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O início de uma nova era

Seg, 06/10/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Como é bom começar a semana do nonagésimo nono aniversário na boca do povo.  A vitória sobre o qualificado Inter nos colocou nas manchetes de novo.  Vai ser uma semana festiva (só para os torcedores, viram pupilos do Dorival). A começar por um megajantar no Madalosso. 

 Nosso time voltou a ficar na tocaia do G4. Basta conferir quem está na nossa frente para reconhecer que nossa campanha é um sucesso. É bom saber que o Coxa, nas últimas 10 rodadas, tem algo maior porquê lutar.

Para quem não se lembra, nosso aniversário de 99 anos é no dia 12. Não entendo direito, mas parece que é quando acaba o nosso inferno astral ou setembro negro. Então podemos esperar mais vitórias e belas apresentações neste mês.

Os amigos, amigas e simpatizantes do Glorioso, estão percebendo, pela repercussão dos comentários de que começamos a incomodar a tropa adversária. Enquanto a campanha era de regular para boa, davam tapinhas nas nossas costas e nos incentivavam a acreditar em uma Sulamericana. Bastou ladearmos ou ultrapassarmos os xodós de sempre, começaram a nos cutucar.

Não é hora de estufar e sair contando vantagens por aí. Vamos continuar no pianinho, que é o que está dando certo para nós. Vamos pensar nas palavras que o nosso boss Dorival Júnior diz em suas entrevistas. Sabe aquela do cara que se finge de morto para “pegar” o coveiro. Invariavelmente é por aí o discurso do homem.

No sábado, encaramos a Lusa. Os patrícios sempre complicam a nossa vida quando o jogo é no Canindé. Não será diferente. Jogo duro. Por enquanto, nós em busca de mais três pontos para consolidarmos nossa posição como sexta força do campeonato. E a Portuguesa lutando contra mais um rebaixamento. Duvido que algum Coxa ache que vai ser moleza?

Por falar nisso, bom jogo para assistir em Sampa. O estádio fica mais ou menos perto do terminal. Pessoal das organizadas: que tal armar uma invasão, no bom sentido, é claro. A onda verde invadindo o Canindé. Bonito de ver e participar.

Entre idas e vindas, acho que o DJ “achou” o time ideal. Poderíamos batizar o sistema de jogo como”binário”, igual aos que encontramos pela cidade. Se Alê fica, Donizetti vai. Se Ricardinho desce, Paraíba cobre. Se K9 toca, Ariel devolve limpinha: barbante. Tá bonito.

Nesta semana começam os preparativos para a festa do “falta um pra cem”. O pessoal do marketing está preparando baitas novidades. Vamos ficar de olho. O antenado Álvaro , nosso parceiro, arrisca que vem coisa grande por aí. É esperar e comemorar. 

Não posso esquecer de uma palinha: não abandonem a nossa musa Mayra. Daqui uns dias, começa a fase final e, assim como no Brasileirão, vamos colocá-la no G1. A gata merece.

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Goleada galática

Sáb, 04/10/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

coxa_inter.jpgFALA COXA! Mas, bah, tchê. Que jogo. Que galera. Que chuva. Que time o nosso. Patrolamos o Colorado. Mostramos que não estamos na primeira divisão a passeio. Viemos aqui buscar algo mais. E merecemos essa goleada galática.

Como imaginávamos, o jogo seria pegado. Tirando o trio de ataque e o jogo aéreo, principalmente do tal de Índio (com todo o respeito) o Inter é um time igual aos outros. Alex: bom demais. D’alessandro, sumido. Nilmar, muito rápido. E o Coxa? Muito melhor.

Até encaixar a marcação, eles mandaram no jogo. Fizeram um gol em um descuido nosso. Deixamos o ala direito sozinho e tivemos azar no toque final. Sorte que, pouco tempo depois, Clemer fez a lambança e o Índio (não falei?) empatou pra nós. A galera coxa incendiou. Tivemos algumas chances de desempatar e eles, também.

No segundo tempo, voltamos melhor. A tabelinha Keirrison e Ariel (El Loko) terminou com a finalização perfeita do K9. Saiu do chão, a torcida do Verdão. Dorival, quem diria, enxergou a fraca a atuação do R. Lopes e colocou o Marlos para enxuriçar por aquele lado, sacrificando a marcação.

Nos próximos minutos, o que se viu no Couto foi uma massacre. Maurício fez o dele e K9, mais um. Tava pelada a coruja. O Inter escapou de levar um sacode ainda maior. Ariel de cabeça e Donizetti pela direita poderiam ter marcado. K9 quase deixou mais dois, mas, a falta de sorte e o campo pesado não deixaram a bola entrar.

Sofremos um golzinho daqueles. 2 a 4. No final, mesclamos raça e qualidade, fazendo o tempo passar. Era hora de repor as peças que estavam desgastadas. Alex Silva entrou descansado e Bernardi pra segurar lá atrás.

Três pontinhos suados, mas que não poderiam ter vindo em melhor hora. Estamos vivos na competição. O G4 está logo ali. O melhor é que o Coxa, poucas vezes, foi dominado. Muitas vezes, dominou.

Difícil citar os destaques. Alê foi soberano. Donizetti acompanhou bem. A defesa suou, mas marcou com efetividade. Ricardinho poderia ter aproveitado a avenida pela sua ala. Tamandaré, enquanto teve folêgo, foi bem.

Paraíba jogou como queria e como esperávamos. Sem posicionamento fixo, subiu de produção. Ajudou a construir a goleada.

A dupla sensação, Keirrison e Ariel merece um capítulo à parte. Parece que se conhecem faz tempo. O El Loko acorda o K9 com sua garra e raça. Pra ele não tem bola perdida. Por seu lado, nosso artilheiro parece ter ensinado o gringo nosso toque de bola. A dupla já deu liga. A foto é do Hederson Alves , da Gazeta.

E a torcida que nunca abandona deu um show, à mesma altura dos jogadores em campo. Mano véio, choveu muuuuito e ainda está chovendo. Quase 20 mil no Couto foi um baita público. Legal que a maioria saiu arranhando a garganta de tanto cantar. Valeu a pena.

Gaudério destemido

Do pescoço colorado

Conte o que você viu:

O Coxa é um dos grandes do Brasil!

Putz, a rima é pobre, mas nosso time é bom pra carai.

Libertadores ou Sulamericana?

Sex, 03/10/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Vamos pro jogo. O Coritiba define suas aspirações no campeonato neste jogo contra o Inter no Couto. Agora não tem xororô. É a decisão de qual torneio intercontinental disputaremos no anos do nosso centenário. Ou a exitosa Libertas ou a desacreditada Suleca. Eu prefiro a primeira.

Na última hora o desfalque de Guaru. Mesmo que, na condição de reserva, o baixinho possibilita boas invenções para o Dorival. Pode jogar na ala, na contenção e, até na armação. Junto com João Henrique e Heffner é o desfalque da vez.

Dorival acena com a entrada do Marcos Tamandaré na direita e a manutenção de Donizetti e Alê no meio. Assim, Carlinhos Paraíba pode se soltar mais e fazer o que gosta: arrematar a gol. Vamos ver se dá liga.

 Ariel e Keirrisson devem formar a dupla de ataque. O tipo de jogo que se apresenta tem a “cara” do gringo. Tomara que ele contagie o K9. Nós queremos é ver gol.

O adversário mescla o jogo pegado na defesa com meias e atacantes rápidos e habilidosos. Não vai ser fácil. O gringo fuderosão deles não joga. Melhor pra nós.

A torcida Coxa está impossível. vem batendo recordes a cada semana. Talvez o público seja menor do que o do clássico, mas muitos gaúchos virão para ver a nossa festa. Dentro de campo e nas arquibancadas.

Nunca, neste ano, o time precisará do apoio incondicional da torcida para sair com um resultado positivo. Como disse DJ, lá no jogo de ida: não podemos servir somente de sparring para o colorado. Temos que agredir, pressionar, atacar, ou o que quer que seja.

Vamos lotar o Couto e alentar o time até o apito final. É a nossa obrigação.

Uma vitória nos recoloca na briga pelo G4. Nossa sina é lutar.

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

Meio que desorientados fomos enfrentar o Inter no Beira Rio. Aliás, nem parece que aterrisamos em Porto (como dizem). No jogo, não conseguimos encaixar nada. Nem ataque nem defesa. K9 voltava de contusão, tava assim-assim. Deixamos Alex brincar no ataque deles. Quando o jogo estava um a zero, o juizinho deixou de marcar um pênalti CLAMOROSO no Marlos. Faz parte da nossa pena. Foi a pior partida do Coxa na competição. No restante do Brasileirão nunca mais jogamos tão mal assim. Xô! coisa ruim!

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No limite

Qua, 01/10/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Lá vamos nós, começar a preparação para mais um clássico. A cantilena será a mesma: precisamos vencer, necessitamos da vitória, o jogo é de seis pontos, só o triunfo interessa, meio a zero é goleada.

É claro que acredito que somaremos três pontos. Mesmo sem conseguir, semana após semana, acrescentar os pontos que precisamos para entrar no G4, não nos distanciamos muito da turma. Nesta semana ganhamos a companhia do Goiás e do Inter, mas parece que não seremos mais acompanhados pelos baianos do Vitória.

O confronto contra o Colorado gaúcho é o nosso limite definitivo: ou continuamos sonhando com a Libertadores ou nos contentamos com a Sulamericana no ano do centenário. Jogo duro. Os caras gozam do conceito de melhor elenco da temporada. Os investimentos foram muitos. Bem diferente do Coritiba que está com o orçamento reservado para três frentes: manter o salário em dia, renovar com jogadores importantes e preparar a festa centenária.

Nada disso nos impede de dar o troco nos ruborizados, pois no Beira-Rio fizemos nossa pior partida. Naquela tarde, o time não se encontrou em campo. No Couto, com certeza, vamos à forra.  Pra variar, casa lotada. Tá dando gosto participar do nosso principal compromisso de fim de semana. A bela foto é do Valquir, colaborador do Coxanautas.

Dorival Júnior deve estar com a cabeça fervendo: Além de armar um esquema ofensivo que sufoque o Inter em seu campo, precisa anular as principais peças do adversário, que não são poucas. Alex e o Cabezon no meio de campo; o veloz Nilmar na frente; e o perigo da bola alta (sempre ela). Já encheu o saco ver o tal do Índio fazer gol de casquinha no primeiro pau.

João Henrique e Heffner estão fora. A história também se escreve por linhas tortas. É uma boa hora para a volta do tamandaré (melhor na marcação) e para efetivação do Guaru no meio (ele dá mais qualidade e velocidade). DJ tem mais um tempinho para treinar a nova formação e surpreender a gauchada. O último Coxa x Inter no Couto, mesmo com nossa vitória, é de triste lembrança.

Os ecos do Atletiba ainda são ouvidos pela cidade. Estão fazendo um cavalo de batalha por causa de uma faixazinha tomada como troféu e picotada na arquibancada. Não ouvi ninguém falar das camisas alviverdes queimadas por eles. Isso sempre existiu e faz parte da zoação geral. Querer transformar isso em caso de polícia, acho sensacionalismo. Existe outros tipos de vandalismos provocados por ambas as torcidas que precisam e devem ser energicamente combatidos.

Lá vem o filho ou sobrinho do Mauro com mais uma notícia fora de época e de contexto. Pô, o contrato do Paraíba só termina em 2010. Deixem nossa diretoria trabalhar. A pergunta que nãop quer se calar é por que não vão xeretar no contrato dos trezentos chinelinhos que passeiam de pelo CT do Tatuquara?

Meio contrariado, fui com amigos ao jogo em que o Chivas deixou o Caparanaense bêbado. Tinha até uma bandeira mexicana (cores verde, branca e…fazer o quê, vermelha). Como gosto do futebol bem jogado, passes e jogadas bem tramadas e a “guerra” dos esquemas táticos, não posso comentar sobre o que não existiu. Quanto ao placar, he he.

Torcedor coxa-branca vá reservando seu lugar para o jogão de sábado. O bicho vai pegar. Nosso gringo vai mostrar que é melhor do que os deles. Viu como o mercado portenho deve ser melhor explorado, Cirino & Cia?

 G4! Ainda boto fé!

O jogo do Ariel

Dom, 28/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Pra iniciar os trabalhos já vamos detonando: nossos adversários são muito ruins. Os caras não conseguem tramar uma jogada sequer. Os ruborizados praticam o futebol-pescoção. Quando conseguem colocar a bola chão é por que o árbitro apitou uma faltinha (não importa o lugar do campo). Logo vem um deles e dá um chutão pra área e, seja o que Deus quiser. Sabe aquele estilo “futebol de fazenda”? É assim que eles jogam.

Como todo time que reconhece suas limitações, eles entraram em campo pra se defender. Foi assim que o treinador deles colocou dois alas para só, e somente só, marcar os nossos. No primeiro tempo conseguiram. Heffner e Ricardinho pouco fizeram. Lógico que os deles também não. No mais é disputa de bola em cada metro quadrado do campo.

Não fizemos um bom primeiro tempo. Tínhamos a posse de bola, trocavamos passes com tranquilidade (às vezes até demais) mas não levamos perigo ao gol do adversário. Também não corremos riscos. As bolas cruzadas na área estavam sempre sob o nosso controle.

Ariel já começava a se destacar: disputava todas as bolas e incomodava a zagueirada. Pro gringo não tem bola perdida. João Henrique e Paraíba eram muito bem marcados. Onde iam sempre tinha alguém deles a acompanhá-los. Tivemos chances de chutar de fora da área, mas não arrematamos.

Na volta do segundo tempo, eles adiantaram a marcação e começaram a enxuriçar a vida da nossa defesa com cruzamentos e escanteios. Num deles, desantenção. Um a zero pros caras, meu.

Como todo time que reconhece suas limitações, no mesmo instante, tiraram um atacante figurativo e colocaram mais um pra fechar o meio. Foi o que bastou para o Coxa virar o disco. Dorival Júnior colocou Marlos e Silvy, desmanchando qualquer esquema previsto. Não é que deu certo?

Marlos partiu pra cima da defesa deles e Silvy abandonou a ala, virando um autêntico ponta direita das antigas. Partia pra cima do pseudo lateralzinho deles e ganhava todas. A torcida sentiu o embalo do time e foi junto. Perdemos boas chances, com Marlos, Silvy e Keirrison. O empate estava próximo.

Ele veio com o melhor jogador em campo: Ariel Nahuelpan. O gringo acreditou na jogada de Marlos, que havia roubado a bola do número sete deles, e com coragem enfentou a dividida com o goleiro falador e fez o seu primeiro gol com a camisa alviverde. Ariel comemorou nos “braços” da torcida.

O Couto tremeu. O Coxa foi pra cima e a torcida ruborizada ficou muda. Ainda perdemos boas oportunidades com Keirrison e com Ariel que chegou atrasado em bolas que pipocaram na área.

Guaru entrou no lugar do Paraíba e mostrou que tem lugar no time. O adversário que marcava o Paraíba ficou sem saber o que fazer, deixando espaços para as descidas de Silvy e Marlos.

O Coxa dominou até o fim do jogo. Martelou a defensiva deles, mas os lances de perigo foram rareando. No final, o empate e a certeza de que poderíamos ter vencido.

Ariel foi o nome do jogo. Silvy, Mancha e Felipe também se destacaram. Maurício travou um duelo interessante com o atacante deles. Ganhou umas perdeu outras, mas anulou a única jogada rubra.

Dorival demorou a perceber que nossos alas estavam muito marcados. No entanto, teve coragem em colocar o time pra cima com as substituições. Armou bem a defesa com a volta de Felipe e apostou no gringo como companheiro de do K9 (este, apesar da movimentação, não estava nos seus melhores dias.

Estamos nos distanciando do G4, mas ainda temos chances. Não vamos deixar de acreditar.

34 mil torcedores no Couto, com a torcida COXA calando os rivais que só vibram nos escanteios e faltas. Uma tarde de festa e de um futebol mediano.

Valeu pela luta e determinação. Afinal, era um Atletiba.  

O jogo da arrancada ou arrancadão

Sex, 26/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Tá chegando a hora de mais um Atletiba. Tá certo que o clássico nunca será um jogo qualquer, mas este tem tudo para ser lembrado durante muitos anos. A disputa poderá marcar o início da nossa arrancada final rumo à Libertadores/2010.

Uma vitória nos deixará ainda mais motivados para o último degrau da competição. Couto lotado, torcida empolgada e os jogadores super-concentrados. O cenário ideal para a arrancada está, praticamente, montado.

Do outro lado, um adversário difícil de ser batido (senão não seria clássico), tentando sair da degola. Jogo duro. Pegado. Se o nosso time é mais forte, o deles está com a corda no pescoço. É o pior dos confrontos: o mais “fraco” sai dando tiro pra tudo que é lado. Com equilibrio e qualidade podemos nos imunizar aos sustos que hão de vir e usar o desespero do adversário a nosso favor.

Nem vou falar da escalação. Dorival Júnior vai ter que colocar o time fungando no cangote dos rubros. Só a vitória interessa ao Coxa. É atrás dela que jogaremos o tempo todo. Como dizem, meio a zero já está bom. Se pudermos fazer um placar que ateste nossa superioridade atual, melhor ainda.

Nas arquibancadas é só festa. Na nossa casa vamos usar tudo o que temos direito. O dia em que descerem do pedestal é nos tratarem com decência, a recíproca virá, tenho certeza. Por enquanto, bumbos, bandeira, faixas, papel picado e outras surpresitas, só do nosso lado. Tudo isso, mais o canto da torcida que nunca abandona farão tremer os rivais.

 Aos jogadores que entrarem em campo, a lembrança de que só fica pra história do clube, aqueles que vestirem com raça e dedicação o sagrado manto alviverde nos momentos mais importantes. E, esse, é um desses momentos. Vão lá, piazada. façam o que deve ser feito e terão nosso apoio incondicional.

No Alto da Glória vale zoação e cânticos provocativos. Fora do estádio, só respeito e paz. Que todos os envolvidos nessa festa mantenham a serenidade e fiquem longe dos atos hostis. Meia hora (ou um pouco mais) a vida volta ao normal, seguindo o seu rumo.

Bom jogo pra nós e que eles acordem só na SEGUNDA.

Dá-lhe COXA!!!

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

Fazíamos uma campanha sem brilho, frequentando a turma intermediária da tabela. Fomos pro Joaquim a fim de mudar esse rumo. Como era Atletiba, o jogo foi pegado. No início, seguramos a pressão e cutucamos a defesa deles. Michel perdeu o gol mais feito das histórias dos atletibas. Era o lance do jogo. Depois disso, tudo ficou lá-e-cá.

Depois dos 30 do segundo, ficamos com um a mais com justiça. Pra amenizar a expulsão, sua senhoria marcou um pênalti mandrake. Um a zero pra eles e aexpulsão de um nosso. Não desistimos. Quase no final, Tamandaré fez um golzinho esquisito, ou melhor, um golaço esquisito e deixou tudo igual. Saímos do Joaquim do mesmo jeito que entramos: precisando de vitórias para subir na classificação.

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Favoritismo não ganha clássico, é preciso garra e determinação

Qua, 24/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Semana de Atletiba não passa nunca. A vontade é para que chegue logo o domingo e a bola comece a rolar. Nestes dias é um tal de esconde o jogo daqui, esconde o jogo de lá. Qualquer declaração mais atrevida pode ser usada para motivar o adversário.

Se alguém me der um motivo para um caderno de esporte publicar uma matéria daquela que saiu na segunda (sobre os contratos dos jogadores do Coxa) em véspera de Atletiba, deixo de acreditar em bruxas, mas que elas existem, existem. Semana de clássico e os caras dão destaque para contratos. Há mais coisas entre o céu e a terra… não-sei-o-quê não-sei-que-lá.

É claro que é para desestabilizar o ambiente Coxa. Estou aguardando matérias sobre o laudo do Corpo de Bombeiros, a capacidade máxima do estádio e, é claro, o espaço reservado para “eles”.  Já estamos vacinados quanto a isso.

Só falta alguém escrever que os paranaenses precisam se ajudar. Que não é interessante ficarmos só com um na primeira divisão. E mais blá-blá-blá. Engana-se quem pensa que isto vai tirar o foco do nosso time. Diretoria, comissão técnica, jogadores e torcida não vão entrar nesse “jogo”.

Somos favoritos, não adianta esconder. Somos campeões paranaenses, estamos brigando por uma vaga na Libertadores, jogamos em casa e o nosso time é melhor. Precisa mais? Precisa. É preciso jogar com garra e determinação. É preciso disputar os espaços palmo a palmo. É preciso entrar ligado no jogo desde o primeiro minuto.

Não que o Alê venha jogando mal, mas a entrada do Leandro Donizetti vai dar mais poder de marcação. Paraíba pode sair um pouco mais, principalmente se Guaru começar jogando. No entanto, tudo isso são conjecturas. Dorival não escalou o time ainda. Temos tempo.

Clássico é clássico e vice-versa diriam. Sempre alguém haverá de lembrar de situações em que um time está “caindo aos pedaços” e consegue se impor ao rival. Outros contarão histórias de equipes que tiveram mais de um jogador expulso e venceu mesmo assim. Tudo isso faz parte do folclore do futebol.

Da nossa parte, temos é que preparar a festa. Vamos lotar o Couto Pereira e empurrar o time, o tempo todo. Só a vitória interessa. Nossos planos são altos. Almejamos a Libertadores e faremos tudo para chegar lá.

Uma vitória no clássico e o moral coxa-branca fica lá em cima. É o que precisamos para acabar com a “nhaca” que está sendo entrar no G4.  Também, é entrar para não mais sair. Outra coisa: é só um jogo de futebol. Quando o jogo acabar, a vida continua. Não somos inimigos e, sim, rivais. Teremos muitos atletibas pela frente. Só a zoação básica é permitida.

Enquanto isso, não vamos esquecer da nossa musa. Mayra Maia representa, de verdade, a torcedora coxa-branca. No Atletiba ela vai estar lá, apoiando o time e vibrando com o verdão. Falta pouco para começar a fase final do concurso.  Fique de olho! mayra1.jpg 

Enquanto o jogão de domingo não chega, que tal comentar qual o Atletiba mais marcante pra você. O meu é aquele em que fomos campeões no Joaquim com o gol do Tuta. E o seu? Fala COXA!

A piazada estreou bem no Maraca

Dom, 21/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

paraiba.jpgFALA COXA! Como é bom vencer de novo. Com o final da rodada ficamos mesmo em oitavo, só que a três pontos do quarto colocado. Bela campanha, não acha? Para a piazada que se apresentou pela primeira vez no Maraca foi um baita resultado.

Menos ansioso e preocupado, assisti ao tape do jogo na madruga de sábado. Com mais calma, deu para ver que levamos sorte em não sofrer mais gols no primeiro tempo. Vanderlei, apesar da lambança (que até agora não entendi o que aconteceu) salvou dois gols certos. Como já falamos, precisa treinar a reposição rápida e o controle de bola com os pés.

Erramos na marcação sobre o grandalhão Uóxito. Bernardi sempre ficava de mano e, invariavelmente, perdia ou fazia falta. O certo era ele colar no atacante e outro ficar na sobra. Isso só funciona quando temos três zagueiro fixos. Como Mancha “flutua” na frente da zaga, é difícil cumprir esse papel. Talvez fosse ele o beque do primeiro combate. Mas, já passou e, no final, tudo acabou bem. Ricardinho não fez uma má partida, se apresentando bem no contra-ataque. Heffner foi bem no ataque e mal na defesa. Acho estranho, às vezes, ele joga mais adiantado que o João Henrique. Que posicionamento é esse, Dorival?Alê jogou muito. Estava em todos os locais do campo, apesar de demorar muito com a bola no pé e errar alguns passes. O forte do nosso time é a troca de bolas envolvente. Mesmo quando o Flu virou, mantinhamos a tranquilidade. Parece que sabíamos que reverteríamos o placar.

Carlinhos Paraíba foi bem, chegando mais a frente e voltando a fazer gol.  Foto do Fernando Maia (O Globo). João Henrique foi um pouco abaixo. Perdeu um gol por ir sem convicção na jogada (cobrança de lateral do Ricardinho).

Marlos merece um capítulo à parte. Com a bola nos pés azucrina a defesa adversária. Às vezes, sai pelo lado errado e quando precisa enfiar uma bola com rapidez, atrasa o jogo ou erra o passe. Muitas vezes, caiu pela esquerda e não partiu “pra dentro” como dizem os boleiros. Como tem o drible fácil, poderia ser mais agudo nessas horas. Tudo é uma questão de treinamento.

Ariel mostrou que tem lugar no time. Dorival só precisa acertar o posicionamento dele com o Keirrison. Começamos a ganhar aquela bendita primeira bola, quando Vanderlei dá o chutão. O gringo mostrou competência, além de causar preocupação na defesa adversária por sua força e disposição.

Keirrison é o que melhor representa o futebol do Romário na atualidade. Bobeou, ele guarda. Pode passar o tempo todo escondido, mas a calma na hora da definição da jogada é o seu forte. Vem fazendo o nome no Rio.  Já pensou se tivessemos mais chegada ou se os laterais chegassem mais à linha de fundo? K9 faria três por jogo.

Dorival é fiel aos seus princípios. É difícil criticar o treinador, quando não acompanhamos o dia-a-dia de treinamentos. As substituições foram acertadas. Ariel pra impor mais força no ataque e buscar o resultado; Leandro pra segurar o meio depois da virada; e Felipe pra fechar o ferrolho lá atrás.

Fala Coxa. O que você acha mais fácil: chegarmos entre os quatro primeiros ou o pessoal lá de baixo escapar do rebaixamento? Na charge do Los três inimigos, a vergnha dos poodles em torcer por nós. Só que hoje nos torcemos para o Grêmio dar um sapeca neles. Levaram sorte ao empatar. Esse namoro deles coma Zona ainda vai dar casamento.

Vai começar a semana do clássico. Os caras estão tremendo desde já.

Tenho visto jogos em que o mascote do time da casa fica em campo o tempo todo. Bota o Vô Coxa pra participar galera.

Dá-lhe Coxa. Vamos lotar o Couto e fazer a festa em cima dos genéricos.

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Nos trilhos, de novo.

Sáb, 20/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

FALA COXA! Voltamos a vencer. Foi um jogo cheio de alternativas. Keirrison mostrou seu oportunismo e deixou dois na sua estréia no Maracanã. Chegamos ao 40 pontos e ainda mais próximos da briga pelo G4.

Falhamos na defesa. Não dá pra deixar o bernardi marcando o Washington. Ele perdeu todas. Nas vezes em que o confronto era com o Maurício, levamos vantagem. Vanderlei foi bem, mas precisa aprender a jogar com os pés. Mesmo assim foi bem.

Paraíba voltou a jogar bem. Alê também. O time teve o controle do jogo e não merecia sair de lá sem os três pontos. O trem coxa-branca está nos trilhos, de novo.

Deixe sua impressão do jogo. Depois comentamos juntos.

Caparanaense pode esperar, tua hora vai chegar.

No Maracanã, pra voltar a sonhar com o G4

Sáb, 20/09/08
por luiz claudio massa |
categoria Brasileirão-08

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FALA COXA! Lá vamos nós pro Maraca. O adversário é o Flu. Jogo duro. Os caras precisam do resultado pra sair da Zona. Azar deles, nós também precisamos vencer de novo. Apesar dos maus resultados o G4 está logo ali. Vencer de novo fora do Couto trará um novo ânimo.

A semana foi movimentada no CT da Graciosa. Dorival testando novas opções, já que o nosso esquema está marcado pelos adversários, não definiu o time. Pelo seu histórico, mudanças só no segundo tempo.

Maurício e Donizetti voltam. A defesa e o meio estão recompostos. No ataque, no papel, só Keirrison. No Rio, contra o Vasco, ele e João Henrique fizeram um grande jogo. Podem repetir que não vamos achar ruim.

Muitos dos piás do Coxa farão sua estréia no maior palco do futebol mundial. Não vão tremer piazada. Façam o resultado e, depois, se divirtam. Depois do jogo vale até tirar fotos para recuerdos. Nada de se encolher, hein? 

Dorival já enfrentou Cuca neste ano. Ganhamos bonito do Santos, na vila famosa. Tomara que o surpreenda de novo. Washington recebeu alvará do TJ e vai pro jogo. Conca, o melhor deles, fica de fora. Bom pra nós. No papel, o Flu não assusta. No embarque, nada mal voltar com excesso de peso: três pontos na sacola.

Vamos pro jogo. Tem coxa já pensando no Atletiba. Como diria o Renê: uma decisão de cada vez. A próxima é hoje, no Maraca. Depois é zerar o velocímetro e buscar mais três pontos contra eles.

De longe, a torcida que não abandona mandará suas energias. Os felizardos que acompanharão o Glorioso precisam sair roucos de lá.

Vamos lá Coxa. Eu acredito!

NO PRIMEIRO TURNO FOI ASSIM

No Couto, também precisávamos da vitória. O Flu de Renato Gaúcho estava naquela de “brincar” no Brasileirão. No final quem deu risada fomos nós. O Coxa não jogou um grande futebol, mas, também, não passou sustos. Fizemos um a zero com Hugo (bela jogada de Ricardinho - esqueceu como se faz, garoto?). Perdemos outras oportunidades.

No contra-ataque, os meninos do tricolor empataram e acharam que o jogo terminaria assim. Um pênalti em cima do Marlos acabou com a marra tricolor. Ele pegou a bola, colocou debaixo do braço e detonou o Flu. A vitória foi muito comemorada, pois demos um salto na tabela. De lá pra cá, pouca coisa mudou: o tricolor parou de brincar, mas não saiu lá de baixo e, nós, crescemos na tabela de classificação. Precisamos subir mais um degrau.

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