Balde de água fria
Muita gente considera o vôlei de praia como uma modalidade na qual o ouro é praticamente certo para o Brasil, especialmente no masculino, . No entanto, as primeiras etapas do Circuito Mundial estão mostrando que os brasileiros terão trabalho de sobra em Pequim.
Nas duas últimas etapas do masculino, por exemplo, Ricardo e Emanuel foram derrotados por duas duplas americanas: Gibb e Rosenthal em Praga (semifinais) e Rogers e Dalhausser na Roseto (disputa pelo bronze). Não foi à toa que Emanuel disse que, em seus 18 anos de carreira, nunca viu tantos bons atletas competindo no Mundial.
No feminino, Juliana e Larissa foram derrotadas três vezes na última etapa, em Seul. Na primeira, para as chinesas Xue e Zhang Xi, que estão entre as favoritas para Pequim. Em seguida, a dupla perdeu para as compatriotas Ana Paula e Shelda. Por fim, caiu diante das americanas (sempre elas!) Branagh e Youngs na disputa pelo terceiro lugar.
O Brasil continua com boas chances para as Olimpíadas, mas todo cuidado é pouco: além dos americanos, duplas de outros países já mostraram que têm potencial para derrubar os favoritos. Apesar das derrotas, a experiência é boa para os nossos craques: ajuda a abrir o olho e caprichar nos treinos para Pequim. O que vocês acham? O Brasil é favorito para os Jogos?
Largadinhas…
Falando em praia, Márcio e Fábio Luiz andam em má fase. A dupla, que acumulava 600 pontos de vantagem sobre Pedro Solberg e Harley, viu a diferença cair para 180 após os bons resultados dos adversários. Os dois ainda têm boas chances, já que os Grand Slams têm pontuação mais alta. No entanto, após tantas derrotas, o emocional pode pesar. Ou seja, tudo pode acontecer quando o assunto é a segunda vaga masculina do Brasil em Pequim. Além de Pedro e Harley, Franco e Pedro Cunha ainda estão na briga!
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