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Um a zero foi goleada

Seg, 31/03/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria


Domingo, no Alto da Glória, um jogo que parecia luta de boxe. De um lado o time maringaense que bate até na sombra, naquela de intimidar pela violência. Do outro o Coxa, que não fugia do embate, tentava se esquivar e jogar o jogo.

Se o capitão Jéci não tivesse feito o gol que levou o garnisé ao nocaute, talvez vencêssemos por pontos. O Verdão foi melhor durante todo o jogo. Perdemos alguns gols, sofremos com a complacência e incompetência do senhor Cuque e tomamos alguns sustos (pra variar).

Com o Galo encolhido e mesmo dominando completamente o adversário, mas sem abrir a vantagem, Dorival Júnior se viu obrigado a modificar o time. Lá se foi o Pedro Ken, que não vinha bem, fazer a ala direita. Nova chance pro Henrique Dias. A pressão pra cima dos pés-vermelhos continuou. A impaciência da torcida também.

No final para satisfação geral, a retomada do caminho rumo à classificação e decisão do título. Olhando por este lado, o um a zero foi goleada.

No final, parte da torcida vaiou o time. O apupo não era para àquela apresentação, talvez nem fosse para os jogadores, que demonstraram raça e dedicação. Talvez tenha sido para a semana negra que passamos ou para os dirigentes (os que ficaram ou aqueles que abandonaram o barco). Sei lá.

Não podemos nos dispersar diria aquele presidente do impeachment. Que o elenco não é o ideal para o Brasileirão, todos sabem. Que precisamos de reforços de qualidade, também. Que não podemos nos enganar, idem, idem.

Só que as chances de conquistarmos o paranaense ainda estão vivas. Este campeonato é dos iguais. Quem de vocês enxerga por aqui um time muuuito melhor que o nosso? Quem?!

Ufa! A tempestade passou

Sáb, 29/03/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Depois do vendaval que aconteceu lá pelos lados do Alto da Glória, o Coxa entra em campo de novo. Desta vez, no Couto, mas novamente com a obrigação de vencer. Precisamos de duas vitórias e, no grito da torcida, vamos buscá-las.

A hora é agora. Vamos aproveitar o fim da ressaca e colocar as coisas nos seus devidos lugares. O futebol atual não é para amadores. Está cheio de cobras criadas por aí. Precisamos ter as nossas também.

Antigamente, uma campanha “compre craque que a torcida garante” até funcionava. Hoje, o dinheiro que vem da bilheteria não dá nem pra manter as categorias de base. É preciso muito mais do que isso. É preciso planejamento e criatividade. Uma gestão profissional.

Vamos falar de futebol que é o que importa. Contra o Galo, uma mudança que me agrada: a entrada do Douglas Silva. Ele marca como o Veiga, mas chega mais ao ataque… até faz uns golzinhos de vez em quando.

Ao natural, Carlinhos Paraíba achou lugar no time. Torcedores pernambucanos avalizam o seu futebol e garantem que ele não sai mais do time. Tomara. No domingo, vamos reviver nossa sina: a torcida que nunca abandona, com a ajuda dos jogadores em campo, vai garantir mais uma vitória.

Precisa dizer mais?
Veja abaixo o levantamento das médias de público pagante no campeonato paranaense de 2008.

Mesmo com apenas um clássico disputado no Couto Pereira, o Coritiba tem a melhor média da competição.

E olha que os caras abusaram no merchan e nas pirotecnias. Na vila teve vôo da gralha e na baixada, ressuscitaram até o time de 49.

UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER SE CALAR: QUANDO TEREMOS DE VOLTA CRAQUES COMO ESTES?

Sex, 28/03/08
por luiz claudio massa |
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Era tudo o que não precisávamos

Qua, 26/03/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Brigas internas, fofocas externas. Suspeita de que ratazanas desviam nossos parcos recursos. Guerra de vaidades, declarações por meias-verdades. Era tudo o que não precisamos. Não precisamos de atritos nem de revanchismo. A eleição é uma página virada. A hora é agora.

Não podemos é perder o bonde da história. Presidente Cirino, assuma as suas responsabilidades. Se cerque de pessoas confiáveis e honestas. Profissionais e coxas-brancas a toda prova.

O futebol mudou. Os relacionamentos com atletas e dirigentes, também. Há que se ter estômago forte para lidar com estas estranhas entranhas e peito de remador para enfrentar, com coragem, os desafios de “tocar” um time de massa como o Coxa. Quem se habilita?

Não deu pro Tonico Xavier. Talvez, fosse um fardo muito difícil de ele carregar. Um aperto de mão, uma carta de agradecimento pelas boas intenções de agora e pelos bons serviços prestados anteriormente. Vamos mudar o rumo dessa conversa. Vamos fazer um time que honre nossa camisa.

Sem luz própria
A única certeza que se pode ter quando este time do Coritiba entra em campo é olhar o resultado da partida. Se vencermos, tudo bem. Se formos derrotados, tudo mal. Isto porque a equipe até aqui montada não consegue deixar nenhum brilho aos nossos olhos, apesar de ainda continuar mantendo a nossa chama acesa.

Esse time não tem alma, não tem luz própria, ao contrário, é bastante enfadonho e previsível. Isso se deve a inexperiência de alguns jogadores e a falta de qualidade técnica de outros. Não temos um líder dentro de campo.

Se a presença de Keirrison é fundamental, quando ele some, fica difícil encontrar coisas boas. Por exemplo, quando Henrique Dias não está bem, Dorival Júnior manda a campo Matheus, um meia-atacante. Se Rubens Cardoso está inoperante, a resposta vem com Ricardinho. Precisa dizer mais alguma coisa?

Hoje no Barigüi, o J. Malucelli impôs maior presença física. Sem medo da nossa camisa e da nossa tradição, com mais gana e vontade de ganhar. Os jogadores sentiram a pressão e a equipe parou, inconscientemente. Quando acordou, o primeiro tempo tinha terminado daquele jeito.

Por não termos atacantes de referência ou força física, só um fato extraordinariamente novo poderia fazer a diferença.

A luz no fim do túnel veio com Carlinhos Paraíba e os chutes de longa distância. Vieram os gols e o melhor resultado quase buscado. Faltou pouco naquele bom segundo tempo. Faltou muito o jogo todo.

Paciência. É só paciência que nos pedem. Time em formação é o que ouvimos. Os resultados virão, prometem.

Se continuarem jogando assim, será mais fácil perguntar o resultado final do jogo do que ter a fantasia de ver o time jogar. Para uma torcida que nunca abandona, é muito pouco.

Desencontros

Qua, 26/03/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

Não é nem pelo Léo Mineiro. É que estas contratações feitas na louca, sem critério, no afogadilho, só para dizer que contrataram, ficam difíceis de entender… e de apoiar. Dá pra notar que o tal “planejamento” não existe ou começou a falhar.

Não é nem pelo Léo Mineiro. No entanto, como vamos aplaudir a contratação de um “tão esperado” atacante, quando o jogador que trazem é reserva no Mirassol e o clube paulista nem fez esforço para mantê-lo até o final do campeonato, diga-se de passagem, com o time ainda com chances de chegar às finais?

Vão dizer que muitos desconhecidos se deram bem por aqui. Que não dá pra detonar o contratado antes que ele tenha chance de mostrar o seu jogo. Que o julgamento é precipitado. Tá bom, não falo mais nisso. Já que não tem tu, vai tu mesmo. Me desminta, Léo Mineiro! Arrebente com as defesas adversárias e honre o manto alviverde.

O pior de tudo é o desencontro da diretoria. Um diz que não tem nada com isso, outro que não pediu e muitos “nem conhecem”. De vez em quando é bom marcar uma reunião para colocar os assuntos em dia. Tá certo que o mercado da bola anda complicado, mas é preciso atitude também fora de campo.

Keirisson
O blá-blá-blá começou outra vez. Keirisson vai embora. Desta vez, já tem até data para dizer adeus. Dizem que vai jogar o paranaense e a Copa do Brasil para depois se apresentar no outro alviverde.

Não vou chorar. Vou só lamentar a falta de visão dos dirigentes que não fecharam um contrato maior com nosso artilheiro. O único pedido é para que peguem a merreca da venda do K9 e tragam gente boa.

Tenho pra mim que a negociação com o argentino ficou condicionada à venda do Keirisson. Quando ele embarcar pra São Paulo, o gringo chega de Buenos Ayres. Vamos conferir.

Dá-lhe Verdão
No Janguitão, só a vitória interessa. A torcida Coxa vai invadir o Barigüi. Os comandados do Dorival Júnior nos devem uma boa apresentação. Sem acomodação DJ.

No dia 2, vamos encarar o São Caetano pela Copa do Brasil, por isso precisamos resolver logo a classificação às finais do Paranaense.

Pajelança
A arte de iludir surpreende. Escapa ao nosso senso crítico. Engana os nossos sentidos, em geral a nossa visão. É por isso que muitos acreditam que torcem para um time “grande”. Que o futuro do futebol está em Dallas ou num time semi-profissional da China. Que a força de uma torcida se mede por alguns nomes nobres (outros nem tanto) e não pela massa presente no estádio. Ainda mais quando o ilusionista é o “dono” do time.

Viu como também leio seu blog, Pajé? Por falar nisso, para você que “criou” a caveira, deve ter sido difícil engolir o poodle que atirou uma balinha freegels no adversário.

Porco na cabeça

Dom, 23/03/08
por luiz claudio massa |
categoria Sem Categoria

O Coxa sucumbiu na terra do porco no rolete. O gol aos 48 minutos do segundo tempo fez com que o resultado espelhasse o que foi o jogo. Sonolento e previsível, o Coritiba não jogou absolutamente nada, se acomodou com o empate e saiu com uma merecida derrota.

Parecíamos um time pequeno. Mesmo com o jogo a nosso favor, devido à superioridade técnica dos nossos jogadores, não impomos um melhor futebol. O que faltou? Velocidade, determinação, a tal da atitude e a vontade de vencer. Deu sono no domingão.

Isso tudo era previsível. Na relação dos jogadores que passaram a Páscoa em Toledo só dois atacantes: Keirisson e Henrique Dias. Era de se esperar um time cauteloso, mas por que? Uma vitória, praticamente, nos garantiria a passagem para a próxima fase. Não vamos crucificar o treinador, mas ficou difícil arrumar uma desculpa para tal fracasso.

É claro, nem tudo está perdido. As chances de classificação ainda são enormes. Restam três jogos: dois no Couto Pereira e um no Parque Barigüi. Cá entre nós, com a maioria da torcida alviverde no Janguitão não dá pra dizer que é um jogo fora de casa. São jogos decisivos e só as vitórias interessam.

Estas apresentações irregulares só reforçam aquilo que a torcida está careca de saber: temos uma base apenas razoável, precisamos de reforços.

Outra constatação: só a torcida que nunca abandona faz esse time jogar pra ganhar.

Na surdina

Sex, 21/03/08
por luiz claudio massa |
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Definitivamente, prefiro que as contratações sejam anunciadas quando tudo estiver sacramentado. A assinatura posta no pé da página. O boleiro vestindo o sagrado manto alviverde, beijando o escudo e ao fundo aquela indefectível parede com as logos dos patrocinadores.

Esse negócio de alardear aos quatro cantos, enviar comitiva com a cobertura da mídia, causa uma angústia desnecessária. Vem ou não vem? Fechou ou não fechou? E se não vier, como fica a reputação do presidente que foi lá, bater o martelo e não conseguiu? Uma excursão dessas pra fechar o negócio só valoriza o boleiro.

No entanto, se a mala voltar vazia, nada de desânimo. Nessa hora em que os clubes se desesperam atrás de craques que resolvam em três jogos aquilo que o elenco todo não conseguiu em três meses é preciso muita calma.

Lembram daquele caminhão que despejava dezenas de jogadores, e que um mês depois, vinha buscá-los de volta? Pois é, mudou o endereço da entrega e está descarregando essa turma lá pros lados do time de baixo. Só nesta semana foram anunciados mais quatro bondes.

Chega disso no Alto da Glória e nessa questão a nova diretoria já merece o crédito. As contratações estão sendo feitas com cuidado, não para encher a prateleira e aumentar a turma do chinelinho. Não estamos com a corda no pescoço, apesar de grande parte da torcida, inclusive eu, esperar por alguns nomes de peso (não confundir com ex-atletas fora do peso) para qualificar o time.

Também não precisamos atazanar permanentemente a cabeça dos diretores. Acho que eles já perceberam essa necessidade e na hora certa trarão os reforços que a torcida que nunca abandona aguarda. Temos um objetivo a cumprir: fazer uma excelente campanha no Brasileirão. Tudo ao seu tempo. Estamos no caminho certo.

Merchan às avessas
Por falar em patrocinadores, três perguntas que não querem se calar:

- Já que dizem que a Unimed-Curitiba é a mais rentável do Brasil, por que só a do Rio investe no futebol?

- Volkswagen, Fiat e GM patrocinam times em todo o Brasil, e a Renault que é daqui, nada?

- Quem conhece alguém que tenha um celular do patrocinador do meio-estádio?

Alguém pode explicar?

Mudou o foco
Nada de 1949 nem de invencibilidade, muito menos de futebol. Não falei que o foco seria mudado? O tema principal é CT. Ninguém gosta de falar daquilo que lhe incomoda.

Na foto, do Clarin, Ariel Nahuelpan festeja o gol de cabeça na vitória sobre o Belgrano. Não parece o Gustavo?

Qua, 19/03/08
por luiz claudio massa |
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O primeiro gringo

Qua, 19/03/08
por luiz claudio massa |
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Dentro de alguns dias - se o presidente Cirino não passar a perna na galera que cobre o dia-a-dia do clube - Ariel Nahuelpan, o artilheiro do Nueva Chicago, um clube de Buenos Ayres, do significativo bairro de Mataderos, deve fazer pose com a camisa coxa-branca.

A camisa que ele usa, por enquanto, lembra a do extinto Primavera. Pra quem não era nascido, um time profissional do final da Mateus Leme, no Taboão, comandada pelo Pedroso de Morais (aquele do tapete). No estádio deles, os jogadores se trocavam numa casinha e passavam uma ponte, por cima do alambrado, para chegar ao gramado. Podem acreditar!

O sino da igreja não vai tocar e nenhuma bandinha estará presente no Afonso Pena para receber o matador argentino, com sobrenome azteca. Também, não é por isso, que não vamos botar fé e aplaudir a iniciativa dos dirigentes alviverdes. Como o mercado de jogadores aqui na terra brasilis virou um balcão de negócios, o negócio é desbravar novos mercados.

Pelas notícias vem com os direitos federativos (o velho passe) comprados pelo Coxa. É assim mesmo: temos que servir de vitrine para nossos próprios jogadores.

O site do Nueva Chicago deve estar “bombando”. A torcida que nunca abandona está ávida de notícias sobre o artilheiro. Menos mal que o Dorival Júnior disse que acompanha o atleta há bastante tempo.

Alguém falou que o futebol dele parece com o do Keirisson. Apesar da pródiga comparação, o K9 precisa é de um companheiro de ataque com características diferentes da sua. Tudo bem, sem cornetagem: tomara que façam uma dupla que aterrorize.

Ele nem chegou e já queremos mais. O Verdão precisa se qualificar ainda mais. Queremos avançar na Copa do Brasil e o Brasileirão já começa em maio. O tempo passa rápido.

No Paranaense, uma viagem ao oeste, depois de uma semana importante de treinamentos. Ninguém espera outra goleada, mas uma vitória sobre o Toledo Colônia Work (veja do que os marqueteiros são capazes) confirmará nosso crescimento e nos fortalecerá. Pra cima deles, Verdão.

Camisa campeãOficialmente, não vão mais fabricar a camisa campeã do ano passado. A notícia só é boa para os camelôs que vão vender no paralelo. O que você achou disso? Opine!

Na foto, do Clarin, Ariel Nahuelpan festeja o gol de cabeça na vitória sobre o Belgrano. Não parece o Gustavo?

Ao mestre, com carinho

Seg, 17/03/08
por luiz claudio massa |
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O nosso guru mestre Renê Simões não deve ter gostado do que viu no primeiro tempo. Nem eu. Aliás, ninguém. Na defesa perdíamos no embate corpo-a-corpo com os atacantes do Malita. Maurício, Veiga e Jéci perdiam todas as trombadas. Sabe aquela desculpa de que os treinadores gostam: “estamos perdendo a segunda bola”, ficou nítida no jogo de ontem. Estávamos mesmo. Só não levamos gol porque o Edson Bastos continua em forma.

Com o esquema armado pelos maletas, ficou difícil de o nosso time jogar. Leandro se desdobrava para “fechar” a zaga e Marlos, em vão, tentava criar alguma coisa no ataque. Quando Pedro Ken ganhava pouco, jogava mais. Com o gol de Tamandaré, as coisas se acalmaram. O time do Barigüi teve que sair mais. A preocupação que era só nossa, se dividiu.

Veio o intervalo e a prancheta do Dorival Júnior funcionou. No contra-ataque, o Coxa levava perigo. Lá em cima, Renê devia estar imaginando: era um jogo pro Gustavo (ou para um centroavantão qualquer). As jogadas já saiam, mas Keirisson e Henrique não se entendiam. K9 porque foge das divididas e HD porque está para ser lançado e não ao contrário.

Com a entrada do Matheus, perdemos algumas chances boas para ampliar. Em uma o carequinha saiu pro lado errado e Keirisson se atrapalhou. Noutra, Ken demorou para lançar. Naquela altura, a defesa já tinha recuperado a imposição física. A entrada do Douglas foi providencial. Veiga cansou. Até o Pedro entrou no jogo.

Depois do dois a zero. Mais um do K9. Apático no primeiro tempo, ele mereceu o gol no segundo. Viu como da pra chegar à linha de fundo, Rubens Cardoso? DJ teve o seu lado professor Pardal, colocando Ricardinho no meio. Até que melhorou a marcação. A mala estava fechada e o Coxa na liderança, pra festa da torcida que nunca abandona.

Minha filha Fernanda, que quase desistiu do Couto, me lembrou: a torcida cantou o jogo inteiro. Um show à parte.

Renê Simões
É o cara! Nem o considero um dos melhores treinadores que já passaram por aqui. No entanto, o Bigode tem liderança, carisma e trabalha as questões emocionais como nenhum outro. O trabalho motivacional que fez no ano passado é mesmo digno de um livro. O respeito que os jamaicanos (e a massa coxa-branca) têm por ele chega a emocionar. Ontem, no Alto da Glória, seus comandados estavam mais felizes do que pinto no lixo. Sem perceber, o caminho dos Reggae Boys para mais uma Copa do Mundo está traçado. Sou jamaicano desde pequenininho.

Chororô
Vai ser uma semana difícil para os meus ouvidos. Os periódicos vão falar de meios-estádios, CTs do outro mundo, do marqueting. Só não vão falar que eles estão na lanterna.


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