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Zebra na estréia da Superliga

Qua, 29/10/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

Toda boa competição tem sua ‘zebra’ na rodada. E na estréia da Superliga Feminina 08/09 não foi diferente. O São Caetano, uma das equipes favoritas ao título da temporada por contar com as medalhistas olímpicas Fofão, Mari e Sheilla, foi derrotado pelo Brusque por 3 sets a 1. O técnico Antonio Rizola já tinha adiantado que sempre acontece uma queda brusca de rendimento e concentração após uma preparação tão forte quanto foi as das três meninas para as Olimpíadas. Como são as referências no time, natural que as demais jogadoras não entrem no ritmo.

O fato é que Rio de Janeiro e Osasco venceram seus jogos. A equipe carioca não gostou da sua atuação em quadra, o time paulista passeou em quadra e saiu sorrindo. Para acabar com essa bipolaridade, o São Caetano precisa reagir. E logo! Talvez vocês estejam pensando: “Mas foi só o primeiro jogo”. Tudo bem, foi só o primeiro jogo. Mas na Superliga, competição com quatro turnos e que o set average é um critério que pode dar uma vaga na final, não se pode vacilar.

Na disputa masculina, repito as mesmas palavras para o Joinville. Tem um time de alto nível, também com medalhistas olímpicos, e caiu diante do Betim. Não dá para bobear… Concordam? A caixinha está aberta!

Superliga 2008/2009

Seg, 27/10/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Superliga, Vôlei

meninas.jpgA Superliga 2008/2009 foi lançada nesta segunda-feira, em São Paulo. A edição promete ser a mais equilibrada dos últimos tempos. No feminino, chegou o São Caetano para fazer frente com Rio de Janeiro e Osasco. No masculino, Joinville, São Bernardo, Minas, Florianópolis, Caxias do Sul… todos com chances.

Estou entusiasmada, pois, além disso, ainda teremos os medalhistas olímpicos em quadra. E uma novidade, que achei ótima, as regras da FIVB adotadas pela Superliga: invasão permitida, desde que não atrapalhe o adversário e uma parte do corpo do jogador esteja na sua quadra, e toque na rede, desde que não seja no bordo superior. Tenho certeza que emoções não irão faltar.

A Superliga nem começou, mas alguém já quer fazer sua aposta no campeão? Pelo menos, o time que será o destaque…  A caixinha está aberta!

Surpresinha para vocês…

Apoiado pela TV Globo e pelo SporTV, o GLOBOESPORTE.COM transmitiu ao vivo a cerimônia de lançamento da Superliga. Ao lado, os melhores momentos do evento com o repórter Alexandre Oliveira. Cliquem!

Bastidores de Pesaro, na Itália

Qui, 23/10/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Vôlei

Como escrevi no post anterior, as matérias com o técnico José Roberto Guimarães, em Pesaro, foram um dos trabalhos mais prazerosos que já fiz. Sentindo esse orgulho, fiquei com vontade de mostrar muito mais do que vocês viram e leram nas reportagens. Apontar personagens, contar momentos legais, passar um pouco do que vivi lá… O que fiz? Fui no arquivo de imagens que gravei na Itália e montei um vídeo descontraído com o que considerei mais legal. Nele, explico cada situação. Espero que vocês gostem, pois eu adorei. O vídeo está abaixo, divirtam-se! E não esqueçam de comentar na caixinha.

Respostas para as perguntas da caixinha

Iara Carvalho pediu que eu contasse “fofoquinhas” do time do Pesaro. Pois bem, fofocas eu não tenho para contar. Curiosidades, sim! “Beber, cair e levantar” foi o lema da equipe na temporada passada. Sempre depois dos jogos, elas cantavam a música. Foi uma forma que Ângelo Vercesi encontrou para motivar as meninas. Deu certo! Outra coisa me chamou a atenção… Durante o estudo de vídeo, as jogadoras interagiam bastante com a comissão . Davam opiniões e algumas - que conheciam bem as rivais - apontavam a melhor forma de jogar. Achei bacana. Pelo que sei, não são todos os times que se entrosam assim.

Rafinha ficou curioso sobra a minha passagem por Pesaro. Olha, não poderia ter sido melhor. Cheguei numa terça à noite. No dia seguinte, fiquei o tempo todo com o Zé Roberto registrando sua rotina e a do Pesaro. Foi ótimo. Com a conquista do título da Supercoppa, a quarta-feira terminou em pizza. Pena que tive que ir embora já na quinta de manhã. Mas aproveitei bem o tempo que estive lá e fiz novos amigos.

Júnior Alves e Vanessa questionaram o que os italianos falam sobre o nosso vôlei. Não posso generalizar, não posso dizer que TODOS os italianos respeitam o nosso vôlei, pois não sei se é bem isso. O que posso dizer é que em Pesaro, onde estive, as pessoas gostam muito de nós. Nos consideram os melhores do mundo. Individualmente, no feminino, não esquecem de Mari e Sheilla, que jogaram na equipe na temporada passada. Já no masculino, eles falam muito do Gustavo. É engraçado que enchem a boca para falar dele: “Ahhhh, Gustaaaaavo”. Gostam muito do nosso meio-de-rede.

Carla Cristina Vieira escreveu que quer uma matéria com Jaqueline e com outros jogadores na Itália. Este último pedido também foi feito pela Neuza Tavares, que falou especificamente do Murilo. Infelizmente, não tive como fazer uma reportagem só com a Jaqueline. A vi no treino e no jogo. Não tivemos muito tempo para conversar. Mas sei que ela está bem. Está se entrosando muito bem com a equipe, ganhou uma casa nova e sabe se virar por lá de carro. Quanto aos jogadores, não tive como ir a outras cidades da Itália. Fui apenas em Pesaro. Fica para a próxima, ok?

Vanessa Queiroz Portela perguntou sobre o casal Murilo e Jaqueline. No dia em que cheguei em Pesaro, era uma terça-feira, Murilo tinha acabado de ir embora. Ele tinha tido folga em Modena e foi ver a namorada. As cidades não ficam tão distantes uma da outra. Basta pegar um trem, esperar umas 3 horinhas e pronto, “Oi amor!”. Após o jogo contra o Bergamo, as jogadoras do Pesaro ganharam folga. Adivinhem aonde foi Jaqueline? Comprou passagem e foi para Modena passar o dia com o namorado. Estar no mesmo país, e em cidades próximas, facilita o relacionamento. E pelo que soube, em breve, eles vão oficializar a união.

Gabriel de Jesus se interessou pela central Fürst, quer que eu conte se a jogadora é “gente fina”. Sim, ela é muito bacana. Não conversamos muito, faltou tempo, mas ela foi muito simpática durante a minha passagem por Pesaro. Pareceu um pouco tímida quando fomos apresentadas, mas foi bastante educada. Depois, sempre que me via, abria um sorriso e dava um tchauzinho. Nosso contato não foi muito grande, mas o suficiente para ver que é legal.

A surpresa que tinha prometido

Ter, 21/10/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Vôlei

jose-roberto.jpgHoje publiquei duas matérias com o técnico José Roberto Guimarães lá em Pesaro, na Itália. Uma é sobre o reconhecimento dos italianos ao trabalho dele. É impressionante como o respeitam e o idolatram por lá. Torcedores e profissionais da imprensa. Eu, boa brasileira que sou, fiquei super orgulhosa com o que vi. Além disso, virei alvo de muitas perguntas. Todos me questionavam sobre como o Zé Roberto é com a imprensa daqui, queriam detalhes das nossas seleções, faziam mil observações sobre o nosso vôlei… Nossa, foi legal demais!

Vejam aqui a matéria!

A outra matéria é sobre o time do Zé Roberto, o Pesaro. Atual campeão italiano, o clube conquistou o título da Supercoppa. Uma breve pausa: internauta Sen, é essa a explicação para o Zé estar segurando a taça no post acima. Retomando… A equipe tem uma mescla interessante de boas jogadoras italianas e estrangeiras, que conta com a brasileira Jaqueline.

martina.jpgA “local” Martina Guiggi, endeusada pelos meus colegas de redação por causa de sua beleza, é um dos destaques. (De brinde, coloco ao lado uma foto dela para alegrar ainda mais meus amigos aqui do site) Uma figura que não pode deixar de ser citada é Carolina Costagrande. Além de muito divertida, a argentina naturalizada italiana, é craque de bola. Na temporada passada, fez estrago nos playoffs do italiano. Não foi à toa que os dirigentes do clube colocaram a sua foto grande, com a taça na mão, na capa do livro feito em homenagem ao título.

Confiram a outra reportagem!

Não posso me despedir sem deixar de falar do Ângelo Vercesi, brasileiro responsável por levar o time ao título no ano passado e que hoje atua como assistente técnico do Zé. Uma pessoa super atenciosa e simpática. Foi um prazer tê-lo conhecido. “Beber, cair e levantar”, o lema de 2007. Obrigada, Ângelo.

Outra figura que vale ser mencionada é o estatístico da equipe. É divertidíssimo o Mateus. Sabe falar algumas palavras em português. Mas adivinhem? Quando fui prestar atenção, só ouvi palavras que não podem ser mencionadas aqui. Gente, porque todo estrangeiro que vem ao Brasil sempre aprende primeiro o que não deve? Ri demais com ele.

ze.jpgE termino esse post com um agradecimento enorme ao Zé Roberto, que teve o carinho de me atender, abriu as portas do clube, me deixou participar de momentos particulares da equipe e não vetou absolutamente nada. Permitiu registrar tudo para que eu pudesse trazer um bom material para vocês. Foi, sem dúvida, um dos trabalhos mais prazerosos que já fiz. Espero que gostem!

Na caixinha…

Filipe Kreimer escreveu que está preocupado com as seleções masculinas do Brasil. Perguntou o que está acontecendo. Vamos debater o assunto? Vocês iniciam o papo, e eu posto minha opinião depois. Ahhh, e não deixem de escrever sobre as matérias do Zé Roberto.

Surpresa e uma pergunta…

Dom, 19/10/08
por Carol Oliveira |
categoria Quadra, Vôlei

taca.jpgNossa, faz tempo que não posto. Dessa vez, sem desculpas pela ausência! Vim aqui rapidinho neste domingo de chuva para contar que tenho uma surpresa. Na terça-feira, quem é fã do Zé Roberto e do vôlei feminino não pode deixar de comentar. Aguardarei as mensagens de vocês. Ao lado, apenas um aperitivo do que estar por vir…

Não falamos sobre tantos assuntos… Teve a Copa América, Copa Brasil, o título mundial de Pedro e Harley, entre outros acontecimentos. Agora, os estaduais estão a todo vapor. É bom demais ver Mari, Scheilla e Fofão jogando no mesmo time. O mesmo digo de Paula Pequeno, Sassá e Thaissa. Não podemos esquecer, é claro, das equipes masculinas. Os Andrés no Minas, Anderson e Marcelinho no Joinville… A Superliga dessa temporada promete duelos maravilhosos, não acham?

Ela vai deixar saudades

Dom, 07/09/08
por Simone Evangelista |
categoria Quadra, Vôlei

fofao.jpgDepois de fortes emoções em 2008, a capitã e levantadora Fofão finalmente pôs um ponto final em sua história de sucesso na seleção brasileira. Foi emocionante ver o sentimento de gratidão de Zé Roberto Guimarães por uma jogadora que conduziu a equipe em quadra para buscar o ouro inédito em Pequim.

Foram cinco Olimpíadas e 340 jogos de dedicação a uma equipe que vive o seu auge. Fofão diz que vai sentir muitas saudades da equipe, que certamente também vai sentir muita falta dela. Sempre calma e centrada, a levantadora foi fundamental para as conquistas do time, que calou a boca dos críticos após anos de questionamentos.

Agora, começa o grande desafio de Zé Roberto: encontrar uma substituta para a levantadora. Segundo o técnico, Carol Albuquerque seria a titular imediata, mas a própria jogadora já afirmou que também pensa em se despedir. Será que existe, no Brasil, alguém capaz de preencher a lacuna deixada pela atleta de 38 anos?

Certamente, não neste momento, já que a experiência na seleção foi fundamental para que a jogadora atingisse um patamar tão alto. Portanto, é hora de paciência, muita paciência…temos Ana Tiemi, Dani Lins e outros talentos em ascensão, e caberá ao Zé escolher aquela que tiver mais condições de assumir uma responsabilidade tão grande. Alguma aposta?

Vôlei de praia

Festa completa para a mamãe Isabel Salgado! Não é qualquer uma que consegue ver seus três filhos campeões em um só dia. Maria Clara e Carol venceram na Polônia, e Pedro Solberg e seu parceiro Harley, na Espanha. As duas duplas representam o que há de melhor nesta nova geração da praia, e acredito que, em Londres/2012, vão dar o que falar. Os veteranos que se cuidem!

O orgulho é o mesmo

Seg, 01/09/08
por Carol Oliveira |
categoria Pequim, Quadra

feminino.jpgVi muitas coisas nas madrugadas olímpicas, foram muitas emoções… E o nosso vôlei não fica nem um pouco atrás. As seleções brasileiras conseguiram um ouro e uma prata nos Jogos Olímpicos de Pequim. Cores diferentes, mas o orgulho é o mesmo. Pelo menos o meu.

Orgulho das meninas por terem se superado e conquistado uma medalha inédita. Deixaram para trás a fama de “amarelonas” que tinham, fizeram uma campanha brilhante (alguém pensa o contrário?) e subiram no alto do pódio. Foi emocionante ver a roda, comemoração feita por elas, depois da premiação. Zé Roberto, agora o único técnico campeão nas duas categorias, ajoelhado após o último ponto contra os Estados Unidos fez muita gente chorar. Imagem que nunca mais esquecerei… Que orgulho!

masculino.jpgQuanto aos meninos, o que falar deles? Foram dois ciclos completos, leia-se oito anos, de vitórias. Título olímpico, Mundial, Copa do Mundo, Pan, Liga Mundial, Sul-Americano, Copa dos Campeões… Tudo isso eles têm no currículo. Acompanhei de perto a seleção de Bernardinho em alguns campeonatos e posso dizer que nenhuma outra equipe se dedica mais, treina mais, se exige mais que esta. Como não sentir orgulho? Eu sinto!

Pode parecer dúbio, mas ao meu ver a sensação de decepção existe não por eles terem sido derrotados na final. No esporte, se vence e se perde. Faz parte. A tristeza é por não terem encerrado a trajetória com o ouro. A prata é para ser desprezada? Não mesmo. (alguém pensa o contrário?) O time é fantástico, está na história por tudo que fez e o orgulho é enorme.

Uma breve satisfação aos amigos…

Voltei depois de longas madrugadas, poucas horas de sono e ainda com olheiras. Não estava em Pequim, mas, sinceramente, não sei se estivesse lá trabalharia mais do que trabalhei aqui. O sumiço deve-se ao limitado tempo que tinha de vida. Acreditem…

Li os comentários de vocês. Prometo que não os deixarei mais tanto tempo sem notícias, ok? Terei novidades em breve. Eu e Simone estamos nos ajustando à nova realidade, voltando ao horário de Brasília. Tudo será como antes logo, logo. E nada de Blog Esquecidinhas como alguns sugeriram…

Adeus trauma, adeus Rússia

Seg, 11/08/08
por Carol Oliveira |
categoria Pequim, Praia, Quadra

brasil.jpgA torcida para uma vitória do Brasil era gigantesca. Todos acreditavam em uma vitória. Porém, nem o mais otimista dos torcedores imaginaria que a seleção brasileira daria um chocolate na Rússia. Foi fantástico! As meninas entraram concentradas e não deram chances para que os fantasmas do passado (Atenas 2004 e Mundial de 2006) aparecessem. Do início ao fim, mantiveram a concentração, a vibração e jogo. Jogo, este, certinho, treinado… Posso parecer precipitada, talvez muito entusiasmada com a convincente vitória sobre as ‘gigantes russas’, mas sinto que agora vai.

As pessoas que acompanham o vôlei brasileiro, o treinado pelo Zé Roberto, notam a diferença de postura das jogadoras. Elas estão mais maduras, mas conscientes em quadra. Sabem direitinho o que devem fazer e o que não devem. Uma das deficiências da equipe que pude observar durante o Grand Prix, competição que o Brasil conquistou o heptacampeonato, era a cobertura. Impressionante como melhorou… Mérito da comissão e das atletas. Devem ter treinado atééééé, imaginem!

Bom, o primeiro grande desafio já passou. E passou bem! Agora é esperar pela Sérvia e Itália. Ouvi muitas pessoas falando assim: “É ganharam, mas quero ver na final.” Espero que estas pessoas mordam a língua, e que a seleção, com esse voleibol consistente que vem apresentando, traga a medalha inédita de ouro para o país. Elas merecem!

Hora da seleção masculina

Muito se falou da seleção de Bernardinho. Após o quarto lugar na Liga Mundial e a ‘confusão’ em um treino lá em Pequim, muitas questões ficaram no ar. Falaram de crise, de grupinhos na equipe. Sinceramente, não acredito em nada disso. Como todo grupo que está junto há oito anos, é mais que normal que existam problemas e que estes, às vezes, passem do limite. Amigos, eles estão jogando juntos há tempos. Quem acredita que tudo é um mar de rosas? Claro que não! Mas o legal é que sempre dão a volta por cima, sempre se superam. E, na minha opinião, não será diferente dessa vez.

Largadinhas…

ana-paula.jpgJuliana deixou Pequim, Ana Paula chegou. Teve quem garantiu, de boca cheia, que não daria certo. Bom, até agora a dupla segue invicta nas Olimpíadas. Os jogos têm sido sofridos, vencidos apenas no tie-break, mas nada de anormal. Afinal, a Larissa e Ana Paula não tiveram tempo para treinar e o entrosamento está sendo buscado durante os jogos. Ana Paula substitui Juliana? Na minha opinião, não! Juliana tem um jogo único, e a sinergia entre ela e Larissa é fantástica. Mas Ana Paula tem sido um bom soldado, como ela mesma fez questão de se descrever.

Quanto aos meninos, só alegrias com Ricardo e Emanuel. Às vezes fico com medo de cravar uma medalha, pois no esporte tudo é possível, mas não consigo enxergar uma outra dupla no alto do pódio que não seja esta. Eles estão super bem, mostrando que o problema no pé do Ricardo não passou de um susto. Estou na torcida pelo ouro!

Momento de reflexão

Seg, 28/07/08
por Simone Evangelista |

giba1.jpgApós um longo período de ausência, estamos de volta para comentar os últimos acontecimentos do mundo do vôlei. As últimas semanas foram de muito trabalho, especialmente na cobertura da Liga Mundial. Assim como a maioria de vocês, ficamos pasmas com as derrotas da seleção masculina. Parecia tudo pronto para uma festa linda no Rio de Janeiro, quando de repente…Uma cena estranha para os brasileiros: o time ficou fora do pódio!

Como disse o Bernardinho, os próximos dias serão de muita reflexão e, principalmente, superação. Não será fácil para os atletas, que esperavam uma despedida dourada antes de Pequim, digerir o que aconteceu. O que deu errado? Sinceramente, não sei. Mas acho que não dá para apontar culpados, pois, à exceção de Giba e Dante, que foram guerreiros do início ao fim, o time todo decepcionou. 

Além disso, outro fator é muito importante: os rivais estão estudando cada vez mais e aprendendo a enfrentar o Brasil. Quem viu o restante dos jogos da Liga Mundial sabe: o time dos Estados Unidos entrou em quadra especialmente motivado para bater a equipe de Bernardinho e conseguiu o feito com autoridade. Confiantes, acabaram conquistando a Liga em cima da Sérvia, que havia mostrado maior regularidade ao longo da disputa.

A decepção na Liga Mundial significa que o Brasil está fora da briga pelo ouro em Pequim? Claro que não. Mas outras equipes têm condições de chegar lá, como Sérvia, Estados Unidos, Rússia, Bulgária e Itália - essas duas últimas equipes ficaram fora da Liga para caprichar na preparação para os Jogos.

eua.jpgApós a derrota para os EUA, Dante e Serginho lembraram que um tapa na cara agora seria melhor do que nas Olimpíadas. O revés no Rio de Janeiro ligou o alerta na seleção.  Agora, é hora de estudar os adversários como nunca e trabalhar muito. Mas uma coisa é certa, a seleção verde-amarela ganhou uma motivação extra para Pequim: para o time de Bernardinho, nada poderia ser mais estimulante do que ver os adversários no pódio.

Enquanto cobria os jogos da seleção brasileira pelo Brasil afora na fase intercontinental da Liga Mundial, Carol separou várias fotos especialmente para o blog.

No entanto, como todo mundo, fomos surpreendidas pelo triste fim da campanha brasileira.
Ficamos devendo para a próxima! 

Vôlei de praia

Para quem ainda não está sabendo, os campeões Ricardo e Emanuel agora têm um blog no GLOBOESPORTE.COM! Entrem lá e deixem suas mensagens para os craques! Neste momento, eles precisam de toda energia positiva para buscar o bicampeonato olímpico. 

Falando em praia, o que vocês acharam das chaves das duplas brasileiras? Para mim, os homens não deverão ter problemas. Ricardo e Emanuel enfrentam os australianos  Schacht e Slack, Austrália, os brasileiros Jorge e Renatão, que competem pela Geórgia sob o nome de Geor e Gia (propaganda é a alma do negócio, hehehe), e Fernandes/Morais, de Angola.  Márcio e Fábio Luiz vão pegar Barsouk/Kolodinsky, da Rússia, Doppler/Gartmayer, da Áustria e os italianos Lione e Amore.

juliana.jpgJá as meninas podem encontrar dificuldades. Juliana e Larissa terão que abrir o olho com a experiente Cook, da Austrália, que foi campeã olímpica em 2000 e jogará ao lado de Barnett. As meninas enfrentarão ainda as russas Uryadova e Shiryaeva e as brasileiras Cris e Andrezza, que também competem pela Geórgia com os nomes de Saka - Rtvelo.  Renata e Talita terão pela frente três adversárias que podem surpreender: Karantasiou e Arvaniti, da Grécia, as irmãs austríacas Schwaiger e Candelas e Garcia, México. Mas acredito que as brasileiras devem avançar e, quem sabe, trazer uma medalha para casa. Vamos torcer!

Até uma próxima jornada!

Seg, 14/07/08
por Carol Oliveira |

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Campeã olímpica?
Campeã Mundial?
Campeã Pan-Americana?
O Brasil despachou todas elas…
Um Brasil maduro, seguro dos objetivos. Um Brasil que vale ouro. O jogo contra o Japão foi só para coroar o que já estava garantido. As meninas dormiram sabendo que o ouro era nosso. Mas, mesmo assim, não perderam a concentração.  Venceram o Japão. Encerraram com chave de ouro uma nova fase.

Que venha Pequim!
Que venha o primeiro ouro olímpico…
Sem dúvida, essas jogadoras merecem!

Queria pedir licença e agradecer a todas elas. Muito obrigada a toda comissão técnica do Brasil e suas jogadoras. Trabalhar com essa seleção é sempre muito bom. Queria agradecer também a vocês, que estiveram sempre comigo nessa “Jornada”. Muito obrigada pelos comentários, sugestões, críticas e elogios.

Abaixo, curtam um pouquinho mais a vitória do Brasil!

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Até uma próxima jornada!


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