra a sua categoria.

No gol foi assim. Um toque para deixar o zagueiro órfão e outro para colocar a bola com precisão no canto. Ah, se tivéssemos mais K9s no time.

Na canela
Como é irritante o Héber. Viu o K9 ser empurrado na área e não deu pênalti. Viu um zagueiro dar um safanão no K9 e não expulsou. Queria que o jogo continuasse com o Carlinhos Paraíba caído ao lado da bola depois de uma entrada mais ríspida. Muita prepotência, pouca qualidade.

Carne de segunda, de novo!

Sáb, 12/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Perdemos a primeira decisão para um time da segunda divisão. No domingo, outra decisão, contra outro time de segunda. Só a partir do dia 11 de maio é que comeremos carne de primeira.

O jogo deste domingo é uma boa ocasião para que Dorival Júnior mostre a que veio. Outra oportunidade para que a torcida que nunca abandona mostrar a sua força e jogar com o time.

Foi assim o ano passado e, pelo andar da carruagem, vai se repetir este ano. A torcida na arquibancada é o mais importante reforço do Coxa para buscar vitórias.

Vamos pra cima dos gralhas. No entanto, sem nervosismo e ansiedade. É preciso manter a posse de bola. Não sei se é pelo embalo da torcida, mas o nosso time tem se mostrado elétrico. A vibração das arquibancadas tem contagiado os jogadores que não raciocinam qual é a melhor opção de passe. Eles que se acostumem, pois será sempre assim. A galera Coxa faz a diferença.

Os jogadores, às vezes, abusam das individualidades, tentam jogadas arriscadas de profundidade, uma atrás da outra. Assim, o confronto se desenrola num palco de bolas divididas.

Falta alguém para clarear as jogadas. Uma espécie de DJ, aquele que comanda as pick-ups nas baladas, não o Dorival. Um cara que saiba a hora de tocar música eletrônica e apavorar a defesa adversária, mas, também, reconheça o momento de pegar leve, cozinhar a gralha. Pianinho. Como num reggae de Bob Marley.

Os torcedores do P. Clube parecem eufóricos. Não por reconhecer superioridade do time deles, mas sim pelo momento conturbado pelo qual passamos.

Uma boa hora para dar um banho de água fria na gralha e sair com vantagem na decisão. É hora de colocar o Verdão nos trilhos.

Nada melhor, para isso, do que uma vitória sobre um rival, mesmo que de segunda.

Canelada
Eles já calaram a voz da torcida, agora querem silenciar os microfones das rádios. Querem que os poodles só ouçam a voz do dono e ele quer ser o dono da voz. Haja ouvido para tanta prepotência.

Desclassificação anunciada

Qui, 10/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Em São Paulo, a trabalho, táxi de um lado pro outro. As perguntas de sempre ao motorista: como é dirigir em uma cidade louca como essa? Quem vai ganhar a prefeitura? Será que conseguirão tirar o título do Palmeiras? Para um desses motoristas, Cícero, mineiro, torcedor fanático do Cruzeiro, a pergunta fatídica: e o Dorival Júnior?

A resposta veio curta e seca: muito trabalho e pouca ousadia. Se entendi a resposta, o DJ é um treinador trabalhador (imaginei ele batendo o ponto no CT da Graciosa às 8 da matina), sem preguiça de mostrar pela enésima vez como ele que o time jogue, como o Veiga deve cobrir as descidas dos laterais, como o Pedro Ken deve aproveitar o vazio na direita, etc.

Mas, pouca ousadia, falta de ambição? Não entendi direito. Achei que o cruzeirense reclamava de barriga cheia, afinal o DJ havia disputado um bom Brasileirão e conseguido classificar o time à Libertadores. O nosso sonho de consumo. Ou será que os times montados por ele, até então, é que não tinham ambição? Foi assim no Figueira, foi assim no São Caetano. Acho que no Cruzeiro é mais embaixo.

No Coxa, também! A torcida que nunca abandona não se contenta com um time brigador, trabalhador, certinho, de futebol “honesto”. Queremos mais ambição, mais ousadia. Buscamos títulos e disputamos campeonatos para brigar por eles. Lembrei que a nossa tradição de clube vencedor é que nos faz pensar assim.

Voltando à Curitiba, fui direto pro Couto. Sabia que iria ser “pedreira”. O Azulão é um time chato, seu treinador é chato, seu esquema de jogo é chato. Ou melhor, seu esquema de antijogo é chato. Do final todos sabem: ficamos fora de mais uma Copa do Brasil. Não que esperava chegar mais longe mesmo, mas que seria legal passar adiante, seria.

No jogo, DJ fez das suas. Colocou o lento Veiga e, pela enésima vez, deslocou Pedro Ken na posição que o torna quase inútil. Depois, tentou voltar ao esquema original, mas as cartas já estavam na mesa.

Com jogadores fora de posição a coisa complicou. Se levássemos um gol, teríamos que fazer quatro.

Com um a mais, a esperança voltou e os mesmos erros se repetiram. Transposição lenta, insistência de jogadas pelo meio, bola carregada em demasia. Professor Benedito Bandeira me ensinou: com um a mais, inverta o jogo com rapidez e “desinverta” ainda mais rápido, até que alguém se desmarque. Com dois a mais, faça a mesma coisa, só que com mais velocidade.

DJ não conheceu o professor Bandeira ou seus jogadores não sabem fazer isso. Resultado: perdemos a primeira decisão da semana. O que esperar da segunda?

Voltando para casa, olhando pro chão, lembrei do Cícero, o taxista cruzeirense.

Emoção à flor da pele

Dom, 06/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

O Coxa tá lá. O dois a zero com gols do Keirrison sacramentou a passagem para as semifinais. Os três da capital se classificaram. Alguém duvidaria disso no começo do campeonato? Talvez ninguém esperasse o Toledo como representante do interior.

Adap/Galo e Paranavaí pelo retrospecto do ano anterior eram os mais cotados. O Jotinha começou bem, terminou mal.

Quase 15 mil torcedores no Couto. A torcida que nunca abandona marcou presença para apoiar o time e homenagear o eterno presidente Evangelino Costa Neves. Foi uma tarde emocionante no Couto. Tudo conspirando para a vitória.

Alguns torcedores vaiaram o K9, mesmo com os gols marcados. Uma manifestação contra a provável saída no artilheiro quando Paranaense e a Copa do Brasil acabarem. Ele respondeu com as mãos em concha no ouvido, pedindo para ouvir seu nome.

Não é hora de atritos. Não precisamos disso. Primeiro a torcida precisa entender que o futebol virou negócio e que, nenhum clube brasileiro consegue sobreviver sem negociar seus craques. Se K9 vai para o Palmeiras tão cedo é porque, em algum momento, alguém não acreditou no investimento. Uma pena.

Por outro lado, K9 precisa entender a angústia da torcida. O Coritiba precisa montar um time forte para fazer bonito neste Brasileirão, para, depois, “arrebentar” no ano do centenário do clube. Os piás do Couto fazem parte desse time dos sonhos da torcida.

Na semi-final, vamos encarar o time da gralha. Nada de extraordinário. O Coxa tem condições de garantir a classificação no primeiro jogo, no Alto da Glória, embalados pela massa alviverde e pelo espírito vencedor do campeoníssimo Chinês.

Pra cima deles, verdão!

Mas, uma pergunta que não quer calar: será que o pessoal lá de baixo entregou o jogo para fugir do confronto com o Glorioso?

Ma che paura!!

Fique com Deus, Chinês!

Sáb, 05/04/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Quando Evangelino Costa Neves deixou a presidência do Coritiba, os adversários celebraram. Não era para menos, o Chinês, a velha raposa, a lenda era mais importante para o Coxa do que um atacante artilheiro ou um craque da camisa dez.
Evangelino foi o maior presidente que o Coritiba teve. Numa época em que o amadorismo prevalecia no futebol, o Chinês tirava leite de pedra. Evangelino conseguia montar esquadrões imbatíveis, contratava jogadores e treinadores de renome.
Além dos inúmeros campeonatos estaduais, foi com ele que o Coxa ganhou destaque nacional. Primeiro com as excursões - naquele tempo os clubes excursionavam pela Europa, e não era pra vender jogador não, eles só pensavam em vencer os jogos, elevar o nome do Coritiba e bem representar o futebol brasileiro – depois com o título do Torneio do Povo e, para culminar, o campeonato brasileiro de 1985, ganho no Maracanã, com mais de 100 mil torcedores.
Evangelino era carismático e vencedor. Um presidente além do seu tempo, que terá seu nome guardado no coração dos coxas-brancas para sempre.
Quem o conheceu conta que era afável e predestinado. O amor pelo Coritiba não cabia dentro do peito.
Evangelino, uma lenda.


Formulário de Busca


2000-2008 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade