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Tire suas dúvidas - Edição 5

Sex, 28/11/08
por Carol Oliveira |

miniheader_alexandre2.jpgOlá pessoal!!

Ser levantador não é nada fácil. Quantas vezes se ouve dizer que este jogador é o cérebro da equipe, que toda bola passar por ele? E é a mais pura verdade. O levantador tem várias obrigações, ou funções dentro de quadra. Hoje vamos tentar deixar mais aparente esta “profissão”.

1- Bola perfeita

O levantador tem que colocar, o tempo todo, a bola sempre na medida para os atacantes. E de qualquer lugar da quadra. O bom levantador coloca a bola na “pinta” independentemente se o passe é bom ou ruim. Isso faz muita diferença no jogo. Outro detalhe: cada atacante tem a sua bola. Ou seja, a bola do Giba não é a mesma que o Dante gosta de atacar. O levantador tem que saber fazer a leitura da corrida de ataque para colocar mais velocidade, altura ou esticar a bola. O levantador tem obrigação de ser preciso.

2- Enganar o bloqueio

Colocar a bola certinha o tempo todo é ótimo para os atacantes, mas se tiver ninguém bloqueando é perfeito. Um amigo que jogava comigo que dizia: “Levantador tem que ter um olho perto da orelha”. O que ele queria dizer era para que o levantador tem que saber quem está bloqueando do outro lado da rede. Saber onde está o bloqueio mais alto, mais baixo e o pior (que nem sempre é o mais baixo). A partir daí, organizar uma finta para que este bloqueio não chegue montado. E isso exige inteligência, além de conhecer muito bem o próprio time. Qual é a bola mais forte de determinada rede. Quem está sendo mais marcado ou não.

3- Quem bate?

É a bola que tem que rodar. Tem que ir para o chão. Para quem o levantador coloca? Paulo Roese, o levantador mais preciso que já vi jogar, dizia: “Quem ganha mais ataca”. Isso porque é a bola da responsabilidade. Mas nem sempre quem ganha mais está melhor na partida. Aí, mais uma leitura que o levantador tem que realizar em quadra. Tem que escolher o homem certo, organizar uma jogada para que este escolhido tenha um bloqueio quebrado na frente e que esta bola chegue perfeita.

4- Liderança

O levantador sem liderança em quadra não joga. Ele é dominado por um atacante mais fominha. Tem que ter moral com o resto do grupo para organizar, cobrar e não ser contestado pelas escolhas (pelo menos durante o jogo). É  o atleta que não pode perder o foco do que está acontecendo no jogo, a leitura dele na partida é diferente dos outros. Por isso, levantadores têm mais facilidade em serem técnicos. Conheço muitos levantadores que saem do jogo com cansaço mental de tanto pensar na partida.

Ser levantador não é fácil, muita vezes a culpa de a derrota cai sobre ele, mas que é uma posição brilhante, é.

Abraços!

Só dá Joycinha

Qua, 26/11/08
por Simone Evangelista |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

joycinha.jpgQuando a Superliga feminina começou, com tantas campeãs olímpicas jogando no Brasil, alguém diria que o maior destaque seria justamente aquela que ficou fora do grupo que foi a Pequim? Claro que o cansaço de uma temporada extenuante pesa para Paula Pequeno & cia, mas é impossível não destacar a grande atuação de Joycinha neste início de temporada.

Está lá nas estatísticas da CBV: a oposto do Rio de Janeiro é a maior pontuadora, tem a melhor defesa e o melhor ataque da Superliga até o momento. Uma grande contratação que ajudou a equipe de Bernardinho a compensar a ausência de craques como Thaisa e Sassá, atualmente no Osasco.

No entanto, o talento de Joycinha não chega a ser uma surpresa. Zé Roberto Guimarães não a levou para Pequim, mas considera a jogadora fundamental para a renovação da equipe brasileira nos próximos anos. Além disso, para quem não sabe, um detalhe: a oposto é pura simpatia! Fica a torcida para que ela cresça ainda mais daqui para frente!

Tire suas dúvidas - Edição 4

Sex, 21/11/08
por Simone Evangelista |

miniheader_alexandre1.jpg Olá pessoal…

Fim de semana de decisão na Superliga. Rio de Janeiro e Minas fazem a final do primeiro torneio feminino e Florianópolis e Minas, masculino. Esta semana proponho uma discussão que vai mexer com a paixão do torcedor. Mas vamos tentar esquecer o lado passional e pensar com a razão. Deixem os jogos das finais de lado e votem agora: A seleção do primeiro torneio da Superliga é formada por…

Aqui estão as minhas:

FEMININO

Levantadora: Dani Lins (Rio de Janeiro)
Oposta: Joycinha (Rio de Janeiro)
Meios: Carol Gataz (Rio de Janeiro) e Taysa (Osasco)
Pontas: Priscila (Minas) e Fernanda Garay (Pinheiros)
Líbero: Fabi (Rio de Janeiro)
Técnico: Paulo Coco (Pinheiros)  

MASCULINO

Levantador: Bruninho (Florianópolis)
Oposto: André Nascimento (Minas)
Meios: André Heller (Minas) e Lucas (Florianópolis)
Pontas: Minuzzi (Suzano) e Rocca (Joinville)
Líbero: Sérginho ( Minas)
Técnico: Talmo (Betim)  

Claro que não vi todos os jogos, mas, nos que acompanhei, estes atletas foram decisivos. Tem muita gente boa que começou bem o campeonato e deixei de fora, e gente boa que não começou bem. Ainda vai rolar muita bola… Mas, vá na caixinha e deixe a sua seleção!

Abraços

O que aconteceu?

Qui, 20/11/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

osasco.jpgMuitos já contavam com a final entre Rio de Janeiro e Osasco no primeiro turno da Superliga Feminina. A campanha do time carioca foi impecável, venceu todos os jogos. O Osasco tropeçou diante do Santo Amaro na terceira rodada. Mesmo assim, quem achava que o time de Luizomar de Moura ficaria fora da decisão? Pois foi o que aconteceu! No jogo em que precisava da vitória, podia ser por 3 sets a 2, a equipe vacilou, levou esse mesmo placar do Pinheiros e cedeu a vaga para o Minas.

DEMÉRITO DO OSASCO OU MÉRITO DO PINHEIROS? Osasco errou muito, o que beneficiou o adversário. No entanto, o Pinheiros pressionou o tempo todo. Tanto que começou vencendo o primeiro set. Fica a pergunta… O que aconteceu?

O Minas, dado por muitos como eliminado, foi beneficiado por ter feito o seu trabalho direitinho (vencer quando tinha que vencer) e recebeu a chance de ganhar o torneio 1, desbancando o pentacampeão da Superliga. O jogo será no domingo, no Ginásio do Tijuca - capital carioca -, às 09h30m. O SporTV vai transmitir o duelo. O Esporte Espetacular mostrará flashes ao vivo.

Mais uma pergunta… O Minas pode aprontar para cima do Rio de Janeiro?
Caixinha aberta para opiniões! Fiquem à vontade!!!

Tire suas dúvidas - Edição 3

Sex, 14/11/08
por Carol Oliveira |

miniheader_alexandre1.jpgOlá, pessoal!!!

A idéia de trazer vídeos para ajudar nas explicações do blog é ótima. Prometo me adiantar e trazer algo mais visual na semana que vem. Por enquanto ficaremos na escrita. O ranking continuou sendo discutido na caixinha. Vamos esclarecer alguns pontos…

O ranquiamento foi criado para evitar que exista uma hegemonia de um clube mais rico. Isso aconteceu muito no final dos anos 80 e 90. O objetivo é dividir forças e que os grandes atletas não estejam num único lugar. Mas o clube que conseguir manter o atleta que se destacou na equipe será beneficiado pelo esforço. Este jogador não terá acréscimo de pontos no ano seguinte. Vale o mesmo para o clube que repatriar um jogador (a) ou que seja o formador, ou seja, que investiu neste atleta, também terá vantagens.

Sobre a questão de quando a bola vem de xeque (da recepção mal feita direto para a equipe adversária) sempre será um ponto de ataque mesmo que o jogador use as duas mãos. Só será ponto de bloqueio quando a equipe interceptar uma intenção de ataque do adversário.

Novas perguntas sobre jogadas:

A segunda bola é sempre a jogada da finta. Primeira bola é a jogada de velocidade executada pelo meio de rede. Por exemplo, a between (que significa entre dois pontos). O jogador de meio puxa uma bola cerca de um metro distante do levantador. O jogador da entrada de rede corre para o ataque entre o levantador e o homem de meio. Se o levantador optar por jogar com o meio ele usará a primeira bola, e se escolher a bola da finta estará usando a segunda bola.

Bom, a intenção da coluna não é dar opinião e sim esclarecer dúvidas e tentar ajudá-los a entender melhor os meandres do vôlei. Mas, quero trazer algo para que vocês discutam na caixinha. Lembrem-se que o campeonato é longo e tudo se decide para valer num mata-mata. Então as equipes mais fortes acabam priorizando a parte física neste início de campeonato porque fazem um planejamento e sabem que vão chegar aos play-offs. Então quem está mal hoje pode estar sentindo esta importância dada à parte física.

Além disso, as grandes estrelas do campeonato, tanto masculino quanto feminino, vêm de uma temporada com a seleção brasileira onde as exigências são grandes, os treinamentos puxados e a cobrança por resultados maior ainda. Depois de uma grande conquista vem um relaxamento natural. Claro, que quem se recuperar primeiro terá mais chances de se dar bem no fim do ano. Então, por enquanto, é difícil decidir qual é a grande favorita… Ainda é cedo não acham?

As finais do primeiro torneio estão chegando…
Emoções à vista!

Abraços

Paula “cantora” Pequeno

Seg, 10/11/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

Estava em casa quando o nosso colunista aqui do blog e repórter do SporTV, Alexandre Oliveira, me passou um rádio. “Carol, tenho um material muito bacana da Paula Pequeno. Fiz uma reportagem sobre os jogadores que têm a cara dos clubes onde jogam. E algumas coincidências nisso aí. Não usamos tudo na TV, você quer para o site?” Quando ele contou o que tinha para mim, não pude recusar: a atacante do Osasco cantando.

Eu sempre soube que a Paula cantava, que tem uma voz linda. Mas nunca tinha tido a oportunidade de ouvi-la cantando. Nas idas a Saquarema, quando a seleção brasileira está lá, ela sempre foge quando nós, jornalistas curiosos, pedimos para ela cantar. Dessa vez, Alexandre não a deixou escapar. Instigou direitinho… E o resultado está aí. Eu adorei. Obrigada, Alê, fico te devendo essa! Digam o que acharam na caixinha…

Pedido aos amigos…

Gente, na quarta rodada da Superliga Masculina tive um jogo que deve ter sido “O JOGO”. Náutico e Caxias do Sul. Quem levou a melhor foi a equipes do Sul, 3 sets a 0. Mas o que me espantou… Vejam só! Primeiro set: 25/21. Ok, nada fora da normalidade. Segundo set: 25/15. Pareceu fácil, não? Terceiro set: 41/39. Acreditem, foi isso mesmo. Essa parcial deve ter sido demais… 41 a 39, sensacional! Se algum amigo do blog esteve presente no ginásio, por favor, relate como foi o período. Deixe na caixinha! Aguardo por uma resposta de alguém… Ah, a curiosidade! rs

Postura de campeão

Dom, 09/11/08
por Simone Evangelista |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

fabi1.jpgfabi1.jpgfabi1.jpgfabi.jpgfabi.jpgE deu Rio de Janeiro no duelo das campeãs olímpicas contra o São Caetano. A equipe de Bernardinho teve uma atuação impecável no confronto deste domingo. Com um bloqueio caprichado e ataques fulminantes, não deu chances às meninas do time paulista, que, verdade seja dita, abusaram dos erros.

Isto quer dizer que, apesar de contar com Sheilla, Mari e Fofão o São Caetano está fora da briga pela Superliga? Claro que não. Como ressaltaram os dois técnicos depois que o jogo acabou, o campeonato ainda está muito no início para qualquer avaliação.

Bernardinho, por exemplo, lembrou que o seu time ainda tinha “muito a melhorar”. Normal para quem conhece o treinador da equipe masculina, sempre exigente com relação a seus comandados. Antônio Rizola, por sua vez, lembrou que o ataque do São Caetano precisa de ajustes, mas fez questão de dizer que sua equipe não ia se abater.

Por isso, embora eu tenha colocado a foto da querida Fabi aí do lado, esse post é para parabenizar as duas equipes, que devem jogar muito mais no restante da temporada, especialmente a de São Caetano do Sul.

No entanto, que fique claro: com o Rio de Janeiro dando show em quadra, o excelente time do Osasco e as meninas do Brusque, que ainda estão invictas, a briga pelo primeiro torneio já promete fortes emoções! Quem será que leva a melhor?

Largadinhas…

Como vocês já devem estar sabendo, os craques Emanuel e Leila se casaram na última sexta-feira, no Rio de Janeiro. Quem já viu os dois juntinhos sabe que eles formam mesmo uma “parceria perfeita”. Por isso, o blog deseja toda felicidade do mundo ao belo casal!

Tire suas dúvidas - Edição 2

Sex, 07/11/08
por Carol Oliveira |

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Olá, pessoal!

paula_pequeno.jpgA caixinha foi movimentada nesta semana… Dúvidas e discussões, mas tudo no nível Superliga. Como a idéia da coluna é esclarecer, vamos lá. O ranking chamou atenção de alguns. Cada equipe pode ter no máximo 32 pontos. A pontuação das jogadoras está disponível no site da CBV na internet. Só duas jogadoras com 7 pontos podem estar na mesma equipe, e, geralmente este valor é dado aos atletas de seleção.

Daí a pergunta dos internautas: como cabem 3 no São Caetano e 4 no Osasco? É que quando as jogadoras foram repatriadas elas ficaram valendo zero. Isso explica Sheilla, Mari e Fofão jogando no São Caetano. Mas e o Osasco? Só tem uma de 7 pontos. A Sassá, Thaisa e Carol Albuquerque valem 6. A Paula Pequeno vale 7 se sair do Osasco, mas lá vale menos por ser formada no clube. Ela joga lá há 10 anos.

Daniel, desmico é uma combinação de ataque. O levantador chama o jogador de meio de rede para fazer um ataque de tempo (em cima da cabeça dele) e o jogador da saída passa por trás deste atleta de meio para atacar uma bola um pouco mais alta que a de tempo (no vôlei chamada de “meia-bola”). É uma jogada antiga que está sendo pouco usada hoje em dia devido à estatura dos jogadores. Mas o vôlei brasileiro criou uma variação dela. Em vez de utilizar o atacante da saída de rede para fazer este “corta-luz” com o jogador de meio, o levantador aciona a bola pelo fundo meio. A jogada fica plasticamente linda e muito efetiva. Aquela bola que o Giba vem voando do fundo, lembra?

Valeu, até a próxima! Deixem as dúvidas na caixinha…

E tem clássico domingo no SporTV: São Caetano x Rio de Janeiro.

Lição para os favoritos

Qui, 06/11/08
por Simone Evangelista |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

Depois da derrota do São Caetano na estréia, outra surpresa na Superliga feminina. Desta vez, o poderoso time do Osasco foi surpreendido pelas meninas do Santo Amaro e perdeu a invencibilidade na competição. Que a zebra sirva de lição para a equipe de Luizomar de Moura: diante de tantas jovens talentosas, um “cochilo” pode ser fatal. Depois de vencer por 25 a 9 no segundo set, as favoritas se acomodaram e acabaram pagando caro por isso.

O mesmo vale para a Superliga masculina. Prova disso é que o Minas passou por maus momentos antes de vencer o Vôlei Futuro na última quarta-feira. Jogando de igual para igual, os atletas da equipe de Araçatuba dominaram o primeiro set, mas sentiram o nervosismo e acabaram entregando a parcial. Em seguida, foram prejudicados pela saída do líbero Daniel, que sofreu uma lesão na coxa. Sorte dos mineiros, que se recuperaram e seguem sem perder sets.

De qualquer maneira, acredito que, pelo equilíbrio no masculino e no feminino, as Superligas 2008/09 ainda deve trazer muitas surpresas…será que teremos algum azarão na briga pelo título? A caixinha está aberta!
 

Tire suas dúvidas - Edição 1

Sex, 31/10/08
por Carol Oliveira |

No dia da estréia da Superliga, fiz um post com um vídeo do jornalista Alexandre Oliveira entrevistando jogadores e técnicos. Chegou um comentário lembrando que ele já foi jogador. É verdade, o repórter do SporTV já teve seus dias de atleta e sabe tudo sobre vôlei. Além disso, é um apaixonado, como nós, pelo esporte. Como ele poderia ficar fora desse nosso cantinho? Simplesmente, não podia!

Por isso, o convidei para ter uma coluna semanal. Nela, o Alexandre vai responder as perguntas enviadas por vocês na caixinha. Regras, jogadas, nomes… Escrevam as dúvidas que tiverem, pois toda sexta-feira o “Tire suas dúvidas” estará aqui para, pelos menos tentar, explicar as questões abordadas. Combinado?

Alê, é um prazer ter você aqui.
Bem-vindo ao Largadinhas.

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Você adora vôlei, mas não entende tudo o que acontece na quadra? Sabe o que é ‘bola de xeque’, mas não entende a defesa em semicírculo? Seus problemas podem estar chegando ao fim. A intenção da coluna é tirar essa ‘bola espetada’ da sua cabeça. Ainda mais em uma Superliga que começa cheia de regras novas. Então, que tal tentar dar uma ‘largadinha’ nesse assunto para você assistir ao próximo jogo inteirado? E olha que não serão fáceis estas primeiras rodadas.

Antes de escrever, fiz uma consulta ao árbitro da Federação Paulista de Volleyball.

Minha pergunta a Valdir Delequa foi: Quando o levantador for recuperar uma bola de manchete embaixo da rede e na hora de executar o movimento tocar na parte debaixo da rede. O que você marcaria?

A resposta que recebi: Nada, segue o jogo. Sé será rede quando este toque na ação acontecer na parte de cima da rede.

Obviamente, concordamos que isso vai dar muita reclamação. O toque na rede entre o poste e a antena está liberado, desde que não atrapalhe a jogada. A invasão por baixo agora vale, desde que o jogador não atrapalhe o adversário e tendo ele os dois pés na sua quadra de jogo. Explico de outro jeito: o que vale é a invasão com partes do corpo, mas se o pé atravessar inteiro a linha central, o juiz vai apitar e parar a jogada.

Pelas polêmicas que já estão surgindo, não será estranho que estas regras sofram alguns ajustes. Será preciso dar tempo aos árbitros e jogadores para eles se acostumarem com as alterações nas leis do jogo. O importante é que elas não fiquem no campo da subjetividade. É necessário que você, quando estiver vendo o jogo e ocorrer a infração, entenda o que houve. Se ainda não ficou claro, mande um comentário que eu explico.

Está na dúvida de outra coisa? Põe lá na caixinha…


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