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Outra jovem torcedora apoia o Coritiba

ter, 09/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Torcida

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

“Quando me perguntavam para que time eu torcia, eu sempre respondi Coritiba, mas nunca liguei muito para futebol, até que em 2005, quando fui ao Couto pela primeira vez, no jogo contra o Paysandu, estádio lotado, torcida maravilhosa eis que um amor imenso tomava conta de mim. Sim , o Coritiba me conquistou!”. Quem conta isto é a jovem Aline Gabriele dos Santos, 16 , estudante, uma jovem torcedora do Coritiba que aprendeu rapidamente a ter amor ao time Verde e Branco.

A sintonia de amor pelo time do Alto da Glória ganhou força e a torcedora começou a buscar mais e mais informações sobre o Verdão. A emoção do futebol passou e a ser parte da vida dela. “A partir daquele ano passei a acompanhar o Coxa todos os dias, e a me aprofundar mais na história deste clube centenário, que hoje é uma das coisas mais importantes da minha vida, o amor e o carinho que sinto pelo nosso Glorioso Verdão é inexplicável”, explica a torcedora, que acompanha diariamente as coisas do time Coxa.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Aline é totalmente contra a punição dos 30 mandos de campo e multa de R$ 610 mil ao Coritiba, imposta pelo STJD, que obriga o time Coxa-Branca a jogar seus mandos fora do Couto Pereira inclusive no campeonato regional da temporada 2010. “A pena de 30 mandos imposta ao Coritiba é um absurdo! É muito tempo sem frequentar o Alto da Glória, sem poder ver o maior espetáculo de uma torcida brasileira, o Green Hell, sem poder sentir a emoção de uma vitória Coxa-Branca em sua casa. E é por isso que eu apoio o Coritiba a favor da diminuição da pena imposta pelo STJD”, conta.

Para Aline, e sua família – a família é coritibana também -, a punição do STJD é um exagero ainda maior por ter que ficar longe do estádio enquanto a CBF e o Tribunal estão de férias e o Coritiba não pode nem jogar o campeonato regional em sua casa. Por isto, a torcedora apoia e está divulgando o site www.euapoioocoritiba.com.br aos seus amigos e parentes coritibanos.

O site dispõe de um abaixo-assinado virtual que tem mais de 13 mil participações de internautas que criticam a punição imposta pelo STJD.

Nadalin e a frase do dia

ter, 09/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Opinião

“A condição para liberação do estádio (Couto Pereira) era de que fosse feita a vistoria por parte da CBF. Como ela já aconteceu, estamos contando as horas para que a liberação aconteça”.

Do diretor jurídico do Coritiba, Gustavo Na­­dalin, ao jornalista Angelo Binder, sobre a expectativa para a liberação do Couto Pereira nesta terça-feira, 9, na CBF que encaminhará os laudos técnicos para a liberação do Couto ao STJD.

Perguntar não ofende, né?

ter, 09/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Editorial

E a contusão do Ariel, a tendinite, aquela que não era tão grave… Será que ele fica bom  até a volta do time aos jogos, na quarta-feira, 17, contra o Paranavaí?

Méritos sim, mas sem ilusão

ter, 09/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Editorial

É merecedor de elogios o desempenho do time do Coritiba nas sete primeiras rodadas do Paranaense 2010. O time igualou as marcas históricas de 1976 e 2003, algo que não é fácil. Apesar de algumas instabilidades durante algumas partidas, o Coxa mostrou duas qualidades indispensáveis no futebol atual: obediência tática (em que se pese o questionamento do modelo tático) e determinação.

Méritos sim, ilusão não. Ano passado, Ney Franco quis jogar bonito e caímos. Ele parece ter aprendido com isto. O PR 2010 é fragilíssimo, o pior da década (qual jogador adversário chamou a atenção para ser contratado?).

O importante mesmo, mais do que a invencibilidade, um recorde histórico, ou o supermando, é o título. E muito mais importante que um título regional, será subir este ano. E o Coxa precisa de mais do que mostrou até aqui para subir.

Coritiba, a torcida que nunca abandona!

***

Para conferir a coluna “Falando com as Torcidas” na íntegra, clique aqui.

Não foi falta de aviso

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Editorial

Torcida Trem Fantasma no jogo contra o Coritiba

Torcida Trem Fantasma no jogo contra o Coritiba

Marcus Vinicius Adamowicz Filho é um dos líderes da torcida Trem Fantasma, do Operário de Ponta Grossa. No jogo em que eles receberam o Coritiba, infelizmente, apesar do alerta antecipado das organizadas às autoridades de que poderiam haver confrontos entre torcidas, alguns incidentes ocorreram no Estádio Germano Krüger. Erraram as minorias radicais de ambos os lados, errou a imprensa, que não investigou e noticiou o tema, errou a polícia que não fez uma prevenção e identificou os agressores, e errou a diretoria do Operário, clube mandante do jogo, que não deu boas condições de segurança aos torcedores.

Durante a semana, as lideranças da Trem Fantasma entraram em contato com o presidente da Império Alviverde e alertaram ANTES da partida que o jogo tinha um risco especialmente devido a grupos de torcedores locais que são filiados às torcidas de São Paulo. A Império oficializou a polícia desta situação, mas a separação das torcidas no estádio foi ineficaz para evitar todos os tipos de risco de conflitos.

A atual situação envolvendo jogos de futebol no Brasil – é um problema nacional, salvo raríssimas exceções -, requer obrigatoriamente a ação preventiva conjugada com a ação punitiva. As autoridades precisam estar atentas a este binômio. E os dirigentes dos clubes também.

Destaco uma nota oficial da Trem Fantasma que criticou aquela parte da torcida local pelo comportamento hostil. “Vemos que também pecamos em não realizar com antecedência uma divulgação mais incisiva sobre a postura que o torcedor deveria tomar”, justifica Marcus.

“A gente dentro de nossa torcida sempre partiu do princípio de manter a paz nos estádios e possuir boa cordialidade com todas as torcidas que venham ao Germano Kruger.

Nossa função sempre será somente torcer e apoiar o Operário Ferroviário, mantendo apenas a rivalidade sadia das arquibancadas, sendo que fora delas, são todos torcedores que possuem o mesmo sentimento e que passam pelos mesmos problemas nos estádios, não importando a cor da camisa. São todos pessoas iguais a nós, e devemos trata-los sempre com respeito e amizade (algo ainda utópico no futebol nacional)”, explicou o torcedor numa troca de mensagens eletrônica que tive com ele.

Além da nota, destaco um comentário do líder da Trem Fantasma ao blog A Torcida que nunca abandona, o qual transcrevo na íntegra:

Marcus Vinicius Adamowicz Filho e o Vô Coxa

Marcus Vinicius Adamowicz Filho e o Vô Coxa

Marcus Vinicius Adamowicz Filho postou um comentário no blog, depois de ler um editorial relacionado ao pós-jogo. Nele, destaque os incidentes, mas alertei que a Trem Fantasma tinha alertado antecipadamente da possibilidade da ocorrência do problema, mas que a atitude foi de parte da torcida e isto não poderia ser generalizado, pois a maioria dos torcedores dos dois times fizeram a parte que lhes cabia: apoiar o seu time durante o jogo e fazer a festa nas arquibancadas.

“Eu como torcedor do Operário, coordenador de marketing da Torcida Trem Fantasma, estava bem preocupado antes do jogo, para que fatos como os ocorridos na última quarta feira não se tornassem realidade.

Como comentei já em outros meios de contato, não venho justificar o erro, e lhe parabenizo por ler o primeiro texto coerente, onde não cai na generalização de toda a torcida alvinegra como vândala ou agressiva. Gente irresponsável existiu dos 2 lados, e quem pagou o preço infelizmente foi todo o torcedor presente na curva sul do Germano Kruger.

Indo aos fatos, alertamos sim a Império Alviverde sobre esse possível tumulto, e alertamos também a Polícia Militar já na semana anterior ao jogo. Como vimos, ela ficou lá, estática, não esboçando represálias tanto contra alvinegros ou alviverdes que tiveram condutas erradas.

Vimos erros também no percurso até o setor visitantes, sendo que nós como torcedor não deveriamos, mas fizemos o papel de segurança tentando dispersar e apaziguar quem estava tumultuando no alambrado do fundo.

Não estamos nem um pouco contentes com a diretoria do Operário, pois tudo o que falamos se concretizou, e mais uma vez não fomos levados a sério.

Sobre a situação do estádio, é uma vergonha, tivemos 5 meses após o acesso, e nosso Grupo Gestor brincando com a torcida, fez uma reforma mal feita de última hora, onde por atraso perdemos o primeiro mando sendo obrigados a jogar no Eco Estádio.

Infelizmente são vários os problemas que o Operário enfrenta, e tudo por falta de planejamento e seriedade de quem comanda as coisas em Vila Oficinas.

Peço desculpas a torcida coxa-branca, pois me envergonho com o que vi.
Abraço”

Trago o assunto à tona para mostrar que o problema relacionado a violência no futebol não pode ser tratado apenas em momentos de crise, quando a notícia dá audiência. Tem que ser um trabalho contínuo, que necessita de aperfeiçoamento e que é necessário interagir as lideranças das torcidas, a imprensa, as autoridades e os dirigentes de clubes.

Isto é, se REALMENTE o objetivo for o de buscar a pacificação das torcidas. É difícil, mas não é impossível e a redução do números de distúrbios violentos não é uma utopia. Prevenção e punição é o caminho.

Relembrando: o STJD e o Coritiba de 1989

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, História

O fiel Coxa-Branca Sérgio Costa Xavier, o COstaXAvier, digitalizou duas páginas da revista Placar para relembrar a injustiça cometida pelo STJD em 1989, em punir o Coritiba

Vale o relembrando. É uma forma de reconstruir uma história por vezes esquecida nos corredores do poder do futebol brasileiro.

Aquela punição de 1989 seria trágica para o futuro do Coxa, comprometendo imensamente o crescimento do Clube no cenário nacional. E em fevereiro, o STJD novamente julgará o Coritiba…

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Reproduções

Reproduções

Bom sinal

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Editorial

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Diz o ditado: “Quem avisa, amigo é…”. Uma declaração do treinador Ney Franco, na coletiva à imprensa após a vitória de 3×1 sobre o Iraty mostra bem que a exigência é fundamental para o sucesso no futebol. Ney Franco bronqueou com o time, que teve um “apagão” e levou um gol do Iraty, justamente no momento em que era para buscar ampliar a vantagem no marcador.

“Tivemos uma desatenção total quando estava 2×0. Tínhamos que fazer três, quatro gols, mas naquele momento ali mesmo com dez zagueiros iríamos tomar o gol deles. Depois das substituições ainda dominamos o jogo, tivemos o controle o tempo todo, e criamos pelo menos mais três chances claras para marcar e não fizemos. Não tivemos concentração para golear, e no futebol, em alguns momentos, você é penalizado. Isto quase aconteceu no final do jogo”, falou o treinador Coxa-Branca aos jornalistas.

A análise de Ney é corretíssima. Contra adversários mais fortes, vacilos têm tudo para ser punitivos. Ao encarar de frente esta situação, o treinador do Alviverde está coberto de razão. Mais do que isto, está preparando o time para as dificuldades que estão por vir.

Ney Franco, parece ter aprendido com os erros da temporada passada. A atitude no discurso mudou e mudou para melhor. E isto é muito importante para a sequência do ano. O Coritiba terá dificuldades naturais, mas se o time achar que joga mais do que realmente joga, as dificuldades serão muito maiores.

Do jeito dele, Ney Franco dá o tom dum “Tolerância Zero”. É claro, não se trata duma análise de torcedor e sim dum profissional, alguém que irá buscar soluções internamente, numa conversa reservada, exigindo soluções e metas a serem alcançadas. E a cobrança que ele prometeu fazer ao Rafinha, por ter sido expulso de maneira infantil, já nos acréscimos, mostra que Ney está bem atento aos detalhes. Bom sinal.

Beleza na arquibancada

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Beleza na Arquibancada

Por Bianca Jansen, jornalista e fotógrafa profissional

O futebol é predominante masculino, porém não é exclusivo. É possível notar que as mulheres estão frequentando cada vez mais os estádios de futebol. Abrilhantando as partidas, mostrando aos “barbudos”, que mulher também gosta e apoia o seu time do coração. Confirmando essa crescente feminina no futebol, está a torcedora Coxa-Branca Giselle Santos Sclarski, 19.

Giselle conta um pouco de seu amor pelo Coritiba: “Minha fidelidade pelo Coritiba começou quando eu tinha por volta de 10 anos. Comecei a assistir os jogos na TV e também acompanhar pelo rádio. Eu achava lindo o show que a torcida dava, com seus gritos e cantos”.

Gisele relembra de seu primeiro encontro com o Verdão no Alto da Glória “Resolvi então, partir para aquele lugar, do qual tinha tanta admiração, o Couto Pereira. No meu primeiro jogo, fiquei meio assustada com tanto barulho e vibração, mas quando vi, aquilo tomou conta de mim de tal forma, que agora não consigo ficar longe. É inexplicável”, conta a torcedora.

A torcedora coritibana ressalta seu amor incondicional do time do coração. Para ela, fazer parte da festa e ajudar o time Coxa é emocionante. “Hoje, costumo ficar na Império, pois gosto da agitação. Canto e apoio meu Glorioso Verdão. Porém, já tive tristezas e alegrias com o time, mas não há emoção maior do que poder levar comigo esse amor incondicional, ao ponto de perder a voz e deixar as pernas trêmulas, sem falar no coração acelerado”, explica. “É isso que eu sinto”.

Giselle ainda comenta sobre o final do campeonato brasileiro. “Eu estava la no jogo contra o inter, e posso afirmar que a entrada dos jogadores em campo foi uma das coisas mais lindas que já presenciei no futebol. Nossos corações batiam mais forte… o Coxa venceu, mais não se classificou. Faltou pouco…”. A torcedora alviverde registra sua emoção em fazer parte da torcida que nunca abandona. “O coração falou mais alto o tempo todo, ganhando ou perdendo… com muito orgulho e com muito amor sei o motivo de ser Coxa-Branca. Coritiba é nosso campeão perdendo ou ganhando!”

Assim como Gisele, muitas outras mulheres Coxas-Brancas mostram que além da beleza, entendem de futebol. Hoje em dia, são elas que batem um bolão e fazem o show.

Airton Cordeiro e a frase do dia

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Opinião

“Mesmo assim, a diretoria, que se mostra operosa e ágil, não arquiva a ideia de reforçar a equipe pensando na Série B, o clímax do Coritiba neste ano em que tenta voltar à Primeira Divisão”.

Do colunista Airton Cordeiro sobre o trabalho da diretoria do Coritiba na montagem do elenco 2010.

Uma homenagem ao Coritiba e a Curitiba

seg, 08/02/10
por luiz.carlos |
categoria Coritiba, Notícias

Madison Brizzi é um webdesigner que tem um site com várias homenagens a times e selecionados de futebol espalhados pelo planeta. Brizzi faz alguns trabalhos especiais relacionados ao Coritiba e disponibilizou ao blog A Torcida que nunca abandona uma homenagem ao Coxa e à capital paranaense, relacionando o escudo do Verdão a um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba, a Ópera de Arame.

“Sou desenhista e sempre vejo uma maneira de desenhar coisas que acho bonitas. Quando eu era garoto eu colecionava figurinhas de jogadores e clubes, times de botão e por aí afora. Às vezes eu me lembro de que naquela época eu já admirava este escudo do Coxa. O magnetismo todo do escudo era a palavra foot ball, em inglês, separando o foot do ball. Isto é um charme. É muito bonito este escudo devido a esta peculiariedade” diz o desenhista.

“Esta mistura inglês-português é muito legal. Aqui no Brasil tem alguns clubes com esta mistura (o Corinthians, o Grêmio, o Inter, o Sport Recife entre outros).Tenho desenhado uns escudos de clubes do exterior e aqueles que usam esta mistura tem uma atração própria. E são poucos no mundo que tem esta particularidade. Nossos vizinhos argentinos têm muito disto”, destaca Brizzi

“Agora com o site de downloads,  eu acho que este vai ser um dos escudos mais procurados. Não só pelo tamanho da torcida do Coxa, mas eu tenho reparado e recebido alguns e-mails de gente de fora que se admira pela beleza de certos escudos de clubes brasileiros, entre eles o do Coxa. Este escudo do Coxa tem tudo para agradar a gringaiada. Tem muita gente lá de fora que mal sabe de alguns escudos de clubes brasileiros”

Para colaborar com a divulgação do futebol fora do eixo, o desenhista paulista disponibiliza um site com escudos de centenas de times brasileiros. “Vou dar minha modesta contribuição para divulgar seu clube no exterior. Isto é muito gratificante para mim. Não só pelo Coritiba mas também por alguns  outros escudos de clube brasileiros. Afinal de contas nem só de Corinthians e de Flamengo a gente vive por aqui né? Estes dois e mais alguns estão prá lá de divulgados no exterior”, conta o desenhista.

Clique aqui para ver alguns dos outros trabalhos relacionados ao Coritiba.



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