As ‘velhinhas’ chegaram lá
Elas dizem que são “velhinhas”, mas estão com tudo em cima. Ana Paula, 36 anos, e Shelda, 35, estão dando um banho nas mais novas e garantiram mais um título mundial – para a cearense, o sétimo, um recorde difícil de ser batido.
Tudo bem que as brasileiras são beneficiadas porque Walsh e May não participam do Circuito Mundial, mas não dá para negar que é uma grande conquista, especialmente após a frustração de perder a vaga olímpica para Renata e Talita.
Empolgadas pela conquista do título, elas agora pensam até em participar dos Jogos Olímpicos de Londres-2012. É difícil? Sim, mas não acho que seja impossível. Como a própria Ana Paula lembrou, o exemplo da nadadora americana Dara Torres, que ganhou duas pratas olímpicas aos 41 anos, está aí para quem quiser ver. Além do mais, pelo menos por enquanto, as duas estão jogando em alto nível. Resta torcer para que continuem assim por muito tempo!
E vocês, o que acham? Ana Paula e Shelda podem sonhar com mais uma participação olímpica?
Copa Brasil
A Copa Brasil começa nesta sexta-feira e quem gosta de vôlei não pode perder. Desta vez, o torneio promete ser ainda mais interessante, pois será a primeira competição com os melhores times do país e seus reforços de peso para a temporada. No São Caetano, o trio poderoso formado por Sheilla, Mari e Fofão. No Osasco, Thaisa, Sassá e Lia, uma das revelações do ano passado. No Rio de Janeiro, Érika, Joycinha e Carol Gattaz. Já o Brusque fez muitas contratações, mas perdeu boas jogadoras e é uma incógnita. Quem vai se dar melhor na briga?
rss do blog
Vi muitas coisas nas madrugadas olímpicas, foram muitas emoções… E o nosso vôlei não fica nem um pouco atrás. As seleções brasileiras conseguiram um ouro e uma prata nos Jogos Olímpicos de Pequim. Cores diferentes, mas o orgulho é o mesmo. Pelo menos o meu.
Quanto aos meninos, o que falar deles? Foram dois ciclos completos, leia-se oito anos, de vitórias. Título olímpico, Mundial, Copa do Mundo, Pan, Liga Mundial, Sul-Americano, Copa dos Campeões… Tudo isso eles têm no currículo. Acompanhei de perto a seleção de Bernardinho em alguns campeonatos e posso dizer que nenhuma outra equipe se dedica mais, treina mais, se exige mais que esta. Como não sentir orgulho? Eu sinto!